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Post (não só) para fanáticos de livros

por beatriz j a, em 27.04.14

 

 

 

 

 garden librairy EOTR

 

publicado às 04:44


Damn right!

por beatriz j a, em 27.04.14

 

 

 

As the ideology of scientism spreads to the study of art and literature, Roger Scruton argues that we risk believing that brains are but matter, paintings are but pixels, and all culture is nothing but “memes.”

 

 

publicado às 04:40


Do gabinete de curiosidades

por beatriz j a, em 26.04.14

 

 

 

 

 

 

O espelho é feito de prata polida e a pega, com a forma da deusa Hathor, é de ouro. Hathor é a deusa da beleza e da sexualidadee pode ser representada na forma de mulher com orelhas de vaca. O espelho mede 29.3cm de altura.

Encontrado no Alto Egipto, Tebas. 18ª dinastia, reino de Tutmose III, 1479-1425AC

Fonte: Metropolitan Museum

 

 

publicado às 19:48


Coisas boas

por beatriz j a, em 26.04.14

 

 

 

Fiz um intervalo :) Liguei a TV no canal História. Está a dar um documentário muito bom sobre a luta estudantil em Coimbra nos anos sessentas. Com testemunhos e muitas imagens da época.

 

 

publicado às 15:23


Ganhar coragem

por beatriz j a, em 26.04.14

 

 

 

Deixei a cozinha num petite caos e vim aqui beber um copo de vinho (não é cedo, não, que tomei o pequeno almoço às cinco e picos da manhã) e ganhar coragem para o dia de hoje: cozinhar para o almoço de amanhã e fazer grande parte do trabalho para entregar online na terça à noite (neste pc velhinho preso por adesivos) porque amanhã é o dia todo de volta do almoço (já não estou habituada a cozinhar para quinze ou vinte pessoas) e, segunda e terça, trabalho na escola de manhã e de tarde - não vou ser capaz de trabalhar à noite na formação. Preciso de uma música de motivação.

 

 

 

 

 

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publicado às 11:03


Are you?

por beatriz j a, em 26.04.14

 

 

 

 

 

publicado às 07:15


Post to myself

por beatriz j a, em 26.04.14

 

 

 

Bons conselhos ou, boas práticas: um amigo meu disse-me aqui há uns tempos, a propósito de um acontecimento muito doloroso da sua vida, 'não penso nisso, não sou cruel para mim próprio'.

 

 

publicado às 07:13


Daily breakfast

por beatriz j a, em 26.04.14

 

 

 

imagem da net

 

 

publicado às 06:45


Insightful questions

por beatriz j a, em 26.04.14

 

 

 

How old would you be if you didn’t know how old you are?

 

 

publicado às 06:43


All those moments lost in time...

por beatriz j a, em 26.04.14

 

 

 

"I've seen things you people wouldn't believe. Attack ships on fire off the shoulder of Orion. I've watched C-beams glitter in the dark near the Tannhauser Gate. All those moments will be lost in time, like tears in rain. Time to die."
(from Blade Runner via Filipe F. Coutinho)
Photo: "I've seen things you people wouldn't believe. Attack ships on fire off the shoulder of Orion. I've watched C-beams glitter in the dark near the Tannhauser Gate. All those moments will be lost in time, like tears in rain. Time to die."
· · 

publicado às 06:33


Do que o 25 de Abril nos livrou

por beatriz j a, em 26.04.14

 

 

 

Em Portugal, nos tempos do Dr. Salazar todos se esforçaram por manter a mulher no papel tradicional de mãe, dona-de-casa e acima de tudo a mulher que era totalmente e voluntariamente (???) submissa ao marido.

 

Escrevia Salazar nesses tempos pelo seu próprio punho…o lugar da mulher é no seu papel essencialmente familiar, como mãe, esposa, irmã ou filha de todos os que somos em Portugal…dizia mais ”o trabalho da mulher fora do lar desagrega este, separa os membros da família, torna-os um pouco estranhos uns aos outros…sendo que Salazar convictamente achava que a mulher deveria permanecer fora do universo laboral e porquê???... ” nunca houve nenhuma dona de casa que não tivesse imenso que fazer” (e MAI NADA!!!)devendo pois confinar-se a sua presença e actividade aos espaços considerados “próprios”!!!!

 

Uma outra revista que teve um papel importante nessa altura foi a Menina e Moça, revista da mocidade portuguesa feminina, não posso deixar de passar para aqui alguns excertos interessantes:

 

…” a mulher ocupada a sério com a sua casa não tem tempo, nem paciências para se entreter com a vida alheia” (MM, 1961, 157)

 

…“vítimas (as americanas) de frustração mental” por viverem “torturadas pelo excesso de máquinas no lar”, mergulhadas em situações de “infelicidade doméstica”, que se ficariam sobretudo a dever a motivos como “a falta de conhecimentos de administração caseira, os casamentos demasiado precoces e a futilidade de espírito de muitas jovens” (MM, 1961, 165).

 

….“a não haver uma dona de casa”, perdendo-se “o contacto com a família”, convivendo-se dessa maneira “com muita gente mal formada, mal-educada, pervertida” e comprometendo-se “com uma vida fútil e superficial, (...) arrastada pelas tentações do luxo e das despesas, e pelas relações de acaso.” (MM, 1962, 176).

 

O engraçado é que a constituição de 1933 tinha estabelecido o princípio da igualdade entre cidadãos perante a Lei mas… Há sempre um mas e que obviamente dizia respeito à mulher, eram referenciadas diferenças resultantes da natureza da mulher e do bem estar da família, da sua importância como elemento unificador. Basicamente a mulher estava assim na segunda linha na família e também na sociedade.

 

No «Estado Novo» dentro da família os direitos eram exercidos pelo marido. A Lei Portuguesa da altura designava o marido como chefe de família, a mulher casada acabava por ter menos direitos que a mulher solteira que era considerada uma cidadã de plenos direitos, o que queria dizer que basicamente não tinha «homem» para os exercer na sua vez.

 

À mulher foi-lhe concedido o direito de voto a partir de 1931, sendo que já fortemente condicionado pela ditadura, poderia exercer esse direito desde que fosse diplomada ou tivesse terminado o secundário, ao homem era apenas exigido que soubesse ler e escrever. A mulher não podia exercer nenhum cargo político e não tinha os mesmos direitos na educação dos filhos, o pai tinha a sua função sobrevalorizada e a mãe subvalorizada pelo facto de que perante a lei apenas deveria ser «ouvida».

 

Quanto aos divórcios, ahhh sim havia muito menos que nos dias de hoje…basicamente o divórcio era proibido nos casamentos católicos, pelo que todas as crianças nascidas posteriormente ao primeiro casamento eram consideradas ilegítimas. Assim quando as mães pecadoras iam registar os seus bebés as alternativas eram escassas, ou era dado o nome à criança do primeiro marido ou teria que assumir o estatuto de «mãe incógnita», mas a criança nunca poderia ter o nome do marido actual.

 

Quanto às profissões as limitações também eram algumas, as mulheres não tinham acessos a profissões que eram designadas exclusivamente para os homens tal como :

 

- Magistraduta;

 

-Diplomacia;

 

-Politica,

 

Etc…

 

Há situações curiosas, que se não fossem a «verdade» do nosso passado tão próximo, hoje não deixariam de ser histórias fantásticas para animar jantares de famílias e até de amigos.

 

É de relembrar que por exemplo antes do 25 de Abril as mulheres casadas não podiam mexer nas suas propriedades, as enfermeiras não podiam casar e as professoras não podiam casar com qualquer pessoa, sendo que caso quisessem prevaricar e experimentar o «casório» tinham que para isso de pedir autorização, que depois de concedida saía publicado em Diário da Republica e mais, estava também escrito que uma professora nunca poderia casar com alguém que ganhasse menos que ela.

 

Uma mulher casada não podia por exemplo ir para o estrangeiro sem que tivesse uma autorização do marido e também sem autorização não poderia trabalhar! Básicamente o marido tinha poder perante a lei para chegar ao local de trabalho da mulher e dizer que não a autorizava a trabalhar e ela tinha que ser despedida. (do blog 'sem fru-fru)

 

 

publicado às 05:23

 

 

 

 

 

 

 

Liberdade

 

Ser livre é querer ir e ter um rumo
e ir sem medo,
mesmo que sejam vãos os passos.
É pensar e logo
transformar o fumo
do pensamento em braços.
É não ter pão nem vinho,
só ver portas fechadas e pessoas hostis
e arrancar teimosamente do caminho
sonhos de sol
com fúrias de raiz.
É estar atado,amordaçado,em sangue,exausto
e,mesmo assim,
só de pensar gritar
gritar
e só de pensar ir
ir e chegar ao fim.

De Armindo Rodrigues (1904 - 1993)

 

 

publicado às 22:32


World, can we stop now?

por beatriz j a, em 25.04.14

 

 

 

"É reduzido o número daqueles que vêem com os seus próprios olhos e sentem com o próprio coração. Mas da sua força dependerá que os homens tendam ou não a cair no estado amorfo para onde parece caminhar hoje uma multidão cega. (Albert Einstein - 'como eu vejo o mundo')

 

 

 

(do blog conversavinagrada)

 

 

publicado às 22:07


Joana Vasconcelos: o lado bom da força

por beatriz j a, em 25.04.14

 

 

 

Joana Vasconcelos

 

 

publicado às 21:48

 

 

 

 

Sobre a educação, a economia e a política. As Universidades estão a passar pelo processo que atingiu antes as escolas: burocracia, inacção, cortes, incapacidade do governo de intervir nas áreas fundamentais para que se possa enfrentar o futuro. Necessidade de mudança, de movimentos de mudanças políticas, de disponibilidade de quem é capaz de pôr em marcha forças de mudança.

 

 

publicado às 21:25


Mário Soares no largo do Carmo...

por beatriz j a, em 25.04.14

 

 

 

... acho normal. Cada um escolhe o que para si faz sentido nas comemorações do dia da Liberdade. Agora ir para ali falar de políticos que abusam, que empobrecem o povo, etc.... é preciso descaramento.

 

 

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publicado às 21:12


O meu 25 de Abril?

por beatriz j a, em 25.04.14

 

 

 

Doente, na cama, a tratar uma hepatite... soube da revolução por uma empregada quando me acordou para tomar o pequeno almoço. Disse-me que tinha havido uma revolução, dizia-se que tinham morto o Américo Thomaz e que o Marcello Caetano estava desaparecido. Mais tarde a minha mãe disse-me o que se estava a passar. Como não podia levantar-me nem tinha forças para ler, ouvia a rádio mas ainda estava desligada dos acontecimentos, quer dizer, ainda não me batiam na cara, eram assim uma coisa longínqua.

Nessa altura morava no Alentejo e estudava em Évora. As minhas irmãs que também estudavam em Évora, quando vinham a casa, ao fim de semana, contavam-me as novidades do que se passava na cidade e no Liceu.

Levantei-me quinze dias depois, ainda não completamente curada mas fartíssima de estar para ali há tanto tempo estacionada na cama e voltei para a escola, pois não queria chumbar o ano por falta de comparência.

Quando voltei à escola o ambiente ainda não era caótico e acabei o ano com relativa normalidade. Andava no que então se chamava o 4º ano dos Liceus. Tinha treze anos, quase a fazer catorze.

Fomos de férias, como de costume e voltámos em Setembro, porque as aulas começavam, tradicionalmente, no dia a seguir ao da República. Uns dias antes das aulas começarem, a 28 de Setembro, houve uma tentativa de golpe militar frustrada que teve como consequência todas as fortunas do país, grandes e menos grandes, fugirem daqui a sete pés. Marco esse como o primeiro dia do início do caos, porque o 'verão quente' começou aí a dar os primeiros passos -no Alentejo- que havia de levar ao PREC.

O ano lectivo de 74/5 foi, esse sim, caótico. Desde o início a UEC (juventude comunista) e outros seus satélites à esquerda (sendo que eram muito mais à esquerda do que hoje são) assumiram o comando do Liceu.

Organizavam RGAs (reuniões gerais de alunos) a torto e a direito, falavam em sanear os professores mais exigentes (acabaram por ocupar a sala de professores), faziam o que hoje se chama 'bullying' a todos os que não lhes fossem favoráveis. Por essa altura era quase proibido, lá no Alentejo, não ser de esquerda e, quem não o era, mesmo sendo a favor do 25 de Abril e do fim da ditadura, andava caladinho; no entanto, éramos todos colegas de Liceu e conhecíamo-nos desde antes do 25 de Abril de modo que sabíamos muito bem quem eram os desprezíveis que se aproveitavam da situação apenas para melhorar a sua situação particular.

Eu, que já na altura tinha inclinações filosóficas muito fortes, um sentido de justiça muito apurado, uma pancada com a questão da verdade e, a tendência de me pôr sempre do lado das minorias vítimas, comecei a entrar em choque com algumas pessoas. Rapidamente nos tornámos todos muito politizados.

O ambiente era de tensão porque fora dos portões do Liceu, na cidade de Évora e nas herdades e quintas ali à volta as coisas iam aquecendo gradualmente com acusações, prisões arbitrárias e outros abusos, de que fui testemunha directa mas que não vou agora aqui contar.

Por essa altura eram mais os dias sem aulas que com aulas porque, mesmo que não houvesse greve (o que era comum) a maioria dos professores tinha receio de afrontar os UECs, como lhes chamavamos. Entrei um dia, depois de muita insistência, na sala de professores ocupada. Entrei, olhei e saí porque passava-se lá a maior rebaldaria que nada tinha a ver com nenhum ideal de democracia.

Em suma, talvez por não ter vivido uma vida de dificuldades antes do 25 de Abril, a revolução não me apareceu imediatamente como uma coisa extraordinária e parecia-me, sobretudo, que não tinha tido sido feita pelas pessoas certas, que não era verdadeira; que as pessoas que agora mandavam era iguais às anteriores no sentido de não quererem, de facto, democracia ou partilha de poder. Não, queriam o poder todo para si e queriam vingança.

Por essa altura tinha lido o 'Arquipélago de Gulag' que a minha mãe comprou em 73 (ainda cá está em casa) e tinha uma ideia do comunismo muito diferente de outras pessoas da minha idade. Mais, via semelhanças em muitos processos que então tentavam instaurar pelo Alentejo com outros que tinha lido no livro e só reparava em injustiças por todo o lado.

Como era ainda muito miúda, dividia as pessoas em: os que só querem rebaldaria, os que querem vingança, os que falam de liberdade mas andam a perseguir outros, os cobardes que se calam por medo, os desprezíveis que se aproveitaram da situação para lixar os inimigos e subir na vida e os outros, os que continuavam iguais a si, à direita ou à esquerda e, não se deixavam levar por mentiras ou interesses. Identifiquei-me com estes últimos e, como sempre fui destemida, quando a F... da UEC fazia aqueles discursos para meter medo numa qualquer RGA a que fosse (raramente ía porque não tinha paciência para aquilo), em que falava do mal que havia de acontecer aos fascistas (todos que não eram seus admiradores) no dia seguinte entrava no Liceu, sozinha, com uma data de fios ao percoço, cada um de um partido qualquer da direita, só para marcar posição porque eu não era de partido nenhum, como continuo a não ser.

Uma professora, de quem todos tinham imenso medo por ser muito exigente e que queriam sanear veio ter comigo dizer que admirava muito a minha coragem mas que devia ter cuidado. Era o que me diziam as minhas amigas, 'qualquer dia dão-te uma sova'. Nunca me aconteceu nada. Não tinha medo nenhum deles.

Só muito mais tarde me apercebi do outro lado do 25 de Abril, o lado da Liberdade.

 

 

publicado às 19:22


Portugal por aí

por beatriz j a, em 25.04.14

 

 

Duas camélias (do blog 'Dias com Árvores)

 

 

 

 

publicado às 18:02

 

 

 

... são o cerne da democracia. A conflitualidade baseada no confronto de ideias é própria da democracia. A alternativa, a discussão, a crítica, o conflito, são o cerne da democracia e, onde não existem, não há democracia; onde não há democracia e o discurso é unidimensional, perdemos todos, tornamos a democracia medíocre, um mero simulacro, uma formalidade sem vida. As escolas estão assim... e a Europa dos governantes, que não é a mesma que a Europa dos povos, também está assim...

 

 

publicado às 14:24


Se isto é verdade, a FENPROF tem razão

por beatriz j a, em 25.04.14

 

 

...porque o ME, ora usa o argumento da excepcionalidade da carreira docente, ora o da não excepcionalidade da carreira docente, como lhe convém, sempre para prejudicar os professores. E, a ser verdade a falta de honestidade negocial concretizada no sonegar de informação, neste caso através da tentativa de tornar as actas irrelevantes e, com isso, pretender tornar as vozes críticas irrelevantes, acho muito grave: é exactamente por causa da impunidade com que os que deviam dar o exemplo se comportam de forma anti-democrática que depois, por esse país fora, todos os gatos pingados que têm um cargozinho qualquer se acham validados para se comportarem como pequeninos ditadores que destroem tudo e todos à sua volta que não sejam seus capachos.

Comemora-se hoje o dia da Liberdade mas, para essa gente que se arrasta pelos corredores do poder, isso é uma palavra que usam mas não praticam.

 

 

Fenprof leva vinculação docente ao fim de cinco anos ao TC
.
.

Entende a Fenprof que o Ministério da Educação e Ciência (MEC) desrespeitou a lei negocial, por não ter havido a negociação suplementar da proposta de diploma que revê o regime de concursos de professores e educadores, conforme solicitado pelos sindicatos.

 

A confirmar também que o processo não foi concluído, está o facto de as atas não terem sido assinadas, nem sequer dadas a conhecer a todas as organizações sindicais envolvidas. E não foram porque o MEC, na primeira versão que enviou, por exemplo, à Fenprof, omitiu partes importantes da reunião [...]. Essa ata foi devolvida e o MEC teve de fazer uma nova versão que não está ainda assinada, e cujo conteúdo é desconhecido das três organizações sindicais", defendeu a federação de professores.

A Fenprof pretende ainda denunciar a situação aos grupos parlamentares, "para que a Assembleia da República tome as medidas adequadas no sentido de ser cumprida a lei".

 

A alteração legislativa hoje aprovada pretende acabar com as situações de docentes que, até agora, eram contratados durante anos a fio sem serem integrados nos quadros das escolas.

 

Agora passa a haver um limite de cinco anos de contratos de trabalho consecutivos, no caso dos professores com horários anuais e completos.

 

As reuniões com os sindicatos para negociar este diploma terminaram sem acordo, com as duas federações representativas dos professores a defenderem que os docentes devem ser integrados nos quadros ao fim de três contratos, como estipulado no regime geral de trabalho.

 

O MEC tem defendido o afastamento da lei geral e a aplicação da regra dos cinco anos aos professores, com base no argumento da excepcionalidade da carreira docente.

 

 

publicado às 13:48



no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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