Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]
no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau
Os sindicatos dos professores chegam ao fim da legislatura com balanços negativos da actuação do Governo, que acusam de transformar a escola numa linha de montagem e de falta de diálogo com os docentes.
"A questão central que norteou a actuação deste Governo foi transformar a escola numa espécie de linha de montagem, em que os professores passariam a ser os simples operadores", considera Abel Macedo, dirigente da Federação Nacional de Professores (FENPROF).
O grande desafio que antevê para o próximo Governo é "a pacificação" e abertura para rever os problemas relacionados com a carreira e a avaliação de professores.
Então e a questão da gestão democrática ter sido atirada para o caixote do lixo? Dos directores nomeados politicamente e carregados de poder unilateral?
Que interessa mudar a avaliação ou o Estatuto da Carreira se depois temos de obedecer carneiramente a um Director que, por sua vez, obedece subservientemente ao poder, local e central? Nem uma palavra acerca disso? Não interessa falar disso? Porquê? Os cargos já estao distribuidinhos?
A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.