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Manhã num jardim inglês

por beatriz j a, em 18.10.19

 

High Garden at Great Dixter House and Gardens, East Sussex, England.
📷: Nicky Flint

 

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publicado às 06:35


Descobri um site espectacular

por beatriz j a, em 18.10.19

 

Um site no twitter todo sobre microfauna marinha https://twitter.com/rmartinledo

 

 

  • Acanthosphaera actinota (Haeckel, 1862). Radiolaria. Differential Interference Contrast Microscopy. Plankton, specimen from coasts of Cantabria -Spain-  

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publicado às 05:17


Amanhecer ne serra

por beatriz j a, em 18.10.19

 

Vitor Estrela Santos

Serra de Grândola

 

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publicado às 05:09


Coisas evitáveis que entristecem

por beatriz j a, em 17.10.19

 

Há pais que destroem a vida aos filhos por puro egoísmo e vontade de afirmação. Não respeitam a escola e os professores (é o que o ME lhes ensina há muitos anos) e ensinam os filhos a não terem respeito por ninguém. Depois incentivam os filhos a conflitos completamente desnecessários por coisas sem importância nenhuma ao ponto de a certa altura já nem podermos falar com os miúdos porque tudo o que pudéssemos dizer para ajudar é entendido pelos pais como pô-los contra eles, coisa que também não podemos fazer. Por outro lado, também não podemos dizer aos pais que a sua estupidez e solipsismo estão a prejudicar irremediavelmente os filhos, a destruir a capacidade de relacionamento positivo dos miúdos, a ensinar o conflito, a impedir o crescimento e a procura de consensos, porque eles acham que estão a ser extraordinários. De modo que há situações em que vemos os pais a destruir os miúdos e assistimos sem podemos fazer nada. 

Quer dizer, os miúdos têm, de borla, talvez pela única vez na vida, uma data de professores que trabalham com eles e se interessam por eles e querem ajudá-los mas os pais, em vez de dizerem aos filhos para aproveitarem a oportunidade e aprenderem o mais que puderem, ensinam-nos a ser contra as únicas pessoas, fora da família, que têm interesse em ajudá-los... quer dizer, é possível ser-se mais burro?

O ME tem muita responsabilidade nisto. Enfim, no meio disto, quem faz pena são os miúdos.

 

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publicado às 21:53


Uma coisa que acho piada no novo Parlamento

por beatriz j a, em 17.10.19

 

O André Ventura e a Joacine Moreira estão sentados lado a lado 😄 imaginamos os cães dele a atropelar o feminismo anti-fascista radical dela com rosnadelas ocasionais. Ou talvez rapidamente se transforme num ronronar conjunto já que os extremos se tocam 🥦 🥩

 

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publicado às 20:30

 

Porque mais de 600 mil votos foram deitados fora por não serem votos nos dois maiores partidos. Isto é incrivelmente anti-democrático. Onde eu voto, não poderia votar em partidos pequenos porque os votos não seriam contabilizados. Por conseguinte, na realidade, privaram-me da minha liberdade de voto e o que eu sinto é que estas legislativas foram uma fraude.

.

Eleitores de primeira e de segunda

POR NUNO SERRA

Ao contrário do que se possa supor, este não é um problema novo nem recente: em todas as eleições legislativas realizadas em democracia regista-se um volume não despiciendo de escolhas de eleitores «deitadas ao lixo», que variam entre 5 a 10% do total de votos válidos até 2015 e que, em termos absolutos, oscilam entre cerca de 280 a 470 mil votos depositados nas urnas. O que é novo, hoje, é o facto de este entorse democrático atingir, nas legislativas de 2019, um valor acima dos 620 mil votos, que corresponde a 13,4% dos votos válidos, o valor mais elevado de sempre.

 

 

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publicado às 19:25


A nova disciplina de História

por beatriz j a, em 17.10.19

 

Para ler e reflectir.

 

Jaime Gama critica nova disciplina de História: "militante", "não aceita símbolos nacionais", procura "penitência" de países

Jaime Gama entende que a nova disciplina opcional de “História, Culturas e Democracia”, que se destina a alunos de três cursos do 12º ano do ensino secundário, “serve-se da História” para cumprir “um objetivo, de certa forma, militante, não científico”. 

 

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publicado às 19:15


A religião é um assunto muito pessoal

por beatriz j a, em 17.10.19

 

dionisio punk

 

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publicado às 19:12


Bom dia

por beatriz j a, em 17.10.19

 

Nascer do dia no Sado.

Atílio Pinho Alves

 

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publicado às 06:53


Miguel Torga

por beatriz j a, em 16.10.19

 

Nenhuma descrição de foto disponível.
 
 
 

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publicado às 23:30


A arte é um consolo

por beatriz j a, em 16.10.19

 

italialiberty.it
 

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publicado às 23:16

 

... nomeadamente no que respeita ao conceito de espécie? A mais famosa definição de espécie vem do biólogo alemão, Ernst Mayr, que enfatizou o conceito de cruzamento. Dois organismos são da mesma espécie se podem cruzar-se um com o outro e produzir descendência fértil. É por isso que um cavalo e um burro não são da mesma espécie. Cruzam-se mas não produzem descendência fértil. (f)

Se aplicássemos esta definição da biologia à política, que partidos rotulados diferentemente como, esquerda e direita, isto é, como pertencendo a espécies diferentes, seriam afinal da mesma espécie? 

 

Todos os partidos ditos de esquerda já tiveram membros que se cruzaram com a dita direita e produziram filhos para a política: do PCP, MRPP e outros partidos mais à esquerda já muitos migraram para o PS, para o PSD e até, nestas últimas eleições, muitos passaram o seu voto da esquerda para o Chega. A questão é que não há reciprocidade simétrica.

 

Quer dizer, do PSD já migraram elementos para o PS sem nenhum problema na produção de descendência fértil: esse é o maior cruzamento com descendência fértil na nossa política. É por isso que, se não nos avisassem de que partido são, seríamos incapazes de distinguir, pelas suas práticas, o Gaspar do Centeno, o Costa do PPC, etc.

 

À esquerda há muitos cruzamentos férteis: ente PCP, BE, PS e outros mais à esquerda há grande promiscuidade. À direita também há cruzamentos: entre o CDS e o PSD.

No entanto, do CDS ou de outros partidos mais à sua direita, que eu tenha conhecimento, ninguém se cruza com a esquerda, seja o PCP, o BE ou até mesmo o PS que é um partido com uma zona tão igual ao PSD que existe muito crossover, na sua meiose.

 

Por conseguinte, se pudéssemos aplicar esta definição da biologia à política, diríamos que à esquerda do CDS é tudo da mesma espécie... mais penas, menos penas, mais bico, menos bico, é tudo inter-cruzável com possibilidade de descendência fértil, como os ursos polares e os cinzentos que se pensava serem de espécies diferentes por teram dietas diferentes, tempos de hibernação diferentes, etc., mas que agora, com o degelo, têm-se cruzado e produzido descendência fértil.

 

A grande diferença que se vê entre a biologia e a política é que os cruzamentos desta última têm produzido decadência de ambas as espécies originárias, ao ponto de já não distinguirmos uma da outra, a não ser pela pelagem de cor diferente com que se vestem, o que é um atributo menor e sem nenhum peso ao nível dos princípios.

 

A questão é: vistas as coisas deste ponto de vista, até que ponto podemos confiar nos rótulos que os partidos se atribuem como medalhas de mérito e atribuem aos outros como ofensas?

 

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publicado às 05:29


Nocturne In Blue And Gold

por beatriz j a, em 15.10.19

 

Maurice Sapiro

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publicado às 22:22

 

Il Portogallo è un paradosso

Cresce più della Germania e ha un governo di sinistra che ha tagliato gli investimenti e azzerato il deficit, mantenendo la spesa sociale e restando popolare; ma c'è un ma

 

Ma tutti questi risultati non sono arrivati senza un prezzo per il paese, come hanno mostrato i grandi scioperi di insegnanti, guardie carcerarie e infermieri avvenuti nelle ultime settimane. Gli scioperi degli infermieri in particolare sono stati così estesi che il governo ha dovuto modificare la legge per obbligarli a continuare a lavorare. Le proteste riguardano soprattutto il pessimo stato in cui versano le infrastrutture portoghesi: strade, scuole, ospedali, ferrovie e prigioni.

Nel tentativo di rassicurare i partner europei e contemporaneamente mantenere il consenso intervenendo sulle pensioni, il governo Costa ha infatti dovuto tagliare in modo massiccio l’unica voce di bilancio che rimaneva disponibile: gli investimenti pubblici. Nel 1960 il Portogallo spendeva per gli investimenti il 5,4 per cento del PIL, sceso fino all’1,6 per cento nel 2016 e tornato poco sopra il 2 per cento soltanto nel 2018, con l’avvicinarsi delle elezioni (si tratta in tutto di appena 4,1 miliardi di euro, in calo rispetto ai 4,5 che si era stimato di spendere inizialmente).

Secondo una classifica del Fondo Monetario Internazionale, il Portogallo ha un investimento pubblico netto pari a -1,2 per cento del PIL, il livello più basso dei 26 paesi più ricchi, sotto persino alla Grecia, alla Spagna e all’Italia. Il livello negativo significa che il Portogallo spende in investimenti meno di quanto sarebbe necessario per ripagare il deprezzamento dei beni pubblici, come il naturale degrado che colpisce strade ed edifici. «Stiamo consumando il nostro capitale perché non facciamo investimenti sufficienti a rimpiazzarlo», ha detto a una conferenza lo scorso febbraio Luis Moraes Sarmento, vicedirettore del dipartimento statistico della Banca centrale portoghese: «Significa che stiamo lasciando un fardello estremamente pesante alle generazioni che verranno in futuro».

 

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publicado às 19:41


Novo governo, velho governo Costacenteno

por beatriz j a, em 15.10.19

 

Tachos que saltam à vista:  

1. ministério da coesão territorial. Da coesão territorial? A sério? Num país pouco maior que uma região de qualquer outro país?? Este é um ministério para distribuir cargos aos amigos e aos limianos que vão sendo precisos para os interesses do Estado (que não coincidem com os nossos)... é toda uma nova estrutura a chupar inutilmente recursos do erário público.

 

2. Ministério da Modernização do Estado e da Administração Pública? A sério? É necessária toda uma nova estrutura a chupar inutilmente recursos do erário público? Uma secretaria de Estado não chegava para uma coisa destas? Este é um ministério para pagar os fretes contabilisticos que a Leitão fez na educação a mando do Centeno, essa proto-Lurdes Rodrigues que vai dar a machadada final na carreira de professores para que no futuro só os muito maus queiram ser professores. Uma talhante como negociadora...

3. Mariana Vieira da Silva, é filha do pai e nada mais há a dizer dela.

4. Cravinho, outro filho do pai.

 

Os assalariados: Tiago Rodrigues, um ignorante em questões de educação, continua no cargo porque já mostrou obediência cega ao tipo das contas que beneficiam os amigos da banca e outros, Centeno; Marta Temido, outra assalariada com dono; Cabrita, Graça Fonseca, essa promotora de familiares.

 

Portanto, mais do mesmo... subvencionados unidos sem paciência para o povo.

 

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publicado às 19:12

 

Um assalto premeditado aos nossos futuros recursos

Pedro Gadanho

Como é possível imaginar que, num pequeno país europeu, há recursos essenciais que ficarão nas mãos de apenas uma empresa?

 

Foi com choque que li a notícia do Expresso de que o agora reconduzido Governo do PS quer entregar, “em exclusivo” e sem concurso público, o negócio de recolha de resíduos orgânicos urbanos a uma empresa do grupo Mota-Engil. Parece um assunto menor e remoto, mas não é. Explico porquê.

 

Bastaram-me umas semanas na Universidade de Harvard a ouvir cientistas falar sobre alterações climáticas para confirmar que os maiores desafios que Portugal enfrenta no futuro próximo são muito específicos: não tanto a subida do nível dos mares, os fenómenos climatéricos extremos ou o aumento das temperaturas – de que tanto se fala –, mas antes as agruras, já sentidas com veemência, da desertificação e das secas prolongadas.

 

Agora, o escândalo da Mota-Engil e dos resíduos orgânicos, não passa tanto por contornar as leis da concorrência, ou de ir contra novas formas de economia partilhada e descentralizada. Esse não é o assunto que aqui está em questão. O que aqui está em questão é uma tentativa de assalto organizado e premeditado aos recursos do país por um pequeno grupo de malfeitores bem-informados e bem-engravatados. E, nesses momentos, é imperativo juntarmos o poder da nossa voz às denúncias da imprensa livre.

 

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publicado às 18:58


Os perigos da democracia

por beatriz j a, em 15.10.19

 

dionisio punk

 

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publicado às 07:35


Leituras pela manhã - Leninthink

por beatriz j a, em 15.10.19

 

Leninthink

by Gary Morson

 

Lenin was more severe.

—Vyacheslav Molotov, the only senior official to work for both Lenin and Stalin, when asked to compare them.

 

Lenin “in general” loved people but . . . his love looked far ahead, through the mists of hatred.

—Maxim Gorky

 

When we are reproached with cruelty, we wonder how people can forget the most elementary Marxism.

—Lenin, Beyond Doctrine

 

An old Soviet joke poses the question: What was the most important world-historical event of the year 1875? Answer: Lenin was five years old.

The point of the joke, of course, is that the Soviets virtually deified Lenin.

 

As we approach the 150th anniversary of Lenin’s birth, understanding him grows ever more important. Despite the fall of the Soviet Union, Leninist ways of thinking continue to spread, especially among Western radicals who have never read a word of Lenin. This essay is not just about Lenin, and not just Leninism, the official philosophy of the ussr, but also the very style of thought that Lenin pioneered. Call it Leninthink.

 

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publicado às 07:22

 

vilaweb.cat

 

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publicado às 07:12


Pensamentos de dois melréis

por beatriz j a, em 15.10.19

 

Há caminhos que só descobrimos porque nos perdemos.

 

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publicado às 06:57


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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