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Desde Kobane, na Síria, até à Áustria

por beatriz j a, em 02.08.17

 

 

A viagem de Rania Mustafa Ali, de 20 anos, desde Kobane, na Síria, até à Áustria. Um pequeno filme que documenta o que os refugiados passam nestas viagens clandestinas.

 

 

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publicado às 17:32

 

 

 

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publicado às 13:10

 

Something Is Unspoken in the State of Denmark

 

... em seguida é preciso problematizá-lo para se poder encontrar uma estratégia de solução: desenhar-lhe o contexto, as fronteiras de demarcação, as características, as causas, as consequências e as ramificações. Depois procura-se uma solução ou, pelo menos, definem-se medidas de controlo do problema e de inibição das consequências.

 

Falhar em reconhecer um problema é deixar uma via para que ele se desenvolva ao sabor das circunstâncias e das pessoas que dominam essas circunstâncias e até que possa agravar-se a um ponto de não retorno. E isso é o que tem acontecido um pouco por toda a Europa na questão dos refugiados/imigrantes muçulmanos. Como não há uma estratégia para lidar com o problema cada um dispara à toa com as armas que tem à mão que tanto podem ser os preconceitos como os interesses políticos, comerciais, etc.

 

É evidente que estes refugiados ou migrantes, como se lhes queira chamar podem ser um problema nos países europeus se crescerem a números que ponham em causa a hegemonia cultural do país em questão pois trazem consigo uma matriz de organização social teocêntrica onde a religião impõe leis ao Estado. Ora, como nós muito bem sabemos (já tivémos esse padrão cultural aqui na Europa e muito nos custou vermo-nos livre dele), as religiões em geral não valorizam a universalidade dos direitos humanos [há uma hierarquia onde uns, os machos, têm mais direitos humanos que outros], não valorizam a liberdade, valorizam a obediência [daí que não valorizem democracias], não valorizam o saber, valorizam a fé, sendo que a religião muçulmana é particularmente retrógada e arrogante na sua visão medieval, dogmático-machista do mundo e da organização social. Portanto, o perigo de crescerem dentro de sociedades relativamente pequenas e tentarem impôr a sua visão teocêntrica é real e assusta as pessoas.

 

Este é o problema e é preciso pensar uma maneira de lidar com ele [mandar as pessoas de volta ou tratá-las mal não resolve nada e é um mau princípio) pois enquanto não o fizerem ele vai escalando e alastra-se [veja-se o à vontade com que o Erdogan inflama os muçulmanos contra os europeus), por um lado e, por outro, porque investe-se contra ele energias, talvez mal guiadas e excessivas, que podiam ser usadas para fins positivos. Veja-se o caso Brexit e o crescimento de partidos nacionalistas um pouco por todo o lado: quando as pessoas se percebem em perigo e sem proteção começam a armar-se para se defender do que antecipam vir aí.

 

 

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publicado às 06:14

 

 

"A minha Europa não deixaria refugiados morrer de frio”. Assinem e partilhem a nossa petição se concordam! #EuAcolho

 

 

 

 
AMNISTIA.PT

 

 

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publicado às 13:55


Olhar os outros

por beatriz j a, em 09.12.16

 

 

 

 

 

 Carlos Spottorno y Guillermo Abril

 

 

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publicado às 06:00


The King's speech

por beatriz j a, em 10.09.16

 

 

 

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publicado às 11:26


Refugiados

por beatriz j a, em 02.07.16

 

 

 

 

 

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publicado às 08:20

 

 

Este tipo tem 8 mansões, algumas na Europa e em grandes terrenos, cheias de quartos vazios. Quantos refugiados é que ele já acolheu com os seus milhões e milhões? Zero. Nada, Nicles. Niente. Vai aos sítios falar como se fosse moralmente superior e depois volta para as suas mansões, fatos de seda e caviar. Hipocrisia. Ainda se irrita com a jornalista e pergunta-lhe o que ela faz pelos refugiados: ela faz o seu trabalho que é interrogar hipócritas como ele...

Ao menos o Papa que também fazia o mesmo discurso inconsequente, outro dia levou meia dúzia de mulheres para o território do seu Estado particular. É um começo... porque esta hipocrisia cansa. A Anjelina Jolie adoptou 6 ou 7 miúdos. Fez mais com isso que os outros dois com todas as suas conversas.

 

 

 

 

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publicado às 16:38


Enquanto nós dormimos

por beatriz j a, em 30.03.16

 

 

 

André Carrilho - "Mediterranean Sea", for @DNtwit - Silver Medal at the Comic and Cartoon Art Annual 2016, Society of Illustrators, USA. FLIC.KR
 
 
 

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publicado às 07:11


Acho que não é só a mim que acontece

por beatriz j a, em 18.12.15

 

 

Dinamarca admite confiscar jóias a requerentes de asilo

 

... ler isto e vir logo à cabeça aquelas imagens de montes de malas, jóias, dentes de ouro e outros objectos pilhados aos judeus nos campos bem como as fortunas que lhes sacavam para os passar para a América. Bem sei que a Dinamarca faz isto para dissuadir os refugiados de passarem a linha da Alemanha para cima e não para roubar os refugiados mas há coisas que não podem fazer-se.

 

 

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publicado às 10:35


Os EUA recusarem receber refugiados de guerra

por beatriz j a, em 20.11.15

 

 

... tendo sido os principais responsáveis por ela com a invasão do Iraque, é uma vergonha, não?

 

 

President Obama is moving ahead with a plan to accept as many as 10,000 Syrian refugees fleeing from civil war, while the House passed a bill Thursday to halt the admission of Syrian refugees into the U.S. until they undergo a more stringent vetting process.

 

GOP presidential candidate Ben Carson made a comparison between Syrian refugees and rabid dogs at a campaign stop in Mobile, Ala., on Thursday.

Carson, a retired neurologist, said during the campaign event in Alabama that the country should be cautious about allowing an influx of immigrants from that part of the world.

 

 

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publicado às 13:02


1942

por beatriz j a, em 19.11.15

 

 

 

The U.S. Government Turned Away Thousands of Jewish Refugees, Fearing That They Were Nazi Spies

In a long tradition of “persecuting the refugee,” the State Department and FDR claimed that Jewish immigrants could threaten national security





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publicado às 04:19


Histórias de desespero

por beatriz j a, em 12.10.15

 

 

Torn apart: The smuggler and my baby

 

 

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publicado às 04:39


#WordsMatter

por beatriz j a, em 29.09.15

 

 

 

 

 

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publicado às 04:58

 

 

 

Interpelada durante uma visita esta quinta-feira a um centro de acolhimento em Berlim, a chanceler alemã começou por declinar o pedido de um candidato a asilo mas acabou por conceder algumas selfies.

 

 

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publicado às 17:05


Crise dos refugiados - alguns números

por beatriz j a, em 10.09.15

 

 

Síria - a guerra civil já matou 250 mil pessoas e desalojou metade dos 22 milhões de habitantes - 4 milhões tornaram-se refugiados. Destes 4 milhões, 1 milhão está na Turquia que já construiu 22 campos para acolher refugiados em fuga. Outros tantos estão no Líbano e na Jordânia.

 

Iraque e Afganistão produziram também milhares de refugiados - cerca de 100 mil estão na Turquia.

 

À Europa chegaram 216 mil pedidos de asilo.  Têm chegado à Europa crianças desacompanhadas - só na Itália e em Malta já se contam 10 mil.

 

 

 

 

 

 

 

The rules governing immigration to the EU - explained in 90 seconds

 

 

 

The number of asylum claims in the EU rose to 626,065 in 2014, up from 435,190 in 2013, the European Commission reports.

 

 2014-2015

 

Razões da guerra na Síria e da Líbia ter deixado de servir de tampão aos refugiados que procuram a Europa : aqui

 

clicar nas imagens e links para ir às fontes

 

 

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publicado às 05:42


Problema de refugiados

por beatriz j a, em 08.09.15

 

 

A Dinamarca mandou este comunicado para o Líbano. Mais uma amostra do que é a desorientação, a falta de visão e estratégia da UE.

 

 

 

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publicado às 22:12

 

 

An Egyptian billionaire is offering to buy an island for people fleeing to Europe from war-torn countries in the Middle East and Africa.

 

E dizem que a ideia dele é ridícula quando ele diz que tratava de organizar a vida na ilha, criar estruturas, infraestruturas, empregos, etc. E nem a Grécia nem a Itália lhe respondem... não percebo. Não vejo o que é que isto tem de ridículo. Eu, se fosse bilionária há muito tinha comprado uma ilha para servir de refúgio às mulheres, crianças e homossexuais que são vítimas de violência extrema, violadas, queimadas com ácido, apedrejadas e mortas de modos indescritíveis numa data de países.

 

 

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publicado às 14:18


What??!!

por beatriz j a, em 04.09.15

 

 

Refugiados em Penela

 

A coordenadora do projecto admite que o processo seja relativamente lento – por exemplo, no início, as aulas de português serão dadas aos homens e às mulheres em grupos separados. Ela diz esperar, no entanto, que "dentro de poucos meses" consiga juntá-los na mesma sala. Para isso, contribuirão, acredita, o exemplo de outros elementos da equipa, como a intérprete, tunisina e muçulmana, que também reside em Portugal.

 

A que propósito as aulas são em separado? Então as pessoas vêm para a Europa para a Europa reforçar os seus preconceitos e práticas de discriminação e intolerância? Integração não é isto! Porque é que não põem, "de início", as mulheres a andar três metros atrás dos homens para eles não se traumatizarem???

 

Quando os responsáveis pelas coisas têm mentalidades de sociologia barata dá nisto... é por isso que muitos alemães e outros têm dúvidas em receber refugiados do Médio Oriente... é porque ao fim de duas ou três gerações a viver no País ainda recusam integrar-se e insistem em viver segundo regras cívicas que violam os direitos humanos e as práticas de respeito cívico que tantos nos custaram alcançar aqui na Europa.

 

 

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publicado às 13:41


Não se pode virar a cara

por beatriz j a, em 03.09.15

 

 

... por muito que custe ver. O que não se vê não se sente prioritário, relativiza-se, esquece-se. A ONU tem que fazer algo, acerca desta guerra e desses psicopatas do EI. Acerca dos regimes onde se tratam as pessoas como lixo: matar, decapitar, cruxificar, cortar membros, violar, etc. Senão, mais vale acabar com ela e arranjar outra coisa qualquer.

 

 

do FB 

 

 

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publicado às 16:43

g.a


3-8-12



no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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