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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
Acontece com as emoções relativamente aos conflitos e frustrações o mesmo que com as doenças e os antibióticos.
Quem tem a sorte de não ter doenças com regularidade, qualquer antibiótico, mesmo fraco, lhe é extremamente eficaz; mas, se não é esse o caso, tem que tomar cada vez maiores e mais fortes doses de medicamentos para que façam o menor efeito. As pessoas fortes são aquelas que têm resistência às doenças e não as outras que resistem aos medicamentos.
Com as emoções é a mesma coisa. As pessoas fortes são as que poucos conflitos e frustrações tiveram; os que tiveram que lidar com esas coisas com regularidade enfraqueceram ao ponto de, quaquer conflito ou frustração por pequena que seja, os deixar doentes, o que nas emoções se manifesta em ansiedade e desgaste, de tal modo que depois, resistem aos medicamentos vulgares e só grandes doses de afectividade muito forte restauram as resistências.
Assim como os doentes resistentes a antibióticos evitam expôr-se a factores de stress que desencadeiem doenças, também os doentes emocionais acabam por evitar expô-se a situações de frustração e conflito por receio de doença de difícil cura.
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