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Quem diz Verão, diz saladas

por beatriz j a, em 28.07.19

 

Ir ao mercado comprar legumes e frutas (a pé: 6,550 passos) e depois fazer uma salada com as compras. Salada de atum. Gostamos imenso. Cheia de tomate maduro, pepino, ceboletas, coentros e canónigos. No fim, amoras das silvas.

 

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publicado às 13:16


A ciência em 1912 a ver-nos em 2019

por beatriz j a, em 28.07.19

 

Para os incrédulos e negacionistas, link na imagem.

 

 

publicado às 09:33


A brincar se dizem muitas verdades 🤣

por beatriz j a, em 27.07.19

 

 

publicado às 20:58


As árvores da nossa infância ficam connosco

por beatriz j a, em 27.07.19

 

Roberto Vámos Photography

 

publicado às 20:30

 

Ordem denuncia laxismo na atribuição de subsídios por deficiência a crianças que usam óculos

 

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publicado às 19:42


Autoritarismo e medo

por beatriz j a, em 27.07.19

 

Porque é que o Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas se calou? Porque é que ninguém deu a cara por ele? Medo. Toda a gente vê a perseguição de que é alvo a bastonária dos enfermeiros por ousar não concordar publicamente com suas excelências que nos governam. Também este ministro dos militares, não um primo mas um filho, logo, da grande famiglia, do alto da sua excelência ministerial, já aprendeu que o autoritarismo e a desresponsabilização são as virtudes da moda dos políticos actuais. Isso e mandarem as pessoas irem embora se não estão satissfeitas, como se a obrigação dos governos não fosse a de governar, justamente, mas antes fosse dever das pessoas aceitar o erro ou, o mal ou a injustiça e desaparecer para não incomodarem o desgoverno, ou pior, de suas excelências importantíssimas.

 

Recentemente o Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, num raro rasgo de coragem e ousadia, veio publicamente pôr a nu as fragilidades com que se debatem os militares, denunciando a manifesta falta de efectivos que torna insustentável o cumprimentos das missões que estão atribuídas às Forças Armadas.

O desinteresse do poder político pelo sector levou a um considerável rombo nos recursos humanos da Instituição Militar, debatendo-se esta com a falta de seis mil efectivos previstos no seu quadro orgânico.

Perante o desabafo do chefe militar, o ministro responsável pela defesa nacional, uma criatura que nem à tropa foi, presumindo-se, assim, que perceba tanto de vida militar como eu percebo de plantação de abóboras, em vez da dar a mão à mais alta entidade militar de que o País dispõe, comprometendo-se a trabalhar mais e melhor para que este problema possa ser contornado, muito pelo contrário, veio a público retratá-lo, como se este não passasse de um miúdo de escola que fora inconveniente para com um professor.

Num acto de pura cobardia do assumir de responsabilidades, veio insinuar que o almirante insatisfeito já se deveria ter demitido caso não conseguisse desempenhar o seu papel com os efectivos que tem à mercê.

Não contente, teve ainda o desplante de se desculpar com erros do passado, como se não pertencesse a um governo, em funções há quatro anos, e que logo no início da legislatura apregoou a intenção de corrigir as deficiências que herdara.

Humilhado perante todos pelo ministro de quem depende, esperava-se, do oficial-general destratado, uma nova atitude de coragem, a qual somente poderia seguir um caminho: a imediata demissão e a solidarização dos seus pares, recusando-se todos a ocupar o cargo deixado vago.

Mas não, passada uma semana nem uma palavra do chefe militar desconsiderado. Comeu e calou!

E também um silêncio absoluto dos seus subordinados no activo, não havendo qualquer gesto  destes que indicie uma tomada de posição de apoio ao seu superior.

O próprio Comandante Supremo das Forças Armadas, especialista em falar de assuntos nos quais não se deveria imiscuir, parece sofrer de amnésia nas matérias que lhe dizem directamente respeito, remetendo-se igualmente a um incompreensível silêncio.

Pedro Ochôa

 

publicado às 18:23

 

Esta interpretação da ROH da música de Prokofiev é genial:  aqui estão duas famílias, literalmente falando, como a direita e a esquerda políticas portuguesas. A vaidade de ambas, a self-importance e a pomposidade a raiar o ridículo com que se desafiam uma à outra, ambas pensando-se superiores à outra, atribuindo-se, na política, condecorações e ordens em gabinetes faustosos dos quais saem para os seus carros de cem mil euros que nos obrigam a pagar-lhes, como se fossem diferentes na sua vontade de poder total. É difícil ver a dança e não ver os os Soares, os Cavacos, os Sócrates, os Freitas, os Costas...

 

Hoje, por acaso, vi um pedaço do final de uma conversa no canal Q. Apanhei o capitão Haddock a criticar o que ele chama a direita neoliberal, que em sua opinião são extremistas. O seu argumento era o de que essa direita radical não se apresenta às eleições com o seu programa verdadeiro de cortes e autoritarismo porque sabe que a população não votaria neles. LLOOLL  Ele não se deu conta que estava a descrever, na perfeição, o governo de esquerda do Costacenteno... autoritário e defensor de cortes a que chama cativações... mas por acaso quando se apresentaram às eleições disseram que iam continuar os cortes e o autoritarismo do PPC? Acaso o BE e o PCP avisaram que iam apoiar isso tudo? É o dizes... 

 

 

publicado às 17:53


A chatice dos factos

por beatriz j a, em 27.07.19

 

Confiança no governo de Costa e na banca portuguesa: 0, zerinho, nada, népias, nicles.

O que pensará quem põe esta ordem enorme de dinheiro fora do país¿, 'Deixa-me pôr o dinheiro a salvo destes incompetentes e ladrões'...?

 

Nos últimos três anos saíram de Portugal 30 mil milhões de euros para offshores.

Um montante que equivale a mais de três vezes o orçamento do Serviço Nacional de Saúde e a 15% do PIB português. E que compara com os cerca de 18 mil milhões de euros que os bancos comunicaram ao Fisco relativos a transferências para paraísos fiscais, entre 2013 e 2015.

Valor transferido para ‘offshores’ subiu 67% entre 2016 e 2018, face aos três anos anteriores. 

 

publicado às 10:12

 

Em abril de 2018, o Ministério da Administração Interna divulgou, numa operação com grande impacto na generalidade dos jornais, os programas "Aldeia Segura" e "Pessoas Seguras". Nos detalhes divulgados, que conservo no e-email, um dos pontos destacados era a entrega de milhares de "kits de autoproteção".

 

As palavras e a exposição mediática não podem ter uma utilidade quando são a favor do Governo, e outra quando este sai penalizado. Perante a manchete do JN de que os materiais do kit, incluindo golas, são inflamáveis e não cumprem as funções para que foram distribuídos, o ministro Eduardo Cabrita disparou contra a notícia, classificando-a de "irresponsável e alarmista" e considerando grave a "desvalorização" de um programa tão relevante.

 

Irresponsável é entregar às populações materiais que, se forem usados num cenário de fogo, podem ser prejudiciais para quem os usa. Alarmista é recusar falar claramente sobre o incidente, ao mesmo tempo que se dão desculpas como a de que os materiais, afinal, são de sensibilização e não de autoproteção. Desvalorização do programa é algo que o próprio Governo fez quando optou pelo critério preço, em vez de investir seriamente em equipamento de proteção individual.

Inês Cardoso

 

e ainda:

Empresa que vendeu golas inflamáveis à Proteção Civil é de marido de autarca do PS – Observador

 

Golas inflamáveis custaram mais do dobro

Os equipamentos tiveram um custo de 1,80 euros por unidade, mas o valor de mercado fica entre 63 e 74 cêntimos.

 

É o coronelismo de vento em pôpa...

 

publicado às 10:08


Ler devagar num dia de chuva

por beatriz j a, em 27.07.19

 

 

publicado às 09:47


Citação deste dia

por beatriz j a, em 27.07.19

 

" A melhor maneira de se prever o futuro é criá-lo."
Peter Drucker

 

publicado às 08:56


Bom dia com Elis Regina e Tom Jobim

por beatriz j a, em 27.07.19

 

 

publicado às 08:54


Coronelismo

por beatriz j a, em 26.07.19

 

A deputada Sónia Fertuzinhos (na foto, à direita de Costa) recebeu, nesta legislatura, do Parlamento, mais de mil euros por mês de subsídio de deslocação para Guimarães... apesar de viver em Lisboa. Foi detectada a situação, em final de 2017. Não consta que tenha devolvido um euro ou que se tenha arrependido. Por este comportamento, foi agora premiada. É candidata, cabeça de lista, em Braga, às eleições de Outubro, pelo Partido Socialista.
(tem no governo dois familiares ministros: o marido, Vieira da Silva, José António; e a enteada, Vieira da Silva, Mariana).

Paulo de Morais

 

 

publicado às 21:00


Morri a rir 🤣

por beatriz j a, em 26.07.19

 

O jornalista e humorista Jô Soares escreveu uma nova carta aberta ao presidente Jair Bolsonaro. Publicada na Folha de S.Paulo desta segunda, a carta foi escrita com uma mistura de francês e português.

 

"Monsieur le president: come je sé que, etant troglodite, vous parlé multilangues, je comence em françois, langue de la diplomacie mondiale pour que ningán duvide: parabiéns! Parabiéns! parabiéns! Quel idê genial de nomé votre fils Eduardô come ambassadeur! Tout come il faut respetant les regles: premier, comemoré la idé certe, 35 ans. Alors, petite feste, troque de petit presents etc. Chanté le parabiéns, apagué les veles, comê le bolê! Comê le bolê! E depuis le present principale: lui, qui há dejá une graduation em hamburguér et talvois une pos-graduation em cheeseburguér? Aussi, si nous avons deja um ex-president, FHC, pourquoi ne pas tenté aussi um ambassadeur KFC?Après ça, il faut tenté une master degre em pipoque. Afinale de contes, nous devons aproveité les oportunités que la vie nous oferece. Par exemple: Votre Majesté savé que Rafael Leonidas Trujillo Molina, quand a assumí le podê em 1930, a la Republica Dominicana, a nomé son filhô Ramfis, com a pene quatre ans de idé, coronel de salário y privilégios del Exército dominicano?
En 1938, le president Jacinto B. Peynado (president que sucessé a Trujillo) promové le coronel Ramfis Trujillo Martinez, de neuf ans, a general de brigada, promoción que fu outorgué “en mérito al serviço” em se constituant nel plus jeune general del histoire du monde? Regardé les fotôs: nést pas fôfe?
Bien avant, Napoleon, lembré dele? Nomée irmains e parents come rois de la Holandá, roi de Náples (aquel da pizzá), roi de Espanhe e rois da Westphalie. (Je ne coné pas Westphalie mais pesquisé avec vos amis dans le Twitter pour savoir onde é que fique.)
Enfin, chegue de converse. Jagarre dans le pape mais sempré pour colaboré avec Votre Majesté."
Signé: Jô Soares, influencieur analogique
Em verité: José Eugenio Soares, oficial da Ordem

 

publicado às 20:50


Cantor dourado

por beatriz j a, em 26.07.19

 

via Galerie Monbrison

 

publicado às 20:03


Quando o Eça se engana acerca do amor

por beatriz j a, em 26.07.19

 

" É que o amor é essencialmente perecível, e na hora em que nasce começa a morrer. Só os começos são bons(...)Seria pois necessário estar sempre a começar para estar sempre a sentir?", Queirós, Eça, in Primo Basílio"

 

Talvez isto seja verdade para pessoas que gostem das coisas e das pessoas aos pedacinhos mas certamente não é uma verdade universal.

 

O amor não se esgota na emoção imediata. O amor é também um sentimento, que é de uma outra ordem, mais profunda. Os sentimentos são viscerais, impregam-se em nós e modificam-nos. 

Uma pessoa é um projecto. É alguém que se projecta no mundo de um certo modo complexo: com certo modo de ser e de pensar ético, estético, político, etc., de se relacionar com o mundo, com os outros e consigo próprio, com um certo estilo, um conjunto de interesses e objectivos. Se amamos o projecto que a pessoa é, o sentimento vai crescendo e evoluindo à medida que se explora, não diminuindo. 

 

Mas por acaso as músicas que amamos morrem quando as ouvimos? Não as ouvimos uma e outra vez e mais infinitas vezes e de cada vez que as ouvimos descobrimos mais tonalidades e recantos desconhecidos? As pinturas e esculturas, os livros, as paisagens que amamos, cansamo-nos delas? Por acaso canso-me da voz dos cantores que amo? Não, de cada vez que ouço descubro novas tonalidades para acrescentar amor ao que já existe. Até os 'erros' de interpretação e técnica amamos como parte do projecto que são, do estilo que têm.

 

Bem, pode dizer-se que uma pessoa, ao contrário de uma pintura que é passiva, é activa e responde, reaje. É verdade mas isso não esmorece os sentimentos, agrega-os à vontade. Tem que haver uma vontade activa de não se perder, de querer manter-se nesse projecto, quer dizer, uma pessoa também pode, ao longo da vida, afastar-se de si mesma, do projecto que é e, tornar-se estranha a si mesma mas, só se quiser. Às vezes também é difícil mantermo-nos ligados e coerentes com o projecto que somos e é necessário um acto de vontade.

 

De modo que, a não ser que a pessoa (ou nós próprios), enquanto projecto dinâmico que é (somos), mude radicalmente o seu eixo e estrutura, caso em que o projecto em que se tornou (ou em que nos tornámos) se torne incompatível com o nosso, não há razão para pensar que o amor assim que nasce começa a morrer.

 

publicado às 17:59


Coisas boas II

por beatriz j a, em 26.07.19

 

A Biblioteca do Congresso americano disponibilizou, em formato digital, a sua rara coleção de manuscritos em lígua Persa, um arquivo que abrange mais de 700 anos.

 

[کتاب تشريح الاقوام]. | History of the origin and distinguishing marks of the different Castes of India

 

[کتاب تشريح الاقوام].History of the origin and distinguishing marks of the different Castes of India

 

Shah-nameh by Firdausi.

 

via Open Culture

 

publicado às 16:12


Coisas muito assustadoras III

por beatriz j a, em 26.07.19

 

Esta geração de políticos duvidosos que exigem, para si mesmos, privilégios de impunidade. Enquanto esta geração de políticos não desaparecer o amiguismo e a incompetência têm terreno fértil para se desenvolver por todo o lado, porque o que os chefes fazem e permitem fazer, institucionaliza-se como referência.

 

”Não me peçam para alinhar em nenhum linchamento de pessoas como Vítor Constâncio”

... recusa a crucificação de pessoas que tiveram responsabilidades na banca no período de crise financeira.

 

publicado às 11:28


Coisas muito assustadoras II

por beatriz j a, em 26.07.19

 

Nestas coisas vê-se a ausência de valores democráticos de Costa e o seu MO, quando não lhe fazem as vontades.

 

... lei dos metadados, que permite atualmente aos serviços de informações ter acesso a dados de comunicações como o tráfego e a localização celular, [sem nenhum processo crime]

O Executivo de António Costa tentou contornar novo chumbo, ao criar no Supremo uma secção de juízes-conselheiros para julgar os pedidos num prazo de 72 horas.

 

publicado às 11:23


Coisas muito assustadoras

por beatriz j a, em 26.07.19

 

A incompetência geral dos que estão nos cargos e as consequências desastrosas nas vidas das pessoas.

 

Protecção Civil deu kits com material inflamável. Liga dos Bombeiros pede inquérito “rigoroso”

Setenta mil golas antifumo fabricadas com material inflamável foram distribuídas no programa Aldeia Segura. Há também queixas sobre os coletes reflectores.

“E se for verdade que esta decisão foi tomada por este material ser mais barato, têm de ir a julgamento porque é crime”, conclui.

 

publicado às 11:07



no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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