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Educação - segunda nota

por beatriz j a, em 13.07.17

 

 

 De há uns anos para cá pergunto às turmas do 10º ano e do 12º ano, no fim do ano, depois das notas discutidas, para não haver constrangimentos, que façam uma apreciação crítica das aulas. Que me digam o que os motivou mais e, menos; o que lhes deu mais instrumentos de compreensão; o que contribuiu para tirarem melhores notas, para terem mais interesse nas aulas e o que foi pior e porquê. As turmas são diferentes e, às vezes, o que resulta com umas, não resulta com outras e, porque o que gosto nesta profissão e me motiva são os alunos e pensar que contribuo, ainda que numa pequena parte, para formar pessoas mais preparadas para enfrentar a vida e os problemas da vida, interessa-me saber o que posso mudar para melhor.

 

Para além disso, faço uma pequena reflexão sobre questões que me parecem importantes de modo a melhorar a minha prática:

 

1. Nos casos de sucesso, o que esteve na origem do sucesso e, pode ser universalizável? Se sim, como?

2.  Nos casos de insucesso, onde falhei e, porquê?

3. Quais são os meus objectivos, enquanto professora, para o ano que vem? Como alcançá-los?

4. O que fazer para tornar os assuntos mais cativantes, sem sacrificar o rigor? Tentar, pelo menos 1 estratégia nova.

5. O que posso fazer para tornar os alunos mais participantes? Experimentar, pelo menos 1 estratégia nova.

6. Que tipo de alunos tenho mais tendência para ignorar e como mudar?

7. Que planos vou deitar fora para me obrigar a mim mesma a pensar as coisas com novos olhos?

8. Que áreas estou a precisar de reforçar com formação? 

9. O que posso fazer para não deixar que interferências incompetentes ou com falta de ética afectem o meu trabalho e, o meu optimismo -  não me parece que se possa ser um bom professor sem uma boa dose de optimismo.

10. Como posso aumentar o valor da participação dos pais na vida escolar dos filhos? Que erros fiz no passado? Emendar. 

 

Há outras questões mas como o óptimo é inimigo do bom, é melhor responder a uma dezena, bem, que a uma centena, mal.

 

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publicado às 18:16

g.a


3-8-12



no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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