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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
Não vale a pena o rancor. Nem o rancor às pessoas -às que nos voltaram costas, às que nos trairam, aos falsos amigos- nem à vida, se nos tratou mal. O rancor é um castigo auto-infligido. Quem tem rancor à vida e aos outros, não vive.
A única maneira de viver é no presente a projectar um futuro melhor. Tudo o resto são recusas, disfarçadas mortes.
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