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 setúbal

 

publicado às 17:43

 

 

Farange gosta do chefe da revolução (como ele lhe chama) nos EUA e quer um supertrump igual para Inglaterra.

 

 

publicado às 17:10


Adoro estas frases

por beatriz j a, em 24.11.16

 

Mourinho Félix diz que solução para crédito malparado será encontrada em 2017

 

É uma fé... em 2017 alguém há-de encontrar a solução não se sabe bem onde... talvez na rua, debaixo de uma pedra ou, na Cova da Iria, por exemplo, ou talvez esquecida dentro do bolso de um casaco... olha, talvez caia do céu...

 

 

publicado às 16:56


Intervalo

por beatriz j a, em 24.11.16

 

 

Desde as cinco da manhã a corrigir testes com um hiato de cinco horas de trabalho na escola. Daqui até acabar de ver tudo vão passar mais outras cinco ou seis horas ou mais. Agora é hora de pausa.

 

Música para corrigir testes (este versão é um bocadinho lenta para o meu gosto [é ao gosto do Karajan] e não tem o Tom Krause... mas pronto, tem o Fischer-Dieskau, a Gundula Janowitz e a Christa Ludwig... é para variar) pela tarde e noite dentro.

 

 

 

publicado às 16:45


Picture this

por beatriz j a, em 24.11.16

 

 

 BY NISHANT CHOKSI in The New Yorker

 

publicado às 05:16


Nocturna

por beatriz j a, em 23.11.16

 

 

 

 

 

 

publicado às 22:02


Consciência global

por beatriz j a, em 23.11.16

 

 

 

publicado às 18:59

 

 

They Only Want the Best for Us

Billionaires want to use business-world methods to solve global problems. The movement is now gaining traction in Germany, but is it really a help to humanity?
The development is so radical that NGOs and experts are concerned that soon, it will no longer be democratically elected politicians who decide which social problems will be solved and which not, but billionaires like Bill Gates and Susanne Klatten. Super-rich philanthropists, Germany's Manager Magazine recently wrote, have become "the fifth power in the state."

 

Oa bilionários não querem o melhor para nós, não: querem outras coisas como, limpar o nome, deixar o nome para a posteridade, etc. Até aí tudo estaria bem não fosse o caso de passarem a condicionar os projectos que os Estados apoiam com as suas escolhas pessoais, logo estes [Estados] em vez de representarem os interesses e prioridades dos cidadãos eleitores passam a representar os interesses e prioridades dos bilionários: as suas escolhas, os seus projectos, os seus métodos, os seus interesses, as suas prioridades, as suas mentalidades, as suas ignorâncias, etc.

Em que é que isto é diferente da interferência dos grandes grupos no Estado? Em nada.

 

 

publicado às 18:55

 

 

Tesla alimenta toda uma ilha só com energia solar

A solução encontrada pela Tesla e pela SolarCity garante o fornecimento energético durante três dias, mesmo que não haja luz solar e as baterias podem ser completamente carregadas em apenas sete horas.

 

 

 

 

publicado às 18:28


À portuguesa

por beatriz j a, em 23.11.16

A minha rua tem estado fechada ao trânsito por estar em obras. Hoje começaram a arranjar a secção a seguir ao cruzamento de modo que abriram a rua embora não esteja ainda acabada. Um par de horas depois de terem aberto a rua alguém estacionou o carro na faixa de rodagem e foi embora... e lá está o carro a entupir a passagem como se a rua fosse sua propriedade privada. Isto é o português típico... se pode, faz. Os outros que se lixem. p>

publicado às 17:15


Julian Assange about mass surveillance

por beatriz j a, em 23.11.16

 

 

 

"Are there legitimate forms of surveillance, for instance in relation to the? Four Horsemen of the Infopocalypse” (money laundering, drugs, terrorism and pornography)? And do we have the ability, through conscious action and technological savvy, to resist this tide and secure a world where freedom is something which the Internet helps bring about? The harassment of WikiLeaks and other Internet activists, together with attempts to introduce anti-file sharing legislation such as SOPA and ACTA, indicate that the politics of the Internet have reached a crossroads. In one direction lies a future that guarantees, in the watchwords of the cypherpunks, ?privacy for the weak and transparency for the powerful”; in the other lies an Internet that allows government and large corporations to discover ever more about internet users while hiding their own activities"

 

 

 

publicado às 13:43

 

 

Dia 10 de Dezembro é o dia internacional dos direitos humanos:

 

A Amnistia Internacional Portugal adotou este ano quatro casos, aos quais dedicará toda a sua atenção e trabalho:

 Annie Alfred (do Malawi), 

Edward Snowden (E.U.A.), 

Eren Keskin (Turquia), 

Shawkan (Egito).

 

Obama, que tanto fala de liberdade e direitos civis não fechou Guantanamo e não emite um perdão a Snowden. Porquê? Não sei. É uma grande desilusão e mancha um mandato muito mais positivo que negativo. No entanto, ainda está a tempo...

 

Assine as cartas.

 

 

Edward Snowden NSA Using FEAR Excuses to Spy on People -Interview 19 Nov 2016

 

 

O que pode cada um fazer para sabotar a vigilância em massa, a legislação que nos retira direitos à medida que alarga o quem, como e onde nos podem vigiar? Várias coisas:

 

1. Descarregue e passe a usar o browser 'Tor' que não arquiva dados sobre pesquisas e permite uma navegação anónima. Aqui

2. Se não sabe o que mais pode fazer, suporte os que sabem: pode aderir à Liga de Defesa da Internet [https://www.internetdefenseleague.org] ou apenas fazer uma doação, nem que seja de 10 euros a essa liga e/ou a outras organizações que lutem pelos nossos direitos como a Amnistia Internacional ou outra organização da sua preferência.

3. Nenhuma medida resulta se a situação não for conhecida. Divulgue, fale, argumente a favor dos Direitos Humanos e contra o abuso de poder dos organismos governamentais, das empresas e das secretas. Nenhum político/chefe/líder é o salvador da humanidade e cabe-nos a nós defendermo-nos, o que começa no círculo pessoal de cada um: a família, os amigos, o trabalho: resista às tentativas de lhe retirarem liberdade, autonomia e tudo o que a lei garante. Se não tem capacidade ou coragem para lutar contra o abuso do poder suporte os que o fazem. 

 

 

publicado às 13:08

 

 

Muito bom.

 

 

publicado às 05:04


Como uma pintura

por beatriz j a, em 22.11.16

 

 

 1966 - Inglaterra. Mulheres tentam ver a Rainha passar com os espelhos dos compactos. via namraka

 

(fui sapada! thanks 🙂)

 

publicado às 21:38

 

 

 

 

1. O culto da tradição.

2. A rejeição do modernismo. (O iluminismo com a sua racionalidade crítica é o início da depravação)

3. O culto da acção pela acção. (Pensar é uma forma de emasculação)

4. Discordância é traição.

5. Medo da diferença. (apelo contra os intrusos que destroem a pureza e a ordem internas)

6. Apelo às frustrações da classe média. (desemprego, pobreza, humilhação, inveja social)

7. A obsessão com conspirações. (O apelo à xenofobia como solução)

8. O inimigo é, ao mesmo tempo, demasiado forte e demasiado fraco.

9. O pacifismo é traficância com o inimigo.

10. Desprezo pelos fracos. 

11. Todos são educados para serem heróis.

12. Machismo através das armas. (desdém por todos que não escolhem a afirmação pelas armas)

13. Populismo selectivo. (escolhem-se uns para serem os porta-vozes do povo)

14. Uso de um vocabulário pobre. (quanto mais pobre o vocabulário mais pobres as ideias, menos complexas, mais simplistas)

 

daqui: anti-authoritarian-immune-system

 

 

publicado às 20:11

 

PS alarga desresponsabilização financeira a mais autarcas

... será extensível a quem desempenhe cargos em juntas de freguesia e não apenas em câmaras municipais.

 

Gastem que depois aqui o estúpido do povo paga que é para isso que viémos ao mundo.

 

 

publicado às 19:34


Perspectivas 🙂

por beatriz j a, em 22.11.16

 

 

 

publicado às 19:16

 

 

Este ano tenho uma turma do 10º ano muito engraçada. Têm sentido de humor. Há lá um rapaz que está no 10º ano pela terceira vez. O miúdo é esperto e tem densidade, logo, há esperança. Geralmente ataco estes casos com uma lógica no extremo oposto daquilo que eles esperam: que tenhamos muito baixas expectativas relativamente à sua capacidade de fazer algo de jeito. Mas eu gosto de desafios de modo que é com prazer que me atiro a caso complicados. [aqui há uns anos fiz um projecto (todo feito no meu tempo livre, não pedia crédito horário) dedicado a recuperar casos isolados complicados de várias naturezas; não mo aprovaram; nem o compreenderam... whatever... fiz na mesma porque a mim o que me interessa são os alunos enquanto pessoas e não o folclore e não deixo de ajudar alunos por causa das limitações alheias]

É claro que nem sempre se consegue mas como sou teimosa e não sei desistir quando acredito e gosto das coisas e das pessoas tenho muitos mais casos de sucesso que de falhanço. Então, desde a primeira aula comecei a puxar por ele sem ele perceber com pequenas provocações e outras estratégias que aqui não importa dizer e ele responde, porque é inteligente. Tornou-se muito participativo. Falei com os colegas do conselho de turma e ele está assim participativo em várias disciplinas o que me dá uma pista sobre as motivações dele. Hoje vi o teste dele e nota-se um grande esforço e vontade de acertar, apesar do português não ser a 1ª língua dele (ele não é português embora fale com muito desembaraço) o que lhe dificulta o trabalho. Gostei. Agora é preciso passar à fase seguinte que é conseguir que ele não perca o gás.

Mas o que quero dizer é que não é verdade que os alunos não se interessam por nada. A grande maioria interessa-se por muita coisa, só que, quando chegam a estas situações complicadas de muitos chumbos (ou não chumbos mas terem vidas muito difíceis - hoje a fazer actualização de dados de alunos dei-me conta que em vários casos a profissão da mãe é, 'desempregada' e a do pai também e nem sequer são os casos mais dramáticos...) já não sabem o que fazer, não sabem como interessar-se, como mostrar que querem interessar-se, já não acreditam... uma pessoa tem que acreditar por eles e pegar-lhes isso, sem eles perceberem.

Se as turmas não tivessem trinta e mais alunos podíamos evitar muita situação destas. Por exemplo, nesta turma há lá outro caso muito complicado. Uma pessoa a quem é muito, muito difícil chegar e que no entanto precisa muito que alguém lá chegue. Mas como é que uma pessoa pode focar-se em vários alunos complicados em turmas tão grandes e com tantas turmas... fora o resto do trabalho?

Este ministro falhou o teste mais importante e estou desejando que se vá porque cada dia que passa sem fazer o que tem que ser feito é mais um prego no caixão da educação. Não está à altura dos desafios. 

 

 

publicado às 19:02

 

 

Sentem-se legitimados.

 

publicado às 05:58


Blogs por aí

por beatriz j a, em 22.11.16

 

 

Lisboa candidata a Pandemónio da Humanidade

oconfidencial.blogs.sapo

 

 

publicado às 05:44



no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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