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Raparigas

por beatriz j a, em 31.03.19

 

Shadow Dance
drypoint on paper
Martin Lewis (Australian, 1881-1962)
1930

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publicado às 22:31


Pais manifestam-se

por beatriz j a, em 31.03.19

 

  • Falta de vigilância
  • Falta de pessoal para acompanhamento em caso de acidente
  • Falta de manutenção e limpeza
  • Falta de acompanhamento de alunos com NEE
  • Encerramento de espaços e serviços escolares
  • Encerramento de Estabelecimentos escolares

 

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publicado às 17:16

 

René Descartes was born on this day in 1596. In his last published work, The Passions of the Soul, he wrote about the correct amount of wonder one should possess.

“It happens much more often that one wonders too much and is astonished, in perceiving things worth considering only a little or not at all, than that one wonders too little. This can entirely eradicate or pervert the use of reason…To prevent excessive wonder there is no remedy but to acquire the knowledge of many things, and to apply oneself to the consideration of all those which may seem most rare and unusual.”

 

"It can be said in particular of wonder that it is useful in making us learn and retain in our memory things we have previously been ignorant of. For we wonder only at what appears rare and extraordinary to us.

And nothing can appear so to us except through our having been ignorant of it or through its being different from things we have known, for it is in virtue of this difference that it is called extraordinary. Now even though something which has been unknown to us may be newly present to our understanding or our senses, we do not on that account retain it in our memory unless the idea we have of it is strengthened in our brain by some passion, or alternatively by the application of our understanding, which our will fixes in a particular state of attention and reflection. And the other passions can serve to make one notice things which appear good or evil, but we just have wonder for ones which appear rare only. Accordingly, we see that those who have no natural inclination to this passion are ordinarily very ignorant."

 

Barend Cornelis Koekkoek - winter landscape

 

via Lapham's Quarterly editorial@laphamsquarterly.org via gmail.mcsv.net

 

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publicado às 16:20


dos alunos

por beatriz j a, em 31.03.19

 

Estou aqui a classificar testes. Uma aluna, a responder a uma questão sobre a teoria clássica do conhecimento de Platão explicou que ele defende que o conhecimento corresponde a uma crença verdadeira justificada e depois acrescentou mais ou menos isto, 'ainda hoje aceitamos isto, pois se temos uma crença que corresponde aos factos e está devidamente justificada ficamos satisfeitos. Quer dizer, exceto os filósofos que discutem tudo e arranjam sempre maneira de levantar objeções às suas próprias ideias. Percebo muito bem a pancada de Descartes de encontrar uma ideia à prova de filósofos. Ele lá sabia do que eram capazes os seus camaradas de trabalho'.

LOL isto está com piada :)

 

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publicado às 15:57


'É preciso partir tudo para sermos ouvidos?'

por beatriz j a, em 31.03.19

 

« Il n’y a que quand ça casse qu’on est entendu » : récit d’une journée de violence parmi les « gilets jaunes » à Paris

L’acte XVIII des « gilets jaunes » a été marqué par des saccages, des heurts et 237 interpellations. Reportage au cœur de la manifestation sur les Champs-Elysées.

 

A 18ª semana dos «gilets jaunes» foi marcada por saques e agressões. Carros em chamas, lojas vandalizadas... os «gilets jaunes», não violentos, observam os  black blocs que vieram para destruir. "Eu sou contra a violência mas a violência do Estado enraivece-me, diz um manifestante". "E depois, diz outro, só assim os media e Macron nos ouvem."

Uma nova vaga de violência que obrigou Macron a encurtar as suas férias de sky na estância La Mongie (Hautes-Pyrénées).

 

Depois de semanas de manifestações mais calmas algumas lojas deixaram de barricar as montras e entradas. Foi o suficiente. Os black blocs começaram por queimar um kiosque e depois atiraram-se ao restaurante Le Fouquet, símbolo da burguesia e destruiram porcelanas, queimaram as mesas postas e as cadeiras. Os «gilets jaunes» observavam sem intervir. De início não era assim e tentavam impedir os black blocs de agredir e vandalizar mas agora já não, 'faz 18 semanas que não nos ouvem', diz um deles. 'Dantes faziam-nos medo mas agora não. São eles quem faz isto avançar, nós somos demasiado pacifistas'.

 

É exactamente isso o que dizem agora muitos, 'Tomámos consciência que só nos ouvem quando partimos tudo e, às vezes, nem mesmo assim.' diz um director de um centro de lazer, de 37 anos. Isabelle, 60 anos, 'se fosse mais nova também ia à luta. É a violência do Estado a primeira violência, É ela que nos dá raiva'.

 

Lojas destruídas: Boss, Etam, Al-Jazeera Parfums, Nike, Swarovski, Bulgari, Longchamp, SFR...  Jennifer, operária de 39 anos, vinda de Rouen para a manifestação diz que antes tentavam impedir a destruição mas que agora lhe é indiferente e quando viu Le Fouquet ser destruído, não ficou contente mas também não é contra.

 

Ana, uma carteira de 33 anos vinda de Toulouse é ainda mais directa, 'é genial que isto parta porque a burguesia está de tal maneira abrigada na sua bolha, que é preciso que tenha medo, fisicamente, pela sua segurança, para que ceda. Ficava contente de não ser preciso isto para obtermos a  RIC [Référendum d’initiative citoyenne] e o resto mas não é possível'.

 

Os manifestantes cantam, «Macron, on vient te chercher chez toi». Martine, 60 anos e administrativo num hospital de Toulon felicita-se por não baixarem os braços e o seu marido diz, 'a certa altura é preciso exprimirmo-nos com força porque há 4 meses que isto dura e está tudo na mesma'.

Um grupo de à Châteauroux mobilizou-se e veio a paris, 'O nosso território está desertificado e os serviços públicos desapareceram. A maternidade, o comboio de Paris deixou de parar lá, para ver um oftalmologista temos que esperar um ano'.

 

 

Queimaram um banco. Isto foi no dia 16 de Março. A polícia disse ontem que está no fim das forças e já não aguenta. Os «gilets jaunes» já marcaram mais manifestações.

 

'É preciso partir tudo para que as pessoas sejam ouvidas?' Parece que sim. Em França as pessoas que compõem os «gilets jaunes» são aos milhares, não são imigrantes, são pessoas da classe média que suportam os desmandos do Estado com uma carga enorme de impostos, que são atirados para fora das cidades pelo preço da especulação das multinacionais abutres, que trabalham cada vez mais horas em piores condições para chegarem ao fim do mês sem dinheiro para pagar as contas, enquanto vêem a classe dos banqueiros, dos políticos e dos empresários enriquecer continuamente, mesmo com fraudes, burlas, esquemas de despedir milhares de pessoas para meter a mão no dinheiro dos seguros, etc. e tudo isto com o apoio dos políticos.

 

Por cá não é diferente. Fizémos uma revolução para acabar com um país onde meia dúzia de famílias governavam e se governavam no país. Não foi para isto que se fez a democracia, para avançar as carreiras das famílias dos políticos. Não trabalhamos cada vez mais e a ganhar menos para servir corruptos. Chamam-nos a pagar as burlas dos corruptos, a sustentar-lhes os esquemas de burla e depois somos atirados ao lixo pelo poder político com a maior das arrogâncias, enquanto se fecham na sua bolha de amigos e família e atribuem a si mesmo privilégios e mordomias de quem se serve do Estado e não de quem o serve. De facto, a certa altura é normal que as pessoas se perguntem, 'Mas é preciso partir isto tudo para que larguem a arrogância soberba e nos ouçam?'

 

Não é isto a democracia. Não foi para isto que se fez a revolução. E não, isto não é nem pode ser o normal funcionamento de uma democracia. Familiares na política? “É o funcionamento normal da democracia”. E a polémica é culpa das eleições, diz o PS. A democracia existe para fazer avançar a sociedade e não os familiares dos políticos que se servem do Estado para progredir nas suas vidas como se o país fosse seu feudo. A nossa democracia é governada, há muitos, muitos anos, por pessoas sem valores democráticos, sem respeito pelos trabalhadores e coniventes com os grandes burlões da banca e com incompetentes que espalham pelos cargos para poder fazer e desfazer o que querem à vontade sem nenhuma resistência. Este modo corrupto de fazer política espalhou-se pelas autarquias e por todo o lado.

As escolas, por exemplo, estão cheias de irmãos, primos, casados, filhos e cunhados que são um grande entrave a um trabalho sério e objectivo e uma grande promoção de medíocres. E quanto a isto mais não posso dizer para não arranjar chatices para a minha pessoa que já basta as que tenho há anos por causa deste sistema de feudo que se impregnou por todo o lado no país e com que não me conformo. Não foi para isto que se fez a democracia.

 
Os franceses não são contra os ricos mas contra a acumulação crescente de riqueza por parte dos milionários e bilionários com ajudas do Estado à custa dos serviços públicos e dos impostos dos que menos têm acabou por ser a gota de água dos muitos anos de frustrações e degradação das condições de via.

 

Qualquer dia também aqui se fará essa pergunta, 'É preciso partir tudo para sermos ouvidos?'.

É preciso mudar e melhorar o sistema democrático mas os nossos políticos vivem em circuito fechado e indiferentes à erosão que provocam, lenta mas inexoravelmente, no tecido democrático que assenta na confiança na benevolência, honestidade e tendência para a equidade das instituições.

 

Ainda agora fecharam os olhos aos advogados que estão na AR em conflito de interesses como fecham os olhos à pouca-vergonha dos familiares espalhados como um polvo por todos os cargos. E as ajudas de custo, e as faltas e os banqueiros e administradores que andam de cargo em cargo a estragar por onde passam. E ninguém é responsabilizado a não ser o coitado que não pagou 10 euros.

Qualquer dia também aqui se fará essa pergunta, 'É preciso partir tudo para sermos ouvidos?'.

 

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publicado às 14:38


das profissões com futuro

por beatriz j a, em 31.03.19

 

 

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publicado às 09:22


Uma manhã Hopper

por beatriz j a, em 31.03.19

 

"Route 6, Eastham". Edward Hopper. 1941.

 

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publicado às 09:02


Mãe, não sei andar de bicicleta...

por beatriz j a, em 31.03.19

 

 

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publicado às 08:00


Bom dia. Post para destressar

por beatriz j a, em 31.03.19

 

via Earth Wonders

 

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publicado às 07:57


Boas ideias

por beatriz j a, em 30.03.19

 

Pequenas vilas oceânicas

Abílio Martins Ferreira

 

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publicado às 21:40


Portuguesas

por beatriz j a, em 30.03.19

 

Agora passei por um canal português e vi a Simone de Oliveira a cantar a 'desfolhada'. No meu imaginário, as portuguesas, no seu melhor, são assim como a Simone aparece nesse Festival: morenas, com um ar varino um bocadinho malandro mas suave, sem o drama um pouco duro das espanholas. Não desmerecendo das louras, claro [eu que digo isto nunca fui morena], mas as portuguesas no seu melhor são morenas assim do género da Simone. A Madalena Iglésias era outra portuguesa desse género.

 

simone de oliveira

 

madalena iglésias, tem um ar datado, de anos 60 mas tipicamente portuguesa

 

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publicado às 20:55


Mas neste governo ninguém pensa?

por beatriz j a, em 30.03.19

 

O governo quer ir buscar mulheres, crianças e adolescentes que estão presos no Médio Oriente por serem jihadistas e trazê-los para Portugal. E dizem com a maior ignorância que vão desradicalizá-los, como se eles tivessem apanhado papeira e agora fossem ser tratatos e ficar bons... 

 

Não passa pela cabeça destes conúbios unidos que as raparigas que foram para a Síria para juntar-se a jihadistas, perfeitamente ao corrente das suas práticas de decapitações e demais violência contra as mulheres, homossexuais, etc. o fizeram por sentirem-se atraídas por essa mesma violência? Não lhes passa pela cabeça que pessoas normais, por muito desiludidas que estejam, ou frustradas com o Ocidente, não vão juntar todas as energias para fugir de casa e ir juntar-se a psicopatas, assassinos profissionais? E não lhes passa pela cabeça que isso de desradicalizar é só uma palavra que usam essas pessoas para poderem voltar agora que os maridos/carrascos perderam a guerra?

 

E querem trazer para cá essas mulheres e adolescentes para quê? Então andamos a expulsar daqui portugueses com valor aos milhares para gastar dinheiro a ir buscar pessoas doentes mentais, no mínimo, violentas e de mau carácter no que é o mais provável? Uma coisa é ir buscar as crianças, outra muito diferente é ir buscar as mulheres que participaram em crimes hodiendos e tratá-las como se fossem vítimas.

 

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publicado às 20:16


O filme de terror que nos espera...

por beatriz j a, em 30.03.19

 

António Costa quer manter Centeno nas Finanças se PS ganhar eleições

 

 

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publicado às 16:37


Portugal, um país de machistas

por beatriz j a, em 30.03.19

 

Cristas pediu desculpa, o que é bom, mas fê-lo particularmente, na sua página do TWITTER A questão é: porque é que este Armindo Leite não está já fora do partido? Um homem que fala de desejar que uma deputada morra. Como é que isto é normal? Será que é assim que neste país os homens costumam falar das mulheres em privado? Os outros homens revêem-se nestas palavras deste político? E como é que o partido de Cristas vai apresentá-lo nas próximas eleições? Como é possível aceitar-se que uma pessoa desta natureza tão baixa e malvada esteja num cargo público?

 

Assunção Cristas, líder do CDS-PP, pediu desculpa à deputada socialista Isabel Moreira na sequência de insultos de teor homofóbico dirigidos por Armindo Leite, membro da comissão política da concelhia democrata-cristã de Barcelos.

 

Horas antes, esta sexta-feira, Isabel Moreira tinha denunciado o ataque na sua página do Facebook, publicando uma captura de ecrã de uma mensagem enviada por Armindo Leite. “És uma vergonha, f... de m..., mata-te”, lia-se na mensagem endereçada à deputada do PS.

 

“Repudio em absoluto qualquer comentário de ódio. O CDS pauta-se pelo respeito de todas as pessoas e de todos os pontos de vista e condena comentários deste teor. Apesar de só vincular o próprio, não posso deixar de lamentar profundamente o sucedido e pedir desculpa à Isabel Moreira”, escreveu Cristas na rede social Twitter.

 

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publicado às 16:10

 

Governador do Banco de Portugal deu aval a 857 milhões para offshores.

Carlos Costa assinou pareceres favoráveis para a concessão de empréstimos milionários a 21 sociedades offshore que eram controladas pelo BCP.

Pois temos mas quem está nos cargos está-se nas tintas para o prejuízo que nos causa e até tem o descaramento de dizer, como este irresponsável, que os portugueses têm que desistir de querer uma sociedade equitativa. Pois, é que se fossemos uma sociedade virada para a equidade nem para organizar uma sardinhada este senhor servia. Havia de comer as sardinhas e deixar as espinhas para os outros.

 

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publicado às 11:54


Porque é que ninguém já quer ser professor?

por beatriz j a, em 30.03.19

 

Há turmas sem professores desde o primeiro período

História, Matemética, Inglês, Geografia, TIC são disciplinas para as quais já não há reservas de professores.

A questão que importa fazer é dupla: se os professores têm uma profissão tão simples, trabalham tão pouco e ganham tão bem, porque é que ninguém já quer ser professor?

E, o que se espera de um governo que está concentrado em promover a carreira de familiares e amigos porque se apaixonaram no trabalho, como os próprios dizem e não compreende o que significa a profissão de professor para o desenvolvimento do país.

 

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publicado às 11:45

 

O ICNF (Instituto da Natureza e Florestas) foi negligente e permitiu a destruição da quase totalidade do Pinhal de Leiria em 2017. Em 2019, continua sem proceder à limpeza adequada do Pinhal. Apesar de tamanha incompetência, o Presidente do ICNF mantem--se ainda assim no cargo. (Paulo Morais)

 

Porque, como sabemos, os incompetentes que ganham muito e destroem o país são os professores...

 

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publicado às 11:39


Títulos de sicofantas para enganar...

por beatriz j a, em 30.03.19

 

O desemprego é baixo? É que nos últimos anos saíram de Portugal mais de 300 mil pessoas que não arranjaram cá quem os empregasse. Continuam a sair aos milhares por ano. Ainda há pouco tempo uma rapariga ganhou o prémio de melhor enfermeira do Reino Unido e deu uma entrevista a dizer que está lá porque aqui não há lugar para ela. Porque é que o desemprego é baixo? Porque os portugueses vão-se daqui embora trabalhar para Inglaterra, Alemanha, França e Suíça. Se estivessem cá estavam todos no desemprego. Entre 300 mil e 400 mil pessoas... e os que cá estão empregados são todos precários... porque qualificados, para os arranjar é preciso ir buscá-los aos países para onde os expulsaram, o PPC e o Costacenteno.

Jornalismo de enganar.

 

Desemprego cai para 6,3%, valor mais baixo desde 2002

 

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publicado às 11:31

 

França proíbe contratação de familiares de deputados e ministros

 

Por cá é o que se sabe mas deixa ver, talvez o Costacenteno venha agora dizer que a França é um país atrasado em termos de valores republicanos e democráticos em relação a nós. Deixa-me rir...

 

Entretanto, Costa 'o sonso':

A Comissão da Transparência da Assembleia da República foi criada com fanfarras no começo da era António Costa e conseguiu passar todo este tempo a engonhar, sem que nada de substancial se visse. A ideia inicial, pelo menos na direcção do grupo parlamentar do PS, era impedir a acumulação entre a profissão de advogado e o cargo de deputado – tornar incompatível o exercício das duas funções, evitando que o legislador fosse ao mesmo tempo um agente de interesses, alguns mais ocultos, outros menos.

A ideia inicial era evitar a mistura entre o cargo político e o financeiro, mas a proibição fica apenas para os novos, que ficam impedidos de “prestar serviços ou manter relações de trabalho subordinado com instituições, empresas ou sociedades de crédito, seguradoras e financeiras”.

Os velhos, ou seja, aqueles que já se dedicavam a esse mester, têm o lugar seguro – o que claramente provoca uma desigualdade entre eleitos. Mas criaram a Comissão de Transparência, e passaram tanto tempo a reunir, em nome de quê?

 

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publicado às 11:21


Nocturna

por beatriz j a, em 30.03.19

 

 

 

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publicado às 00:00

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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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