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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
Uma das coisas melhores que se pode receber de presente é um livro da parte de alguém que sabemos ser pessoa culta e de bom gosto literário. Sabemos que temos nas mãos um potencial amigo para a vida, pois um livro escolhido por um bom leitor há-de ser um livro que todo se consome: o cheiro a capa, as ilustrações, o papel e outros pormenores, antes de nos enterrarmos no conteúdo. Como um bolo que, antes de ser provado já excita os sentidos pela beleza e pelo aroma que emana mas, ao contráro dele, um livro, pode até ser ofertado tendo já passado por outras mãos que não perde o valor, pois o valor de um amigo está na sua essênca e não na novidade, está em ser presente e não em ser intocado.
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