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Leituras ao crepúsculo

por beatriz j a, em 30.10.17

 

 

HEGEL'S PHILOSOPHICAL DEVELOPMENT

By RICHARD KRONER

 

Outro dia, enquanto procurava uns artigos sobre liberdade, auto-determinação e consciência, fui dar com um blog de um tipo que é completamente apaixonado por Hegel de tal modo que todos os posts que escreve são acerca de Hegel; pus-me a lê-lo e lembrei-me de como em certa altura, quando era muito nova e ainda mais ignorante, fui um bocadinho obcecada por interiorizar a filosofia dele porque tive dificuldade em mastigá-lo quando o estudei. Hegel é um filósofo que pode ler-se e compreender-se do ponto de vista lógico mas sem se perceber ao certo de que está ele a falar a não ser depois de ter-se um certo à vontade nos problemas da metafísica, da epistemologia, da lógica, etc., que eu na altura não tinha.

O certo é que o blog deste indivíduo ressuscitou-me o desejo, a curiosidade e a vontade de reler Hegel. Estou interessada na solução dele para o problema da liberdade da vontade.

Vou começar por reler hoje este pequeno estudo só para voltar a mergulhar dentro do universo mental hegeliano e das suas condicionantes. São 40 páginas de leitura leve. Lê-se num instante. Está todo online. 

 

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publicado às 19:10


Leituras pela madrugada: " O Rei dos Reis"

por beatriz j a, em 07.08.17

 

O rei dos reis

RICARDO SILVA

 

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publicado às 05:51


Leituras de férias

por beatriz j a, em 11.08.16

 

 

 

20160811_100606.jpg

 

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publicado às 10:18


Leitura interessante

por beatriz j a, em 07.05.16

 

 

1,700 years ago, the mismanagement of a migrant crisis cost Rome its empire

 

 

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publicado às 20:29


Leituras

por beatriz j a, em 23.04.14

 

 

 
A-sindrome-do-burn-out

 

 

 

Oito em cada dez portugueses estão exaustos e querem mudar de emprego”: eis o título de uma notícia do PÚBLICO, na semana passada, que divulgava o resultado de um inquérito. Esta forma de exaustão é global, é uma epidemia, e foi baptizada em língua inglesa com um nome cuja tradução ainda não foi fixada com rigor nas línguas latinas: burn-out. Diz-se que o pai do conceito é Graham Greene, que o utilizou como título de um romance, de 1960, A Burnt-out Case (a ortografia do termo inglês tinha, então, um t final). O burn-out é uma doença da civilização e está exclusivamente ligado aos aspectos que caracterizam a organização contemporânea do trabalho.

 

Distingue-se, pois, da depressão, que não precisa do contexto laboral para se revelar. Esta doença do bom cidadão trabalhador que sofre um “incêndio” metafórico (como sugere a palavra inglesa) apresenta os seguintes sintomas: fadiga até ao limite do esgotamento, ansiedade, incapacidade de controlar o stress, despersonalização e impotência. Esta doença do “too much” é reveladora de um demónio — o demónio do trabalho — que retira o mais precioso dos nossos bens: o tempo. E a palavra “demónio” justifica-se plenamente porque os estudiosos desta doença social dizem que ela tem um equivalente na acédia medieval — esse mal de que sofriam os monges na Idade Média e que os fazia perderem a fé no sistema divino.

 

Por conseguinte, o burn-out é para as empresas o que a acédia foi para a Igreja. Em média, o tempo de trabalho é hoje superior ao que vigorava no século XIX. Todas as utopias que prometiam uma sociedade do lazer e viam no progresso tecnológico um meio que nos libertaria do trabalho foram desmentidas. Pior do que isso: a evolução e a multiplicação dos utensílios, em vez de serem factores de libertação, dilataram o tempo de trabalho e elevaram à máxima potência a lógica económica que se realiza na corrida pelo aumento da produção e do lucro. Evidentemente, isso só foi possível pondo em prática métodos de gestão que submetem, controlam, pressionam e induzem a uma competição que quebra solidariedades e cria delatores. Veja-se, aliás, como o apelo governamental à delação — algo que outrora seria considerado abjecto — começa a generalizar-se. O burn-out consiste em ultrapassar o limiar da resistência a uma adaptação violenta, coerciva, que, no limite, exige dos empregados que eles sejam “empreendedores” e, até, que os artistas se inclinem perante os códigos e as prerrogativas das indústrias culturais. Adaptação e flexibilidade são os nomes da actual ideologia do trabalho e da produção.

 

A descoberta desta doença chamada burn-out deve-se muito a um médico americano (nascido na Alemanha em 1926), chamado Herbert J. Freudenberger, que a diagnosticou em si mesmo. Ao tratar de toxicómanos numa clínica de Nova Iorque, ele descobriu a certa altura que estava mais doente do que eles. Esta situação é a regra em que vivemos: os hospitais estão cheios de médicos doentes; as escolas estão cheias de professores que temem mais as aulas e a avaliação a que estão submetidos do que os alunos que ensinam e avaliam; os guardas das prisões estão tão encarcerados como os detidos que vigiam. Não há exterior ao tempo de trabalho. E, imersos em tudo isto, aqueles que dizem combater o capitalismo, ou pelo menos as suas lógicas mais nefastas, não fazem senão exaltar o trabalho e fixar as formas de vida que ele implica. O axioma de Carl Schmitt, segundo o qual o nosso inimigo se assemelha a nós, encontra aqui uma bela confirmação.

 

António Guerreiro

 

 

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publicado às 05:15


leituras

por beatriz j a, em 25.08.13

 

 

 

Three Reasons Men Should Read Lean In - Harvard Business Review

 

One of the most illuminating sections of Sandberg's book is her discussion of the famous Heidi / Howard study done at Harvard Business School. Professors asked students to read a case based on Heidi Roizen, a well-known venture capitalist in Silicon Valley (disclosure: she's a friend). They assigned half of the students to read the story of Heidi, half to read a version of the case where the name had been changed to Howard. Students rated Heidi and Howard as equally competent, which made sense since their accomplishments were identical. But they regarded Howard as a more appealing colleague while seeing Heidi as selfish and "not the type of person you'd want to hire or work for." This points to one of six common binds women face, which is that women are either perceived as either competent or liked, but not both. Similarly, a few years ago, Clay Shirky wrote a piece called "A Rant Against Women" in which he claimed that women were not being pushy enough to get his attention. Yet research shows that women who sing their own praises get penalized in society by both men and women and that women are culturally discouraged from self-promotion. When we know the research, we start to eliminate these kinds of Catch-22s from our thinking.

 

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publicado às 09:36

g.a


3-8-12



no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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