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dos alunos

por beatriz j a, em 06.02.13

 

 

 

Hoje passei o filme Ágora na aula do 11º ano. Os miúdos ficam chocados, com a violência com que as religiões se degladiam, com o modo como discriminam e perseguem as mulheres e com o desprezo que mostram pelo conhecimento. É claro que uma pessoa contextualiza os factos no tempo e no espaço mas a evidência da intolerância das religiões é inevitável... hoje, como então...

 

publicado às 15:00


filmes - the Master

por beatriz j a, em 05.02.13

 

 

 

 

 

The Master aborda a questão das seitas e cultos que crescem à volta duma figura carismática, manipuladora, que, com uma linguagem pseudo-científica adopta uma estratégia de dar a cada um a narrativa que precisa. No caso do personagem principal do filme, interpretada por Joaquin Phoenix, um retornado da guerra, alcoólico, perturbado, desajustado e perdido, uma narrativa que lhe dá um contexto para explicar o passado, um propósito para pensar o futuro e um sentido de utilidade para aguentar o presente que ele aceita, embora nunca se deixe possuir, por assim dizer.

A interpretação do Joaquin Phoenix é assombrosa. A câmara, que filma com um realismo, às vezes assustador, é muito invasiva a ponto de deixar os actores muito expostos. Pois o Joaquin Phoenix deixa-se ver completamente na sua condição humana: muito magro, com explosões de violência que andam a par duma vulnerabilidade emocional instável, constrói um personagem dum muito intenso realismo.

Ninguém, no filme, está à altura dele, embora o Philip Seymour H. esteja muito melhor do que é costume, o que terá que ver com a qualidade do co-actor com quem tem, no filme, uma relação única de identidade. Não é que os outros actores não estejam bem, mas o Joaquin Phoenix está noutra categoria muito acima.

Duas actrizes destacam-se pela qualidade do trabalho embora tenham pequenos papéis: a Laura Dern e a Madisen Beaty, que faz de Doris.

Um filme muito bom.

 

 

 

publicado às 21:34


Quanto é pagamos a este tipo?

por beatriz j a, em 05.02.13

 

 

 

 

A RTP enviou um e-mail a várias entidades ligadas ao sector dos Media pedindo que participem com sugestões para a “gestão sustentável” da empresa.

 

A mensagem, que chegou esta terça-feira ao mercado, foi encaminhada pelo Gabinete de Apoio e Assessoria ao Conselho de Administração da empresa. Entre os destinatários estão trabalhadores da estação pública, colaboradores, espectadores e ouvintes, produtores independentes, empresas e instituições de media que tenham parcerias com a RTP, Entidade Reguladora , associações do sector, instituições não governamentais ou de solidariedade social e sindicatos de trabalhadores.


Quer dizer, aceita o cargo e depois vai perguntar a outros como deve fazer o seu trabalho...



publicado às 20:25


cada vez mais

por beatriz j a, em 05.02.13

 

 

 

 

“Deus deu aos portugueses um pequeno país como berço, mas o mundo todo como túmulo” (Padre António Vieira)


(God gave the Portuguese a small country as cradle but all the world as their grave - Priest António Vieira)



publicado às 13:34


No other love - Jo Stafford

por beatriz j a, em 04.02.13

 

 

 

 

publicado às 22:31


Pobre classe média

por beatriz j a, em 03.02.13

 

 

 

Pobre classe média

por Martim Avillez Figueiredo

Existe uma discussão séria sobre a possibilidade de uma fatia da classe média portuguesa poder precipitar-se pelos degraus da escada social abaixo - isto porque a crise lhe dará esse terrível empurrão. Primeiro, porém, convém perceber de que pessoas é hoje feito o país. Números absolutos, já se sabe, não existem.

Portugal tem esta inquietante mania de não se medir e quantificar, pelo que os números são sempre duvidosos. Ainda assim, é possível traduzir deste modo (não científico, mas seguindo os escalões de rendimento definidos pelo fisco nacional) os 10 milhões que somos: cerca de 2 milhões vivem com pouco mais de 400 euros por mês. São os muito pobres, no extremo do mapa social - cerca de 700 mil famílias. Do outro lado, estão cerca de 500 mil portugueses que vivem com mais de 60 mil euros por ano - ou seja, 180 mil famílias. São os ricos. Sobram 100 mil (37 mil famílias) que vivem acima disso: os muito ricos, com mais de 150 mil euros por ano. Ou seja, pobres, ricos e muito ricos são menos de 1/3 da população.

Em Portugal, os ricos (como se percebe fazendo as contas) têm rendimentos mensais que não ultrapassam os 5000 euros brutos mensais - qualquer coisa como 3000 euros líquidos todos os meses. Com dois filhos na escola privada são 700 euros. Um empréstimo da casa (com juros baixos) cerca de 600 euros. Despesas correntes, como água e TV Cabo, uns 170 euros mensais. Um carro soma 300 euros mês. E nas despesas de alimentação é difícil uma família de 4 gastar menos de 800 euros mensais. Pois: sobram menos de 500 euros por mês, e ainda falta roupa, férias, médicos. 

Antes de respirar, veja-se então o que assusta os economistas: as classes médias. De acordo com esta divisão, são cerca de 2 milhões de famílias. E os seus vencimentos médios mensais (uns 1600 euros) não chegam para pagar sequer as despesas fixas básicas dos chamados ricos - portanto está-lhes vedada a educação privada, a compra de um carro e a compra de uma casa media... Ou então endividam-se. O que isto quer dizer é que a classe média portuguesa é muito pobre. E que os chamados ricos são aquilo que no resto da Europa é considerada a classe média. Todos eles dependem do emprego - e mesmo com emprego passam a vida a contar os tostões ou a trabalhar para pagar dívidas de férias baratas em Punta Cana. Dito de outro modo: o empobrecimento nacional significa que cerca de 3,5 milhões de famílias portuguesas vivem à beira do precipício social. O mais terrível é que é deles que depende a economia.

Martim Avillez Figueiredo

 

publicado às 09:07


:)))

por beatriz j a, em 02.02.13

 

 

 

 

 

 

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publicado às 11:39


Factos

por beatriz j a, em 01.02.13

 

 

 

 

 

 

Photo

 

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publicado às 22:32

 

 

 

Why Parents Need to Let Their Children Fail

 

This is what we teachers see most often: what the authors term "high responsiveness and low demandingness" parents." These parents are highly responsive to the perceived needs and issues of their children, and don't give their children the chance to solve their own problems. These parents "rush to school at the whim of a phone call from their child to deliver items such as forgotten lunches, forgotten assignments, forgotten uniforms" and "demand better grades on the final semester reports or threaten withdrawal from school." One study participant described the problem this way:

I have worked with quite a number of parents who are so overprotective of their children that the children do not learn to take responsibility (and the natural consequences) of their actions. The children may develop a sense of entitlement and the parents then find it difficult to work with the school in a trusting, cooperative and solution focused manner, which would benefit both child and school.

These are the parents who worry me the most -- parents who won't let their child learn. You see, teachers don't just teach reading, writing, and arithmetic. We teach responsibility, organization, manners, restraint, and foresight. These skills may not get assessed on standardized testing, but as children plot their journey into adulthood, they are, by far, the most important life skills I teach.


I'm not suggesting that parents place blind trust in their children's teachers; I would never do such a thing myself. But children make mistakes, and when they do, it's vital that parents remember that the educational benefits of consequences are a gift, not a dereliction of duty. Year after year, my "best" students -- the ones who are happiest and successful in their lives -- are the students who were allowed to fail, held responsible for missteps, and challenged to be the best people they could be in the face of their mistakes.

 

I'm done fantasizing about ways to make that mom from 13 years ago see the light. That ship has sailed, and I did the best I could for her daughter. Every year, I reassure some parent, "This setback will be the best thing that ever happened to your child," and I've long since accepted that most parents won't believe me. That's fine. I'm patient. The lessons I teach in middle school don't typically pay off for years, and I don't expect thank-you cards.

 

I have learned to enjoy and find satisfaction in these day-to-day lessons, and in the time I get to spend with children in need of an education. But I fantasize about the day I will be trusted to teach my students how to roll with the punches, find their way through the gauntlet of adolescence, and stand firm in the face of the challenges -- challenges that have the power to transform today's children into resourceful, competent, and confident adults.



publicado às 22:12


Did you know?

por beatriz j a, em 01.02.13

 

 

 

 

cute :)

 

 

 

 

{#emotions_dlg.inlove}

publicado às 20:48


Did you know?

por beatriz j a, em 01.02.13

 

 

 

 

 

 

 

 


 

publicado às 20:45


Escolhas do Duarte :)

por beatriz j a, em 01.02.13

 

 

 

 

publicado às 20:32


How cool is this?

por beatriz j a, em 01.02.13

 

 

 

 

Rolling Words

Rolling Words (2)

Rolling Words (2)

Rolling Words (1)

Rolling Words (1)

Designed by Pereira & O’Dell

 

publicado às 20:20


identidades

por beatriz j a, em 01.02.13

 

 

 

 

Este sangrar em carne e palavra; este sangrar às vezes além da carne, e mais forte que toda palavra.

Ruy Espinheira Filho



publicado às 16:05


Porque não experimenta?

por beatriz j a, em 01.02.13

 

 

 

 
O Idiota do dia:www.jobfortheboys.comwww.facebook.com/jobsfortheboys

publicado às 15:10


Pindéricos...

por beatriz j a, em 01.02.13

 

 

 

 

Comunistas disseram que "por honestidade e coerência" não podiam acompanhar homenagem dos deputados ao major-general Jaime Neves, que morreu no domingo.

Com o grito de guerra "Mama sume" (que significa "prontos para o sacrifício"), um pequeno grupo de antigos comandos, que se reconheciam pelas suas boinas, assinalaram a aprovação do voto de pesar do Parlamento ao major-general Jaime Neves, uma das figuras centrais do 25 de novembro e que morreu no domingo. Mas as bancadas à esquerda do Parlamento (PCP, Bloco de Esquerda e Verdes) votaram contra o pesar apresentado em conjunto pela maioria e socialistas.



Tags:

publicado às 14:05


...

por beatriz j a, em 01.02.13

 

 

 

 

Lava que corre fundo

não emerge facilmente.

 

(...)

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publicado às 07:33


shiuu

por beatriz j a, em 01.02.13

 

 

 

 

Bring back shushing librarians

 

According the Pew study, quiet matters more to library patrons than special programs for kids or job-search resources or access to fancy databases or classes and events or spaces for public meetings. It matters more to them than the ability to check out e-books or engage in “more interactive learning experiences” — areas that many library experts seem to regard as top priorities for the libraries of the future.

African-American and Hispanic respondents to the Pew survey rated the availability of computers and Internet access in libraries more highly than whites. The library has become a godsend to lower-income citizens who may not be able to afford their own computers at a time when society has become ever more dependent on them. But 89 percent of African-Americans (as well as 81 percent of urban residents and 81 percent of women) also consider quiet to be a very important provision. Poor people don’t just feel the lack of pricey communications tools. If you live with family members in crowded conditions, it isn’t easy to find the tranquility to read, study or write — which makes it that much harder to get the education you need to improve those conditions.

 

publicado às 06:15

Pág. 9/9



no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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