Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]
no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
Imitando a analogia que Daniel Dennett faz entre a vida da célula e a vida dos seres humanos nalguns aspectos sociais, podemos ver a vida das relações humanas mais fundamentais -a amizade, o amor (seja de que tipo for)- à semelhança do funcionamento da célula. Tal como esta, precisa de uma fonte de energia para o metabolismo, um modo de se reproduzir e uma membrana que sirva de barreira às ameaças exteriores. A fonte de energia vem do afecto que alimenta continuamente o metabolismo (a própria relação), a reprodução que a perpetua vem da constante comunicação, da partilha continuada das experiências, conhecimentos e ideias e, a membrana que a protege das ameaças exteriores, vem da lealdade que mantém o nível de confiança intacto.
A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.