Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]





Mais uma 'histérica' que morreu

por beatriz j a, em 25.01.18

 

MP não fez nada. Mulher morreu 37 dias depois de ter apresentado queixa

 
 

publicado às 10:27


O pão nosso de cada dia

por beatriz j a, em 25.01.18

 

Scandal-hit club shuts amid groping claims

 

publicado às 07:08


Imagination

por beatriz j a, em 25.01.18

 

 

 Derik Hobbs (derikhobbsillustration.com)

 

Tags:

publicado às 06:14


Clones primatas

por beatriz j a, em 25.01.18

 

 

Os chineses clonaram dois primatas. Qual a finalidade de criar clones de primatas...? Dar um primeiro passo para a clonagem de humanos para servirem de bancos de orgãos dos 'originais'... e depois o que se segue? 

 

 

publicado às 06:01

 

É que a minha televisão é do tempo da Grande Guerra. Agora a imagem está assim... o som tem momentos... às vezes ouve-se perfeitamente, outras vezes fala o dialecto dos bosquímanes. É uma espécie de rádio marciano. Entre isto e falta de paciência para ir comprar uma televisão vou-me desabituando da caixa mágica.

 

IMG_1675.jpg

 

publicado às 21:18


Davos em oito parágrafos e uma citação

por beatriz j a, em 24.01.18

 

 

Dutiful dirges of Davos

 

You will find me eager to help you,

but slow to take any step.

Euripides, Hecuba

 

 

Thousands of people will gather next week in Davos. Their combined wealth will reach several hundred billion dollars, perhaps even close to a trillion. Never in world history will be the amount of wealth per square foot so high. And this year, for the sixth or seventh consecutive time, what would be one of the principal topics addressed by these captains of industry, billionaires, employers of thousands of people across the four corners of the globe: inequality…

 

Only in passing, and probably on the margins of the official program, will they get into the tremendous monopoly and monopsony power of their companies, ability to play one jurisdiction against another in order to avoid taxes, how to ban organized labor in their companies, how to use government ambulance services to carry workers who have fainted from extra heat (to save expense of air conditioning), how to make their workforce complement its wage through private charity donations, or perhaps how to pay the average tax rate between 0 and  12% (Trump to Romney). If they are from the emerging market economies they can also exchange experiences on how to delay payments of wages for several months while investing these funds at high interests rates, how to save on labor protection standards, or how to buy privatized companies for a song and then set up shell companies in the Caribbean or Channel Islands.

 

Still poverty and inequality which are, as we know, the defining issues of our time will be permanently on their minds.

It is just that somehow they never succeeded to find enough money, or time, or perhaps willing lobbyists to help with the policies they will all agree, during the official sessions, should be done: to increase taxes on the top 1% and on large inheritances, to provide decent wages or not to impound salaries, to reduce gaps between CEO and average pay, to spend more money on public education, to make access to financial assets more attractive to the middle and working class, to equalize taxes on capital and labor, to reduce corruption in government contracts and privatizations.  

 

Since they have been singularly unsuccessful in convincing governments to do anything  about rising inequality--will they lament-- it is not surprising that nothing has been done. Or rather that the very opposite policies have been conducted: Trump has, as he promised or threatened, passed a historic tax cut for the wealthy while Macron has discovered the attraction of latter-day Thatcherism. Nothing positive of note seems to have been done in the emerging market economies either (with perhaps the crackdown on corruption in China the only important exception).

 

This return to the industrial relations and tax policies of the early 19th century is bizarrely spearheaded by people who speak the language of equality, respect, participation, and transparency. None of them is in favor of “Master and Servant Act” or forced labor. It just so happened that the language of equality has been harnessed in the pursuit of structurally most inegalitarian policies over the past fifty years, or more.  And indeed, it is much more profitable to call  journalists and tell them about the nebulous schemes whereby 90% of wealth will be, over an unknown number of years and under unknowable accounting practices, given away as charity than to pay suppliers and workers reasonable rates or stop selling information about the users of platforms. It is cheaper to place a sticker about the fair trade than to give up the use of zero-hour contracts.

 

They are loath to pay a living wage, but they will fund a philharmonic orchestra. They will ban unions, but they will organize a workshop on transparency in government.

So in a year, they will be back in Davos and perhaps a new record in dollar wealth per square foot will be achieved, but the topics, in the conference halls and on the margins, will be again the same. And it will go on like this…until it does not.

 by Branko Milanovic

publicado às 20:05

 

 

Muito revelador dos tempos rapaces e predadores em que vivemos onde, na prática, o sistema democrático foi substituído por um oligárquico.

 

A lista da Forbes chama-se "30 jovens com menos de 30 anos" mas inclui, na verdade, 300 jovens "disruptores", "líderes nas suas indústrias"

Líder da Juventude Popular distinguido pela Forbes como um dos jovens mais influentes da Europa

Para a Forbes, o jovem advogado de 29 anos merece a distinção por ter "ajudado a que a organização chegasse aos 20 mil militantes e dobrasse o número de membros eleitos (...) nas eleições autárquicas", lê-se no pequeno perfil destinado a Rodrigues dos Santos.

 

publicado às 16:45


Gostava que me explicassem tim tim por tim tim

por beatriz j a, em 24.01.18

 

... como é que os benificiários, que somos nós, os que pagamos o sistema, beneficiamos de passar a pagar 40 euros onde antes se pagava 3 euros e meio. Estou a testar o sistema à medida que vou a consultas e ando a perguntar aos colegas quanto pagam agora por consultas e por tratamentos e quanto pagavam. Se se verificar estas subidas de mil e tal por cento vou dar o meu dinheiro a outro sistema que não me ataque desta maneira porque não percebo a quem ando a pagar estes aumentos... aos administradores? Isto é como os CTT que entraram na empresa para a chupar e depois deitá-la fora? É que para mim as 'garantias' de gestores, administradores, políticos e satélites valem zero... os factos são que pagava 50 cêntimos e agora subiu para oito euros e a consulta de três euros e meio subiu para quarenta euros. O atendimento permanente (a urgência) também já subiu para quarenta euros, disse-me uma colega que foi lá a semana passada.

 

ADSE está a “garantir que dinheiro não é mal utilizado”

O subsistema dos funcionários públicos está a fazer uma revisão da tabela de preços a pagar aos prestadores de serviços, processo que tem levado às criticas dos hospitais privados e da Ordem dos Médicos dentistas por causa da redução de valores.

 

Tags:

publicado às 15:22


Um mundo doente

por beatriz j a, em 24.01.18

 

Não é o mérito ... é a ganância

“No ano passado, ocorreu o maior aumento de bilionários na história, mais um a cada dois dias. Os bilionários viram sua riqueza aumentar em US $ 762 mil milhões (billions no original) em 12 meses. Este enorme aumento poderia ter acabado com a extrema pobreza global sete vezes. E 82% de toda a riqueza criada no último ano foi para o topo 1%, enquanto os 50% inferiores não viram nenhum aumento”.

 

publicado às 14:56


Tanta fartura e não pagam o que me devem...

por beatriz j a, em 24.01.18

 

Google vem para Portugal. Costa anuncia "grande investimento" e 500 empregos

 

Portugal com o quarto maior excedente orçamental da Zona Euro

 

publicado às 14:46

 

 

Costa é um bluff que beneficiou do anterior governo PPC ser tão mau, tão mau, que ele sai bem na comparação. Faz-me lembrar uma colega que esteve na escola há muitos, muitos anos. Era tão má, tão má que, no ano em que foi embora, eu e outra, que ficámos com as turmas dela, só tínhamos elogios rasgados dos pais. Nunca liguei muito a esses elogios porque sabia que tudo o que viesse a seguir à outra teria que ser excelente por comparação. É como o Costa. Só que ele acredita mesmo que é genial. Até começou bem mas não resiste à vaidade do poder e aos poucos socratiza-se.

 

Alerta vermelho no turismo

O caso é muito grave. O Turismo do Porto e Norte tem a sua atividade quase paralisada devido às cativações impostas pelo Ministério das Finanças. Não há dinheiro para pagar despesas correntes de funcionamento e os postos de Turismo do Aeroporto e de S. Bento vão ter de fechar portas.

Já depois de aprovado o Orçamento do Estado, o Governo congelou verbas do Turismo do Porto e Norte, uma entidade regional pública, cativando na totalidade as rubricas destinadas a funcionamento e a promoção turística. Consequência direta e imediata: o encerramento dos balcões turísticos mais visitados - dada a ausência de fundos para pagar eletricidade, comunicações ou limpeza -, obrigando os funcionários a ficarem em casa.

O mesmo Governo que entende ter disponibilidade para comprar metade da TAP, corta as verbas que permitem receber e informar turistas na loja do Aeroporto do Porto. As cativações orçamentais são um mecanismo, muito discutível, de controlo da despesa pública. Naturalmente, são ainda mais discutíveis quando se aplicam aos setores da saúde ou da educação - com as consequências por vezes dramáticas que se conhecem -, até porque atingem as franjas mais necessitadas da população.

O turismo vale perto de um quinto das exportações portuguesas e quase um décimo do PIB. Garante por si só uma balança comercial positiva e é o setor que mais emprego cria em Portugal. O país designado "melhor destino do Mundo", com uma cidade, o Porto, três vezes eleita "melhor destino europeu", é o mesmo que não tem dinheiro para manter duas lojas de turismo a funcionar? É.

 

publicado às 06:12

 

The sex lives of conductors

Norman Lebrecht examines the sordid underbelly of conducting where sex is considered a perk of the job

Norman Lebrecht
 
 

I once knew a great conductor who claimed that he never boarded a plane to a new orchestra without a tube of lube in his pocket. Just in case he got lucky (which he often did).

Conductors are migratory birds who fly where their agents point them, hopping from one hotel bed to the next. There is no shortage of bright young things on an orchestra’s staff and besotted fans backstage who are open to a wink and the whisper of a room number. A maestro is never alone for very long.

Sex is one of the perks of conducting. Mostly, it’s consensual. My middle-aged maestro would sit up half the night reading poetry to a young woman before he made anything so crass as a lunge. Down the years, there have been few complaints about maestro sex. Seduction techniques vary. An opera conductor I know makes eye contact at the first rehearsal with younger members of the chorus, one by one, until someone stares right back.

Inevitably, in so gregarious an activity as opera, everyone knows. They have always known. They knew that Wilhelm Furtwängler’s secretary would bring a woman to his dressing room before a concert. They knew that Georg Solti was a Lothario at Covent Garden (he told me so himself). They knew that certain Italian maestros were too free with their hands, that Leonard Bernstein preferred young males, that an early music master was a philanderer.

They also knew that there were certain conductors with whom you did not go alone into a room. Interns were warned about them. Not always in time.

All this has tended to be seen in the musical world as a joke. And this has, on many occasions, given cover to greater abuses, which are only now coming to light.

The most serious case I know of is the soloist in her late teens who was summoned to the conductor’s room in one of Europe’s most famous halls an hour or so before a concert to discuss a few points in the score. She emerged a while later, sobbing uncontrollably. She had been raped, and she still had to go on stage, perform a concerto, and take a bow with her rapist. I have tried to persuade her to speak out, but she — understandably — wants to get on with her life and is probably still more than a little afraid that the man who raped her can, after all these years, still damage her career. Several music insiders saw her come out of that green room. Nobody confronted the aggressor.

Because sex is taken for granted as a conductor’s prerogative. Never an act of love, it is a raw and explicit expression of power. The deal is: sleep with the maestro, or you’ll never work again.

Far more pervasive is the power of silence. An American administrator contacted me recently to report that, while he was a twentysomething music staffer at the Metropolitan Opera, the Met’s long-serving music director James Levine approached him and ‘stuck his hand down my pants’. The young man indicated that he was not interested.

From that day on, the young staffer was shut out of all music activity in the building. No one, he says, wanted anything to do with him because Levine — or those around him — had put out word that he was persona non grata to the music director. Like a Premiership footballer who is benched by the manager, all he was ever told was ‘you’re not good enough’. The ostracised victim in this case had enough sense to get out and make his life far from the maddening Met. Others stay on in a state of demoralisation until they are unfit for work.

Levine was suspended from conducting at the Met last month after claims that he molested young men in Chicago, Boston and New York, which he denies. The allegations have not been tested in a court, and may never be resolved. What is undeniable, however, is that anyone at the Met who did not get on with Levine during the 41 years he was music director had absolutely no future in the place.

Abuses of power are not random or incidental. They are as routine in music as they are in Putin’s Russia, where all authority flows from a short man with a little stick. It is rare for that authority to be challenged and rarer still for the challenger to survive.

As the writer who exposed The Maestro Myth at book length a quarter of a century ago, I am encouraged that victims of sexual assault have now found the courage to breach the taboo of silence. But the denial is not over. Montreal, unaccountably, has yet to begin its investigation and the Met has made clear it may never publish its findings. Without a commitment to transparency, the likelihood of further abuse remains.

In 2000, when James Levine was named music director of the Verbier Festival Orchestra, whose players are as young as 16, I asked the festival’s founder, Martin Engstroem, if he knew the risk he was taking. He assured me that special precautions had been put in place. When the accusations against Levine came to light last month, Engstroem professed himself ‘disturbed and saddened by these accusations’. Levine’s successor at Verbier was none other than Dutoit. Engstroem would have been shocked again.

At present, there are two frontline music directors who regard the workplace as their private casting couch without being accused of anything untoward. They may be more careful in future but the compulsion will not abate because the cause is embedded deep in the maestro psyche.

One podium giant of pre-Viagra times told me he decided to retire from conducting the day his virility wilted. Without a sex drive, he could not face an orchestra. The relation of baton and penis is more powerful than many maestros are prepared to admit. For this to change, we need to see more women on the podium. Once the gender balance shifts, sex should be less of an issue.

Norman Lebrecht is author of The Maestro Myth: Great Conductors in Pursuit of Power.

 

publicado às 05:47


Good night to the ones we miss

por beatriz j a, em 23.01.18

 

 

 fotografia sem filtros roubada à Joana no FB

 

Tags:

publicado às 23:14


Morreu a Ursula K. Le Guin

por beatriz j a, em 23.01.18

 

 

Uma pena. Este foi o primeiro livro dela que li e foi um dos livros que me fez ficar completamente fã de livros de Fantasia durante anos a fio, interesse que passei a várias pessoas. Ela escreve com uma riqueza de imaginação e sentido do conto, cativante, logo desde a primeira página. Uma das últimas recomendações que fez foi para os editores, para serem menos gananciosos com os lucros e mais cuidadosos com a literatura.

 

 

 

“If you cannot or will not imagine the results of your actions, there’s no way you can act morally or responsibly,” she told The Guardian in an interview in 2005. “Little kids can’t do it; babies are morally monsters — completely greedy. Their imagination has to be trained into foresight and empathy.”

 

publicado às 22:45

 

Kate Middleton quer ser mãe... em casa. Situação não será inédita na família real

 

Isto é um péssimo exemplo que há-de ser seguido por muitas mulheres [e causar grande mal] porque o que estas celebridades fazem milhões imitam. É que ela sendo quem é pode levar o hospital inteiro para casa mas os outros milhões de mulheres que a hão-de imitar, não podem e, parece-me evidente, ter um filho em casa, longe do ambiente hospitalar onde há médicos e enfermeiros e medicamentos e máquinas, é um grande risco caso alguma coisa inesperada aconteça. Mas como ela pode levar o hospital inteiro para casa não quer saber das consequências do exemplo que está a dar.

Já hoje em dia se ouve falar de muitas mulheres que querem ter os filhos em casa alegando que os médicos fazem cesarianas a mais para não se chatearem e não correrem riscos. Algo vai muito mal quando as mulheres preferem ter os filhos num ambiente com escassos recursos e grande risco de correr alguma coisa mal do que num hospital com pessoal treinado e instrumentos de socorro.

 

publicado às 22:14


Afinal sempre é verdade

por beatriz j a, em 23.01.18

 

 

... que o Edgar Morin vem viver para cá. E vem viver aqui para o pé de mim, por assim dizer... vem morar em Setúbal. Hei-de vê-lo no mercado com o Eduardo Lourenço. Parece que agora são inseparáveis. Um com 91 anos, outro com 93, ou lá o que é, não param quietos de conferência em conferência.. Nice :))

 

publicado às 20:00


A busca pela Porta de Ishtar

por beatriz j a, em 22.01.18

 

 

Este museu -Pergamon- está no meu top5. E já vi muitos. Não é muito grande mas tudo o que tem é excepcional e único, vindo da antiguidade remota dos babilónios, assírios e sumérios e, da antiguidade clássica, como o altar Pergamon e a porta de entrada do mercado de Mileto do jónios, esse lugar mítico onde a Filosofia ocidental deu os primeiros passos. A começar por este porta de entrada da cidade de Nabucodonosor, de um azul glorioso com os leões e dragões em ouro.

Tenho que lá voltar um dia porque a vez que lá fui foi só para ficar pasmada e deixar-me invadir por emoções e a outra há-de ser para ver com o raciocínio.

Este artigo da NG sobre a descoberta e reconstituição da Porta de Ishtar é muito bom.

Inside the 30-Year Quest for Babylon’s Ishtar Gate

 (linkwithin)

publicado às 23:10

 

 

Na realidade uma pessoa esquece-se que há vários tipos de amor. Segundo Aristóteles e outros gregos, são três, Agape, Philia e Eros. Eros é o único deles que também inclui o desejo sexual e a paixão. Os outros dois são tipos de amor que podemos ter por amigos/companheiros, portanto, fraternal e amor por todos em geral, como o amor ao próximo. Acontece que a imagem do 'amor' está tão romantizada e sexualizada que só se considera amor, o Eros, tendo o Philia passado a ser tratado como uma perversão, quando entre homens, o que é um preconceito e nada mais. Na Holanda andam a lutar contra ele.

 

 

publicado às 21:30


Directamente do FB 🤣

por beatriz j a, em 22.01.18

 

 

 

Tags:

publicado às 20:51


Modern World

por beatriz j a, em 22.01.18

 

 

 by Dan Piraro Bizarro Comics 

 

publicado às 20:43



no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.



Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2012
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2011
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2010
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2009
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2008
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D


subscrever feeds


Pesquisar

  Pesquisar no Blog

Edicoespqp.blogs.sapo.pt statistics