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Muito interessante, este vídeo;  apanha várias entrevistas e conversas de Putin, desde 1991, com russos de vários quadrantes políticos, acerca dos malefícios do marxismo-leninismo, da traição dos bolcheviques e do culto religioso a Lenine.

Os que planearam a revolução de Outubro puseram uma bomba-relógio debaixo do edifício que levou ao colapso trágico do Estado soviético, diz ele.

 

Na realidade, a grande tragédia, como ontem dizia um amigo é terem sido os soviéticos, os marxistas-leninistas que se diziam defensores dos trabalhadores a impedirem, com o horror de Estado facínora que construíram e o descrédito que se lhe seguiu depois do colapso e de toda a verdade se saber, que haja forças políticas que contrabalancem este capitalismo sem regras que domina o planeta. Foram eles e não os capitalistas quem deu mau nome ao marxismo e a tudo o que ele defendia. Eles foram e, por isso, são, a verdadeira catástrofe dos trabalhadores. 

 

É preciso activar as legendas em inglês, para quem não percebe o russo.

 

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publicado às 14:07

 

 

Putin olha de cima para baixo porque os americanos se puseram de cócoras. 

 

 

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publicado às 16:05


Daqui a seis anos na Crimeia?

por beatriz j a, em 09.08.17

 

 

Em vésperas de eleição, Putin, de férias, foi mostrar a musculatura em Abkhazie, território da Geórgia que confiscou em 2008... 

 

 

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publicado às 06:49


Trump foi conhecer o seu ídolo

por beatriz j a, em 09.07.17

 

 

... olhe-se só o respeitinho com que lhe aperta a mão, sem violência e a mostrar que vai portar-se bem. Master Putin and his aprentice, Trump :))

 

 

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publicado às 08:26


As entrevistas de Oliver Stone a Putin

por beatriz j a, em 14.06.17

 

 

Foram feitas entre Dezembro de 2015, no rescaldo da crise da Ucrânia e Fevereiro de 2017, já com Trump eleito. É uma entrevista obrigatória para quem se interessa pelo que se passa no mundo. É uma oportunidade de perceber o indivíduo e a sua política, coisa que Oliver Stone, com paciência e pézinhos de lã, consegue fazer entrever, umas vezes pelo incómodo de Putin, outras pelas não respostas. Nos dois primeiros episódios, que passaram nos EUA ontem e antes de ontem vemos o Oliver Stone a criar um ambiente de confiança e a crescer na seriedade da entrevista, de modo que, espero, no episódio de hoje e no de amanhã, as coisas sejam ainda melhores.

O que vemos, entre outras coisas, é que Putin é um tipo muito inteligente e culto, com um pensamento sistematizado acerca de questões da História das nações, da diplomacia, das relações internacionais, da psicologia das nações, da economia e finanças dos países e, como ex-KGB que é, dos bastidores dos centros de decisão. Depois, é vaidoso, tem imenso orgulho na sua inteligência e argúcia, na sua ascensão ao poder e nas suas capacidades de liderança. Bem, isso tinha que ter ou não estaria onde está.

Enfim, as entrevistas têm tanto conteúdo que há muita coisa para ver e ler nelas. Muito interessantes.

Hoje passa o 3º episódio e amanhã o 4º e último, o que significa que depois de amanhã já estão todos no youtube.

 

 

 

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publicado às 19:30


Os EUA acabam de dar um grande passo em falso

por beatriz j a, em 30.05.17

 

 

Há muito tempo que entrámos na era germânica: as ideias políticas dos séculos XIX e XX saíram da forja dos filósofos alemães; a economia dominante é anglo-saxónica mas as ideias que forjaram as convulsões dos séculos XIX e XX na Europa e em grande parte do mundo, para o melhor e para o pior, são as dos alemães: do Kant, do Hegel, do Marx, do Engles, do Nietzsche e Heidegger.

Ainda o império britânico parecia brilhar incontestado e já se desmoronava enquanto crescia a influência da Filosofia alemã que está por detrás de todos os movimentos políticos e alguns económicos que começaram a forjar-se no século XIX e ainda nos regem. 

 

Esta ascenção alemã teve um interregno abrupto por causa da Segunda Grande Guerra. Durante muito tempo a Alemanha esteve sob ocupação e, mais tarde, sob protetorado americano, contra a outra Alemanha [comunista/soviética] de Leste. Os EUA, por força da entrada decisiva e vitoriosa na Segunda Guerra e por força do plano Marshall, tornaram-se uma espécie de potência meio protetora, meio paternalista, da Alemanha, que aceitou esta protecção, até porque durante muito tempo não soube como gerir/contextualizar a sua História recente e evitava qualquer iniciativa relacionada com exércitos e tudo o que pudesse dar ideia de agressividade. 

Esta situação convinha aos EUA porque, mantendo-se como a potência que mais contribuia financeiramente para a NATO (e para a ONU), acabava por deter, por conta disso, um poder decisório e decisivo, muito grande, na Europa e no mundo.

No que respeita à NATO, os países do seu protetorado, nomeadamente a Alemanha mas, também outros que beneficiaram do plano Marshall e ainda pagavam em lealdade essa beneficência, seguiam a liderança dos EUA em praticamente tudo e, mesmo quando não concordavam com as ofensivas americanas, mantinham-se passivos, sem fazer oposição.

 

Pois o Trump, que só pensa em dinheiro como comerciante que é, acabou de destruir essa posição de força que tanto custou aos EUA construir, pois se todos agora passam a pagar o mesmo, mais ou menos, não há razão para que a Alemanha, já não dividida e hesitante quanto ao seu lugar no mundo, mantenha a posição de submissão que tinha relativamente aos EUA e, pela mesma ordem de ideias, não há razão para o domínio americano se manter. 

Estamos em plena era alemã e a situação internacional mudou.

Neste momento o interregno da ascenção da influência da Alemanha na Europa acabou e a Alemanha deu-se conta que está em plena posição de igualdade de força moral com os EUA. (Merkel says EU cannot completely rely on US and Britain any more). Se a Europa já não pode contar com os EUA, os EUA também já não podem contar com a Europa...

 

Foi um grande passo em falso dos EUA e arriscam-se (se a Alemanha levar as suas próprias palavras a sério ["O Ocidente é uma ideia de valores universais (...) uma ordem internacional em que acreditamos que essa ordem internacional é mais do que a soma dos interesses nacionais", frisou, evocando "o fracasso dos Estados Unidos como uma grande nação". (Sigmar Gabriel, chefe da diplomacia alemã)] e não as disser apenas para efeitos de campanha eleitoral onde a Merkele aparece agora, todos os dias, a beber cerveja e a dizer as mentiras que os políticos dizem nessas alturas) a ficar permanentemente arredados do lugar de nº 1 mundial no que respeita a ditar políticas internacionais, pela simples razão que, se a Alemanha quiser e a Europa quiser o que a Alemanha quiser, a Europa passa a ter a sua própria força militar.

Ora, se a Alemanha fizer as coisas como deve ser, quer dizer, se trabalhar para uma Europa unida, em vez de criar dissenções como tem feito até agora, não há razão para que a Europa não queira o que a Alemanha quer e, nesse caso, a Europa torna-se uma grande força no mundo, mesmo sem a Inglaterra, com o seu próprio exército e iniciativa militar sem necessidade da ajuda americana.

 

No mesmo dia em que Trump andava aqui a bater com o punho na mesa à Merkele, esta esteve com o Obama em Berlim numa conversa sobre fé e democracia. Que o Obama tenha ido a Berlim falar de democracia no mesmo dia em que Trump, o seu Presidente, estava a uns metros a falar do futuro da NATO e da participação dos EUA no acordo de Paris, não pode ter sido inocente... nem do lado dele, Obama, nem do lado dela, Merkele...

Os próximos anos vão ser de reconstrução de exércitos europeus. Essa cartada já os EUA a perderam porque Trump é um ignorante, politicamente falando e, é aconselhado por Kushners e companhias que são best pals dos russos. Os EUA estão com problemas internos, graves. O Putin está a capitalizar... e os ingleses devem estar confusos.

Uma Europa militarizada acaba por ser uma inevitabilidade, indesejada, digo eu, que não acho bom prenúncio evoluirmos para Estados cada vez mais militarizados, nem vejo como isso se coaduna com a visão de sermos uma ideia de valores universais.

Mas não há dúvida que vivemos tempos interessantes.

 

 

 

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publicado às 20:43

 

 

O Estaline foi um querido líder que cometeu uns erros mas era uma boa alma que nunca lançaria uma bomba em cima dos alemães como os americanos fizeram aos japoneses. E os russos são colectivistas e na Rússia nunca houve limpezas étnicas. Esta entrevista é muito interessante, mostra como ele se vê a si mesmo.

 

 

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publicado às 20:58

 

 

 Isto é um trabalho de investigação como deve ser. Se o jornalismo fosse todo assim...

 

 

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publicado às 19:16

 

Rússia: Ataque à Síria é um ato de agressão com pretexto inventado

 

... quando pensava que o Trump era controlável.

 

 

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publicado às 21:07


This is good 😀

por beatriz j a, em 08.03.17

 

 

 

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publicado às 05:58


Putin, o grande prestidigitador II

por beatriz j a, em 30.12.16

 

 

Putin acaba de tirar o tapete dos pés de Obama. Não vai expulsar diplomatas americanos o que é o mesmo que dizer que já não reconhece poder sério a Obama. Vingou-se do Obama que agora aparece como o radical comparado consigo próprio e fez um cheque ao rei a Trump. É claro que isto só acontece porque Trump tem andado a fazer anti-jogo ao, ainda Presidente, Obama, com críticas e conversas paralelas às acções da Casa Branca. E também é claro que isto de encostar o Trump à parede e forçá-lo a escolher, podia sair-lhe muito, muito caro, se o Trump não cedesse sempre ao que alimenta a sua enorme vaidade e se os seus seguidores não fossem um bando de idiotas comerciantes do dinheiro e do petróleo.

 

 

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publicado às 12:53


Putin, o grande prestidigitador

por beatriz j a, em 30.12.16

 

US expels 35 Russian diplomats, closes 2 compounds

 

Os EUA deram mais um passo nas sanções à Rússia mas, a pouco tempo de passar a pasta para o pragmático comerciante que não tem paciência nem capacidade de compreender diplomacia e cenários de grande alcance, a medida vem demasiado tarde. Parece-me evidente que a próxima administração americana, a não ser que o Putin faça o Trump sentir que perde face, o que não acredito, vai deixar cair o assunto da Crimeia e das sanções como se fosse inexistente. Até já avançam com o nome de Kissinger, esse bandido sem escrúpulos, agora amigo da Rússia, para ajudar a passar uma esponja sobre todo o assunto [Kissinger could help Trump reconcile with Kremlin]. 

 

Entretanto, Putin já está a preparar a interferência nas eleições alemãs e francesas que se aproximam [German Populists Forge Ties with Russia] Aqueles canais de desinformação como o RT e o Sputnik já existem em todas as línguas que lhe interessa para ajudar os populistas europeus a minar a UE e a NATO.

 

A Rússia tentou ser amiga dos EUA no tempo de Yeltsin mas foi humilhada em vez de ajudada (o Ocidente não o percebeu e não teve visão) e isso é que permitiu a subida de Putin ao poder; Putin tentou ser um amigo da UE, ser um parceiro respeitado, mas foi desconsiderado pela NATO e por isso invadiu a Crimeia e foi humilhado pela Merkele e isso é que deu origem a esta reacção agressiva dele. O que ele disse a Sarkozy [vou-te esmagar] quando este o tratou sem a deferência que ele esperava e, exige, é o que ele está a fazer à UE, embora não o tenha dito em voz alta, depois da Merkele o ter destratado publicamente dizendo que ele não funciona bem da cabeça [darius-rochebin-interviewe-vladimir-poutine], o que foi um passo em falso muito grande.

 

A terceira lei de Newton, segundo a qual não existe acção sem reacção, aplica-se também à força, ao poder, entre pessoas. O que Putin quis ser e o que ele é resulta das acções que o Ocidente cometeu, imprudentemente, e às quais ele reagiu segundo o seu quadro mental que é o de um ex-KGB que viveu na Alemanha de Leste, conhece todos os truques do ofício, não defende o comunismo mas defende a grandeza da Rússia, não aceita perder face diante de ninguém e não tem escrúpulos em destruir o que se lhe atravessa no caminho. 

 

Putin, há pouco tempo, substituiu os seus ministros e conselheiros, que eram os seus amigos de longa data, muitos dos seus tempos de KGB, por pessoas novas, qua nada sabem do seu passado quando não era ainda grande e que têm dele uma visão engrandecida. Ele quer projectar uma certa imagem e consolidar um certo tipo de poder mas estava a perder apoio do povo devido às grandes dificuldades sentidas por causa das sanções ao petróleo e ao gás e às exportações para a UE. Mas ele sabe como jogar este jogo de ilusões, espionagens, mentiras e desinformações. 

 

Os países da UE e, em particular, a Alemanha e a França, não só porque vão ter eleições para as quais o Putin já se está a preparar há tempo, mas porque construiram a UE de tal modo que tudo depende deles, sobretudo da Alemanha, deviam estar preocupados com a preservação e o fortalecimento da UE porque se se desintegra, estão todos mais ou menos condenados à irrelevância.

 

A questão é, como resolver problemas com as mesmas pessoas cujo quadro mental esteve, e está, na origem desses mesmos problemas?

 

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publicado às 09:36


Putin love: Trump you are perfect to me

por beatriz j a, em 18.12.16

 

 

 

 

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publicado às 19:06


Putin love: Trump, to me you are perfect 😍

por beatriz j a, em 17.12.16

 

 

 

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publicado às 12:49


A sombra de Putin

por beatriz j a, em 24.11.16

 

 

 

Which weapons has Russia moved to Kaliningrad?

 

 

 

Bastion land-based coastal-defense missile launchers: In October, Russia beefed up its anti-shipping defenses in Kaliningrad with these launchers. Since then, it has used them as an offensive weapons against rebel positions in SyriaAccording to IHS Jane's 360, the supersonic missiles fired from the Bastion have a range approaching 200 miles. In a conflict, they could be used against NATO ships trying to reach the Baltic states.

 

 

 

S-400 land-based air-defense missiles: Russia has already installed these state-of-the-art missile systems to protect its air base in Syria. The S-400 can simultaneously track and strike a number of aerial targets at once at ranges of up to 250 miles. In Kaliningrad, S-400s would be capable of targeting NATO aircraft and missiles over most of the Baltic region.

 

 

 

Kalibr nuclear-capable ship-based cruise missiles: In October, Russia sent two missile frigates to Kaliningrad equipped with launchers that can fire these missiles more than 900 miles. A Russian missile frigate based off Syria has launched Kalibr missiles at rebel forces.

 

 

 

Iskander-M mobile nuclear-capable land-based ballistic missile system: The Iskander-M is a mobile short-range ballistic missile system with an official range of just more than 300 miles. That complies with the limits set by the landmark 1987 Intermediate-range Nuclear Forces Treaty signed by the United States and the Soviet Union. Iskander is extremely mobile and hard to detect and has superior accuracy.

 

That sounds bad. What could be worse?

 

Longer-range, nuclear-capable land-based ballistic missiles: The United States accuses Russia of developing land-based ballistic missiles with a range much greater than allowed by the INF treaty — some military estimates suggest that Russia has tested a missile that could reach major European capitals. The whole point of the INF treaty was to eliminate the threat of rapid nuclear escalation posed by hidden launchers carrying devastating weapons a short flight time. But Moscow denies the allegation and says that it is the United States that is breaking the treaty with illegal intermediate missiles of its own.

 

By David Filipov

 

(pensar que Kalininegrado era a cidade de Kant, quando se chamava Königsberg e que nem a campa dele sobreviveu às guerras e às revoluções dos alucinados do século XX)

 

 

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publicado às 19:12


??? This speaks volumes...

por beatriz j a, em 21.11.16

 

 

 

 

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publicado às 06:36


Que acha o Putin da eleição do Supertrump?

por beatriz j a, em 11.11.16

 

 

 

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publicado às 13:10


Verdadeiramente assustador

por beatriz j a, em 28.10.16

 

 

Rússia revela míssil nuclear capaz de destruir países inteiros

O Satan 2 seria capaz de dizimar territórios com o triplo da área de Portugal.

 

A minha pergunta é a seguinte: se querem a paz porque constroem armas de guerra desta natureza?

 

 

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publicado às 14:27

 

 

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publicado às 06:00


Putin a chegar a Berlim

por beatriz j a, em 19.10.16

 

 

O homem tem imensos fãs. No site da estação, os comentadores chamam-lhe o salvador, o 'peacemaker', génio, superhomem.... acho que os calendários em que aparece montado em ursos e coisas dessas resultam.

 

 

 

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publicado às 17:07

g.a


3-8-12



no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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