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Não há com fugir a isto? Claro que há!

por beatriz j a, em 18.01.19

 

Das duas uma: ou a Europa é uma tragédia e o Reino Unido faz bem em sair do clube; ou a Europa é uma organização virtuosa e então sim, o Brexit é um erro tremendo. Podem fazer toda a espécie de contorcionismos, dar as piruetas que quiserem, que não há como fugir a isto. (José Cabrita Saraiva)

 

Este artigo dá ideia que só existem essas duas opções extremas mas não é verdade. Isso é uma falsa dicotomia. Existe, por exemplo, a opção em que a Europa não é, nem uma tragédia nem uma organização virtuosa mas uma experiência complexa, com grandes erros e grandes virtudes, de harmonizar países e nações com séculos e milénios de guerras que necessita do esforço positivo transformador de todos, sobretudo dos que têm mais poder e influência, como o Reino Unido, para que resulte como projecto positivo/democrático para os milhões de cidadãos que dele fazem parte.

 

Acontece que o Reino Unido nunca acreditou na Europa, nomeadamente na Europa alemã e só entrou nela porque a certa altura percebeu que não podia dar-se ao luxo de ficar de fora. Só que depois deixou de perceber.

Todos vamos perder com a saída do Reino Unido e não só do ponto de vista económico mas do ponto de vista político e de hipóteses de sucesso do projecto, agora que a Alemanha vai poder conduzir isto quase completamente destravada.

 

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publicado às 06:16


Blue on blue

por beatriz j a, em 18.01.19

 

 

 Brice Portulano

 

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publicado às 05:53

 

A partidocracia destrói a democracia

Paulo de Morais

Os partidos, que deveriam ser a essência da democracia, estão a aniquilá-la.

Criados para representar as diferentes visões da sociedade, ao serviço do eleitorado, os partidos políticos estão em fase acelerada de degenerescência. São habitados por elites políticas que esqueceram os cidadãos e tudo fazem agora para manter os privilégios de que se foram apropriando. São os principais responsáveis pela abstenção, pelo desinteresse crónico pela política e pela crise da democracia.

Os partidos nem sequer cumprem a Lei, em múltiplos aspectos, o mais escandaloso dos quais é o desrespeito pela legislação de financiamento político. São recorrentemente condenados, multados pelo Tribunal Constitucional; mas sem quaisquer consequências, porque o Estado sempre permite a prescrição, no tempo, das sanções que aplica.

 

Estes partidos garantem ainda, apenas para si próprios, financiamentos de Estado permanentes. Usufruem de subsídios públicos de todo o tipo, com os quais mantêm uma máquina de propaganda, ilegítima fora de períodos eleitorais. Só em Portugal há, em permanência, propaganda partidária nas ruas, uma forma de lavagem cerebral sistemática. Utilizam até o domínio público como propriedade sua: são aos milhares os pequenos cartazes ilegais, degradados, apensos a candeeiros públicos, de propaganda ao Bloco de Esquerda e do Partido Comunista. Este lixo urbano deveria ser removido pelas câmaras; o que não acontece, porque os partidos estão acima da lei.

 

Além de negócios e rendas milionárias, os partidos garantem a sobrevivência económica dos seus apoiantes através da atribuição de muitos milhares de empregos. Usam, para este fim, a Administração Central, as autarquias, as empresas municipais, os institutos públicos. Transformaram-se mesmo na maior agência de emprego do país.

 

Assim, os partidos tudo fazem para manter o status quo: controlam o sistema eleitoral, impedem a apresentação de alternativas, violam leis, utilizam recursos públicos em seu proveito, manipulam a opinião pública, enxameiam as televisões com comentadores facciosos, censuram todo o discurso contraditório. Ameaçados pelo desmoronar das bases democráticas, preferem apelidar de populista qualquer alvo em movimento, do que realmente regenerar a sua missão. Os partidos, que deveriam ser a essência da democracia, estão a aniquilá-la.

 

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publicado às 20:50


Já não há palavras para esta pouca-vergonha

por beatriz j a, em 17.01.19

 

Mas os deputados, o que acham importante é saber quem tem 50 mil euros. Já legislar para enfiar na cadeia estes criminosos, isso nada.

Como há-de haver dinheiro se estes criminosos roubam tudo?

 

Novo Banco admite que vai precisar de mais capital público

Em 11 de janeiro, o "Jornal Económico" noticiou que o Novo Banco "prepara-se para pedir ao Fundo de Resolução um valor recorde por conta das necessidades de capital de 2018".

O ministro das Finanças, Mário Centeno, disse em outubro que o défice de 0,2% do Produto Interno Bruto (PIB) previsto para este ano já inclui cerca de 400 milhões de euros para a recapitalização do Novo Banco.

Já o Orçamento do Estado de 2019 prevê um empréstimo até 850 milhões de euros do Tesouro ao Fundo de Resolução, verba que deverá ser usada no processo de recapitalização do Novo Banco.

 

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publicado às 20:39

 

Grande chatice. Lá tive que mudar passwords...

 

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publicado às 18:19


Com este frio só apetece é chá quente

por beatriz j a, em 17.01.19

 

Dantes desperdiçava imenso chá. De cada vez que fazia um chá deitava fora as folhas. Depois dois amigos disseram-me, 'ó sua totó, quando acabas esse chá aqueces mais água e voltas a deitar por cima do chá. As mesmas folhas dão para umas três ou quatro vezes'. Agora bebo o dobro do chá 🙂

 

IMG_2597.jpeg

 

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publicado às 17:45


Brexit - yes but no but yes but no

por beatriz j a, em 17.01.19

 

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publicado às 08:28

 

Iniciativa Legislativa de Cidadãos para a recuperação integral do tempo de serviço de professores. Audição na Comissão da AR.

Os deputados de todos os partidos (o do PS menos) dizem estar muito preocupados e dão toda a razão aos professores mas é só isso. Palavras.

 

 

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publicado às 07:15


Citação deste dia

por beatriz j a, em 17.01.19

 

Yet in reality the UK has malfunctioned badly since the 2008 financial crisis, suffering a prolonged period of weak productivity growth and flatlining living standards. Investment has been weak. Most of the jobs created have been low-wage and low-skill.

 

As for the rest of Europe, the eurozone was even slower to recover from the crash, in part because of the design flaws of monetary union and in part because its addiction to neoconservative economic dogma resulted in supercharged austerity programmes.

 

Brexit, the gilets jaunes protesters in France, the terrible pain inflicted on Greece and the support for the League/Five Star government in Italy all tell their own story. Europe is alive with political discontent that reflects the demand for deep and urgent reform, but the chances of getting it are less likely if the status quo prevails.

 

Why? Because the forces of conservatism are strong. Change comes about only when the pressure for it becomes too great to resist. The financial crisis provided one such opportunity to reform an economic system that for many people clearly wasn’t working; Brexit was a second. The left’s case for Brexit has always been based on the following notions: the current economic model is failing; socialism is needed to fix it; and the free-market ideology hardwired into the EU via the European Central Bank, judgments of the European court of justice and treaty changes will make that process all but impossible without a break with the status quo.

 

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publicado às 06:53


Não se percebe a obstinação de Teresa May

por beatriz j a, em 17.01.19

 

Parece que o mais sensato, tendo em conta que metade dos ingleses votaram para ficar na UE, seria May tentar um acordo em que, ficando de fora, para cumprir o resultado do referendo, ficasse dentro. A Alemanha já veio dizer que está disposta a negociar uma maior proximidade com a Inglaterra, a França também. Era só fazerem algumas cedências na questão dos migrantes/estrangeiros que nem sequer é nada de extraordinário. A Inglaterra, à semelhança dos outros países da UE, com excepção dos balcãs, tem uma população muito envelhecida e precisa de migrantes. A Alemanha e a Holanda têm feito uma sangria aqui nos países do Sul aproveitando-se da crise. Esta semana tive que ver anúncios na TV e dei-me conta que a maioria são de medicamentos. E se alguns são os medicamentos da época -gripes, constipações- a maioria são para problemas de idade: vitaminas, cálcio, dores nas costas, dores nas articulações, aparelhos auditivos, etc. Revelador.

 

De modo que a Inglaterra, mesmo agora, poderia sair já em Março mas pedir um estatuto interino de observador na UE enquanto estabelecia um acordo que lhe desse acesso ao Mercado Comum, a troco de alguma abertura na questão dos estrangeiros no país, coisa que é do interesse deles, não apenas do ponto de vista económico mas do ponto de vista de atenuar a profunda cisão social que o Brexit criou. Arriscam-se a ficar isolados numa posição de dependência incapacitante, com problemas na Irlanda e na Escócia... Não se percebe isto de marrar uma e outra vez contra o muro.

 

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publicado às 06:34


Trump comics

por beatriz j a, em 17.01.19

 

 

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publicado às 05:12

 

Runcinam, professor universitário em Cambridge e sobrinho-neto do famoso académico mediavelista mais conhecido por ter escrito A History of the Crusades, defendeu publicamente que devia-se baixar a idade do voto para os seis anos e que se a tivessem baixado para os dezasseis anos o Brexit não tinha ganhado.

Mais ainda, dá como argumento para baixar a idade de voto para os seis anos o que se fez no passado ao permitir as minorias e até as mulheres votarem...

 

Numa coisa ele tem razão. Quem decidiu o Brexit foram, não os que terão de viver na Inglaterra do futuro com esta decisão do Brexit mas os que têm saudades do passado grandioso da Grã-Bretanha. Nisso, como em outras coisas, houve um enorme egoísmo.

 

The head of politics at Cambridge University has called for children as young as six to be given the vote in an attempt to tackle the age bias in modern democracy.

Runciman suggested the Brexit vote might not have happened with a radically lower voting age.

“If 16- or 17-year-olds voted in the 2017 general election, there is a chance that Jeremy Corbyn would now be prime minister … If 16- or 17-year-olds voted in the Brexit referendum, it would have been closer, but it probably still wouldn’t have been enough to overturn the result,” he said.

 

He said: “I would lower the voting age to six, not 16. And I’m serious about that. I would want people who vote to be able to read, so I would exclude reception [age-children].

 

Many critics claimed that enfranchising children would effectively give more votes to parents, who would instruct their children how to vote.

Runciman countered: “That was the argument that was made against votes for women … it was effectively just giving two votes to husbands.

 

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publicado às 19:46

 

Eles estão sentados de frente uns para os outros, encaram-se, apertados e sem sitío para PCs ou outras coisas. O máximo que têm são umas folhas do que vão dizer ou onde escrevem qualquer coisa. Quero dizer, quando estão no Parlamento é para discutir temas, são obrigados a prestar atenção uns aos outros e não têm oportunidades de distracção. Nem podem adormecer como cá porque caíam para cima dos outros de modo que estão concentrados no que lá se passa.

Acho que isto faz uma grande diferença.

 

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publicado às 18:43


Armando Vara

por beatriz j a, em 16.01.19

 

Este circo que se fez à volta da prisão do homem só se explica pela raridade em se responsabilizar políticos e pessoas que tiveram grande poder e o usaram para se beneficiar a si e a amigos, com grande prejuízo do País, seja com corrupção seja com tráfico de influências. 

 

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publicado às 17:39


Pessoas que ajudam os outros

por beatriz j a, em 16.01.19

 

 

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publicado às 17:29


Propinas ou não propinas

por beatriz j a, em 16.01.19

 

Universidades públicas para ricos

Querer reduzir as propinas da licenciatura, dizendo às universidades para se financiarem com as propinas do mestrado, é pior do que um presente envenenado.

 

Este artigo faz um diagnóstico que me parece correcto quando diz que propôr às universdades que se financiem com os mestrados é um artifício que não resolve o problema aos alunos, dado que as licenciaturas pós-bolonha não têm grande valor sem os mestrados e dado o preço exorbitante destes últimos.

 

O que não me parece correcto é a solução que propõe que consiste em continuar a cobrar propinas  mas deferir o seu pagamento para depois de acabado o curso com um contrato de empréstimo. Este é o modelo americano que está em falência -o ensino universitário está em decadência em parte por causa deste mercantilismo e estão com falta de alunos- devido a os alunos estarem tão endividados à saída da universidade que só uma pequeníssima minoria que arranje trabalho muitíssimo bem pago consegue pagar antes dos 40 ou 50 anos.

Ora, nós somos um país onde os empregadores esperam que após o curso os alunos estagiem de borla e que quando comecem a trabalhar o façam pelo salário mínimo em condições de precaridade. De modo que isso é uma falsa solução.

 

Depois diz que as propinas são apenas um sétimo do custo anual de estudar na universidade, coisa que ronda os 5800€. Pois, acredito que seja verdade mas são um sétimo de custo fixo enquanto os outros são variáveis. Quero dizer, eu dou aulas numa escola que tem muitos alunos com muitas dificuldades económicas a par de outros que têm bastante dinheiro. Eu vejo que os alunos com dificuldades económicas que querem estudar estão habituados a fazer sacrifícios. Compram menos coisas e mais baratas, comem sempre na cantina, quando não conseguem comprar livros pedem emprestado, etc. São pessoas que não tendo que pagar propinas na universidade, se quiserem ir estudar, fazem os sacrifícios que já estão habituados a fazer. Ajustam-se. Agora, se têm custos fixos a que não podem fugir não têm hipótese. Outro dia um aluno perguntava-me se quando fui estudar Filosofia não tive medo de me arrepender ao fim de um ano ou dois e depois perder o dinheiro das propinas desses anos... só que quando tirei o curso não se pagava propinas. Muitas pessoas que são a favor de pagar propinas são do meu tempo e não as pagaram.

 

Até estou de acordo com o argumento segundo o qual o que faz sentido é aumentarem-se as bolsas e as ajudas a quem não tem dinheiro em vez de se pagarem os custos aos alunos com dinheiro. O problema é que isso choca com a realidade e a realidade é que os governos vão buscar dinheiro aos que menos têm. Cada vez mais as ajudas estão condicionadas por mais entraves e é preciso ser-se praticamente indigente para se conseguir uma pequena ajuda do Estado e mesmo nesses casos, se a pessoa falha um papelinho dos inúmeros que obrigam a entregar num prazo de dois dias ou assim, perde todos os direitos. Essa é a realidade. Há uns poucos meses o Centeno quis anular os prémios de desempenho escolar aos alunos mais pobres e só não o fez porque a notícia causou tal escândalo em todo o lado que voltaram atrás na medida. Mas pensaram em fazê-lo.

 

De modo que propôr como solução que o Estado dê bolsas a quem não tem dinheiro é igual a propôr que vá buscar o dinheiro aos mestrados. No papel parece muito bonito e razoável mas na realidade não funciona porque os governos tiram a quem tem menos para dar a quem tem mais.

Ora, o que interessava era uma proposta que efectivemente permitisse que quem não tem dinheiro mas quer estudar o pudesse fazer sem ter que se prostituir para pagar as dívidas contraídas como acontece muito nos EUA e em Inglaterra.

 

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publicado às 09:44


Excesso de dinheiro gera excesso de poder

por beatriz j a, em 16.01.19

 

Glifosato: relatório encomendado pela UE plagiou documento da produtora Monsanto

O documento elaborado por uma equipa alemã foi decisivo para a tomada de decisão que autorizou o herbicida na Europa em 2017.

Foi com base no relatório preliminar redigido pelo Bundesinstitut für Risikobewertung (BfR), um instituto alemão de avaliação de riscos, que a Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA) e os peritos dos Estados-Membros concluíram que o glifosato não apresentava riscos cancerígeno e aprovaram a sua utilização na Europa até 2022. 

...

A Agência Internacional para a Investigação do Cancro (IARC, na sigla em inglês), da Organização Mundial da Saúde (OMS), considerou, em Março de 2015, que o herbicida era genotóxico e “provavelmente” um carcinogénico.

 

 

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publicado às 08:50

 

Enfermeir@s que sabem pôr um cateter -um acesso, como agora dizem- à primeira, sem me rebentarem as veias, sem me deixarem hematomas gigantes durante uma semana. Adoro-@s. Há um certo tempo que não apanhava um destes exemplares cinco-estrelas. Foi hoje. Uma limpeza. Em menos de 10 segundos enfia aquilo e eu só sinto uma picadinha. Fiz-lhe 40 elogios e não me atirei para cima da mulher aos abraços e beijos por vergonha mas era o que me apetecia. 

 

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publicado às 23:26

 

Hoje, na 1ª aula estávamos divertidos porque os alunos gostam sempre de dar as falácias da argumentação. Põem-se logo a identificar as falácias que os pais e os professores cometem constantemente :)) e a propósito da falácia do apelo à piedade um aluno perguntou-me se eu dava dinheiro a pedintes e contou um episódio que aconteceu ao seu pai. Estávamos naquela conversa e diz-me uma aluna, 'a professora não acha um desperdício estar a dar aulas numa escola? É que a professora é bué sábia e podia ser uma líder ou uma advogada e ganhava imenso dinheiro'. Fartei-me de rir... 'bué sábia' lol  Bem, expliquei-lhes que essa percepção de eu ser sábia tem a ver com a falta de conhecimentos deles e não com a minha suposta sabedoria e expliquei-lhes o modo como acredito na educação dos jovens como maneira de mudar positivamente as sociedades e como gosto do que faço e me sinto socialmente útil e acredito neles e etc.

Bem, fui para a aula a seguir um bocadinho no ar e desconcentrada e a aula correu mal... a certa altura diz-me um aluno, 'a professora hoje não parece a mesma e isto está a ser aborrecido..' Oops... é assim, uns alunos puxam-nos para cima e logo a seguir outros lembram-nos que se caminha com os pés no chão... gosto mais de ouvir os primeiros mas aprendo mais com os segundos.

 

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publicado às 14:08

 

1: Do not feel absolutely certain of anything.

 

2: Do not think it worthwhile to produce belief by concealing evidence, for the evidence is sure to come to light.

 

3: Never try to discourage thinking, for you are sure to succeed.

 

4: When you meet with opposition, even if it should be from your husband or your children, endeavor to overcome it by argument and not by authority, for a victory dependent upon authority is unreal and illusory.

 

5: Have no respect for the authority of others, for there are always contrary authorities to be found.

 

6: Do not use power to suppress opinions you think pernicious, for if you do the opinions will suppress you.

 

7: Do not fear to be eccentric in opinion, for every opinion now accepted was once eccentric.

 

8: Find more pleasure in intelligent dissent than in passive agreement, for, if you value intelligence as you should, the former implies a deeper agreement than the latter.

 

9: Be scrupulously truthful, even when truth is inconvenient, for it is more inconvenient when you try to conceal it.

 

10. Do not feel envious of the happiness of those who live in a fool's paradise, for only a fool will think that it is happiness.

 

via openculture.com

 

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publicado às 07:10


no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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