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No Brazil fizeram uma aplicação para identificar políticos que estão com processos de corrupção, peculato, etc. Clicamos no nome do político e aparecem todos os casos e processos em que esteve e está envolvido. Muito útil!!! Talvez os próprios partidos começassem a pensar duas vezes antes de se encherem de gente venial.

 

 

publicado às 06:46


America great again?

por beatriz j a, em 28.07.18

 

 

Elizabeth Massera is at Dolores Park Cafe.

 

publicado às 06:41


Bom dia com a noite de ontem 🌚 🌘 🌗

por beatriz j a, em 28.07.18

 

 

Lindo este eclipse da Lua ontem. Uma pessoa está tão 'grounded' nos problemas da vida e do dia a dia que por vezes se esquece da estranheza e do mistério da realidade e depois olhamos para o céu e vemos uma coisa destas e de repente vemo-nos como uma coisa minúscula a pairar pelo espaço no meio de outros astros celestas e tudo parece ainda mais enigmático pela beleza em frente dos olhos, da cara e da mente.

 

publicado às 06:19

 

 

 

 

publicado às 21:16

 

... nomedamente:

1. sem ordem numa sala de aula ninguém aprende coisa alguma.

2. os exames em si não são negativos, são momentos de aprender a concentrar num objectivo e ser capaz de se organizar, não se dispersar, para o atingir. Isto é importante para qualquer trabalho na vida profissional e até pessoal.

3. a escola não é uma creche e o professor não é um animador social. A escola é um local de aprendizagem e trabalho.

4. a autoridade do professor baseia-se nos conhecimentos, na atitude de respeito, por si próprio e pelos alunos e na capacidade de se empenhar para tornar as aulas úteis e interessantes.

5. as aulas não podem ser apenas emocionais. Os professores não são substitutos dos pais, nem psicólogos.

6. o trabalho intelectual é fundamental. Descurá-lo é desrespeitar os alunos com potencial e não dar oportunidade aos outros de se superarem.

7. o google e outras ferramentas da internet só servem a quem tem bases com que pensar. Como dizia Kant, "intuições sem conceitos são cegas.".

8. a escola não tem como fim divertir. É preciso um esforço para começar a gostar.

9. os professores devem ser escolhidos entre os melhores, ter uma carreira e ser deixados em paz a não ser que haja caso para intervir. A competição entre professores e escolas é um tremendo erro que leva à desmobilização em vez de levar ao empenho e colaboração.

10. as novas tecnologias são úteis e imprescindíveis no mundo actual, o trabalho em equipa também mas não podem obliterar o estudo e o trabalho individuais que desenvolvem o potencial pessoal dos alunos.

11. os pais têm que estar envolvidos nos processos de suporte: incentivar à leitura, ao empenho, à preseverança, à resistência à frustração, ao respeito pelos professores e pelos colegas.

12. há muitas maneiras de se recuperar alunos com dificuldades, há muitas pedagogias e muitos estilos de ensinar de modo que querer impôr um único como o certo é um erro.

 

 

Inger Enkvist: “A nova pedagogia é um erro. Parece que não se vai à escola para estudar

Enquanto a maioria dos pedagogos questiona a utilidade de decorar informações na era do Google e prega o fim das carteiras enfileiradas e das disciplinas estanques, com mais liberdade para os alunos, Enkvist (Värmland, Suécia, 1947) defende a necessidade de voltar a uma escola mais tradicional, onde se destaquem a disciplina, o esforço e a autoridade do professor. Seu ponto de vista contraria os postulados dessa nova pedagogia, mas também se distancia daqueles que acreditam que a escola é uma fábrica de alunos em série e que deve centrar seus esforços em competir com outros colégios para subir nos rankings mundiais.

 

Começou sua carreira educativa como professora do ensino secundário, e agora é catedrática emérita de espanhol na Universidade de Lund. Centrou sua pesquisa na obra de Mario Vargas Llosa e Juan Goytisolo, e escreveu ensaios sobre José Ortega y Gasset, Miguel de Unamuno e María Zambrano. Publicou vários livros sobre pedagogia – como Repensar a Educação (Bunker Editorial, 2006, digital) – e centenas de artigos, além de ter assessorado o Governo sueco no assunto. Sentada na sala de sua casa, Enkvist conversa em espanhol sobre como acredita que as escolas deveriam ser, enquanto bebe um suco de frutas vermelhas servido num jarrinho de barro comprado em Segóvia. Falando com ela, não é nada difícil imaginá-la no seu colégio, ainda menina, tirando ótimas notas.

 

Pergunta. Como recorda sua escola?

Resposta. Era pública e tradicional. Não tenho más recordações. Talvez houvesse algumas aulas chatas, mas às vezes a vida é assim. Os alunos chegavam na hora e não havia conflitos com os professores. A Suécia me deu uma educação gratuita e de qualidade.

 

P. Os tempos mudaram. Continua valendo a disciplina daquela época?

R. A relação entre pais e filhos se baseia mais do que nunca nas emoções. Temos uma vida mais fácil, e queremos que nossos filhos também a tenham. Mas a escola deve estar consciente de que sua tarefa principal continua sendo formar os jovens intelectualmente. A escola não pode ser uma creche, nem o professor um psicólogo ou um assistente social.

 

P. Qual deve ser a finalidade do ensino infantil?

R. Deve ser muitas coisas, mas sua tarefa principal é dar uma base intelectual. Dar conhecimentos aos jovens, prepará-los para o mercado de trabalho, transmitir-lhes uma cultura e proporcionar-lhes uma ideia da ordem social, porque a escola é a primeira instituição com a qual as crianças se deparam, e é importante que vejam que há algumas regras, que o professor é a autoridade e que é preciso respeitar tanto ele como os colegas.

 

P. Mas a tecnologia torna mais difícil controlar crianças hiperestimuladas.

R. Sempre houve dificuldades na aprendizagem. Há 50 anos, era o fato de precisar andar uma hora para chegar ao colégio, ou oferecer refeições nutritivas. Hoje se trata da enorme quantidade de estímulos. O novo desafio é controlar o acesso ao celular e ao computador para que se concentrem. As escolas que proíbem o celular fazem bem. Em casa, os pais devem vigiar o tempo de uso da tecnologia. Proibir é muito difícil, porque se criam conflitos, mas um pai moderno deve saber dizer “não”. Deve resistir.

 

P. Há pedagogos que afirmam que a escola tradicional é chata e educa crianças submissas, e que é preciso aprender a aprender.

R. A escola é um lugar para aprender a pensar sobre a base dos dados. Isso de insistir em aprender a aprender sem falar antes de aprendizagem é uma falsidade, porque não podemos pensar sem pensar em algo. Sem dados não há com o que começar a pensar.

 

P. A escola não deveria ser um lugar onde se divertir?

R. A satisfação na escola deve estar vinculada ao conteúdo: entrar numa aula e que lhe contem algo que você não sabia. Mas é preciso saber que, para entender algo novo, é necessário fazer um esforço. Além disso, é fundamental que o professor nos ensine a ler e também como nos comportar. É impossível aprender bem sem que haja ordem na sala de aula. Essa é a base principal: comportamento, leitura e avaliação pelo conhecimento.

 

P. O que opina da tendência de pôr almofadas na sala de aula para que os alunos se deitem?

R. Isso é enganar os jovens. Para aprender a escrever, uma criança precisa sentar-se bem, olhar para frente, ter lápis e papel, concentrar-se… Aprender pode ser um prazer, mas, insisto, exige um esforço e um trabalho. É preciso dizer isso às crianças. Se não, estamos enganando-as. Tocar violino, por exemplo, não é fácil. Exige muita prática. Os estudos do psicólogo sueco Anders Ericsson mostraram que é necessário um esforço prolongado para melhorar em algo. Para ser bom em algo você tem que se dedicar 10.000 horas. E precisa fazê-lo de forma consciente e trabalhar com um professor. Sua pesquisa avaliza a ideia tradicional de uma escola baseada no esforço do aluno, sob a orientação de um professor.

 

P. Há quem diga que não é preciso decorar porque tudo está no Google.

R. Essa é outra falsidade. O Google é uma ferramenta genial. É de grande ajuda para os adultos, porque sabemos o que procuramos. Mas, para quem não sabe nada, o Google não serve de nada. Há intelectuais que andam por aí dizendo que estudar geografia não foi útil. Acredito que se esqueceram de como e quanto aprenderam na escola. Afirmar essas coisas é uma falta de honradez com os jovens. E menosprezar a importância em si da vida intelectual do aluno.

 

P. Em que consiste a nova pedagogia que você critica?

R. A nova pedagogia é um pensamento que se vê por toda parte no Ocidente. A Suécia a adotou nos anos sessenta. Consiste, por exemplo, na pouca gradação das notas, por isso muitos pensam que não há razão para estudar muito se isso não for se refletir no histórico escolar. Dá-se muita importância à iniciativa do aluno, trabalha-se em equipe e, ao mesmo tempo em que as provas desaparecem, aparecem os projetos e o uso das novas tecnologias. Em geral, parece que se vai à escola para fazer atividades, não para trabalhar e estudar. Dá-se mais ênfase ao social que ao intelectual. Acho que é um erro. Por um lado, os alunos com mais capacidade não desenvolvem todo o seu potencial e, por outro, os que têm uma menor curiosidade natural por aprender não avançam. Além disso, muitos gostos são adquiridos, como a história, a leitura e a música clássica. No começo podem parecer chatos, mas, se alguém insistir para que tenhamos um primeiro contato, é possível que acabemos gostando. Atualmente, muitos jovens escolhem sem terem conhecido e, claro, escolhem o fácil.

 

P. A Espanha é um dos países da OCDE que dedica mais horas à lição de casa. Isso tem alguma utilidade?

R. Quando a jornada é muito longa, como na Espanha, não faz sentido. Se um aluno está cansado, a lição de casa não melhora o seu rendimento. É preciso buscar um número ideal de aulas pela manhã, quando a criança está mais acordada, dar-lhe um tempo de descanso e, à tarde, talvez uma tarefa de revisão do que fez durante aquele dia. Um bom exemplo é a Finlândia, onde os alunos entram às oito da manhã e saem às duas da tarde, incluindo o almoço; exceto às quintas-feiras, quando saem às quatro da tarde.

 

P. Quando criança, você era um grande leitora. Como despertar esse prazer se uma criança não está interessada?

R. Era uma leitora compulsiva. Ninguém teve de insistir para que eu pegasse um livro. Mas há crianças que precisam disso. Talvez no começo seja necessário forçá-las um pouco, encorajá-las para que se tornem leitoras de lazer. Como se faz isso da escola? Comprar bons livros para a biblioteca e recomendar um a cada sexta-feira. Um aluno pode contar o que leu naquela semana. Fazer pequenas competições para ver quem leu mais. Medir como o seu vocabulário aumenta. E explicar que a leitura lhes permitirá, quando adultos, um melhor desenvolvimento. Se os alunos começam a ler, quase todos descobrirão que é um prazer. Mas eles precisam de horas. Calcula-se que na maioria dos países se dedicam 400 horas à aprendizagem da leitura na escola primária. Para ser um bom leitor, são necessárias 4.000 horas. É impossível ter tanto tempo na aula. Eles têm de fazer isso em casa. O que os pais podem e devem fazer é ler com os filhos: apoiar a leitura e servir de modelo.

 

P. Mas as humanidades estão perdendo peso.

R. Dizem que o amanhã será dominado pela tecnologia e pelas ciências naturais, e que o que é histórico não é importante. Além disso, as provas do PISA [Programa Internacional de Avaliação de Estudantes], um conjunto de exames organizados pela OCDE para avaliar as competências de alunos de 15 anos em ciências, matemática e leitura] não levam em conta as humanidades porque é difícil comparar esses conhecimentos entre países, então a vontade de competição os leva a dar mais ênfase às matérias que fazem parte do PISA e negligenciar as outras. Tanto a escola quanto a família devem dar mais ênfase às humanidades.

 

P. A visão do PISA é a de uma escola que deveria funcionar como uma empresa?

R. A OCDE é uma organização econômica e analisa a educação a partir dessa perspectiva. O que o PISA não revela é se existe uma boa atmosfera na sala de aula, se bons princípios de trabalho são inculcados, se as ciências humanas, as ciências sociais, as matérias estéticas como arte e música, que são essenciais, são bem ensinadas. O PISA é uma prova muito específica que analisa algumas coisas. As escolas e os países deveriam defender que eles ofereçam muito mais do que isso.

 

P. Em seus livros, você aponta a Finlândia como um dos grandes modelos.

R. A educação na Finlândia foi tradicional, embora há dois anos o Governo tenha lançado um programa mais parecido com o da Suécia, porque meu país tem um desempenho escolar inferior, mas tem um comportamento econômico superior e criou empresas de tecnologia como Spotify e Skype. O Governo finlandês parece pensar que com um pouco de desordem suas escolas serão mais criativas. Não acredito nisso.

 

P. A Finlândia era tradicional? Não há exames no ensino obrigatório nem os havia antes dessa reforma que você menciona.

R. É preciso repensar a fobia aos exames. O exame ajuda a se concentrar em um objetivo. Que em tal dia você tem de saber esses conhecimentos. Um bom professor ensina coisas aos alunos, revisa com eles e faz algumas provas. E constroem outros ensinamentos sobre o que já foi aprendido, então esses conhecimentos voltam a aparecer mais tarde. Não faz um exame sobre algo sem importância. Com a prova final acontece a mesma coisa. É um objetivo claro. Ajuda a ter uma visão global.

 

P. Na Finlândia não se compara tanto as escolas, o que é comum na Espanha. É assim?

R. Na Finlândia continuam com a tradição de confiar nos professores. Quando existe um controle estatal do desempenho e se fazem comparações entre as escolas, o ambiente se deteriora. Para os professores, gera estresse e rancor em relação a quem te controla.

 

P. Como deve ser um bom professor?

R. Responsável e bem formado. Deve acreditar no poder do conhecimento. Não se é bom professor apenas pelo que se sabe sobre a matéria, nem só porque sabe conquistar os alunos. É preciso combinar ambos os elementos: atrair os alunos para a matéria para ensiná-la adequadamente. É preciso recrutar professores excelentes em que alunos, pais e autoridades possam confiar. E a menos que haja uma situação grave, devemos deixá-los trabalhar.

 

P. Como foi sua experiência na sala de aula?

R. O aluno tem de respeitar as instruções do professor, fazer as lições de casa e, por exemplo, não mentir. Antes, mentir era muito grave. Agora parece que não acontece nada. Vi jovens que inventam motivos para justificar por que não fizeram um trabalho, que escrevem de forma pouco legível para gerar dúvidas ou discutem o tempo todo com os professores. Sei o quão desagradável é que um aluno tente mentir para você. Vi isso no ensino médio e na universidade. Quando um professor sente que não é respeitado, que tentam enganá-lo, todas as relações de ensino se rompem.

 

P. O que fazer com as crianças que incomodam e não deixam os outros trabalharem?

R. Isso é um tabu. É considerado pouco democrático. Diz-se que devemos dar uma oportunidade a todos. Mas o que acontece quando uma criança problemática não deixa os outros trabalharem, quando se fala com ela e com os pais, mas não se corrige? É preciso colocá-lo em um grupo separado para ver se percebe e muda.

 

P. E as crianças que se esforçam, mas não atingem o nível?

R. Elas podem ter aulas de reforço. E podemos oferecer itinerários diferentes, como no caso de Cingapura.

 

P. E repetir de ano?

R. Fazer repetir uma criança às vezes serve e às vezes não, porque cada um é diferente. Gosto do sistema de Cingapura, onde o lema é que cada criança pode atingir seu nível ótimo. Existem diferentes maneiras de conseguir isso: uma maneira, digamos, normal e outra, expressa. A segunda inclui mais conteúdos em menos tempo. Há quem diga que é menos democrático, mas creio que, pelo contrário, é mais democrático porque convém à criança, à família e ao Estado. E há menos evasão escolar, um problema muito mais grave.

 

P. Não está aprendendo também por imitação? Ou seja, os alunos adiantados podem puxar aqueles que ficam para trás?

R. Funciona quando o grupo tem um bom nível e um bom professor. E se aqueles que têm de se integrar são poucos e querem fazê-lo. Se não, o que geralmente acontece é que aqueles que não querem trabalhar arrastam os outros.

 

 

publicado às 21:03


Leonardo da Vinci's To Do List

por beatriz j a, em 27.07.18

 

 

NPR’s Robert Krulwich had it directly translated. And while all of the list might not be immediately clear, remember that Da Vinci never intended for it to be read by web surfers 500  years in the future.

 

[Calculate] the measurement of Milan and Suburbs

[Find] a book that treats of Milan and its churches, which is to be had at the stationer’s on the way to Cordusio

[Discover] the measurement of Corte Vecchio (the courtyard in the duke’s palace).

[Discover] the measurement of the castello (the duke’s palace itself)

Get the master of arithmetic to show you how to square a triangle.

Get Messer Fazio (a professor of medicine and law in Pavia) to show you about proportion.

Get the Brera Friar (at the Benedictine Monastery to Milan) to show you De Ponderibus (a medieval text on mechanics)

[Talk to] Giannino, the Bombardier, re. the means by which the tower of Ferrara is walled without loopholes (no one really knows what Da Vinci meant by this)

Ask Benedetto Potinari (A Florentine Merchant) by what means they go on ice in Flanders

Draw Milan

Ask Maestro Antonio how mortars are positioned on bastions by day or night.

[Examine] the Crossbow of Mastro Giannetto

Find a master of hydraulics and get him to tell you how to repair a lock, canal and mill in the Lombard manner

[Ask about] the measurement of the sun promised me by Maestro Giovanni Francese

Try to get Vitolone (the medieval author of a text on optics), which is in the Library at Pavia, which deals with the mathematic.

 .

You can just feel Da Vinci’s voracious curiosity and intellectual restlessness. Note how many of the entries are about getting an expert to teach him something, be it mathematics, physics or astronomy. Also who casually lists “draw Milan” as an ambition?

 

 Later to-do lists, dating around 1510, seemed to focus on Da Vinci’s growing fascination with anatomy. In a notebook filled with beautifully rendered drawings of bones and viscera, he rattles off more tasks that need to get done. Things like get a skull, describe the jaw of a crocodile and tongue of a woodpecker, assess a corpse using his finger as a unit of measurement.

 

via open culture

 

publicado às 19:31


Dreaming

por beatriz j a, em 27.07.18

 

 

Sun rise over the Orange River in South Africa.

via Art Cure Heart

 

publicado às 19:01

 

 

Reflexão, força, intimidade, introspecção, recolhimento.

 

Im Gasthaus(In the Restaurant)

 

Nude Study

 

publicado às 18:40

 

 

Professores querem ver respeitados direitos constitucionalmente consagrados

 
Num comunicado dirigido ao Ministro da Educação, à Secretária de Estado Adjunta e da Educação e à Diretora Geral dos Estabelecimentos Escolares, um grupo de professores exige o cumprimento de direitos constitucionalmente consagrados: o direito à greve, o direito a férias e o direito à educação.

 

 

Este comunicado surge em resposta à Nota Informativa (NI) intitulada “Conclusão do ano letivo – Conselhos de Turma de avaliação”, assinada pela Diretora Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE).

 

“Parece não ser por acaso que, logo no título, a palavra 'avaliação' esteja grafada em minúscula e não se repita no corpo do documento a sua associação a 'conselho de turma'. É a palavra que faz toda a diferença e transforma uma coisa noutra coisa.”, começam por dizer os docentes.

 

“Esta NI [Nota Informativa] tenta pôr os Diretores de AE/ENA a praticar atos administrativos ilegais, sobre os quais terão responsabilidade individual. Tenta – e não conseguirá – assustar os professores em luta.”, acusam.

 

“Veio depois a SEAE (des)esclarecer, com as suas declarações públicas. A greve é uma interrupção do laço contratual. Sim, até é verdade. Mas é também verdade, e a SEAE sabe, que a greve é apenas às avaliações, que os docentes continuam nas escolas a assegurar serviço de exames, inventários, organização de dossiers, reuniões de departamento e de conselho pedagógico, correção de provas nacionais e de provas a nível de escola, análise de diplomas que só este mês foram publicados para serem já aplicados no próximo ano letivo. E muitas vezes fazem-no nos mesmos dias que lhes são descontados do salário porque fazem greve aos CT de avaliação. O vínculo laboral não está de facto suspenso. E “mexer” nas férias já aprovadas gera o direito a indemnização do docente (previsto no mesmo artº 243º do Código do Trabalho, que a NI invoca).”, acrescentam os docentes.

 

Finalmente, os professores afirmam que “a justificação para todas as ilegalidades que propõem é o direito dos alunos à avaliação. Esse não está consagrado na nossa Constituição. Pelo contrário, são direitos constitucionalmente consagrados, o direito à greve, o direito a férias e o direito à educação. O direito à educação não o coartamos. E esta nossa luta pela justiça, pelo respeito e pela dignidade da nossa profissão é também uma lição de cidadania democrática. Já o que o ME está a fazer é outra coisa.”

 

publicado às 18:07

 

 A minha questão é a seguinte: quem deu a ordem para se usarem as notas do 2º período tendo havido aulas no terceiro com avaliações feitas? O/A director/a? Dúvido muito que tenham tomado esta decisão sozinhos... ou houve indicação do ME para atropelarem a lei e porem uns professores a inventarem a nota de outros? 

 

 

 

do blog http://www.arlindovsky.net 

publicado às 17:58


O que me espanta nesta notícia

por beatriz j a, em 27.07.18

 

 

... não é que ele ande na especulação imobiliária depois de a criticar, esse tipo de hipocrisia é cada vez mais típico dos políticos. O Costa não comprou uma casa por tuta e meia a uma velhinha para a vender pelo dobro do preço depois de criticar a especulação imobiliária...? O que me espanta são estes políticos que ainda há bocado chegaram à política e já têm mais de um milhão para investir... epá, ou são todos ricos ou ser político é um negócio da China.

Vereador bloquista pôs à venda imóvel em Alfama com valorização de 4,7 milhões

 

publicado às 15:21

 

 

 

publicado às 15:03

 

 

 

publicado às 09:26

 

 

Os mesmos bancos e se calhar as mesmas pessoas a quem o Centeno e o Costa continuam a dar centenas de milhões de euros à pala, sempre que os pedem... é por estas coisas que não há dinheiro para quem trabalha...

 

Acordo escondido nas PPP contornou Tribunal de Contas e salvou 705 milhões em compensações para as subconcessionárias

De acordo com o relatório citado pelo Correio da Manhã (apenas disponível para assinantes), no âmbito da investigação às PPP “foi detetada a existência de um acordo entre os bancos financiadores, as subconcessionárias e a Estradas de Portugal consagrando um conjunto de ‘compensações contingentes’, as quais são devidas às concessionárias sem reservas ou condições”. De acordo com um técnico da Estradas de Portugal (EP) que foi inquirido no processo, estes acordos paralelos ao processo oficial “nasceram na administração da EP com a colaboração de assessorias, sempre com o aval da tutela”.

 

Estes contratos paralelos “foram oral e sumariamente referidos mas nunca disponibilizados”, disse à investigação um técnico do antigo Instituto de Infraestruturas Rodoviárias, e foram criados para contornar um eventual chumbo do Tribunal de Contas que já tinha chumbado o visto prévio aos contratos na primeira fase do concurso. De acordo com o jornal, os acordos agravavam em 705 milhões de euros os encargos com as PPP.

 

Os antigos ministros das Obras Públicas, Mário Lino e António Mendonça, e o ex-secretário de Estado das Obras Públicas, Paulo Campos, foram mesmo escutados no âmbito da investigação, mas não são os únicos ex-governantes cujas decisões estão sob investigação. Também o ministro das Finanças daquele período, Fernando Teixeira dos Santos, está no centro do processo. O inquérito tem por base indícios de associação criminosa, gestão danosa, fraude fiscal, corrupção ativa, tráfico de influências e branqueamento de capitais. [um governo de criminosos?]

 

 

 

publicado às 07:13

 

 

No que respeita às Aprendizagens Essenciais para a disciplina de Filosofia, elas não correspondem ao programa em vigor. O que não entendo é: o programa vai mudar ou ficamos com o mesmo programa homologado mas damos umas aprendizagens essenciais que não obedecem ao programa de lei? Não percebo isto. As aprendizagens essenciais são-no de um determinado programa e não um novo programa mas estas aprendizagens essenciais pressupõem um programa diferente do que está homologdo. 

 

Quando lemos a razão da definição destas aprendizagens essesnciais por disciplina percebemos que o único objectivo não são os alunos nem o seu benefício mas tão somente reduzir os programas de modo a dar espaço, seja lá como for, para a nova reforma desta equipa de incompetentes tentar passar do papel. 

Permitem libertar espaço curricular para que, em cada escola, se possa promover trabalho
articulado entre as AE e as outras aprendizagens previstas nos demais documentos curriculares,
com aprofundamento de temas, explorações interdisciplinares diversificadas, mobilização de

componentes locais do currículo, entre outras opções, no âmbito dos domínios de autonomia
curricular.

Ora, reduzir programas cortando pedaços desvirtua-os nos seus princípios, objectivos e coerência. 

 

Finalmente, nem sequer consigo aceder ao formulário da consulta. Dá-me sempre uma informação de erro...

Redução de programas proposta para o secundário compromete formação dos alunos

Já sobre a proposta para a disciplina de Filosofia, que é obrigatória para todos os alunos do 10.º e 11.º ano, o professor da Universidade de Lisboa (UL), Pedro Galvão, informa que a sua apreciação das aprendizagens essenciais é “globalmente positiva”.  

 

(...)Já a professora da Universidade de Évora e uma das co-autoras do actual programa, que foi adoptado em 2002, Fernanda Henriques, considera que “as aprendizagens essenciais da filosofia não podem ser apenas instrumentos lógicos do pensar ou do estudo de perspectivas filosóficas que reduzem as visões do mundo a uma pretensa visão objectiva e asséptica, que se impõe como um certo tipo de fundamentalismo filosófico”. E não podem porque, segundo defende, “a filosofia tem de servir para se poder interrogar a vida, o bem, a justiça, a igualdade e não para ter respostas simples que adormecem a angústia e a perplexidade”.

 

publicado às 06:07

 

ADSE: Privados esticam a corda e põem em causa o acesso dos beneficiários

 

publicado às 05:57


O governo está acima da lei

por beatriz j a, em 27.07.18

 

Notas do 2.º período utilizadas nas pautas do final do ano, denuncia sindicato

Sindicato de Todos os Professores diz que tem conhecimento de pelo menos cinco casos em que se registou uma "transferência automática" para o 3.º período de notas que tinham sido atribuídas no 2.º.

 

“Temos conhecimento de pelo menos cinco casos, mas podem ser mais. É uma situação gravíssima que desrespeita o trabalho dos alunos durante o 3.º período e que pode prejudicar muitos deles”, afirma. Socorrendo-se da sua experiência como professor, André Pestana lembra que muitos alunos, nomeadamente os que se encontram em situação periclitante, conseguem recuperar no último período de aulas. Vários deles voltarão agora a ter a mesma negativa do 2.º período por ter sido ignorada a sua evolução posterior, alerta.

 

Isto aconteceu, adianta o dirigente do Stop, em conselhos de turma onde, devido à greve às avaliações, estiveram ausentes professores a quem também não foi pedida informação sobre os seus alunos. “São pautas fraudulentas e também por causa disso vamos levar a tribunal o Ministério da Educação e alguns directores”, acrescenta.

 

Na semana passada, através da Direcção-Geral dos Estabelecimentos Escolares, o Ministério da Educação deu instruções às escolas no sentido das avaliações estarem impreterivelmente concluídas até esta quinta-feira. Para esse efeito, indicou, os conselhos de turma poderão reunir com 1/3 dos seus elementos presentes (a legislação sobre estes órgãos estipula que têm de estar presentes todos os docentes) e os docentes só terão férias quando as avaliações estiverem concluídas.

 

publicado às 05:43


Good morning :)

por beatriz j a, em 27.07.18

 

 

 

publicado às 05:42

 

 

 

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publicado às 16:19

 

 

... ou quando a vida das mulheres é decidida por um clube de homens velhos, amargos, misóginos e agarrados ao poder.

 

 

Humanae Vitae's enduring legacy has failed the world's most vulnerable women

 

Many women in today's world enjoy the sexual liberation and reproductive freedom that birth control brings.

But a lot of women, particularly those in places with influence from the Catholic Church on politics and healthcare, haven't as easily enjoyed those privileges.

 
  • It is the 50th anniversary of the papal encyclical Humanae Vitae, published in July 1968.
  • It laid out definitively Catholic opposition to birth control, stipulating that procreation should always take place inside marriage with the intent of child-bearing.
  • But half a century on, studies suggest the effects of Humanae Vitae have been dire for vulnerable women and women in poverty.
  • Women in the developing world where the Catholic hierarchy exerts power over governments often cannot access family planning services.
  • Sub-Saharan Africa, the Philippines, South America, the United States and the Republic of Ireland have been most affected. But Humanae Vitae's legacy can be felt globally.
  • Maternal health specialists criticize the "outdated" text but Catholic natural family planning advocates argue the sexual revolution has caused more harm.

Lydia Morrish WIKITRIBUNE

publicado às 16:06



no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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