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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau

Gostei :) Imenso. Ter um quarteto de excelentes actores também ajuda muito.
É quanto me tiram, em de cada mês, no salário, já contando com a reposição do subsídio de Natal. Portanto, a reposição do subsídio não serviu para recebermos dinheiro que nos tiraram inconstitucionalmente mas, para nos tirarem ainda mais dinheiro. Que outro nome se pode dar a isto senão roubo? E, leio hoje nos jornais que o Conselho de Ministros está reunido a congeminar roubar-nos ainda mais... enquanto enfia mais 1 bilião no BPN.
Até quando suportaremos isto?
Acabo de receber um email a informar que uma pessoa tal agora me segue no twitter... só que, eu não uso o twitter...
Capicuo-me vezes sem conta
Sem tomar em conta quem sou.
Somo e subtraio parcelas ambíguas
Com pontas laças mas contiguas.
Multiplico imperfeições,
E divido o ser em três
Um para as existências.
Dois para as esperanças.
E três para os porquês.
Porquês?? porque sim, porque não, porque talvez....
Esperanças vãs e existências sem frações irredutiveis.
Discutiveis mas sempre irresolúveis.
Sou assim uma matemática estranha
De caracteres alfanuméricos sem sentidos
Mas sempre com porquês,
Sempre com esperanças ,
Com existências...
Bruno Amoroso
The Loneliness of the Long Distance Runner
Alden Nowlan
My wife bursts into the room
where I'm writing well
of my love for her
and because now
the poem is lost
I silently curse her.
Lying, thinking
Last night
How to find my soul a home
Where water is not thirsty
And bread loaf is not stone
I came up with one thing
And I don't believe I'm wrong
That nobody,
But nobody
Can make it out here alone.
Alone, all alone
Nobody, but nobody
Can make it out here alone.
There are some millionaires
With money they can't use
Their wives run round like banshees
Their children sing the blues
They've got expensive doctors
To cure their hearts of stone.
But nobody
No, nobody
Can make it out here alone.
Alone, all alone
Nobody, but nobody
Can make it out here alone.
Now if you listen closely
I'll tell you what I know
Storm clouds are gathering
The wind is gonna blow
The race of man is suffering
And I can hear the moan,
'Cause nobody,
But nobody
Can make it out here alone.
Alone, all alone
Nobody, but nobody
Can make it out here alone
Maya Angelou
Vou a uma visita de estudo. O dia todo. Longe. No Alentejo profundo. Não é uma coisa que faça com frequência ou que goste muito de fazer porque acho extremamente cansativo, mesmo quando a visita é interessante. Cansa-me sobretudo quando vai muita gente, como é o caso. Ademais, no grupo de alunos que me distribuíram ( a visita não é minha, vou como acompanhante) puseram um aluno que ninguém tem paciência para aturar, nem professores, nem colegas, porque é um palerma profissional, mentiroso e troca-tintas; o miúdo está piúrço porque não morre de amores por mim, 'to say the least' :) Não gosta do facto de eu não lhe dar abébias e não poder andar a fazer 'bullying' aos colegas como, pelos vistos, costumava fazer, no ano passado. Ainda hoje tivémos um desaguisadozinho onde aproveitou para dizer que eu embirro com ele e blá, blá, blá...de modo que ainda é mais essa ralação de ter que andar sempre de olho nele a ver se não faz asneiras.
O Conan Doyle estava muito à frente do seu tempo. Nas ideias, na psicologia dos personagens... The Last Vampyre é um dos contos dele que mais gosto. É passado numa vila pequena de província onde as pessoas são fechadas, nos costumes e na mentalidade. Ele é cirurgico a diagnosticar o comportamento dos personagens.
"If it doesn't come bursting out of you / in spite of everything, / don't do it." - Charles Bukowski
Odeio quem me rouba a solidão sem em troca me oferecer verdadeira companhia. (Nietzsche)
Obcecada com aquela música.
IV.
Тебя я потеряла где-то здесь.
Я помню, что отсюда никуда
Не выходила, и никто не выходил,
И надо только вспомнить, где, когда
Я видела тебя последний раз
Любимым.
IV.
Perdi a você por aqui, n’ algum lugar.
Lembro que daqui eu não saí para
Lugar algum, e que ninguém saiu.
É preciso apenas recordar por onde, e quando,
Eu vi você pela última vez,
Querido.
Vera Pavlova
(Tradução: Aurora Bernardini)
Gosto. Da fachada com um ar estranho, muito apropriada ao espírito filosófico e, da decadência do aspecto exterior como convém a quem todo se embrenha no interior descurando um pouco o exterior. Também gosto da promessa de bebidas alcoólicas, pois o filosofar casa muito bem com a boa disposição de espírito :)
Se tivesse muito dinheiro ao ponto de poder ser auto-indulgente abria um Philosophers Club que servisse de refúgio de sanidade mental a todos os excêntricos pensantes agoniados com o mundo. Havia de ter uma sala para todos e cada um dos gostos: a dos góticos medievais, a dos antigos, à maneira dos simposiuns, a dos empiristas, cheia de instrumentos, a dos racionalistas de espírito matemático, a dos dialécticos marxistas, a dos existencialistas minimalistas e por ai fora.
Parece que este clube da fotografia já fechou.É pena.
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