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Professores estão a perder até mil euros por mês

Ministro recebe esta quarta-feira mais de 10 mil postais de docentes de todo o país a reclamar regime especial de aposentação. Fenprof exige respostas até ao dia 26.

Uma classe envelhecida, desgastada por elevados níveis de precariedade e "congelada" quase desde o início do século. As queixas não são novas. A Federação Nacional de Professores (Fenprof) assinala esta quarta-feira um dia nacional de luta para exigir um regime especial de aposentação, novos momentos de vinculação extraordinária e descongelamento da carreira e entra em contagem decrescente para o fim do prazo dado ao ministro - até ao dia 26 - para aceitar um compromisso político ou enfrentar uma greve que pode coincidir com o arranque dos exames.

 

 

 

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publicado às 05:45


Os professores são heróis

por beatriz j a, em 22.03.17

 

 

Escolas. Houve 40 reformas curriculares nos últimos dez anos

 

É a única conclusão possível, pois quem consegue continuar a trabalhar e formar alunos no meio deste campo minado que são as reformas impostas a todo o instante, umas a contradizer as outras que ainda ontem foram impostas e nem sequer foram avaliadas (e sem falar que a isto se somam as reformazinhas internas que são as 'ideiazinhas' e 'projectozinhos de estragar alunos' dos moços de recados da tutela e amigos que se arrastam há anos nos cargos das escolas) não tem outra designação senão essa. Nós, professores, trabalhamos apesar da tutela, apesar da esquizofrenia de vaidades dos decisores, apesar de sermos o saco sem fundo para onde se atiram todos os problemas socialmente não resolvidos, apesar de sermos as primeiras vítimas dos cortes de cada vez que é preciso financiar calotes de banqueiros, apesar de sermos, na boca de imensos políticos, os culpados de todos os males sociais, apesar da quase totalidade dos ministros e secretários de Estado da tutela não nos suportarem e acharem que não fazemos ponta de um corno. Continuamos a trabalhar, a formar pessoas e a ensinar apesar de todas estas forças contraditórias e destruidoras. Se isso não é ser herói não sei o que seja. 

 

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publicado às 04:53


Falta de respeito pelas pessoas

por beatriz j a, em 08.03.17

 

 

Professora com cancro diz ser obrigada a regressar à escola

No entanto, ressalvou não se sentir em condições para ir trabalhar. "A lei garante-me que eu tenho direito a uma prorrogação dos 18 meses por se tratar de uma doença incapacitante que exige tratamento prolongado", acrescentou ainda.

Depois dos tratamentos mais agressivos, a doença estabilizou, mas Cristina tem já tratamentos marcados até julho de 2018. A doente faz quimioterapia de manutenção, de três em três meses.

 

 

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publicado às 20:22

 

 

O Mito do Vencimento dos Professores para a OCDE 

 

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publicado às 06:14

 

Why... Study Philosophy?

 

The second caveat (“Objection 2”) is that insofar as contemporary philosophy does come up with intelligible conclusions, they are frequently banal. Take, for example, On What Matters, the Oxford philosopher Derek Parfit’s two-volume magnum opus, published in 2011. His 1,400-odd pages are unusually clear and cogent; it was generally praised as a major work making original contributions to the whole field of present-day philosophical debate. Yet his answer to the question “What matters most?” is underwhelming. In Volume One he writes: “What now matters most is that we rich people give up some of our luxuries, ceasing to overheat the Earth’s atmosphere, and taking care of this planet in other ways, so that it continues to support intelligent life.” This seems to me to be not much better than a statement of today’s — probably ephemeral — conventional wisdom. Philosophers have no special insight into natural phenomena such as climate change; you don’t need to study ethics to renounce luxuries or take care of the planet. Volume Two concludes: “What matters most is that we avoid ending human history.” This may be true; but apart from mad dictators or religious fanatics, such as the Supreme Leaders of North Korea and Iran, Kim Jong-un and Ayatollah Khameini, who on earth would disagree? If this is the best that philosophers can do to explain the meaning of life, the rest of us may well think that we can save ourselves the trouble of reading them.

 

Hoje em dia a sociedade é de tal modo obcecada pela auto-promoção que qualquer professor de filosofia universitário se auto-proclama filósofo. São todos filósofos. Nas escolas secundárias muitos professores dizem-se também filósofos por darem uma disciplina de filosofia. Qualquer dia até os outros que não percebem um boi de filosofia mas andam a fingir que dão filosofia a alunos do básico também se auto-intitulam filósofos [e quem sabe, oferecem-se para me explicar o que é a filosofia, como outro dia um que me dizia que aquilo que ensina não é filosofia]... depois acabam a dizer estas vulgaridades com um ar pomposo sem se dar conta dos estragos que fazem. É triste.

 

 

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publicado às 05:52

 

 

 

Resta saber porquê... esta diz que pouco mais de metade dos directores das escolas querem dois semestres em vez de 3 períodos escolares com a única razão de serem mais equilibrados.

Aqui há duas coisas: em primeiro lugar, esses 54% de directores são cerca de 160 pessoas. Num universo de mais de 100 mil professores, que relevância tem a opinião de apenas 160 pessoas que nem sequer dão aulas...? Em segundo lugar, uma medida que implica tantas mudanças tem que ser pensada calculando se os prejuízos vêm a ser maiores que os benefícios. Assim de repente, por exemplo, se o facto de os alunos terem 2 avaliações em vez de 3 lhes dá mais hipóteses ou menos de recuperarem aprendizagens. Haverá muitas outras questões a ponderar, certamente.

O que quero dizer que medidas destas não se podem fazer em cima do joelho, como é costume e para agradar a meia dúzia de pessoas que estão tão habituadas a decidir por todos sem discussão que já nem lhes passa pela cabeça pensar a sério nos assuntos. 

Mas estas notícias, volta e meia estão nos jornais tal qual como estavam há uns meses... resta saber porquê.

 

Mais de metade dos directores dos agrupamentos escolares (54,1%) concorda que o calendário escolar passe para apenas dois semestres, indica um inquérito sobre O que pensam os directores e os presidentes de Conselhos Gerais sobre questões pertinentes da escola portuguesa, realizado junto de mais de 300 destes responsáveis escolares.

 

 

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publicado às 11:26


Elogio dos professores

por beatriz j a, em 31.08.16

 

 

 

 

 

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publicado às 16:34

 

A mão de obra barata da educação

 

Conheço bem a atividade dos professores das AEC (Atividades de Enriquecimento Curricular). São licenciados e mestres, alguns preparam doutoramento. Gente do mais alto nível. Nas escolas onde vou, chamado para as ações com os meus pequenos leitores, lá os encontro. Jovens, dinâmicos, criativos, ensinam inglês, educação musical, expressão plástica, artes de palco, dança, atividades físicas e desportivas, educação para a cidadania, informática, xadrez, dramatizam as histórias com os alunos, constroem cenários, inventam peças de teatro, agarram nos poemas dos escritores convidados, aplicam-lhes uma música e põem os alunos a cantar empolgados, formando coros de vozes coloridas e alegres. Com o contributo destes professores, a escola não é uma seca. Longe disso. É um espaço de cor, alegria e vida, um motor de criatividade e autoestima. Nos espetáculos festivos, enchem os olhos aos pais, tios, avós e bisavós das crianças, que ali vão deslumbrar-se, orgulhosos, com os desempenhos inocentes das suas pequenas vedetas.

E o Estado o que lhes dá em troca? Miséria. Recebem remunerações mensais que, por vezes, nem chegam aos 300 euros, são "chutados" para a rua quando as aulas acabam sem ao menos se acautelarem os programas de continuidade pedagógica. São a mão de obra barata da Educação. Nem sequer podem pedir o subsídio de desemprego, nem subsídio de férias, nem de Natal, nem de maternidade. E se faltam um dia por doença... já não o recebem.



O contraste da educação com o indivíduo do post anterior e todos os outros proto-Salgados deste país. Quando a educação é sacrificada para beneficiar os tipos da banca que nos roubam e depauperam a todos que futuro podemos ter?

Ontem um comentador não gostou de qualquer coisa que escrevi contra os políticos que têm sustentado este estado de coisas e chamou-me (entre outras coisas) indigente. Pensou estar a ofender-me mas a verdade é que só está a confirmar os factos: efectivamente, na educação, exceptuando meia dúzia de pessoas cheias de privilégios (os moços de recados da tutela e os seus moços de recados) somos todos mais ou menos indigentes. Os mais novos mais, como se lê na notícia. Ninguém tem contas de bilião, tudo é contado ao tostão.

 

 

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publicado às 06:30

 

A history teacher responds to PM Medvedev’s suggestion educators should go into business
 
 
 

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publicado às 06:57

 

 

Nos últimos 10 anos menos 43.000 professores no ensino público, menos 4.000 professores no ensino privado. 43.000 professores é muita gente... e não se deve apenas a factores demográficos.

 

  estudo publicado ontem pela Direcção-Geral das Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC) via http://www.arlindovsky.net

 

 

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publicado às 15:57


Cá, caminhamos para isto...

por beatriz j a, em 28.07.16

 

 

Indiana’s got a problem: Too many teachers don’t want to work there anymore

What’s going on? Pretty much the same thing as in Arizona, Kansas and other states where teachers are fleeing: a combination of under-resourced schools, the loss of job protections, unfair teacher evaluation methods, an increase in the amount of mandated standardized testing and the loss of professional autonomy.

 

Teacher Shortages Spur a Nationwide Hiring Scramble  

 

Why Do Teachers Quit?

 

 

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publicado às 16:00

 

 

"Os professores são os únicos adultos que encaram os jovens", afirma Mario Sergio Cortella 

 

Pioneiro: E além da má remuneração, ocorre ainda a falta de respeito com os professores...
Cortella: Isso acontece tanto porque nós, professores, somos os únicos adultos que encaram o jovem hoje. As crianças tem autonomia, fazem a comida sozinha usando o micro-ondas, não falam mais com os pais. Os pais são reféns das crianças: ela decide onde vai almoçar, o que a família assistirá na televisão. A primeira pessoa que ela encontra no dia que pergunta: 'onde está teu caderno? e o uniforme? pode desligar o celular?', é o professor. 

 

 

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publicado às 14:55


Professores expulsos porque ganham de menos

por beatriz j a, em 29.03.16

 

 

 

Teachers sent packing in midst of recruitment crisis – because they earn too little

 

Kelly Wilcox teaches English in a secondary school in south London. Her students are thriving. She has a boyfriend and a cat and a job she loves. She grew up in Connecticut in the US, but now her life is here. At least that’s what she thought.

Under immigration rules that come into force next month, skilled workers – including teachers – from non-EU countries will need to earn at least £35,000 to remain in the UK permanently.

With a salary of just over £29,000, Wilcox faces having to leave the country - and her beloved pupils - at a time when headteachers are facing a desperate shortage of teachers.

 

Ser professor numa escola nunca foi uma profissão de ganhar muito dinheiro mas também não era uma profissão para empobrecer. Agora é. Com as novas leis de imigração para trabalhadores que venham de fora da UE, a Inglaterra só deixa ficar os que ganhem, pelo menos, 35.000 libras, o que está acima das 29.000 libras de salário dos professores. E isto no meio de uma crise de falta de professores porque... ninguém mais já quer uma profissão cada vez mais sem autonomia, sem prestígio e sem salário e condições decentes.

 

 

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publicado às 10:17


E é isto...

por beatriz j a, em 26.03.16

 

 

 

Hoje fui lá abaixo ao mercado e encontrei, a vender numa banca, uma colega que esteve lá colocada na escola há 4 anos a dar aulas. Disse-me que com os cortes do Crato deixou de ficar colocada e, claro, teve que orientar-se para pagar a renda da casa. É assim que as coisas estão...

Lembrava-me muito bem dela porque tínhamos uma turma em comum e fomos as duas numa visita de estudo organizada por outro colega. Tenho muito boa impressão dela como profissional e revolta-me que estas pessoas sejam empurradas para fora para poupar dinheiro, não para melhorar o sistema. Disse-me que tem pena porque gostava dos alunos. Fiquei ali uma data de tempo à conversa com ela. 

 

 

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publicado às 12:18


Que quer isto dizer?

por beatriz j a, em 22.03.16

 

 

Professores recebem formação para prevenir suicídio nos jovens

 

Os professores não podem prevenir suicídios como é evidente. Podem reconhecer os sintomas da depressão grave mas depois, não são eles que podem tratá-la, são os profissionais de saúde. Nós somos profissionais de educação. Se os profissionias de saúde não existem ou existe um psiquiatra ou psicólogo para cada 5 ou 6 escolas, não serve de nada reconhecermos sintomas de depressão nos jovens. Esta iniciativa tem muito mérito se for acompanhada de contratação de profissionais de saúde para as escolas porque caso contrário é mais uma medida de papel que começa na primeira linha e acaba na última mas nunca sai do papel.

 

 

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publicado às 05:15

 

 

 

Stop Humiliating Teachers

The U.S. has a tendency, when there’s an economic or social crisis, to affix unfair blame on public-school teachers. 

Education reform seems to be less about aiding students than about targeting teachers.

Public-school teachers have been trapped in a maze of standardized tests. The heart of the criticism: the tests measure demographics (the class and wealth level of the students) more than teachers’ abilities.

(...) the attacks on public-school teachers have been particularly virulent. They are lazy, mediocre, tenaciously clinging to tenure in order to receive their lavish pay...

 

As recent surveys have shown, the high-stakes testing mania has demoralized the profession as whole. It has forced teachers, if they want to survive, to teach to the test, in effect giving up curriculum for test preparation. Trying to score high, some schools gamed the system, or simply cheated on the tests; some abandoned such essentials as the arts, gym, and even recess. Teachers were discouraged from coöperating and from sharing material—this competitive ethos found in school, where coöperation and the sharing of information, particularly in the lower grades, is essential. Corporate thinking, mostly inappropriate to education, has turned teachers into individual operators potentially at war with one another. But men and women with that kind of competitive temperament are unlikely to go into teaching in the first place. The ones who do go into it may feel that their best instincts have been violated.

 

The purpose of tenure is to protect free speech, to make it impossible for principals to fire people for personal or political reasons. My own feeling is that it should be easier than it is now for principals to fire bad teachers, but that tenure should not be abolished. The political atmosphere in the country has become so polarized that spirited teachers—men and women who actually say something—will not survive hostile parents or a disapproving principal without the protection of tenure.

 

We have to make teaching the way to a decent middle-class life. And that means treating public-school teachers with the respect offered to good private-school teachers—treating them as distinguished members of the community, or at least as life-on-the-line public servants, like members of the military.

 

We also have to face the real problem, which, again, is persistent poverty. If we really want to improve scores and high-school-graduation rates and college readiness and the rest, we have to commit resources to helping poor parents raise their children by providing nutrition and health services, parenting support, a supply of books, and so on. We have to commit to universal pre-K and much more. And we have to stop blaming teachers for all of the ills and injustices of American society.

 

By the time kids from poor families of all races enter kindergarten, they are often significantly behind wealthier children in vocabulary, knowledge, and cognitive skills. Of course, good teachers can help—particularly that single teacher who takes a kid in hand and turns him around. But, in recent years, teachers have been held responsible for things that may often be beyond their powers to change. They are being assaulted because they can be assaulted. The real problem is persistent poverty.

David Denby

 

Cá é igual. Sem pôr nem tirar. O que não admira visto copiarmos o sistema americano que por sua vez inspirou o inglês, ambos na miséria que se sabe. Em Inglaterra já ninguém quer ser professor e já os recrutam pela Europa fora.

 

 

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publicado às 06:14

 

 

Classroom observations may hurt teachers more than they help, study says

 

Among Steinberg and Garrett’s findings:
• Math teachers were six times more likely to be among the top performers when assigned students who were the highest achievers the previous year. English language arts (ELA) teachers with high achievers in their classroom were twice as likely to be among top performers.
• Only 37 percent of ELA teachers and 18 percent of math teachers assigned the lowest-performing students were highly rated based on classroom observation scores.
• When teachers were assigned a class with higher incoming achievement, they were more likely to see an increase in their measured performance.
• Teachers with higher achieving students are rated higher in “communicating with students” and “engaging students in learning.” These areas reflect teacher interaction with students, so they tend to be student dependent.
• However, measures that depend more on the instructional strategies teachers bring to the classroom — “using questioning techniques” and “assessment to drive instruction” — were largely uncorrelated with student achievement.

 

Based on their results, Steinberg and Garrett caution that using observation-based measures for high-stakes teacher accountability without understanding and accounting for classroom composition will skew results, with potentially significant consequences.

“The misidentification of teachers’ performance levels has real implications for personnel decisions, and fundamentally calls into question an evaluation system’s ability to effectively and equitably improve, reward, and sanction teachers,” wrote Steinberg and Garrett.

 

 

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publicado às 10:08


Desabafos da sala de professores

por beatriz j a, em 26.11.15

 

 

 

Ontem de manhãzinha toda a gente comentava 'o puto que arranjaram para a educação'. Alguns frisavam como é estranho que nunca, nem um único ministro da educação tenha alguma vez sido um pedagogo, alguém ligado à educação pelo lado da pedagogia e não da economia de recursos. A grande maioria são engenheiros civis ou químicos, os outros economistas ou especialistas em fazer estatística. Depois, eu disse que achava que este governo, para não perder completamente a face, ia dar-nos um rebuçado que eu esperava fosse parte do salário roubado e diminuição do número de alunos por turma. Começou-se tudo a rir de mim... houve até quem me dissesse, 'oh Beatriz, essa ingenuidade nem parece tua'. Mas eu mantenho a minha: este governo vai durar um ano, até ao outro orçamento em Novembro e, até lá, vão dar-nos, não um almoço, claro, mas um rebuçadinho. É claro que não sou como alguns blogues de professores do PS e do BE que já cegaram (ser dos partidos causa cegueira) e estão esfusiantes de entusiasmo a pensar que agora é que nos vão fazer justiça, que a educação vai melhorar, etc. Até há quem faça listas com conselhos acerca de problemas a consertar e como fazê-lo, como se alguém nos fosse ouvir... nem o que diz representar os professores nos ouve... pela minha parte gostava muito de saber que congeminações é que o Nogueira andou a tramar com a Martins no tal encontro secreto dos 12 pontos porque cada vez que esse aí faz memorandos de entendimento eu até tremo...

 

 

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publicado às 04:37

 

 

Prova para professores será eliminada ainda este mês

 

“Para já não vejo necessidade de se ir além da sua revogação”, adiantou Pedro Delgado Alves, acrescentando que competirá à futura equipa da Educação definir o modelo que irá substituir a avaliação docente ainda em vigor, um processo que, lembra, envolve negociações com os sindicatos e que demora sempre “mais tempo”. 

 

Aliás, estava-se a ver... o Nogueira reunido com a Martins a fazer acordos secretos, visto que não sabemos o que saiu da tal reunião dos 12 pontos, só pode dar asneira...

 

 

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publicado às 20:06


Tantos anos a fazer isto e está cada vez pior

por beatriz j a, em 16.11.15

 

 

Directores dizem que concurso dificulta substituição de professores de baixa

 

Na minha escola há muitos professores novos, contratados. Hoje falei com algumas colegas. Duas vêm de muito longe, uma vem de Braga, outra do Porto. Passam parte da tarde e da noite de sexta a viajar para cima e a tarde de Domingo a viajar para baixo. Outra é de Aveiro. Tem filhos pequenos de modo que custa-lhe estar aqui toda a semana para além do gasto que representa. Outra vem do Entroncamento mas está cá porque ir e vir de carro -gasolina e portagens- é muito caro e os professores não têm nenhum suplemento de deslocação (ouviu senhora 'esquerda'?). Indo pela estrada nacional chega lá já noite dentro e teria que levantar-se às cinco da manhã ou assim para estar a horas nas aulas; para além de que ficava sem tempo para trabalhar porque um professor faz muito trabalho em casa. Esta tem dois filhos, o mais novo com oito anos... a mais velha tem treze anos e tem estado doente. Todos os anos andam de bolandas...

 

 

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publicado às 19:45

g.a


3-8-12



no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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