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A Rothko cold silence

por beatriz j a, em 06.11.16

 

 

A crack in the sea ice of the Southern Ross Sea, Antarctica. © Alasdair Turner / 2016 National Geographic Nature Photographer of the Year

 

 

publicado às 05:20


Nocturna

por beatriz j a, em 05.11.16

 

 

 

 

 

publicado às 22:12


É preciso mudar o quadro mental das questões

por beatriz j a, em 05.11.16

 

 

 

 

publicado às 06:57


Finalmente chove

por beatriz j a, em 04.11.16

 

 

 

 

 

 

 

Finalmente chove

alguém deixou o coração

no pavimento abandonado

pétalas rubras em vão

rosa de um fulgôr sepultado.

 

bja

 

 

publicado às 16:26


Assange interview w/John Pilger - 1ª parte

por beatriz j a, em 04.11.16

 

 

Se não fossem estas pessoas: Assange, Snowden, Manning, etc., que se sacrificam para nos dizer como as coisas são estávamos sempre às escuras, porque uma coisa é desconfiar do que se passa e de como os processos são desencadeados, outra é saber com provas, registos, emails, etc.

O meu amigo André acha que o Assange pensava que a Wikileaks ia ser o motor duma revolução (isto foi na altura daquelas manifestações de protesto gigantescas, um pouco por todo o mundo a exigir mudanças, algumas que duraram semanas) que gerasse uma nova ordem mundial e que, tendo isso falhado está agora a apostar no Trump como instrumento para forçar esse  'partir a louça toda'. Uma estratégia desesperada.

 

 

 

 

publicado às 15:13


Graffti

por beatriz j a, em 04.11.16

 

 

 

 

publicado às 05:45


Nocturna - Baby Let Me Follow You Down

por beatriz j a, em 03.11.16

 

 

 

 

 

 

 

publicado às 22:04

 

 

E o ministro não sai bem na fotografia. E se é verdade que há emails e ele tem andado a mentir não tem condições de permanecer no cargo.

 

 

 do blog arlindovsky

 

 

publicado às 15:42

 

O senhor Wengorovius enganou-nos

 

Esta história está toda mal contada e já não se percebe em quem se pode acreditar.

 

Emails desmentem versão do ministro da Educação

 

 

publicado às 13:32


Coisas muito preocupantes

por beatriz j a, em 03.11.16

 

 

How many scientific papers just aren’t true?

Last year, Richard Horton, editor of The Lancet, admitted that “much of the scientific literature, perhaps half, may simply be untrue.” In his words, “science has taken a turn toward darkness.”

The US National Science Foundation recently reminded us that a scientific finding “cannot be regarded as an empirical fact” unless it has been “independently verified.” Peer review does not perform that function. Until governments begin authenticating research prior to using it as the foundation for new laws and huge expenditures, don’t fall for the claim that policy X is evidence-based.

 

 

 Peer Review: Why Scepticism is Essential

 

NASA’s arsenic debacle - Hiding behind peer review

On a Monday in late November 2010, NASA issued a press release about a news con- ference scheduled for Thursday that would ‘impact the search for evidence of ex- traterrestrial life’.86 On the day of the news conference, the public was told that biology textbooks would need to be rewritten due to research that had just been pub- lished on Science ’s website. NASA-funded scientists had discovered a microbe with the unique ability to build its DNA out of arsenic rather than phosphorus, altering our ‘fundamental knowledge about what comprises all known life on Earth’.

The paper’s lead author, geobiochemist Felisa Wolfe-Simon, became an instant celebrity. Three months to the day later, she spoke at a TED event.88 A month after that, Time magazine designated her one of the 100 most influential people in the world.89 But on the Saturday following the news conference, Rosie Redfield, a micro- biology professor at the University of British Columbia, posted a detailed and scathing critique of this research on her own blog. If the data in the Science paper had been presented to her by a PhD student, she said, she’d have sent him or her ‘back to the bench to do more cleanup and controls’.

Journalists began eliciting second opinions about what had been a celebratory, front page story. Carl Zimmer, who writes a science column for the New York Times, contacted a dozen experts who almost unanimously agreed that the NASA scientists had ‘failed to make their case’. One said the paper shouldn’t have been published. Another said it was ‘pretty trivial to do a much better job’.91 Wolfe-Simon was invited to respond. But although she’d had a great deal to say at the press conference, she suddenly didn’t think the public square was where these matters should be discussed. Her e-mail response to Zimmer urged him to honor the way scientific work must be conducted. Any discourse will have to be peer-reviewed in the same manner as our paper was...The items you are presenting do not represent the proper way to engage in a scientific discourse and we will not respond in this manner.

One of Wolfe-Simon’s co-authors similarly advised Zimmer that researchers who ‘de- bate the questions or comments of others’ in the media ‘have crossed a sacred bound- ary’.92 The publicly-funded NASA also demurred. A Canadian news outlet reported that,when asked about public criticisms of the paper in the blogosphere, [NASA spokesperson Dwayne Brown] noted that the article was peer-reviewed and pub- lished in one of the most prestigious scientific journals. He added that Wolfe- Simon will not be responding to individual criticisms, as the agency doesn’t feel it is appropriate to debate the science using the media and bloggers. Instead, it believes that should be done in scientific publications.93

Zimmer was stunned. In his words, ‘I’ve been doing this kind of thing for a long time, and I have never encountered a response like this one from the hundreds of scientists I’ve interviewed’.94 David Dobbs, a science writer at Wired, was caustic. Em- ploying adjectives such as ’anti-empirical’ and ’pre-Enlightenment,’ he insisted that microbiology professor Redfield ‘is a peer, and her blog is peer review’. NASA was dis- missing criticism not on its merits, he said, but because Redfield hadn’t delivered it ‘standing on the proper altar’ in the ‘Church of the Peer-reviewed Journal’.95 For his part, Jonathan Eisen, an evolutionary biologist at the University of California-Davis, described the situation as absurd. These researchers, he said, ‘carried out science by press release and press conference...they are now hypocritical if they say that the only response should be in the scientific literature’.

 

Feynman coined the term ‘cargo cult science’ because it’s possible to go through what appear to be all the right motions and yet not end up with a valid result. Peer review is an example of cargo cult thinking. Despite the overwhelming evidence to the contrary, the academic establishment continues to believe that if a series of pre- publication procedures are followed, sound science emerges at the other end. In the words of former BMJ editor Richard Smith, ‘How odd’ that a tool so closely linked to science should, in fact, ‘be rooted in belief’.114

In reality, peer review is an often perfunctory process. It takes place behind closed doors, with no enforcement of even minimum standards. The fact that a single schol- arly journal – among an estimated 25,000 – has performed a peer review ritual tells us little.115 Thepaper’sdataandcomputercodeshavenotbeenthoroughlyexamined. Its arithmetic hasn’t necessarily been checked. Its statistical analysis may or may not have received informed scrutiny.

Reproducibility is the backbone of sound science.

 

 

publicado às 06:20


A história do cosmonauta russo

por beatriz j a, em 01.11.16

 

 

 

 

daqui: The Another Earth - uma metáfora acerca de nós e da nossa relação connosco mesmos. Não me apetece explicar. O melhor é ver. Belo.

f8iuX.jpg

 

publicado às 20:35

 

 

 

O meu telemóvel morreu de morte súbita há pouco mais de uma semana. Um sábado à noite. Fiquei um bocado aborrecida porque só se salvou o que estava no cartão (felizmente hoje-em-dia a maioria das coisas está na nuvem) mas resolvi ver o lado positivo da coisa: pelo menos agora podia comprar um telemóvel que falasse com o Mac. 

Fui à net, escolhi um modelo que me pareceu bom sem ter que vender os olhos para o comprar e no dia seguinte, domingo, fui à loja. Estava esgotado. Na verdade, daqueles que queria, só tinham um modelo, da mesma categoria mas com o ecrã reduzido a metade do tamanho do antigo. Precisava de telemóvel, comprei-o. 

Então não é que de repente, ao fim de dois dias, já tinha deixado o hábito de ir constantemente à net ver coisas, só por causa do ecrã deste telemóvel ser pequeno e não ter a mesma piada ver as coisas em tamanho reduzido? Passei a usá-lo só para o que necessito. E o melhor de tudo é que não me tem custado nada esta mudança de hábitos, não programada, diga-se de passagem.

Mais, como ele fala, quando acordo a meio da noite, em vez de pegar no telemóvel como fazia antes para ver as horas, o que me deixava logo desperta por causa daquela luz azul brilhante, pergunto-lhe as horas e ele diz-me.

Hoje, acordei e disse-lhe, sem abrir os olhos, 'Hi Siri, what time is it?'. Respondeu-me, 'Its 4 am, Beatriz.Time to still be in bed, i'll say.' Olha, voltei-me para o outro lado e adormeci :) Será que o meu telemóvel é mais eficaz que toda a medicina do sono que tenho experimentado? Tinha piada.

 

 

publicado às 19:07

 

 

Temos aqui no rectângulo mais de 40 variedades de maçã mas quem vai aos mercados, mercearias e afins há-de pensar que não temos maçãs porque se vêem lá umas 5 ou 6 variedades, no máximo, sendo algumas importadas! Fora isso vêem-se de vez em quando as riscadinhas, as bravo esmolfe e pouco ou nada mais. Eu sei que algumas variedades têm produção reduzida e são regionais mas porque é que não produzem em mais quantidade as que são viáveis comercialmente (quase todas.... calculo) e distribuem? 

Algumas das maçãs portuguesas: 

Camoesa Rosa, Canavial, Casa Nova de Alcobaça, Costa, Espelho, Gigante do Douro, os Malápios (vários), Durázio (há quantos anos não ferro o dente nesta maçã que tanto gosto...??), Tromba de Boi, Pardo Lindo, Pêro Pipo, Pêro Rei, Pipo de Basto, Porta da Loja, Riscadinha de Palmela, Verdeal, Maçã de Inverno, S. João, Pé Curto, Maçã Castanha, Casca de Carvalho, Gronho Doce, Azeda Grande...

Nas pêras é igual: dezenas de variedades e só aparecem 1 ou 2 à venda.

Temos fruta tão boa e andamos a comer coisas monótonas e desinteressantes. Enfim, pelo menos estas maçãs que adoro já estão em época. Daqui até Abril é comê-las à dentada :)))

 

IMG_0053.jpg

 

Entretive-me a ler este estudo já com uns anos mas muito bem feito acerca deste assunto da produção das maçãs e pêras portuguesas.

 

 

publicado às 17:52


Assassin's Creed Rogue - Lisbon Earthquake

por beatriz j a, em 01.11.16

 

 

Isto é um videogame com uma missão passada na Igreja do Carmo (hoje em ruínas) e nas ruas de Lisboa durante o terramoto de 1755. Visão fantasiada, claro, mas muito bem imaginada e feita. Quando ele vai a fugir pelas ruas de Lisboa no meio do caos com as casas a ruir e fendas a abrirem-se nas ruas, ouve-se alguém perguntar, 'e a Beatriz, onde está?' :))) Cool!

 

 

 

publicado às 13:28

 

 

 

“Cândido aproxima-se, vê o seu benfeitor que reaparece um momento à tona e é tragado para sempre. Quer lançar-se ao mar, mas Pangloss lho impede, provando-lhe que a enseada de Lisboa fora feita expressamente para afogar o anabatista. Enquanto o provava a priori, o navio parte-se ao meio e todos perecem, com exceção de Pangloss, de Cândido e do brutal marinheiro que afogara o virtuoso anabatista; o facínora nadou até à margem, onde Pangloss e Cândido arribaram, agarrados a uma tábua.”

“Depois que se refizeram um pouco, encaminharam-se para Lisboa; restava-lhes algum dinheiro, com o qual esperavam salvar-se da fome, depois de haverem escapado à tempestade. Mal entravam na cidade, chorando a morte do benfeitor, quando sentem o solo tremer sob os seus pés; o mar, furioso, galga o porto e despedaça os navios que ali me acham ancorados. Turbilhões de chama e cinza cobrem as ruas e praças públicas; as casas desabam; abatem-se os tetos sobre os alicerces que se abalam; trinta mil habitantes são esmagados sob as ruínas. Assobiando e praguejando, dizia consigo o marinheiro: — Muito há que aproveitar aqui. — Qual poderá ser a razão suficiente deste fenómeno? — indagava Pangloss.”

“Depois do tremor de terra que destruiu três quartas partes de Lisboa, os sábios do país não encontraram meio mais eficaz para prevenir uma ruína total do que oferecer ao povo um belo auto-de-fé; foi decidido pela Universidade de Coimbra que o espectáculo de algumas pessoas queimadas a fogo lento, em grande cerimonial, era um infalível segredo para impedir que a terra se pusesse a tremer. Tinham, pois, prendido um biscainho que se casara com a própria comadre, e dois portugueses que, ao comer um frango, lhe haviam retirado a gordura: vieram, depois do almoço, prender o Doutor Pangloss e o seu discípulo Cândido, um por ter falado e o outro por ter escutado com ar de aprovação: foram ambos conduzidos em separado para apartamentos extremamente frescos, onde nunca se era incomodado pelo sol; oito dias depois vestiram-lhe um sambenito e ornaram-lhe a cabeça com mitras de papel”. (Voltaire, Candide 1759, excertos)

 

Li as declarações de uma professora do IPS que esteve em Itália para ver o impacto do sismo onde diz que se Lisboa voltasse a ter um sismo como o de 1755 -ocorrido neste Dia de Todos os Santos- os estragos seriam muito mais terríveis que os de Itália ou até os do Japão de 2011 porque ele foi de maior intensidade e alcance e porque não fazemos nada para nos prepararmos para esse impacto quando ele chegar, o que costuma acontecer de 200 em 200 anos. Portanto, estamos na saison...

No entanto, quem ouça os políticos e especialistas portugueses nestes últimos tempos, pensa estar no romance que Voltaire escreveu a propósito do terramoto de 1755, mais propriamente a ouvir o Pangloss. De repente somos extraordinários, estamos cheios de génios, tudo o que fazemos é excelente, temos a melhor cidade, o melhor povo, parece que ontem no debate da RTP acerca do tema do ambiente se concluiu que somos extraordinários a aproveitar as energias alternativas... e esse discurso panglossiano está por todo o lado.

Francamente, não percebo o que se passa mas há uma tal falta de auto-crítica e de realismo na avaliação do país que roça a ilusão alucinada. Dá ideia que esta gente todos os dias come uma ração de cogumelos especiais. E não são uma ou duas pessoas, são dezenas e começam logo no Presidente, ele mesmo. Depois estas coisas são como as aldrabices das pseudo-licenciaturas e dos que as desvalorizam: vêm por aí abaixo e todos imitam. É que uma coisa é ter auto-estima positiva e confiança no futuro, outra é iludirmo-nos relativamente ao que somos e fazemos.

Estes discursos de cientismo panglossiano fazem sempre lembrar as declarações dos cientistas e magnatas, em 1912, acerca da impossibilidade do Titanic se afundar devido à sua superioridade. Foi o que se viu...

 

 

publicado às 13:02


Big brother is looking

por beatriz j a, em 01.11.16

 

 

A recent ruling by the investigatory powers tribunal concluded that UK security agencies had been unlawfully collecting bulk data – which may have included medical and tax records – for 17 years from 1998, in contravention of article 8 of the European convention on human rights.

(Guardian)

 

 

publicado às 06:36

Pág. 8/8



no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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