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A arte a partir da arte

por beatriz j a, em 31.12.18

 

 

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publicado às 14:55


A miséria do jornalismo nacional

por beatriz j a, em 31.12.18

 

Uma borla ao Centeno, não sei se ordenada ou se da iniciativa sabuja do jornal. Esta é a capa do Jornal Económico de hoje. Parece que Centeno é a figura do ano. A cara do decujo ocupa todo o jornal. Depois, em letras minúsculas que serão lidas por meia dúzia de pessoas, vem dito que é a figura do ano entre os leitores do jornal que se deram ao trabalho de votar num inquérito qualquer que fizeram, talvez para poderem pôr a cara do grande incompetente a ocupar a capa, o que podem ser, por exemplo, 25 pessoas, ou 100, ou 500, ou até 3 se os votantes foram 4 ou 5... o que é uma notícia digna de uma capa...

 

É por estas coisas que o jornalismo está na decadência em que está: entre jornais pagos por nós mas que são impressos para ninguém ler, jornais que têm exactamente as mesmas notícias ou as mesmas mulheres nuas que os outros, jornais que só trazem notícias e opiniões alfaite, feitas à medida dos incompetentes dos governantes, quase nada se safa.

 

Estou absolutamente convencida que mais de 50% do tempo de Centeno, Costa e os outros governantes são ocupados a ler jornais como quem se vê ao espelho e a preparar notícias alfaiate para ver se têm maioria absoluta nas eleições. No fundo, no fundo, são, nesse aspecto, como o Trump e vivem para a publicidade positiva. Essa é a prioridade e o resto vem atrás.

 

E é assim que entramos no ano novo com esquemas velhos. 

 

 

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publicado às 12:25


Filmes - Den Skyldige

por beatriz j a, em 30.12.18

 

Hoje é dia de filmes. 

Den Skyldige, que se traduz por, «O Culpado» é um filme muito bom em vários sentidos.

Passa-se em duas pequenas salas de atendimento de telefonemas de emergência da polícia com meia dúzia de pessoas, algumas que nunca vemos pois estão do outro lado do telefone, outras que são os colegas de trabalho do polícia, actor principal, mas que pouco falam de modo que o filme é o polícia e uns telefonemas, sobretudo um, de uma mulher que foi raptada.

 

Quase todo o filme são grandes planos da cara do polícia o que tem como efeito uma imediata intimidade com aquele homem, o seu pensamento e as suas emoções. O filme tem um efeito de suspense que nos prende a partir destes pouquíssimos elementos extraordinariamente bem explorados num diálogo muito bom e numa filmagem ainda melhor.

 

Este é um polícia sobre quem pende uma investigação com audiência em tribunal marcada para o dia seguinte ao do drama do filme que ocorre durante uma tarde e uma noite do trabalho em que o puseram enquanto aguarda o fim da investigação. Não digo mais para não estragar a experiência a quem o for ver.

 

Só digo que o filme faz lembrar a «Janela Indiscreta» de Hitchcock neste sentido em que a partir de uma sala e uma pessoa e sem bangs e efeitos especiais, só com o trabalho da câmara e do actor, se constrói um filme que nos prende, provoca a imaginação e o pensamento e, isso, é algo que já não via há muito, muito tempo. 

 

Como qualquer bom filme, pode ter muitas leituras: sobre a culpa, o bem e o mal, o que parece e nem sempre é, a raíz profunda e turva dos heroísmos, a complexidade do ser humano, a necessidade de redenção, o ponto de ruptura das pessoas...

No entanto, para mim este é um filme sobre como as pessoas afectam as outras pessoas, nomeadamente a constatação de que, quando saímos das relações superficiais do quotidiano e nos conectamos, realmente, a uma outra pessoa, enquanto pessoa e não enquanto categoria (colega, vizinho, político, polícia, comerciante, etc.), não é possível não nos 'co-movermos'. Há uma perturbação emocional mútua que gera um 'mover-se com' a outra pessoa, não é possível ficarmos imperturbáveis, iguais e, não controlamos onde vamos parar.

 

 

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publicado às 14:18


2019 - sinais de esperança

por beatriz j a, em 30.12.18

 

For example, in 2016, for the first time, the share of global energy that came from renewables passed 10%. According to the International Energy Agency, the world got nearly 25% of its electricity from renewables in 2017, and that number should jump to 30% within the next few years. (Note: Many of the figures cited in this story are from 2017 or 2016, but most were published in 2018 because it usually takes a year or two to gather and analyze global data.)

New data also show that, between 2016 and 2017, some 6.7 million additional sq km (2.6 million sq miles) of the world’s oceans were put under environmental protection. The majority of that is in national waters, meaning more countries are actively assisting in the global ocean conservation project. (About 260,000 sq km of land were also added.)

It’s a bit hard to contextualize how many endangered or threatened species we’ve been able to save, since their ranks grow as as humans explore more of the world and find new species we must assess. But the fact that we’ve been able to take an increasing number off these lists is encouraging. In 2018, the lesser long-nosed bat was delisted thanks largely to the efforts of tequila producers, whose agave plants the bats feed on.

Poverty/Income

It can be hard to assess global poverty rates, since context can vary dramatically. One way to look at it is by comparing the difference between what the average person makes a day, and the global poverty line of $1.90 a day (as determined by the World Bank). Based on that measure, global poverty is falling.

Another thing to consider is quality of life. Electricity is essential to health, education, and general satisfaction. According to new data released this year, 87% of people around the world had access to electricity in 2017.

Education

Literacy rates have been steadily climbing for decades now, and though it seems incremental, even a fraction of a percentage point can make a huge difference. Considering there are some 5.5 billion adults alive today, the 0.23 percentage-point increase from 2015 to 2016 (the last year for which data are available) means about 11.5 million more people can read.

Public health

Probably the biggest invisible improvements the world sees year to year are essential indicators of overall global public health, like rates of infant mortality, maternal mortality, childhood stunting, and teen pregnancy. These are important, because they represent access the average person alive has to health care professionals, facilities, medicine, and more. All of these rates have been falling in the past few decades, in some cases dramatically.

Another good indicator of improving global health is rates of treatable infectious diseases, like tuberculosis and malaria. These have typically been much bigger problems in poorer parts of the world, but those care gaps continue to close.

Gender equality & LGBT rights

Another positive trend that can fly under the radar, especially in wealthier countries, is how the global gender gap in education continues to close. New data published this year show that, in 2016, there were 99.7 girls enrolled in primary and secondary school for every 100 boys. For comparison, in 1986 that number was 85.1. As with some of these other indicators, each year sees only what appears to be incremental improvement, but given the size of the global population, those tiny increases have outsized impact.

The 2018 US elections resulted in a historic new class of congressional representatives: at least 121 women will serve in Congress starting next year, accounting for just under 23% of Congress members. That, though, just brings the US in line with the global trend, in which women’s share of government seats passed 23% in 2016, and rose to nearly 24% in 2017.

There’s still much to do for women’s equality. There’s also much more to do for LGBTQ rights. But one encouraging trend is that countries continue to legalize same-sex marriage. In 2018, Costa Rica’s highest court ruled that laws banning same-sex marriage are unconstitutional, bringing the country in line with about 30 others that have done the same.

 

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publicado às 09:09

 

via Astrocamp Observatory Services

 

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publicado às 08:43


Perspectivas

por beatriz j a, em 30.12.18

 

Terra, Vénus e Júpiter vistos de Marte. (NASA)

 

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publicado às 08:38

 

o senhor Etna - via Artur Arêde

 

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publicado às 23:00


«Quinta-feira e outros dias . 2»

por beatriz j a, em 29.12.18

 

Acabei de ler o livro. É um livro obrigatório para quem queira ter uma visão, por dentro, desta época conturbada. O livro é escrito por uma pessoa que pertence a um partido político, e não o disfarça, por uma pessoa que quer ficar lembrada como alguém que defendeu os interesses dos portugueses e não foi cúmplice das políticas da troika. Isso é evidente em todo o livro mas essa preocupação é fundamentada em documentos e discursos e nisso o livro está escrito com a perspicácia de quem tem longa experiência político-governativa e percebe muito bem todas as entrelinhas da acção política e as consequências das escolhas. É por isso que o livro é obrigatório. 

 

Dito isto, reparei que em todo este livro acerca do segundo mandato (não li a parte 1. que se refere ao primeiro mandato mas vou ler, já agora quero ler o todo) existem algumas referências e preocupações com o SNS mas nada acerca da educação. Em nenhum capítulo, alguma vez se percebe preocupação e referência aos problemas da educação, à degradação da profissão de professor e às consequências preocupantes dessa degradação de qualidade no futuro do país.

O que se percebe é que para os políticos em geral a educação não tem nenhum valor a não ser como contenção de custos.

 

Este desinteresse pela educação é uma das características mais evidentes da ausência de uma visão alargada do país do ponto de vista formativo e cultural. O que podemos ser enquanto povo, enquanto repositório de uma herança, de uma tradição e de um futuro.

 

Ora, um país é marcado pelos seus políticos (mais negativa que positivamente) mas formado pelos seus escritores, cientistas, poetas, músicos, arquitectos, etc., e não pelos seus economistas que geralmente até comprometem a maturação dos países com as suas visões redutoras e ceifeiras. Raras são as excepções. São os outros e não estes, os que estão no Panteão do nosso imaginário modelar. Ora, essas pessoas não surgem do nada ou da mediocridade generalizada de uma política educativa ceifeira. 

 

Essa foi uma falha e uma grande limitação deste Presidente: o total desinteresse pelo horizonte educacional e cultural dos seus concidadãos. Não foi o único. Para dizer a verdade, não me lembro de um Presidente que compreendesse o papel fulcral da educação. Alguns foram pessoas muito literárias, como Soares, mas viradas para a ostentação: fundações, exposições, grandes gestos para a fotografia mas zero interesse pela educação alargada e de qualidade dos seus concidadãos.

 

É por isso que continuamos a ser um país culturalmente pobre (com excepções, geralmente pessoas que se formaram, pelo menos parcialmente, em países estrangeiros...) com todas as repercussões que isso tem e nem é preciso ir a França, à Alemanha ou a Inglaterra para o constatar. Basta atravessar a fronteira para Espanha e entrar em qualquer igreja de qualquer pueblo para ver pendurados na parede um El Greco, um Zurbarán ou um Velázquez. 

 

 

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publicado às 21:52

 

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daqui:

 

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publicado às 20:33

 

É ler... é chocante... é assim que se escolhem os administradores dos hospitais... e quem diz dos hospitais diz das empresas e de tudo o que é cargo público... Mineápolis por cá seria uma impossibilidade. Isto é um facto que se vê no livro de Cavaco. Todos os partidos estão preocupados, acima de tudo, com os partidos e os membros dos partidos. Tudo o resto -que é o interesse do país- vem muito lá atrás. Alguém se admira do estado de aflição em que permanentemente nos encontramos?

 

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publicado às 17:24

 

Vale muito a pena ler, sobretudo porque o que se descreve é um caso que rompe com o modelo das cidades que enriquecem e se tornam incomportáveis para os que lá trabalham, atirados para periferias de baixo rendimento e desigualdade económica e social. A conclusão não é nenhuma revelação. O que se passa é a cidade ter feito uma escolha política. É claro que para fazê-la tem que ter pessoas que pensem mais no bem comum que no partido, em si mesmas e nos amigos para serem capazes de ultrapassar os interesses da corrupção e dos lobbies partidários e outros.

 

The Miracle of Minneapolis

 

These studies, and similar findings, tap into a broader worry. When a city grows rich, its wealth tends to outpace its housing supply, forcing prices higher and making vast swaths of the city unaffordable for middle-class families. And once the rich are ensconced, they typically resist the development of more housing, especially low-income housing, anywhere in their vicinity.

...

The Minneapolis–St. Paul metro area is richer by median household income than Pittsburgh or Salt Lake City (or New York, or Chicago, or Los Angeles). Among residents under 35, the Twin Cities place in the top 10 for highest college-graduation rate, highest median earnings, and lowest poverty rate, according to the most recent census figures. And yet, according to the Center for Housing Policy, low-income families can rent a home and commute to work more affordably in Minneapolis–St. Paul than in all but one other major metro area (Washington, D.C.). Perhaps most impressive, the Twin Cities have the highest employment rate for 18-to-34-year-olds in the country.

 

What’s wrong with American cities? is a question that demographers and economists have debated for years. But maybe we should be looking to a luminary exception and asking the opposite question: What’s right with Minneapolis?

...

Why is that? And how has the city stayed so affordable despite its wealth and success? The answers appear to involve a highly unusual approach to regional governance, one that encourages high-income communities to share not only their tax revenues but also their real estate with the lower and middle classes.

 

...

In 1971, the region came up with an ingenious plan that would help halt this race to the bottom, and also address widening inequality. The Minnesota state legislature passed a law requiring all of the region’s local governments—in Minneapolis and St. Paul and throughout their ring of suburbs—to contribute almost half of the growth in their commercial tax revenues to a regional pool, from which the money would be distributed to tax-poor areas. Today, business taxes are used to enrich some of the region’s poorest communities.

 

For decades, Minneapolis was also unusually successful at preventing ghettos from congealing. While many large American cities concentrated their low-income housing in certain districts or neighborhoods during the 20th century, sometimes blocking poor residents from the best available jobs, Minnesota passed a law in 1976 requiring all local governments to plan for their fair share of affordable housing. The Twin Cities enforced this rule vigorously, compelling the construction of low-income housing throughout the fastest-growing suburbs. “In the 1970s and early ’80s, we built 70 percent of our subsidized units in the wealthiest white districts,” Myron Orfield said. “The metro’s affordable-housing plan was one of the best in the country.”

 

The Twin Cities’ housing and tax-sharing policies have resulted in lots of good neighborhoods with good schools that are affordable for young graduates and remain nice to live in even as their paychecks rise. This, in turn, has nurtured a deep bench of 30- and 40-something managers, who support the growth of large companies, and whose taxes flow to poorer neighborhoods, where families have relatively good odds of moving into the middle class.

 

But in 2008, Seoul imported a version of Minneapolis’s tax-sharing scheme. Since then, the gap in funding for social services among the city’s districts has narrowed. According to a 2012 analysis by Sun Ki Kwon, then a graduate student at the University of Kentucky, this has helped Seoul’s poorest communities grow their tax bases while only minimally affecting the city’s richest districts.

 

One reason the American dream has come apart is that too few cities have shared their resources—and real estate—between the rich and the rest. This isn’t a fact of nature, like the mountains and oceans that restrain our coastal metros. It is a policy of our own choosing. The lesson of Minneapolis is that even our richest cities are free to make a different choice.

 

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publicado às 17:13


Que quer isto dizer?

por beatriz j a, em 29.12.18

 

Sejam criativos e inventem qualquer coisa para calar esses chatos? Tipo... digam que sim, que contam os anos mas indexados à dívida pública atingir 50% do PIB, ou seja, nunca? ou, digam que sim, que contam os anos mas faseados até 2030 quando os professores estiverem há muito tempo com uma reforma de salário mínimo? digam que sim, que contam os anos mas alterem os escalões para 20 para ninguém chegar a ter carreira na mesma? Tipo, prometam qualquer coisa à balda impossível de cumprir?

O senhor Presidente, sem ofensa, vá dar abraços a padres agressores que têm mais o seu apreço, respeito e consideração que os professores do país. E muito obrigada pela parte que me cabe dessa falta de apreço e respeito.

 

Marcelo quer que Governo seja "criativo" e dê mais a professores

 
 

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publicado às 16:22

 

E fiquei a perceber porque incomoda tanto o governo. Não tem medo, não quer favores, conhece os seus números e factos, está por dentro dos assuntos, cumpre a lei, tem uma grande categoria intelectual e, tem razão no que diz, logo, não é comprável ou pressionável. Ora, naturalmente, neste Portugal dos favores e da intimidação, isso há-de incomodar muito... 

 

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publicado às 15:16


Inverno do bom senso

por beatriz j a, em 29.12.18

 

Quando é que se retiram as florestas essenciais aos planetas das mãos dos países que as destroem ou se institui uma multa pesadíssima ou um embargo económico a estes países por estes crimes?

 

 

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publicado às 08:00


Inverno

por beatriz j a, em 29.12.18

 

Andrew Wyeth

 

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publicado às 07:58


Lógica mercantil

por beatriz j a, em 29.12.18

 

via Thinking People

 

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publicado às 07:47


O cobrador de impostos

por beatriz j a, em 29.12.18

 

Gostava de perceber como é que estas duas realidades podem coexistir em simultâneo sem contradição: Centeno ser muito bom no trabalho e os serviços do país estarem na falência quando ele cada vez vai buscar mais dinheiro às pessoas por via de impostos. Quanto mais cobra pior o nosso nível de vida. A dívida pública a subir. Que faz ele a tanto dinheiro? Isto para mim só tem um nome: incompetência. Só sabe cobrar impostos. Isso também eu sabia fazer.

Depois repara-se naquele pormenor da receita do IRS ter subido devido ao descongelamento das carreiras («um aumento de 463,9 milhões de euros (4,3%) face ao mesmo período do ano passado.»), isto é, quando se fala que o descongelamento custa x ninguém diz que uma grande percentagem desse x volta ao Estado em forma de imposto.

 

O Estado arrecadou 39,8 mil milhões de euros em impostos entre janeiro e novembro, mais 2,0 mil milhões de euros do que em igual período do ano passado, segundo a síntese de execução orçamental divulgada hoje pela Direção-Geral do Orçamento (DGO).

...

A contribuir para a subida da receita do IRS está o efeito do pagamento das progressões na carreira dos funcionários públicos – que começaram a ser descongeladas de forma faseada em janeiro...

 

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publicado às 07:20


Anos 70: Peter Frampton - Baby I Love Your Way

por beatriz j a, em 28.12.18

 

 

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publicado às 21:56

 


Eduardo Pitta, no FB, em 28-12-2018


«ADSE — O «Observador» publicou ontem um estudo muito detalhado sobre a ADSE, da autoria de Mário Amorim Lopes, professor da Universidade do Porto e da Católica Porto Business School. Trata-se de um trabalho sério, com início na criação (em 1963) deste subsistema de saúde dos funcionários públicos, anterior ao SNS, explicado até à actualidade.

 

Por exemplo: em 2016, a ADSE atingiu um pico de 336 milhões de euros de saldo positivo, «tendo plenamente consolidado o autofinanciamento... depende apenas das contribuições dos seus beneficiários», que todos os meses descontam 3,5% do seu vencimento bruto, subsídios de férias e Natal incluídos.

 

Em 2016, a ADSE tinha 1.269.267 beneficiários, dos quais 848.665 são titulares no activo (41%) ou aposentados (27%), sendo os restantes 420.602 descendentes menores e cônjuges sem rendimentos.

 

É importante que estas coisas sejam esclarecidas para acabar de vez com a ideia de benesse.

Conclusão: «A ADSE é hoje financeiramente independente. Logo, é um subsistema de saúde pago pelos seus beneficiários e não pelos contribuintes. Os restantes argumentos para a sua extinção são de cariz ideológico.»

O trabalho é complementado com meia dúzia de gráficos, um dos quais aqui se reproduz.»

via André Freire

 

 

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publicado às 21:01


Crepúsculo

por beatriz j a, em 28.12.18

 

Rio Sado sem filtros.
"O estivador de Setúbal".
Créditos: José Palma.

via Valter Palma

 

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publicado às 19:21

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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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