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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
Ontem bebi a última bica tirada pela Dona Manuela, uma das funcionárias mais antigas da escola que se despediu ontem do serviço. Estivémos à conversa a recordar outras pessoas -professores e funcionários- que já lá não estão. Ela está lá desde o início da escola, há vinte e sete anos. Tem uma fotografia com a Comissão Instaladora da escola. Vinte e sete anos é uma vida, porque apanha aqueles anos intermédios da idade adulta.
Eu estou lá há vinte e dois anos -com um intervalo de três em que estive fora, em Bruxelas. Há ali duas dezenas de pessoas, entre funcionários e professores que nos conhecemos e trabalhamos há mais de uma vintena de anos. É muito tempo. Devemos ter a nossa alma espalhada por aquelas salas e pedras e jardins.
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