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A crise...

por beatriz j a, em 29.08.11

 

 

 

 

Os portugueses já não compram nada. Poupam. Gastam menos 14 litros de água por dia. O comércio está todo fechado porque ninguém tem dinheiro para compras. Entratanto, o governo derrapou as despesas com os vencimentos dos nomeados -assessores e outros bajuladores (o ministro Relvas, esse 'petit socas' nomeou 3(!) grupos de trabalhos para estudar o futebol!!!!!)-, diz aos portugueses que a culpa da crise é das pessoas terem gasto demais, os jornais multiplicam-se em explicações acerca de não valer a pena taxar os ricos porque são poucos e depois fogem ao fisco (não fogem já?), aumenta os impostos, rouba-nos 5%, ou mais, de salário, e manda os pais que nem o ordenado mínimo ganham pagar a totalidade dos livros escolares - trezentos e tal euros por cada filho.

Crise? Crise é para nós pagarmos os abusos e os deslumbramentos dos outros.

 

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publicado às 19:36


'I hate you on my knees'

por beatriz j a, em 29.08.11

 

 

 

 

 

 

Isto foi o que disse Leonard Bernstein de Wagner, o compositor que afirmou, Destruirei a ordem estabelecida que separa o prazer do trabalho, que faz do trabalho um fardo e do prazer um vício, que torna um homem miserável por indigência e outro por superabundância.

Wagner é, de longe, o compositor que mais ódio e amor inflama nos outros. Ninguém é indiferente à sua figura que uns idolatram, outros odeiam e, outros ainda, como Bernstein, amam e odeiam na mesma dose. Com a música é a mesma coisa: uns adoram, outros detestam.

Hoje comprei um pequena biografia de Wagner -mais outra- e já li umas dezenas de páginas na viagem entre Lisboa e Setúbal. Nenhuma biografia, até hoje, me satisfez. Chego sempre ao fim com aquela sensação de faltar qualquer coisa...e de não ser ainda desta que alguém conseguiu dar uma certa unidade, ou fio condutor às inúmeras contradições que o configuram. 

Esta é escrita por um autor de librettos de ópera, dramaturgo, novelista, romancista, tradutor e crítico da Academia Real Belga. Vamos ver se é desta.

 

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publicado às 17:14


Música para a manhã

por beatriz j a, em 29.08.11

 

 

 

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publicado às 08:50


da série... poetas

por beatriz j a, em 28.08.11

 

 

 

Poeta Max Herrmann-Neisse' - George Grosz

 

 

Poetry must have something in it that is barbaric, vast and wild.

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publicado às 22:28


Great moments need great language.

por beatriz j a, em 28.08.11

 

 

 

This morning, as I was watching coverage of the celebrations in the streets of Cairo, I began thinking about the connection between literature and revolution, poetry and civic engagement. At times of social crisis and political milestones, historians and commentators often turn to writers (especially poets) to help encapsulate the emotional tenor of the event. Great moments need great language.

In was Martin Heidegger who said "In the time of the world's night, the poet utters the holy." 

 

(Dean Rader, Poeta, Professor, Crítico Cultural)

 

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publicado às 22:17


o Kadhafi de Angola

por beatriz j a, em 28.08.11

 

 

 

Mais de 200 pessoas em Cascais homenageiam José Eduardo dos Santos

 

Mais de duas centenas de pessoas estão presentes hoje no pavilhão desportivo de Tires, Cascais, para prestarem homenagem ao chefe de estado angolano, José Eduardo dos Santos, por ocasião do seu 69º. aniversário.

 

Nem todos os ditadores estão em vias de extinção...

 

 

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publicado às 21:39


Escolas fechadas a pedido??

por beatriz j a, em 28.08.11

 

 

 

Opá fecha aquela escola e dá-me os alunos...vá lá...vá laaaaa....polise...

Oliveira do Hospital

Governo recusa pedido para fechar escola

por LusaHoje

O Ministério da Educação recusou o pedido do Instituto Politécnico de Coimbra para transferir alguns cursos que funcionam na Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital e alunos para outros estabelecimentos de ensino, encerrando a escola.

 


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publicado às 21:35

 

 

Los forzados no tienen derecho a nada. A la vida ni a
la morte,
ni a la gloria ni al infierno.
Como unica compañia tiene el lamento en el silencio.
Estes caballeros de dolor y castigo,
solo pueden tener como virtud la
humildade al acecho del grillete.
Aqui el sol muere en la puerta. Para que
sobreviva la esperanza este es o destino de los
rotos de Ulúa.
LOS FORZADOS, Francisco Muñoz

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publicado às 20:37


corpos interactivos?

por beatriz j a, em 28.08.11

 

 

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publicado às 20:17


Espaço, luz, linhas e horizontes

por beatriz j a, em 27.08.11

 

 

 

 

Steve Perrault

 

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publicado às 10:06


o senhor intolerante

por beatriz j a, em 26.08.11

 

 

 

Dois maridos

 

 

22 de Agosto, 2011por José António Saraiva

O Diário de Notícias de 9 de Agosto titulava em manchete: ‘Violência doméstica leva polícia a investigar ex-deputado e marido’. Convenhamos que era um título muito pouco compreensível. Apetecia dizer: «Importa-se de repetir?». Mas por isso mesmo fui ler a notícia.

Os títulos incompreensíveis têm muitas vezes essa vantagem: levam os leitores a ler as notícias, na expectativa de perceberem do que se trata. Pelas mesmíssimas razões, os títulos demasiado explicativos têm o efeito contrário: afastam a leitura, pois as pessoas acham que já tudo está dito e que o texto pouco ou nada adiantará.

Pois bem, a notícia do DN relativa ao título em causa dizia o seguinte: «A chamada para a esquadra de Benfica foi feita a 12 de Julho por Carlos Maceno, que apresentava escoriações no pescoço, e acusou o marido, Jorge Nuno de Sá, de agressão». Pensei que tinha lido mal e voltei atrás. É certo que a prosa não era propriamente modelar. Não é muito ortodoxo uma notícia começar por «A chamada para a esquadra de Benfica foi feita a 12 de Julho…». Mas o que me desnorteou não foi isto – foi o nome da mulher. Havia supostamente uma mulher que tinha acusado o marido de agressão. Ora a mulher chamava-se Carlos Maceno. Foi isto que me fez voltar atrás.

Verifiquei, porém, que tinha lido bem o nome.

E neste preciso momento começou a fazer-se luz no meu espírito. A palavra «ex-deputado» constante do título da notícia, associada a uma suposta relação gay, recordou-me um facto ocorrido há poucos meses e de que eu ouvira falar: o casamento de um deputado do PSD com um homem. Esta notícia do DN reportava-se pois, certamente, a esse ‘casal’. O ex-deputado agredira a mulher (ou o marido?) e esta fizera queixa à Polícia.

Continuei a ler: «O ex-deputado do PSD, actualmente coordenador para a Educação da Freguesia de Alcântara, recusa falar da sua vida privada mas garante que nunca agrediu ninguém. O casal, que se casou a 31 de Janeiro, está já separado».

Neste ponto da leitura voltei a parar. Separado? Mas os gays, que travaram uma luta tão grande, tão longa e tão dura para poderem casar-se, separam-se afinal com a mesma facilidade dos outros casais? Não seria normal que, pelo menos nos primeiros tempos de vigência da nova lei, procurassem ser exemplares, até para provarem aos opositores que as suas convicções eram fortes e sua luta era justa?

Acresce que um dos membros do ‘casal’, Jorge Nuno de Sá, na altura deputado, pessoa com alguma notoriedade social, ao assumir o risco de tornar pública a sua homossexualidade e o seu amor por um homem, parecia querer dizer a todos que a decisão de se casar fora devidamente amadurecida. Ora, depois disso, qual o sentido de se separar ao fim de meia dúzia de meses?

Mas a leitura de mais pormenores sobre o ‘casal’ ajuda a lançar alguma luz sobre a história. O ainda marido (ou mulher?) de Nuno de Sá é um massagista de nacionalidade venezuelana, de nome Carlos Eduardo Yanez Marcano (e não Maceno como dizia o DN), com menos 10 anos do que ele. Perante este bilhete de identidade, compreendem-se melhor as zangas, as agressões – e finalmente a lavagem de roupa suja na praça pública.

O jovem venezuelano acusa o marido de o ter agredido na cabeça com um computador e um telemóvel – o que faz irresistivelmente lembrar a trágica cena ocorrida num hotel de Nova Iorque, em que Renato Seabra atacou Carlos Castro com um plasma.

O ex-deputado do PSD garante, porém, que não agrediu ninguém.

Seja qual for a verdade, uma coisa é certa: um dos membros do ‘casal’ está a mentir. Ou Carlos Marcano se queixou à Polícia sem razão e não foi agredido pelo marido (embora tivesse escoriações patentes no pescoço) ou Nuno de Sá mentiu e agrediu mesmo Marcano.

Nesta altura do texto o leitor já percebeu uma dificuldade semântica com que me tenho defrontado neste texto: não havendo neste ‘casal’ um marido e uma mulher, poderá falar-se em dois maridos? Ou seja: Carlos Marcano é marido de Jorge Nuno de Sá e este é marido de Carlos Marcano?

Não é fácil descrever estas situações. Por essas e por outras, numa recente entrevista a Manuel Luís Goucha reafirmei a minha oposição aos casamentos homossexuais. «O casamento é entre um homem e uma mulher», respondi. As palavras que usamos têm um significado que o tempo e o uso foram consolidando – e ‘casamento’ na nossa civilização quer dizer a união entre um homem e uma mulher, ou seja, o acto fundador de uma família. Querer que a palavra tenha outros significados é uma aberração que põe em causa as próprias referências do meio em que vivemos.

Claro que dois homens podem viver juntos – sejam irmãos, amigos, companheiros ou sócios em qualquer coisa. Como duas mulheres podem viver juntas, por variadíssimas razões. E é justo que as pessoas que vivem juntas tenham certos direitos em comum. Mas, para isso, não é necessário pôr em causa as nossas referências nem baralhar os nossos pobres espíritos.

Nem – já agora– complicar a vida aos pobres jornalistas, pondo-os a pensar se estará certo dizer ‘o ex-marido de Jorge Nuno de Sá’.

Confesso que, até ao dia de escrever este texto, não me tinha debruçado sobre o modo como deverão tratar-se os dois membros de um ‘casal’ homossexual. Será correcto falar de ‘dois maridos’ ou de ‘duas esposas’?

Num romance célebre, Jorge Amado falava, de facto, da existência de dois maridos. Mas aí havia uma mulher no meio: Dona Flor. E, se bem me lembro, os dois maridos não estavam propriamente no mesmo plano, pois um já tinha morrido e só reaparecia à noite para consolar a mulher.

Agora um casamento onde há dois maridos e nenhuma mulher é coisa muito estranha. Ainda mais estranha se acabar com uma queixa na esquadra. Embora uma queixa na esquadra por agressão conjugal – quer se trate de dois maridos, de duas mulheres ou de um marido e uma mulher – seja sempre uma forma muito triste de acabar um casamento.

 

As pessoas gostam muito de se intrometer nos afectos dos outros e nos modos de vida dos outros mesmo quando são assuntos que não incomodam ninguém a não ser os próprios. Quer dizer, não é como se vivessemos em tempos de famílias tradicionais.

Outro dia alguém me dizia que estava a jantar com seis pessoas amigas da namorada -namorada depois do divórcio- e que tinham resolvido contar os filhos dos presentes e eram quase trinta porque, tal como esse meu amigo, também os outros eram divorciados e levaram dois, três ou quatro filhos para o novo namorado ou casamento. Depois disse-me que alguns dos miúdos têm a mãe e o pai e os meios irmãos do namorado da mãe e da namorada do pai e alguns têm meios irmãos dum terceiro casamento da mãe de modo que têm três famílias e vivem de mochila às costas, nunca ficando mais de dois ou três dias no mesmo sítio. Quem sabe se alguns têm uma mãe que se assumiu lésbica ou um pai gay.

A verdade é que os miúdos se adaptaram e não são mais perturbados por isso e são menos intolerantes que o António José Saraiva. A ideia que uns têm que os filhos sem figura paterna ficam malcriados e amaricados ou que sem figura materna se tornam violentos é preconceituosa e sem nenhum fundamento.

Qual é o problema social de dois gays casarem ou divorciarem-se? Nenhum.

Este Saraiva que escreve estas coisas podia ser uma pessoa com uma mente mais evoluída, não podia? Sendo uma pessoa com importância pública e tal... é triste...

 

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publicado às 22:21


a ver ou a construir?

por beatriz j a, em 26.08.11

 

 

 

Jon Foster

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publicado às 08:51


'dúvida razoável'

por beatriz j a, em 25.08.11

 

 

 

Não estou nada de acordo com a opinião defendida no Público por P. Lomba segundo a qual a figura jurídica da 'dúvida razoável' nos EUA ter fundamento na ética cristã e na frase bíblica, 'não julgues se não queres ser julgado'. Logo à cabeça parece claro esta frase não ter cabimento nenhum num sistema cujo propósito é mesmo o de julgar...pois é isso que se faz num tribunal: julga-se!

Depois parece-me que as leis num estado laico fundamentam-se em princípios filosóficos e não em preceitos religiosos. Embora possam estar imbuídos duma atmosfera valorativa religiosa -a da sociedade em questão- os seus princípios explicativos e normativos são universais e, por isso, filosóficos.

Neste caso da 'dúvida razoável', parece-me que o seu fundamento é o seguinte: um sistema jurídico penal é concebido para defender e proteger as pessoas inocentes. É para se proteger os inocentes que elaboram as suas leis e afastam certas pessoas da sociedade: para proteger os inocentes.

Quando acontece haver dúvida razoável, isto é, de acordo com razões consideradas legalmente plausíveis- acerca da culpabilidade de alguém, o tribunal actua com o mesmo princípio: proteger e defender o inocente. Por isso, em caso de dúvida, decide a seu favor, pois haveria o risco de condenar um inocente e isso seria perverter todo o propósito do sistema -proteger e defender os inocentes e as vítimas- pondo um inocente na prisão.

E parece-me bem, apesar de isso poder significar, como neste caso, pôr um violador em liberdade. É que ser preso injustamente, quer dizer, ficar privado de liberdade e ser encarcerado injustamente parece-me o pior castigo que pode haver. Uma coisa de enlouquecer.

 

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publicado às 23:39


Biblioteca Digital Mundial

por beatriz j a, em 25.08.11

 

 

 

Biblioteca Digital Mundial

Foi aberta terça-feira em Paris. É da Unesco.
Pode ler-se em Português, Francês, Espanhol e Inglês. É só escolher a língua!
Aprendendo a navegar, podemos ampliar fotos, ler comentários e manuscritos raros... 
 

Página Inicial da Biblioteca Digital Mundial

 

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publicado às 23:10


Dúvidas...

por beatriz j a, em 25.08.11

 

 

 

Os ricos querem ser taxados, querem dar o seu contributo nesta hora difícil, de acordo com a sua riqueza. Então porque é que há tanta fuga ao fisco...?

 

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publicado às 18:42


Ítaca

por beatriz j a, em 25.08.11

 

 

 

 

As you set out for Ithaka
hope the voyage is a long one,
full of adventure, full of discovery.
Laistrygonians and Cyclops,
angry Poseidon—don’t be afraid of them:
you’ll never find things like that on your way
as long as you keep your thoughts raised high,
as long as a rare excitement
stirs your spirit and your body.
Laistrygonians and Cyclops,
wild Poseidon—you won’t encounter them
unless you bring them along inside your soul,
unless your soul sets them up in front of you.
 
Hope the voyage is a long one.
May there be many a summer morning when,
with what pleasure, what joy,
you come into harbors seen for the first time;
may you stop at Phoenician trading stations
to buy fine things,
mother of pearl and coral, amber and ebony,
sensual perfume of every kind—
as many sensual perfumes as you can;
and may you visit many Egyptian cities
to gather stores of knowledge from their scholars.
 
Keep Ithaka always in your mind.
Arriving there is what you are destined for.
But do not hurry the journey at all.
Better if it lasts for years,
so you are old by the time you reach the island,
wealthy with all you have gained on the way,
not expecting Ithaka to make you rich.
 
Ithaka gave you the marvelous journey.
Without her you would not have set out.
She has nothing left to give you now.
 
And if you find her poor, Ithaka won’t have fooled you.
Wise as you will have become, so full of experience,
you will have understood by then what these Ithakas mean.

 

Constantin P. Cavafy

 

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publicado às 18:28


Thermopylae

por beatriz j a, em 25.08.11

 

 

 

   
 

Honor to those who in the life they lead
define and guard a Thermopylae.
Never betraying what is right,
consistent and just in all they do
but showing pity also, and compassion;
generous when they are rich, and when they are poor,
still generous in small ways,
still helping as much as they can;
always speaking the truth,
yet without hating those who lie.
 
And even more honor is due to them
when they foresee (as many do foresee)
that in the end Ephialtis will make his appearance,
that the Medes will break through after all.

 

Constantin P. Cavafy

 

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publicado às 18:21


The Walls

por beatriz j a, em 25.08.11

 

 

 

 

With no consideration, no pity, no shame,
they have built walls around me, thick and high.
And now I sit here feeling hopeless.
I can’t think of anything else: this fate gnaws my mind—
because I had so much to do outside.
When they were building the walls, how could I not have noticed!
But I never heard the builders, not a sound.
Imperceptibly they have closed me off from the outside world.

Constantine P. Cavafy

 

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publicado às 18:18


Embrace me not

por beatriz j a, em 25.08.11

 

 

 

 

By mighty Pan and Bacchus'greater name,

Beneath these embers lurks a spreading flame.

Embrace me not; tho'streams in silence fall,

They sap the basis of the best built wall:

Embrace me not; left this invading fire

Should be but love, and fiercer flames inspire.

 

Callimachus (c. 310 - 240 a. C.)

- traduzido por H. W. Wytler

 

Callimachus foi uma espécie de Jorge Luís Borges da Antiguidade.

Uma figura fascinante.

 


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publicado às 16:02


ganância

por beatriz j a, em 24.08.11

 

 

 

Nos jornais, lado a lado, notícias sobre despedimentos e pobreza em todo o mundo e lutas dos gigantes digitais, a Apple, a Microsoft etc. que se processam mutuamente e perseguem toda a gente porque não lhes chega ter lucros de 500 biliões mas querem assegurar-se que toda a concorrência fique pobre, para depois poderem dar uns milhões aos pobrezinhos de África e terem honras de filantropos.

Noutro dia um tribunal alemão resolveu condenar a Samsung, a pedido da Apple e proibir que  o tablet da Samsung se vendesse na Europa (?). Depois, alguém lhe disse que os tribunais alemães não têm poder para decisões que abrangem outros países e então lá restringiram a proibição à Alemanha...

 

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publicado às 17:15



no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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