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Citação deste dia

por beatriz j a, em 31.03.18

 

 

“Pues no hay dolor más grande que el dolor de ser vivo,
Ni mayor pesadumbre que la vida consciente”.

 

 Ruben Darío citado por Florbela Espanca

 

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publicado às 19:26


Este país é para políticos e ladrões

por beatriz j a, em 31.03.18

 

 

Câmara de Lisboa simula consultas ao mercado para contratar histórico do PS

PSD pede demissão de directora e desafia Medina a investigar contratação de militante do PS

"Fundos imobiliários, bancos e seguradoras compraram ruas inteiras e as consequências são desastrosas"

Alfama, Baixa, Chiado, Mouraria e Castelo perderam desde 2013 quase dois mil habitantes.

 

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publicado às 16:41

 

 

Até que enfim que alguém diz com dados científicos aquilo que qualquer professor com dois dedos de testa e meia dúzia de anos de ensino há muito sabe. Infelizmente esta é uma das 'modas' que o secretário de Estado da educação quer introduzir. Mais um disparate que já anda em vigor em muitas escolas e que vai ser alargado. Infelizmente as políticas de educação no rectângulo não são evoluções baseadas em estudos fundamentados. Não, são modas, apenas e só.

 

Why schools should not teach general critical-thinking skills

In the 1960s, an interesting series of experiments was done on air-traffic controllers’ mental capacities. Researchers wanted to explore if they had a general enhanced ability to ‘keep track of a number of things at once’ and whether that skill could be applied to other situations. After observing them at their work, researchers gave the air-traffic controllers a set of generic memory-based tasks with shapes and colours. The extraordinary thing was that, when tested on these skills outside their own area of expertise, the air-traffic controllers did no better than anyone else. Their remarkably sophisticated cognitive abilities did not translate beyond their professional area.

 

Variously called ‘21st-century learning skills’ or ‘critical thinking’, the aim is to equip students with a set of general problem-solving approaches that can be applied to any given domain; these are lauded by business leaders as an essential set of dispositions for the 21st century. Naturally, we want children and graduates to have a set of all-purpose cognitive tools with which to navigate their way through the world. It’s a shame, then, that we’ve failed to apply any critical thinking to the question of whether any such thing can be taught.

 

 

As the 1960s studies on air-traffic controllers suggested, to be good in a specific domain you need to know a lot about it: it’s not easy to translate those skills to other areas. This is even more so with the kinds of complex and specialised knowledge that accompanies much professional expertise: as later studies found, the more complex the domain, the more important domain-specific knowledge. This non-translatability of cognitive skill is well-established in psychological research and has been replicated many times. Other studies, for example, have shown that the ability to remember long strings of digits doesn’t transfer to the ability to remember long strings of letters. Surely we’re not surprised to hear this, for we all know people who are ‘clever’ in their professional lives yet who often seem to make stupid decisions in their personal lives.

 

Of course, critical thinking is an essential part of a student’s mental equipment. However, it cannot be detached from context. Teaching students generic ‘thinking skills’ separate from the rest of their curriculum is meaningless and ineffective. As the American educationalist Daniel Willingham puts it:

[I]f you remind a student to ‘look at an issue from multiple perspectives’ often enough, he will learn that he ought to do so, but if he doesn’t know much about an issue, he can’t think about it from multiple perspectives … critical thinking (as well as scientific thinking and other domain-based thinking) is not a skill. There is not a set of critical thinking skills that can be acquired and deployed regardless of context.

 

This detachment of cognitive ideals from contextual knowledge is not confined to the learning of critical thinking. Some schools laud themselves for placing ‘21st-century learning skills’ at the heart of their mission. It’s even been suggested that some of these nebulous skills are now as important as literacy and should be afforded the same status. An example of this is brain-training games that claim to help kids become smarter, more alert and able to learn faster. However, recent research has shown that brain-training games are really only good for one thing – getting good a brain-training games. The claim that they offer students a general set of problem-solving skills was recently debunked by a study that reviewed more than 130 papers, which concluded:

[W]e know of no evidence for broad-based improvement in cognition, academic achievement, professional performance, and/or social competencies that derives from decontextualised practice of cognitive skills devoid of domain-specific content.

 

Instead of teaching generic critical-thinking skills, we ought to focus on subject-specific critical-thinking skills that seek to broaden a student’s individual subject knowledge and unlock the unique, intricate mysteries of each subject. For example, if a student of literature knows that Mary Shelley’s mother died shortly after Mary was born and that Shelley herself lost a number of children in infancy, that student’s appreciation of Victor Frankenstein’s obsession with creating life from death, and the language used to describe it, is more enhanced than approaching the text without this knowledge. A physics student investigating why two planes behave differently in flight might know how to ‘think critically’ through the scientific method but, without solid knowledge of contingent factors such as outside air temperature and a bank of previous case studies to draw upon, the student will struggle to know which hypothesis to focus on and which variables to discount.

 

As Willingham writes: ‘Thought processes are intertwined with what is being thought about.’ Students need to be given real and significant things from the world to think with and about, if teachers want to influence how they do that thinking.

 

 

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publicado às 14:18


As vacinas, a Ciência e a Pseudo-Ciência

por beatriz j a, em 31.03.18

 

“Prós e Contras”: a ciência não é democrática

Mas a ciência não é democrática. Porque nem a crença da maioria numa mentira faz dela uma verdade.

Dizia a dada altura Fátima Campos Ferreira: “cabe aos cientistas convencer a sociedade...” Como é que um cientista convence a sociedade sem ser com argumentos científicos? E como se usam argumentos científicos perante uma plateia que não domina a ciência? Eu digo como: a ciência está dotada de instrumentos de escrutínio que permitem corrigir-se a si mesma. Coisa que a pseudociência não tem de fazer. Não precisa de prova, de controlo dos pares. Basta-lhe as redes sociais e a ignorância de quem os lê. Por isso mesmo podemos, com todos os erros, ir confiando no trabalho de cientistas e não temos nenhuma razão para confiar no que nos dizem os curiosos. Não porque a ciência seja infalível, mas porque a ciência tem os instrumentos para ir corrigindo as falhas.

 

Deixem-me já dizer de avanço que não vi o programa nem sei o que é o 'biomagnetismo' (fui agora mesmo à internet ver o que defendem e praticam), sou a favor de vacinar as pessoas e vejo os benefícios das vacinas. Tive uma hepatite quando era adolescente que provavelmente não teria se já houvesse vacina e quando ela apareceu vacinei logo o meu filho.

 

Dito isto, parece-me que a discussão acerca das vacinas é mal feita por parte da ciência e que os argumentos do Daniel Oliveira (nesta parte que o Expresso deixa ler) não convencem quem não está já convencido que é o mesmo que dizer que não servem para nada.

 

Em primeiro lugar, dizer que a ciência não é democrática não é totalmente correcto e muito menos por ,'uma mentira não tornar-se verdade'. A ciência não tem mentiras nem verdades, tem resultados corroborados por dados, cuja interpretação é, ou não, aceite pela maioria dos pares, sendo que se não for, mesmo que seja, nas palavras dele, 'uma verdade', é posta de lado. Portanto, na ciência há argumentação interna, entre pares, no sentido da maioria aceitar certas conclusões como 'verdades científicas'.

 

Em segundo lugar, o discurso da ciência ortodoxa e das pseudo-ciências, como lhes chama Popper, não é cogente pela razão de que as pessoas da pseudo-ciência não aceitam o pressuposto que valida o conhecimento científico: o método experimental. E têm esse direito. Ninguém é obrigado a aceitar dogmaticamente os pressupostos de corpos de conhecimentos. Portanto, neste caso, a Fátima qualquer coisa tem razão ao dizer que a ciência tem que convencer a sociedade que o seu discurso e prática são melhores, na teoria e na prática que os da pseudo-ciência pois, por um lado, a pseudo-ciência anda a fazer um bom trabalho nesse campo de convencer as pessoas de que tem razão e, por outro, a solução do D.O. de confiarmos nos cientistas porque sim, não é solução nenhuma.

 

E porque é que não é solução? Porque a revisão entre pares na ciência está numa crise tremenda: há uma ou duas revistas onde a publicação garante validação, todos querem lá publicar de qualquer maneira, os que lá trabalham deixaram de fazer revisão e as fraudes nestes último doze anos têm sido gravíssimas, desde cientistas que falsearam todos os resultados de 20 anos de investigação, a pessoas suicidarem-se quando as fraudes são descobertas... depois temos o caso da Medicina depender de medicamentos (e vacinas) cuja investigação está nas mãos de multinacionais, grandes corporações industriais que querem resultados para antes de ontem e põem cá fora medicamentos antes de fazerem os testes que deviam fazer por ganância de lucro... todas essas coisas que dantes se discutiam à porta fechada em laborarórios, hoje em dia chegam aos jornais e TVs. Ontem estava provado cientificamente que os ovos eram veneno para os colesterol e hoje a mesma ciência provou que podem comer-se à vontade; ontem a ciência provava que o café era bom e hoje a mesma ciência diz que está provado que a torrefacção do café liberta uma substância cancerígena... etc, etc., etc.

 

Os casos em que a ciência diz num dia que está provado 'x' e no dia a seguir que 'x' está infirmado, são aos milhares. Isso é confuso para as pessoas e descredibiliza a ciência. Portanto, a ciência tem que fazer melhor trabalho, mais honesto e mais eficaz a convencer as pessoas que as suas práticas são melhores que o biomagnetismo. E tem que ter argumentos melhores ou saber desmontar melhor os pseudo-argumentos do biomagnetismo.

 

Se as pessoas não fossem tão ignorantes não acreditavam em certas coisas? Pois, talvez... olhe diga ao seu partido para convencer o governo a investir na educação em vez de achar que somos custos desnecessários... talvez menos gente se deixasse convencer por biomagnetistas, menos crianças morressem ou ficassem com sequelas para a vida por não se vacinarem por ignorância dos pais... quando as prioridades são a banca, depois não se queixem de ter ignorantes...

 

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publicado às 13:28


Se calhar...

por beatriz j a, em 31.03.18

 

 

... não devia ter ido andar 13 km com estas febres mas a verdade é que elas não me passam nem eu melhoro por estar parada em casa e este passeio fez-me bem à alma. O campo estava lindo e florido e apanhei umas florzinhas amarelas que puseram aqui o escritório a cheirar maravilhosamente a campo [embora possam ser venenosas dada a atração instintiva que eu tenho por flores venenosas, segundo o meu companheiro de caminhadas...]

Outra coisa diferente é o estado em que estão os acessos às praias e as próprias praias. A época alta começa na Páscoa. Hoje a partir das 10 horas via-se muita gente a andar de bicicleta ou a pé, a passear em zonas que estão perigosas. Ouvi dizer que a Presidente da Câmara anda a inaugurar cafés... prioridades...

 

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o cenário lindo

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acesso a galápos

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 Acesso ao Portinho. Árvores tombadas e outras prestes a tombar.

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 praia do portinho. A areia desapareceu e deixou à vista as pedras limosas. Parece esgoto.

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publicado às 12:34


do dicionário dos ladrões - "Imparidades"

por beatriz j a, em 29.03.18

 

Prejuízo recorde obriga Estado a emprestar até 450 milhões

 

Olhamos para a palavra e o que vem à cabeça é, empréstimos mal paridos: gente dos governos e da banca, que continuam por aí alegremente, emprestaram a caloteiros que não tinham dinheiro para pagar, e que também andam por aí alegremente, dinheiro que eles próprios, bancos, não tinham e que depois nós, os palhaços que pagamos este circo, somos obrigados a cobrir com pobreza, desemprego, desinvestimento nos serviços públicos, congelamentos e por aí fora.

Falam em 17 mil milhões mas eu não acredito nestes números e acho que deve ser muito mais porque destas coisas sabemos sempre só a ponta do iceberg e quando vêm a saber-se na totalidade é sempre dez vezes pior do que se pensava (veja-se o caso do gang do Canavarro com os colégios).

Enquanto não vier tudo a lume (quem, quanto, como, quando) e enquanto não forem responsabilizados, seja parar à cadeia ou em outros casos, impedidos de poder voltar a mexer num euro que seja e de ocupar um cargo público, todos os políticos andam manchados pela cumplicidade explícita ou implícita, com o crime e os criminosos. E a questão que fica é, que futuro tem um país que deixou de ser de leis e passou a ser de gangs?

 

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publicado às 12:07

 

 

Para quem for capaz de horas de desculpas e demagogia por parte do ministro e equipa. Factos: existe uma sub-orçamentação de milhões de euros com o pessoal das escolas, ou seja, estamos a pagar o Novo Banco e outras coisas do género.

 

 

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publicado às 11:16


Espanha militariza-se

por beatriz j a, em 29.03.18

 

 

Aqui ao lado os nuestros hermanos vão instituir uma espécie de mocidade nacional obrigatória. Uma reforma no currículo da educação básica (primeiros quatro anos) inclui uma endoutrinação acerca da importância da disciplina e obediência, acerca do direito dos militares intervirem com propaganda aos benefícios dos valores da vida militar, aprendizagem de hinos militares, de reconhecimento de armas, tudo com materiais infantis a condizer no sentido de exaltar a vida das armas e a subserviência a um tipo de sociedade militarizada. Não é à toa que este rei espanhol foi educado por Franco...

Uma tentativa de impedir esta reforma foi recusada com os votos do PP e a abstenção do PSOE.

 

Armas, himnos y banderas: así es la asignatura que el PP quiere impartir en Primaria

 

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publicado às 09:12


Blue note

por beatriz j a, em 29.03.18

 

 

Lilies with Blue Vase by Yoshijiro Urushibara 

 

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publicado às 03:38


❄️ shine on your crazy diamond

por beatriz j a, em 29.03.18

 

 

❄️ O francês Valentin Delluc passeia-se sobre o glaciar, Bossons, guiado pelo luar e pela luz LED.

 Euronews video.

 

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publicado às 03:37

 

Save this slice of paradise

The Galapagos are one of the world’s last havens for wildlife -- pristine islands where giant tortoises, blue-footed boobies, and penguins live as they have for thousands of years.

But tourism and development have recently skyrocketed, destroying the home of animals and plants found nowhere else on the planet -- leaving many species on the brink of extinction.

So when a vital, 568-acre piece of land was put up for sale, local conservationists were terrified, sure it’d be razed to make way for a hotel. But then they came up with an amazing plan: buy the land themselves and create the islands’ first-ever private reserve to permanently protect the area!

But they're running out of time -- the owner will sell to the highest bidder unless they can raise nearly a million dollars in just a few weeks! That’s where we come in. A wealthy donor has promised to match what we raise dollar for dollar, so if we all chip in, we won't need weeks -- we can make this dream possible in just hours. Donate now to buy this island paradise and protect it forever.

 

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publicado às 03:18

 

 

Eu e a maioria do povo não percebemos nada de finanças mas estes absúnfios ainda percebem menos do que nós... não há outra conclusão a tirar porque é impossível existir tanta incompetência onde existem conhecimentos sobre os assuntos... 

 

BES: Novo Note Group culpa Banco de Portugal por perdas no Novo Banco

Novo Banco apresenta prejuízos recorde de quase €1400 milhões

 

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publicado às 19:59

 

 

 

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publicado às 19:31


"Don't Look Back" - Spoken Word Poetry

por beatriz j a, em 28.03.18

 

 

 

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publicado às 19:22


Portugal de vento em popa

por beatriz j a, em 28.03.18

 

 

Banco de Portugal. Taxa de desemprego deverá descer até 5,6% em 2020

 

Trocado por miúdos:

O desemprego baixou porque não há cá quase ninguém, os desempregados emigraram...

Vem aí o Verão com os magotes de turistas o que vai fazer subir o nível de emprego - precário...

Os salários estão uma miséria de modo que se prevê: taxa de poupança das famílias em mínimos "historicamente baixos" e contenção de despesas nos máximos.

 

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publicado às 15:53


Lindo, lindo... IV

por beatriz j a, em 28.03.18

 

 

... é todos os dias darem ordem de centenas de milhões para os bancos que nos larapiam mas não assinarem a ordem para uma miserável pensão de sobrevivência à viúva de um soldado que deu a vida ao serviço do país.

Viúva do militar português morto no Mali espera há quase nove meses por pensão

 

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publicado às 15:38


Lindo, lindo... III

por beatriz j a, em 28.03.18

 

 

...é vermos a ponta do iceberg e percebermos que são indivíduos com cargos ao mais alto nível do Estado...

Há neste momento 11 ex-governantes a contas com a justiça

São todos das fileiras do PS ou do PSD e nalguns casos até já foram condenados, mas recorreram das sentenças que lhes assacam crimes cometidos no exercício de funções.

 

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publicado às 15:25


Lindo, lindo... II

por beatriz j a, em 28.03.18

 

 

... é uma pessoa perceber que nas próximas eleições não há ninguém em quem votar...

Rui Rio quer cortes nos serviços públicos em 2018

Em declarações à Lusa e à TVI, na sede do partido esta tarde, disse mesmo esperar um défice zero em 2019, ao mesmo tempo que pede uma redução da carga fiscal.

 

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publicado às 15:13


Lindo, lindo...

por beatriz j a, em 28.03.18

 

 

... é ir trabalhar com febre e sair da escola para as férias directamente para a cama. Grande massacre...

 

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publicado às 15:09

 

 

... apesar de não saber de nada... são uma vergonha os argumentos dele para quebrar solidariedade com os outros países europeus no caso da Rússia. Se Portugal fosse atacado e precisasse da ajuda da NATO ou invocasse a pertença à UE ou o tratado com os ingleses, quereria ajuda mas, para dar o corpo ao manifesto, está quieto... queremos ao mesmo tempo o sol na eira e a chuva no nabal, sem fazer nenhum esforço ou sacrifício... uma vergonha... é o que dá ter incompetentes que dançam nas cadeiras e vão a todas: ora são ministros, ora gestores, chefes da bola ou outra porcaria qualquer.

Portugal é isto. Só alinhamos com os outros quando nos mandam empobrecer as pessoas e enriquecer a banca.

 

Embaixador de Portugal em Moscovo chamado a Lisboa

Augusto Santos Silva nega desacerto com os aliados em relação à resposta do Ocidente ao ataque químico no Reino Unido atribuído à Rússia.

Esta terça-feira, e em declarações à Lusa, Santos Silva tinha afirmado que Portugal “usa da prudência” para “defender os interesses nacionais”, sublinhando a “lógica de não-confrontação” da política externa lusa.

 

 

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publicado às 06:07

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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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