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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
A nomeação de Armandina Soares para o Conselho Nacional de Educação (CNE) está a gerar polémica entre os professores. Isto porque a sua escolha é vista como uma recompensa por a directora do Agrupamento de Escolas de Vialonga ter sido uma acérrima defensora da política educativa da anterior ministra. E também porque é encarada como um sinal de que há a intenção de continuar na mesma linha. ( no DN )
Todos os dias vejo os jornais e blogs à procura de notícias sobre educação, para ver em que ponto estão as 'negociações' e se os sindicatos já viraram as costas à ministra 'bolo rançoso com cobertura de açúcar'. Nada! Nem um pio! Pensei...bem, meteu-se o Natal e entre prendas e rabanadas está tudo em suspenso. Qual quê! A máquina contra a educação e os professores não pára e não dorme e neste mesmo mês ofereceu tacho à indivídua que apoiou a outra de má fama e todas as suas políticas.
Para quem tinha ainda dúvida das (más) intenções desta ministra, está aqui a 'prova provadinha': premiou uma das piores entre pares. Não que isto espante. Isto é agora o pão nosso de cada dia nas escolas: vermos serem premiados os piores de todos e vermos a instauração do reino das cunhas e favores, a começar pelos que nos governam. Mas revolta!
Os sindicatos andam caladinhos. Porque é que não põem o assunto na Assembleia da República? Porque perdiam protagonismo. Ainda veremos tudo se gorar para que suas excelências satisfaçam a vaidade do protagonismo e auto-importância televisiva.
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