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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
Cabia-lhe a ele, como líder do partido maioritário, manter a coesão do governo e não deixar haver dispersões. Em vez disso mete-se numa guerra para promover uma pessoa que é suspeita, no mínimo, de má gestão?
Podia o PPC ter aproveitado esta crise para se fortalecer: fortalecer a coligação, fortalecer o cargo das finanças com alguém perto dos anseios do povo de estimular crescimento e emprego e até dar um sinal, para fora, de maturidade política, de saber gerir uma crise. Em suma, um sinal de estadista.
Mesmo que sobreviva sozinho, será por pouco tempo porque o homem não é um negociador.
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