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happy hour :)

por beatriz j a, em 29.05.11

 

 

 

Vodka Lemonade


 

 

  • 1 cup (packed) mint leaves, chopped
  • 2/3 cup sugar
  • 1 cup fresh lemon juice
  • 1 1/2 cups vodka
  • Crushed ice
  • Fresh mint sprigs

Combine chopped mint and sugar in large bowl. Stir in lemon juice and vodka. Cover and refrigerate for at least 30 minutes and up to 2 hours.

Strain mixture into pitcher. Fill six 6- to 8-ounce glasses with crushed ice. Pour mixture over. Garnish with mint sprigs.

publicado às 18:56


interessante

por beatriz j a, em 29.05.11

 

 

 

Legend has it that Henry Stockhold, a chess-playing journalist, took the 19-year-old Fischer to a brothel to lose his virginity. When Stockhold asked him how it went, Fischer is said to have replied: "Chess is better.

 

Fischer succumbed on 17 January 2008 to renal failure in Reykjavik hospital, having declined medical treatment. "Nothing," he is reported to have said in the final days of his life, "is so healing as the human touch."

He was 64 – one year, as was duly observed, for each square of the chess board.

 

 

 

publicado às 15:13


MET - Guitar Heroes

por beatriz j a, em 29.05.11

 

 

 

O MET está com uma exposição que eu gostava de ver. Chama-se 'Guitar Heroes' e é dedicada a três fabricantes de guitarras -John D'Angelico, James D'Aquisto, e John Monteleone.

 

 

Matteo Sellas (German, ca. 1599–1654)
Guitar, ca. 1630–50

 

Antonio Vinaccia (Italian, active 1754–1781)
Mandolin, 1781

 

James D’Aquisto (American, 1935–1995)
Archtop Mandolin (serial number 101), 1971

 

 

publicado às 14:00


formas e cores

por beatriz j a, em 29.05.11

 

 

Brad Rickerby 

 

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publicado às 10:31

 

 

Um dos mais belos filmes que já vi. Eu tenho uma costela árabe e numa outra vida andei pelo deserto... só pode...

 

 

 

publicado às 00:26

 

 

 

Hoje, em conversa com o meu filho, falávamos dos programas de Hermano Saraiva. Dizia-me ele que sempre que dá de caras com um programa dele na TV já não consegue mudar de canal porque o indivíduo, em qualquer sítio do país onde esteja tem sempre mil histórias para contar e ideias de como as coisas possam ter sido e acontecido. A mim acontece-me o mesmo.

Eu sei que entre os historiadores muitos o consideram um outsider, um popular. Eu acho-o um indivíduo apaixonado pela História, sobretudo a de Portugal, que gosta da História das pessoas e dos processos políticos, um grande comunicador e, de longe, a melhor pessoa que neste país desperta o interesse pela nossa História e pelas figuras portuguesas. Interessantíssimo a falar. Pega-nos o gosto pelos lugares, pelas pessoas, pelos monumentos...

Neste excerto fala da história de Pedro e Inês.

 

 

publicado às 23:34


Dein Ist Mein Ganzes Herz

por beatriz j a, em 28.05.11

 

publicado às 23:10


A Rainha de Espadas

por beatriz j a, em 28.05.11

 

publicado às 22:30


corrupção...prisão

por beatriz j a, em 28.05.11

 

 

 

Quatro anos e meio

Ex-governador do Banco de Itália condenado a prisão

Hoje

O Tribunal de Milão anunciou hoje a condenação do ex-governador do Banco de Itália, António Fazio, a quatro anos de prisão devido a um escândalo bancário que ocorreu em Itália em 2005.

 

Não! Não é cá, claro! Se fosse cá era promovido...

 


publicado às 21:15


Okey-Dokey

por beatriz j a, em 28.05.11

 

 

 

“Se excluem Sócrates, excluem-me a mim”, diz Manuel Alegre

 


publicado às 17:44


montanhas rosa? Um país coberto de sangue

por beatriz j a, em 28.05.11

 

 

 

 Sim! No Congo.

Richard Mosse usou um filtro para pintar o país da cor do sangue que por lá escorre das guerras, das violações das mulheres, do inferno em que o país vive há décadas.

 

Quer ver mais?   Jason Stearns on Richard Mosse's photographs from Congo

 

publicado às 16:58


love waisted

por beatriz j a, em 28.05.11

 

 

 

 

 

Love empowers the soul

gives wings to faith

makes each part a whole

you and I baith

(...)

 

bja

 

Tags:

publicado às 13:49

 

 

 

Ontem comprei um telemóvel porque o que tinha já não atendia chamadas, entre outras coisas. Para a semana vou fazer uma visita de estudo e preciso de ter o telemóvel a funcionar por causa dos alunos.

Como não estava disposta a dar 500, 600 ou 800 euros por um telemóvel, que uso sobretudo para chamadas e mensagens procurei um mais acessível. Acabei por comprar um mini tablet Android que estava em destaque com desconto de preço. Saiu barato. É giro, está cheio de funcionalidades e permite acesso a montes de aplicações. Acho que vou habituar-me a usar o telemóvel para aceder à net e fazer uma série de coisas com ele...  dá jeito quando não se quer ou pode andar com o notebook atrás. Mas... não me vou viciar nisto :) I hope...

 

publicado às 12:41


'May Meditation'

por beatriz j a, em 28.05.11

 

 

 

 

melody cleary

 

publicado às 09:48


dúvidas

por beatriz j a, em 28.05.11

 

 

 

Cheguei a casa, liguei a TV e dei de caras com um programa de uma inglesa a falar com falecidos familiares dum tipo enquanto uma outra traduz! Hã? Que é isto? Deixa ver se percebo. Com tanto aldrabão que há cá no país e atendendo ao número de desempregados, não podiam ter contratado uma portuguesa para o programa? E outra coisa dúvida que tenho: então no mundo dos falecidos alguém bilingue ouve o falecido familiar do tipo vivo, que é português e, traduz para a mulher inglesa do mundo dos vivos, sendo que, por sua vez, esta fala para a tradutora do mundo dos vivos que fala para o tipo que está no estúdio! Terá algo a ver com a nova política de combate ao desemprego? Será que no mundo dos falecidos também lutam com o problema?

Quem eu acho  e que faria bem este papel é o nosso primeiro ministro. Tem os trejeitos, a imginação alucinante e está quase aparentado com os falecidos...we hope...

 

publicado às 01:00

 

 

 

Portugal Spending Cuts Questioned

LISBON—Controversy on how Portugal is meeting its budget deficit targets under a €78 billion ($110.1 billion) bailout deal is brewing after a parliamentary agency said that more than €200 million in first-quarter state spending cuts actually came from unpaid bills.

 

 

 

 

 

O que aconteceu foi que governo e os ministérios não pagaram contas de modo que esse dinheiro foi contabilizado como poupança... foi mais um truque do mentiroso, o lapa que não descola.

Hoje à conversa com um taxista falávamos de como o tempo em Setúbal mudou nestes últimos anos de modo a termos temperaturas muito altas no verão. Depois dizíamos que, apesar de tudo, ainda não tínhamos os tornados da Califórnia, os terramotos do Japão e os vulcões do Hawai. Aí diz-me ele, 'pois, mas temos um fenómeno mil vezes pior que isso tudo junto: o primeiro ministro e os amigos dele'. É verdade.

 

publicado às 18:08


coisas péssimas

por beatriz j a, em 27.05.11

 

 

 

Entrei no supermercado, andei cinco metros e dei de caras com a mãe de todas as baratas, deitada kafkianamente de patas para o ar, no chão. Esborrachada. Yuk...Brrr... nojento. Disse a uma empregada. A mulher ficou em pânico. Ai se a ASAI dos supermercados por ali andasse... depois, andei sempre a olhar para o chão e não comprei frescos, só enlatados. Meia dúzia de coisinhas e ala dali para fora.

Eu sei que as baratas têm de viver mas prefiro não as ver.

 

publicado às 17:37


boas notícias

por beatriz j a, em 26.05.11

 

 

 

Abolida a pena de morte no Estado de Illinois

2011-03-09

O governador do estado norte-americano de Illinois aboliu, quarta-feira, a pena de morte, depois de uma moratória, criada após a condenação de 13 homens inocentes, ter suspenso, durante mais de uma década, a pena capital.

 
foto www.quinnforillinois.com
Abolida a pena de morte no Estado de Illinois
O governador Pat Quinn
 

Segundo a agência de notícias Associated Press (AP), a partir de 1 de Julho, quando a nova lei entrar em vigor, Illinois juntar-se-á aos 15 estados norte-americanos que aboliram a pena de morte, contra os 31 que ainda mantêm a pena capital no seu sistema jurídico.

O governador Pat Quinn (democrata) também encurtou as sentenças de 15 detidos que aguardavam no corredor da morte e que vão cumprir, agora, pena perpétua.

Os senadores de Illinois aprovaram, em Janeiro, o fim da pena capital. Pat Quinn passou dois meses a reflectir sobre o assunto, falando com procuradores, familiares das vítimas, opositores da pena de morte e líderes religiosos.

Segundo cita a AP, esta foi "a decisão mais difícil" que Pat Quinn teve de tomar enquanto governador.

"Encontrámos os erros que foram feitos vezes sem conta. Não é possível criar um sistema de pena de morte perfeito, livre de erros", disse Pat Quinn.

 

 

 

De facto, como é que a lei pode instituir como justo que se mate alguém para mostrar que não se deve matar ninguém? E como pode a lei instituir como justo que se matem pesoas sabendo que uma percentagem será executada sendo inocente? Ou as pessoas são instrumentos sacrificáveis? Mas isso não desafia o propósito da própria justiça que é a protecção da vítima? E que sociedade é que institui a descrença na natureza humana como fundamento da justiça?



publicado às 23:33


sobre a mentira em contexto político

por beatriz j a, em 26.05.11

 

 

 

Já toda a gente reparou que de há uns anos para cá a mentira se banalizou na política. Os líderes mentem nas campanhas e nos governos, sabem que nós sabemos que estão a mentir mas continuam na mentira. Dantes também se mentia, mas quando se era apanhado na mentira activa ou até na mentira passiva da ocultação havia imediatamente demissões. Agora não. Os políticos assumem que o eleitorado assume que a mentira é normal como narrativa de contexto eleitoral ou de contexto de disputa parlamentar.

A Filosofia é um bocadinho culpada disto. A fenomenologia, no século XIX, trouxa a ideia da necessária relatividade de todas as perspectivas do conhecimento e Perleman deu-lhe sequência restaurando, no século XX, o prestígio da argumentação como fundadora legitima do equilíbrio de poderes próprio das democracias.

Tudo estaria bem se estas duas perspectivas não se tivessem misturado na prática quotidiana. A argumentação não torna equivalentes todas as perspectivas, mesmo sendo estas relativas na sua subjectividade. Considerar que qualquer posição é válida -qualquer narrativa, como se diz agora- só porque alguém consegue defendê-la de modo que outros nela acreditam é fazer equivaler a verdade à retórica.

Problema muito antigo este que ganhou novo fôlego entre os novos sofistas. É por isso que os políticos apresentam as suas 'narrativas' mesmo sabendo-as falsas: porque sabem que a verdade está desvalorizada e sofreu um 'downsizing' tendo sido remetida para o domínio da utopia.

Há um par de anos ouvi o Jacques Bouveresse, grande especialista em Wittgenstein, defender num colóquio na Gulbenkian sobre os limites da ciência, a hipótese da Filosofia riscar a palavra verdade do seu programa milenar e, na prática, desistir de ter a verdade como desígnio maior.

É por isso que os políticos já não se demitem quando são apanhados a mentir. Todos esperam que eles mintam. É a narrativa deles...

A mim parece-me que este novo relativismo pragmático está na origem dos povos não se sentirem representados pelos novos políticos sofistas e que lança raízes para uma fragmentação da vida pública.

 

publicado às 22:31


SSSIIIIIIIIIIIIIIM

por beatriz j a, em 26.05.11

 

 

 

Presidente da comissão americana defende inquérito à crise em Portugal

O presidente da Comissão de Inquérito à Crise Financeira (FCIC, na sigla inglesa) do Estados Unidos, Phil Angelides, aconselhou uma investigação semelhante em Portugal e na Europa, como forma de apurar os factos que levaram à atual crise.

Em entrevista à agência Lusa, Phil Angelides considerou que a decisão de realizar a investigação sobre as causas da crise portuguesa teria utilidade para determinar com rigor a história e as responsabilidades na crise e para estimular o debate informado.

Criar uma comissão de investigação "é uma decisão que cabe ao povo e aos líderes portugueses, mas deixe-me dizer que este estudo foi muito valioso para os Estados Unidos, provocou um grande debate. O relato histórico rigoroso, a discussão e o debate são vitais para sair da crise porque, em geral, as pessoas que a causaram, nos Estados Unidos -- reguladores que não fizeram o trabalho, Wall Street, que foi imprudente - não querem esse debate vigoroso", afirmou Angelides.

“Os líderes, que muitas vezes precipitaram este tipo de crises, querem empurrar para o lado, mas este debate vigoroso é para o benefício do povo e do futuro. Todos os inquéritos são úteis (…) os inquéritos dos países individuais podem ser muito úteis, se as pessoas desses países assim o determinarem”, acrescentou.

 

A FCIC nasceu de legislação promulgada em 2009 pelo presidente norte-americano Barack Obama, com dez membros – seis escolhidos pelo Partido Democrata e quatro pelo Partido Republicano – e investigou, até fevereiro de 2011, as causas da crise financeira nos Estados Unidos, olhando para o papel dos reguladores, dos políticos e das empresas, nomeadamente instituições financeiras e agências de notação de risco.

 

“ O nosso inquérito oficial, do governo, foi muito útil para centrar a atenção na crise, porque conduzimos interrogatórios públicos em Nova Iorque, em Washington e em todo o país. Apresentámos um relatório que está disponível, temos um sítio na Internet que tem tido centenas de milhares de visitas. Penso e acredito que atividades semelhantes na Europa poderiam ser igualmente benéficas”, disse Phil Angelides.

 

Na entrevista à Lusa, o responsável louvou também o trabalho da Comissão CRIS do Parlamento Europeu, que visa evitar uma nova crise financeira, económica e social através da avaliação e investigação dos acontecimentos que levaram às atuais dificuldade nos países da União Europeia, as repostas dos governos e o impacto nos Estados-membros.

 

Angelides disse ainda ter esperanças que as comissões de inquérito que já decorrem na Europa permitam saber melhor o que se passou nos Estados Unidos e considerou que o importante, para novas comissões de inquérito, é que tenham como base os factos.

“Compreender a crise começa com a exposição dos fatos, por mais difícil que isso seja e por mais feios que alguns desses facto sejam”, acrescentou.

 

 

publicado às 14:04



no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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