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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
Os documentos foram roubados do carro quando Christoph Mollenbeck, representante da Ferrostaal, jantava com um amigo em Lisboa, perto da Cinemateca.
Segundo o mesmo diário, o Audi A6 foi "cirurgicamente assaltado" e não tinha quaisquer "sinais de arrombamento". Só quando Mollenbeck e o amigo e compatriota Kai Jusec chegaram a casa é que deram pela falta da pasta e do portátil.
Às autoridades, Christoph Mollenbeck disse que as contrapartidas foram ontem renegociadas entre a empresa e o Estado. Do carro também desapareceu o memorando de entendimento entre a Ferrostaal e o Laboratório de Tecnologias de Informação.
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