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Ja têm lugares no Parlamento

por beatriz j a, em 19.06.17

 

 

A líder da extrema-direita francesa, Marine Le Pen, foi eleita deputada, pela primeira vez, na segunda volta das legislativas em França, marcadas por uma vitória esmagadora do movimento do Presidente, Emmanuel Macron.

 

Esperavam que a Frente Nacional elegesse de 1 a 5 deputados (5 nas projecções mais optimistas) e elegeu 8. Quase 60% dos eleitores não foram votar e, desses que não votaram, a esmagadora maioria tem entre 18 a 25 anos, o que mostra bem o que a nova geração pensa dos políticos e da utilidade dos votos e da mudança de partidos no poder. 

 

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publicado às 05:23


Déjà vu en France

por beatriz j a, em 07.05.17

 

 

Macron, le spasme du système

par Frédéric Lordon
 
Macron est le spasme d’un système qui repousse son trépas, sa dernière solution, l’unique moyen de déguiser une continuité devenue intolérable au reste de la société
 
 

 A eleição em França é uma repetição da eleição dos EUA. Macron é um homem do sistema, da continuidade deste sistema que estrebucha. Só que a Le Pen é muito pior porque lhe falta o vector para a coisa pública. É um déjà vu do que se passou nos EUA onde a Hillary Clinton era péssima, só que o Trump ainda é pior. E desconfia-se que a votação em Macron é mais por medo dela que por fé nele. Mas se o sistema não for reformado, nas próximas eleições ela chega lá, como o Trump já chegou,

 

 

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publicado às 17:11


Energia limpa - soluções

por beatriz j a, em 22.02.17

 

 

 

 

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publicado às 12:35


Putin, o grande prestidigitador

por beatriz j a, em 30.12.16

 

US expels 35 Russian diplomats, closes 2 compounds

 

Os EUA deram mais um passo nas sanções à Rússia mas, a pouco tempo de passar a pasta para o pragmático comerciante que não tem paciência nem capacidade de compreender diplomacia e cenários de grande alcance, a medida vem demasiado tarde. Parece-me evidente que a próxima administração americana, a não ser que o Putin faça o Trump sentir que perde face, o que não acredito, vai deixar cair o assunto da Crimeia e das sanções como se fosse inexistente. Até já avançam com o nome de Kissinger, esse bandido sem escrúpulos, agora amigo da Rússia, para ajudar a passar uma esponja sobre todo o assunto [Kissinger could help Trump reconcile with Kremlin]. 

 

Entretanto, Putin já está a preparar a interferência nas eleições alemãs e francesas que se aproximam [German Populists Forge Ties with Russia] Aqueles canais de desinformação como o RT e o Sputnik já existem em todas as línguas que lhe interessa para ajudar os populistas europeus a minar a UE e a NATO.

 

A Rússia tentou ser amiga dos EUA no tempo de Yeltsin mas foi humilhada em vez de ajudada (o Ocidente não o percebeu e não teve visão) e isso é que permitiu a subida de Putin ao poder; Putin tentou ser um amigo da UE, ser um parceiro respeitado, mas foi desconsiderado pela NATO e por isso invadiu a Crimeia e foi humilhado pela Merkele e isso é que deu origem a esta reacção agressiva dele. O que ele disse a Sarkozy [vou-te esmagar] quando este o tratou sem a deferência que ele esperava e, exige, é o que ele está a fazer à UE, embora não o tenha dito em voz alta, depois da Merkele o ter destratado publicamente dizendo que ele não funciona bem da cabeça [darius-rochebin-interviewe-vladimir-poutine], o que foi um passo em falso muito grande.

 

A terceira lei de Newton, segundo a qual não existe acção sem reacção, aplica-se também à força, ao poder, entre pessoas. O que Putin quis ser e o que ele é resulta das acções que o Ocidente cometeu, imprudentemente, e às quais ele reagiu segundo o seu quadro mental que é o de um ex-KGB que viveu na Alemanha de Leste, conhece todos os truques do ofício, não defende o comunismo mas defende a grandeza da Rússia, não aceita perder face diante de ninguém e não tem escrúpulos em destruir o que se lhe atravessa no caminho. 

 

Putin, há pouco tempo, substituiu os seus ministros e conselheiros, que eram os seus amigos de longa data, muitos dos seus tempos de KGB, por pessoas novas, qua nada sabem do seu passado quando não era ainda grande e que têm dele uma visão engrandecida. Ele quer projectar uma certa imagem e consolidar um certo tipo de poder mas estava a perder apoio do povo devido às grandes dificuldades sentidas por causa das sanções ao petróleo e ao gás e às exportações para a UE. Mas ele sabe como jogar este jogo de ilusões, espionagens, mentiras e desinformações. 

 

Os países da UE e, em particular, a Alemanha e a França, não só porque vão ter eleições para as quais o Putin já se está a preparar há tempo, mas porque construiram a UE de tal modo que tudo depende deles, sobretudo da Alemanha, deviam estar preocupados com a preservação e o fortalecimento da UE porque se se desintegra, estão todos mais ou menos condenados à irrelevância.

 

A questão é, como resolver problemas com as mesmas pessoas cujo quadro mental esteve, e está, na origem desses mesmos problemas?

 

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publicado às 09:36

 

 

Why does France keep getting attacked?

Undoubtedly, the role France has historically assumed as standard bearer of western secular liberalism has put the nation in the spotlight. Islamic extremists may see the US as a source of moral decadence and economic exploitation, but France is seen as an atheist power which is both defending western ideals such as human rights, free speech and democracy and, in the eyes of jihadis, trying to impose them on the Islamic world.

 

Por acaso acho que ele está completamente enganado e que esta explicação é, acima de tudo, narcísica e, por consequência, cega.

 

 

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publicado às 20:46


Nice

por beatriz j a, em 15.07.16

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publicado às 18:07


França-Portugal

por beatriz j a, em 11.07.16

 

 

 

 

 

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publicado às 00:01

 

 

 Parece que a França não gosta de nós e era impossível ganharmos ahaha
Ganhámos em casa deles :))) 
Quase no último minuto ahahahahah
Lindo :)))))
O melão é tão grande que não conseguem engoli-lo e até fecharam as luzes da Torre Eiffel só para não a pôr com as cores da portuguesa ahahah

 

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publicado às 23:41

 

 

Euro2016. Renato Sanches vai processar treinador francês que pôs em causa a sua idade

 

Primeiro odiavam o Ronaldo, agora assediam o Renato Sanches [a inveja é uma coisa muito feia...]. Não lembro dos franceses serem assim antes do grande manipulador de resultados imprimir a sua dinâmica de gandulo por todo o lado. 

Giro, giro, era a Alemanha matá-los nas meias finais; de preferência com um golo no último minuto :))) ou com uma valente goleada :)))

 

 

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publicado às 15:50

 

 

I don't think so... então, primeiro paguem a vossa dívida atrasada e depois venham cobrar a nossa. É que é mesmo imbecil vir fazer cobranças depois de nos terem atirado para uma austeridade estúpida, tão estúpida que até o FMI diz que foi muito estúpida e nos tornou incapazes de pagar a dívida. Numa altura destas e no meio desta crise... 

 

Porque não democratizam a UE? Talvez tivéssemos mais hipóteses de sair da crise em que estamos. Porque não podemos votar no Presidente da Comissão? Este Presidente é o símbolo de tudo quanto está mal na UE: fez dinheiro para o país à custa de negociatas de fuga ao fisco de multinacionais, arma-se em patrão dos países que são parceiros -não servos-, aparece com os copos nas conferências de imprensa, é de uma arrogância imensa, é conivente com o politburo... a vida corre-lhe bem, a ele e aos burocratas que ganham fortunas em Bruxelas, rodeados de gente dos lobbies, completamente esquecidos das pessoas que empobrecem. Degoulas, como dizem os franceses.

 

Sanções a Portugal. O que diz o Le Monde

 

 

 

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publicado às 19:59


"Freedom is stronger than terror"

por beatriz j a, em 14.11.15

 

 

 

“We know that our life of freedom is stronger than terror,” she said. “Let us answer the terrorists by living our values with courage.”  (A. Merkele)

 

 

 

 

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publicado às 11:21

 

 

França vai avançar no outono com propostas concretas sobre Governo, Orçamento e Parlamento da zona euro. Espanha integrará a “vanguarda” do euro. Hollande também quer Espanha na “vanguarda”

 

Na segunda-feira passada Putin deu uma entrevista à RTS suíça (no vídeo abaixo). Como sempre, os jornais, que só vêem bola, só se interessaram por uma frase que ele disse sobre Blatter para chatear os EUA. O que é pena.

 

Em primeiro lugar ele sente-se numa posição de superioridade relativamente há um ano ou dois e, em grande parte, isso deve-se à crise que divide a Europa e que está a fazer mover, nas suas palavras, placas tectónicas nacionalistas.

A Europa, em vez de unir-se contra o avanço do EI e para resolver o problema da migração em massa dos que fogem à guerra (que ele faz questão de dizer, com razão, que é um problema que os EUA criaram e quem está pagar por ele são os europeus) está entretida numa luta de poder interno. Em vez de reduzir os nacionalismos acicata-os para tirar dividendos de poder. A Inglaterra já está com um pé de fora... e o Hollande a tentar estilhaçar o que já está fraco mas ainda não quebrado.

Putin sorri porque quanto mais a Europa enfraquece, interna e externamente, mais ele se fortalece, interna e externamente. A imprudência da Merkele ter dito que ele estava maluco é outra coisa que não se percebe. A arrogância com que tratam tudo e todos, mesmo os que são perigosos faz pensar em quem é que é louco...

 

Desde que os EUA abandonaram, unilateralmente, o acordo anti-mísseis balísticos para prosseguirem interesses próprios, abriram mão do equilibrio de forças que existia e, isso deu-lhe a ele legitimidade para também lutar pelos seus... é assim que ele vê a relação de forças e é evidente que se pensa numa posição moral superior nesse aspecto.

 

Hilary Clinton disse há pouco, a propósito do acordo dos EUA com o Irão que os EUA não confiam no Irão. A questão que ela não parece ver é que grande parte do mundo não confia nos EUA.

Os EUA são uma democracia para dentro mas não para fora. Têm tido um papel devastador, com poucos interregnos, no mundo: instabilizaram durante décadas a América Latina, depois os Estados do Médio Oriente com petróleo, fomentaram golpes de Estado, guerras... nos anos do Bush praticaram o rapto, o assassinato indiscriminado, a prisão indiscriminada e arbitrária, a tortura... e agora, Obama quer recuperar o papel de justiceiro moral do mundo passando uma esponja por cima de tudo o que foi feito. Os EUA passeiam-se pelo mundo a mandar prender pessoas como se o mundo fosse seu.

 

Putin vê-se como um defensor do resto do mundo contra a desmesurada força e falta de ética americanas dos últimos 50 anos ou assim. Obama, a NATO e Merkele falharam redondamente na abordagem dos problemas a Leste e isso custou à Ucrânia, a Crimeia e uma guerra civil.

 

Putin tem feito demonstrações de força militar na Europa (russia-s-putin-takes-swipe-at-u-s-in-victory-day) , tem violado o espaço dos países fronteiriços, que é uma maneira muito clara de dizer que, se a Europa quer estar completamente dependente dos EUA, que esteja, mas eles não estão dispostos a ser uma alínea nos interesses americanos. [Putin lamenta falta de «independência» da Europa face a Washington]

 

A Europa está numa encruzilhada perigosa e em risco de se ver numa situação da qual pode não conseguir, nem desembaraçar-se nem defender-se, interna ou externamente. E parece que os franceses e os alemães estão cegos a tudo que não seja o poder do seu directório.

 

 

 

 

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publicado às 20:12


'Shame on you' Bernard Cazeneuve

por beatriz j a, em 28.07.15

 

 

Le roi d'Arabie Saoudite ne veut pas de femme CRS sur "sa plage"

 

Quando os europeus reforçam a violência dos povos Árabes e islamitas contra as mulheres...

O rei tem uma propriedade na Côte d'Azur. Pagou para que durante o mês que ali vai estar a praia fosse vedada de modo a ser para seu uso exclusivo. A autoridade enviou polícia para vigiar a praia e impedir pessoas de se aproximarem [dado o sururu que esta 'privatização' está a causar em França uma invasão não é nada improvável]. Uma das polícias é uma mulher. O rei mandou dizer que não quer a mulher ali e que no máximo, tolera-a, se ela for para fora dos limites da casa que já estão a ser vigiados pelos seus homens... O ministro do interior não querendo ofender o trillionário e não querendo substituir a mulher polícia encontrou uma manigância que foi mandá-la afastar-se de modo a não ser visível da propriedade do rei.

 

É o que eu digo... 99% dos que mandam são homens. Isto é uma violência que se faz às mulheres porque equivale a dizer que se concorda que é razoável diminuir as mulheres por razão de serem uma coisa impura que não pode partilhar o espaço dos homens a não ser que se submetam às suas regras de serem islamitas, andarem tapadas, três passos atrás deles, etc. 

 

Estes homens machos que violam os direitos humanos todos os dias ao tratarem as mulheres como seres humanos de 2ªa categoria, prisioneiras, sem direitos e sem voz, vêem para a Europa e exigem que os europeus as humilhem como eles as fazem; e os europeus, em vez de defenderem os seus códigos de civilização, alcançados com tanto sacríficio e sangue, aceitam a violação desses códigos a troco de dinheiro. É por isso que o resto do mundo deixou de ter respeito à Europa. É porque ela não se respeita a si mesma.

 

 

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publicado às 18:30


!!União!! europeia??

por beatriz j a, em 15.06.15

 

 

França reforça controlo de fronteiras com Itália

 

 

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publicado às 19:03


Rainha Dona Amélia

por beatriz j a, em 03.03.15

 

 

 

Fui dar com este documentário num blog aqui do sapo (já não sei qual) e pus-me a ver a história desta rainha que era tão querida do povo, segundo me contava a minha avó Beatriz que a conheceu por acaso, num dia em que estava hospitalizada, teria uns 10 anos, na Estefânia e em que calhou a rainha visitar o hospital e por casualidade falar com ela, coisa que ela nunca esqueceu e referia sempre que se falava na monarquia - repetia então que toda a gente gostava da rainha por ser uma pessoa de bom coração que se interessava pelo povo.

O documentário é excelente. Francês, feito por franceses.

 

 

 

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publicado às 23:40


A austeridade em França

por beatriz j a, em 28.08.14

 

 

 

Alors que le chômage bat des records avec 40 600 personnes privées d'emploi supplémentaires en un mois, la plus forte hausse depuis un an, l'idée d'augmenter la durée légale du travail frise l'absurdité. Dans une interview, réalisée avant sa nomination, le nouveau ministre de l'économie s'est pourtant déclaré favorable à la remise en cause des 35 heures !

"Nous pourrions autoriser, les entreprises et les branches, dans le cadre d'accords majoritaires, à déroger aux règles de temps de travail et de rémunération. C'est déjà possible pour les...
humanite.fr

 

É estranho estar a ver, de fora, a França, percorrer o mesmo caminho da austeridade que nós já percorremos. Com os mesmos falsos argumentos, os mesmos vícios, os mesmos problemas, as mesmas reacções da imprensa, as mesmas consequências na decadência dos serviços, no desemprego...

 

 

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publicado às 13:20


Em França

por beatriz j a, em 01.07.14

 

 

 

Os dirigentes saem do governo directamente para a cadeia. É que por lá levam-se a sério crimes de corrupção e tráfico de influências...

.

 

Trafic d'influence présumé: Nicolas Sarkozy placé en garde à vue

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publicado às 08:34


O sistema a apertar-se, a apertar-se

por beatriz j a, em 12.12.13

 

 

França aprova espionagem na Internet sem necessidade de autorização e em tempo real

... até sermos todos estrangulados por gente menor, gente sem escrúpulos, sem consciência e de ambição desmedida.



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publicado às 20:14


Uma história por contar

por beatriz j a, em 27.05.13

 

 

 

 

Pictures Tell the Story of Portuguese in France

Gérald Bloncourt's photograph of a Portuguese girl in a slum outside Paris in the 1960s.

 

 

 

PARIS — The girl in the black-and-white photograph bit shyly on her finger, concealing a slight smile.  Maria da Conceição Tina Melhorado looked at her long and hard.

“I knew it was me,” Ms. Melhorado, 54, said, recalling her first encounter with the image in 2010, when a friend called her about it. “But the date in the caption was off by a year, so I had some doubt.”

While she embarked on a mission to confirm her theory, Ms. Melhorado quickly learned that the photo wasn’t just part of some obscure archive that existed deep in Internet space. It was an advertisement for an art exhibition in Portugal.  She discovered that she was, quite literally, the poster child for Portuguese immigration to France.

“Obviously, I was shocked,” Ms. Melhorado said with a brief laugh. “I didn’t know what to think.”

Today, that picture is part of “Pour une Vie Meilleure” (For a Better Life), a collection of photographs dedicated to the Portuguese migration to France in the 1960s and ’70s.

 

A roadside haircut in Champigny-sur-Marne, near Paris, in May 1964.Gérald Bloncourt A roadside haircut in Champigny-sur-Marne, near Paris, in May 1964.
.
.

“This is a forgotten immigrant population,” said Caroline Brettell, a professor at Southern Methodist University in Texas who spent a year between the two countries studying the movement. “It was completely different from the sort of politics of race and whatever else is going on in France today with the larger Muslim populations.”

One reason why they are overlooked, Professor Brettell said, is because their transition was relatively seamless; linguistic similarities and a shared Roman-Catholic background helped to forge bonds between the two groups.

Another factor in the forgetting of that immigration story is that the immigrants themselves chose not to tell it.

“I was ashamed,” Ms. Melhorado said, motioning to the shantytown depicted in the photograph. “I didn’t want my children and my co-workers to see that this is where I was from, that this is where I lived.”

But Mr. Bloncourt’s work left her no choice. During a lesson on immigration in school, her son’s teacher shared some photos with the class, including one of her.

“I asked him how he felt when his classmates found out the little girl in the picture was his mother,” Mrs. Melhorado recounted. “He said ‘proud.’ ”

“That’s when I realized how important it is for our story to be told, and when any feelings of shame I had turned to pride.”



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publicado às 18:05


Também vão ser castigados?

por beatriz j a, em 29.03.13

 

 

 

 

França falhou défice em 2012

Resultado oficial ficou em 4,8% do PIB, contra os 4,5% que estavam nas previsões. Dívida pública também subiu mais do que o esperado e fica num novo recorde de 90,2% do PIB.



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publicado às 14:06

g.a


3-8-12



no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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