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no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
Em Janeiro o governo anunciou que ia reduzir o “Estado paralelo”. Fixou prazos e ameaçou.
Fundações e PPPs são intocáveis. Já os salários e os subsídios até se tiram antes do prazo.O apoio à cultura? Nicles. Educação? Corta e despede. Centros de Saúde? Fecha. Fundações? Ah, nisso não se toca porque são muito importantes para cumprir a promessa eleitoral de reduzir despesas em vez de esmifrar as pessoas.
Na óptica do primiero ministro a fome será uma oportunidade para as pessoas se santificarem pelo jejum?
Esta política mete nojo. Esta é a realidade independentemente das desculpas que o ministro vier agora apresentar.
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