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Acerca do exame de Filosofia

por beatriz j a, em 20.06.17

 

 

Achei que, no geral, estava bem feito. Mais para pensar e menos para decorar. A excepção é a última questão. É uma moda, de há uns anos para cá, perguntarem aos alunos se concordam, ou não, com uma posição filosófica acerca de um problema complexo. Desta vez é sobre o empirismo.

 

Como se miúdos do 11º ano soubessem posicionar-se e argumentar uma posição filosófica de modo pessoal... é claro que o que fazem é escolher a posição de um filósofo que conheçem e usam os seus argumentos. O que está bem e é normal pois os miúdos não têm uma perpectiva filosófica pessoal, mesmo quando pensam que têm. Nem os adultos, na maioria dos casos a têm - o que fazem é concordar mais com este filósofo ou com o outro e usar os seus argumentos mas isso não é uma posição argumentativa pessoal.

Acontece que depois, na classificação, muitos correctores entendem que o aluno, se usou os argumentos, vamos dizer, do David Hume, não está a cumprir os requisitos da questão porque usa os argumentos de outrém e, defendem que se penalize os alunos por causa disso... no passado, já houve grande discussão por causa disso entre os correctores.

 

 

Isto é mais ou mesmo como pedir a um aluno de Matemática que resolva um problema de modo pessoal, com um algoritmo pessoal e penalizá-lo se usar uma fórmula dada pelo professor... ou pedir-lhe que diga se concorda com a resolução que o matemático 'x' fez do problema 'y' e depois que fundamente a sua concordância ou discordância... não quer dizer que não possa haver algum que um dia o faça, mas será, literalmente, um.

 

Completamente desnecessário. Uma pessoa e, portanto, um aluno, nem sequer tem que ter uma posição sobre um problema de modo a concordar ou discordar, seja do empirismo ou de outra qualquer posição filosófica. A pessoa pode saber problematizar a questão e as várias perpectivas sem ter uma posição de concordância ou discordância; no entanto, o aluno é obrigado a inventar uma concordância ou discordância porque a formulação da pergunta o obriga.

 

Acho isto escusado e até anti-pedagógico. Este tipo de perguntas de 'concordas' e 'não concordas' sobre questões filosóficas faz-se às crianças muito pequenas por elas não terem noção do que é sustentar uma posição heurística nem das implicações ontológicas que isso acarreta. Mas os alunos do 11º ano, se o trabalho foi bem feito, já têm essa noção e, não se arriscam a dizer vulgaridades, de modo que usam os argumentos de um filósofo que tenham estudado. Aliás, o que observo na minha prática, é que os miúdos chegam às aulas, no 10º, ano cheios de 'opiniões' sobre tudo que disponibilizam gratuitamente mas, à medida que vamos trabalhando e se vão apercebendo, pela problematização que fazemos, da complexidade das questões, 'perdem', aquele impulso de dizer opiniões à toa porque perdem as 'certezas' e começam a ter dúvidas. O que é bom sinal. É sinal que começaram a pensar.

 

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publicado às 23:52


SSDD

por beatriz j a, em 20.06.17

 

 

Ajuste Secreto: Ex-presidente do Conselho de Administração do Parlamento detido

Aos sete detidos, o Gabinete de Recuperação de Activos da Polícia Judiciária arrestou 15 imóveis, seis milhões de euros em dinheiro e seis viaturas de luxo, incluindo um Bentley. As autoridades presumem que todos estes bens são provenientes de lucros da prática de crimes de corrupção activa e passiva, prevaricação, peculato e tráfico de influências.

 

 

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publicado às 22:57


O Secretário de Estado agora na SIC

por beatriz j a, em 20.06.17

 

 

... continua a contar uma história da carochinha. Não se arrepende de nada porque fez o seu melhor e todos responderam e fizeram o melhor. Ora, se assim é, está altura de irem embora e dar o lugar a outros que saibam fazer melhor, pois se isto é quando estão no seu melhor nem quero pensar o que será quando estiverem no seu pior.

 

Para o primeiro ministro a reforma da floresta é para a década a seguir... é como a minha não-carreira... sempre para a década a seguir. Isso e que todos têm sido excelentes... é bestial... é bom as pessoas terem tanta auto-estima apesar dos resultados...

 

Parece ele que não esteve (ele e muitos dos que lá estão) no governo, onde as reformas se decidem e põem a andar, na legislatura do Socas, há uns anos.

 

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publicado às 21:58


Acerca das aulas

por beatriz j a, em 20.06.17

 

 

 

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publicado às 20:59


Para certas coisas sempre houve dinheiro

por beatriz j a, em 20.06.17

 

 

Governo disponibiliza 18 milhões de euros para melhorar produtividade na plantação de eucalipto

16/1/2017

O Governo vai disponibilizar mais de 18 milhões de euros para melhorar a produtividade na plantação de eucalipto, afirmou esta segunda-feira o primeiro-ministro, António Costa.

 

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publicado às 11:07


Life...

por beatriz j a, em 19.06.17

 

 

My Father, in Four Visits over Thirty Years

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publicado às 23:00

 

 


Entrevista a Gonçalo Ribeiro Telles no semanário «O Diabo», de 17 de Agosto de 2005. Completamente actual. Infelizmente pois isso significa que nada foi alterado desde então.


«Vamos muito brevemente ser um Estado sem território»
O alarme é dado por Gonçalo Ribeiro Telles, que considera trágico não existir uma política agrícola nacional baseada em matas, sebes e compartimentação do espaço. 


«É urgente fazer o reordenamento do território "a sério," não para a floresta mas para as árvores em todas as suas funções», afirma. Tudo porque o nosso País «não é um País florestal».
«É um abuso inqualificável dizer que está a arder uma floresta em Portugal. Cientificamente, esta afirmação não tem qualquer validade»


Para o fundador do Movimento Partido da Terra, o que está a funcionar como um barril de pólvora são povoamentos mono específicos (de uma só espécie) desprovidos de qualquer variedade biológica. Não se trata de mata ou de floresta, mas sim de mato, que exige a permanente limpeza para a produção de madeira destinada à indústria.
Considerado o primeiro ecologista português, Ribeiro Telles acusa os Governos, os autarcas e as universidades de «ignorância atroz», por terem uma noção completamente errada do território e por defenderem «a floresta inexistente». «É uma anedota absurda», lamenta.
O que deve ser feito, então, urgentemente? O ordenamento do território implica o investimento na mata, que deve funcionar por «zonagem», ao preencher as zonas frágeis em termos de erosão, ou seja, nos grandes declives e nas barreiras. Ao mesmo tempo, é importante construir as sebes para a agricultura, com o objectivo de defender as culturas. «A sebe é o estádio final da mata para permitir a agricultura do homem», explica, e «nada disto está a ser feito».
A terceira aposta, deve ser a recuperação dos montados de sobro ou de azinho (cortiça) ou dos soutos (castanheiros). O montado é uma interface entre a agricultura e a pecuária, uma pastagem «que raramente arde e que regenera facilmente».


Outro aspecto fundamental no ordenamento do território é a ocupação do espaço e a recuperação da aldeia. Para o arquitecto paisagista é necessário valorizar o sistema aldeão, porque corremos o risco de ter o País despovoado e à mercê dos grandes empreendimentos, idêntico à exploração dos madeireiros da floresta Amazónica. 
«Numa escala diferente, estamos também a expulsar os índios, como acontece quando vimos as populações a correr quando há os fogos».
Encara como «embuste», a forma recorrente de se responsabilizar os proprietários por «deixarem os terrenos ao abandono». Diz que os donos das terras vieram para a cidade e perderam a orientação dos marcos, que foram sendo retirados ao longo dos tempos. Hoje é impossível reproduzir o cadastro, porque não sabem quais são os limites da propriedade.

«DESASTRE» COM ORIGEM NOS ANOS 30
Gonçalo Ribeiro Telles enuncia três etapas que contribuíram para «a destruição do País». Os erros começaram no século XIX com plantação de pinhal bravo, que existia apenas nas areias do litoral. O País, que era um carvalhal compartimentado por culturas, passou a ter uma percentagem excessiva de pinheiro bravo. Mais tarde, por volta de 1930, assistiu-se à arborização de 400 mil hectares de baldios, no Gerês, com pseudo-tesugas, pinheiros, cedros, faias e carvalhos-americanos, que acabou por «expulsar» as comunidades de agropecuária do Norte. 


Recorda que a política da época está retratada no livro «Quando os Lobos Uivam» de Aquilino Ribeiro.
A seguir, apareceram os eucaliptos, e novamente os pinheiros, para satisfazerem as indústrias de celulose e de madeiras para a construção civil. «Assim desapareceu a agricultura no fundo dos vales, a cabra que dava leite e cabrito, o leite que dava queijo, ou os matos que davam o mel e a aguardente de medronho. Um cenário muito diferente daquele que existe, onde se vê crescer o pau com destino para a celulose».
«Estas produções podiam não ter grande peso para o Produto Interno Bruto (PIB) mas contribuíam para a fixação de população no local», sublinha. 


«Hoje somos um País sem população no interior - entregue às grandes extensões de povoamentos para a indústria - com taxas de emprego altíssimas no litoral. Portugal está transformado num deserto».
O ex-ministro de Estado e da Qualidade de Vida culpa ainda as autarquias por «não entregarem» as aldeias aos emigrantes que regressam à terra de origem e responsabiliza-as por disponibilizarem loteamentos, ao longo das estradas, sem um sistema de planeamento, equipamento e de concentração. 
«Depois vê-se as pobres populações aflitas, metidas em casas no meio da chamada "floresta", quando os culpados são as autarquias que deviam ter incrementado o desenvolvimentos das aldeias»
«A política florestal tem sido desastrosa», e nenhum Governo, desde a década 30, conseguiu ter consciência das necessidades do País. 


«É preciso iniciar imediatamente um verdadeiro ordenamento do território, o que demoraria menos de uma geração».
«A árvore está a ser perdida todos os dias. Se a árvore deixa de estar na mata, na sebe, nos pomares, no montado, na cidade, o que temos é uma cultura artificial que pode dar muito dinheiro durante um curto intervalo de tempo a alguns mas que pode acabar com o País», conclui, ao lamentar ainda a inexistência do Programa Nacional de Ordenamento do Território.

 

do blog Outra Margem

 

 

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publicado às 14:38


??? Explicações precisam-se

por beatriz j a, em 19.06.17

 

 
Presidente da CM de Pedrógão: "quando o incêndio começou não havia trovoada nenhuma." 

 

 

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publicado às 14:29


Quando uma imagem vale por mil palavras

por beatriz j a, em 19.06.17

 

 

18/06/2017. 
( Foto de Pedro Bras)
 

 

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publicado às 14:26


Como transformar terra degradada em florestas

por beatriz j a, em 19.06.17

 

 

 

 

 

 

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publicado às 06:04


O problema de Portugal é este

por beatriz j a, em 19.06.17

 

 

Corrupção, tráfico de influências e roubos. Metade dos que passam pelos cargos de poder e seus amigos deviam estar presos. Mas não. Andam por aí na boa em outros cargos. E quem paga, com a vida, estas negociatas de milhões e milhões são sempre os outros. Entretanto ouvimos o Presidente e o ex-directores dos serviço e a ministra da Administração Interna e outros dizer que tudo fez o melhor e que ninguém prevê estas coisas. É a mão da Natureza e tal... para que temos um Serviço de Proteção Civil? Não é para prever e preparar-se para agir em situações de catástrofe? Ou é para prever os dias amenos em que não se passa nada? É que se é para isso acabem com ele que nos custa muitas centenas de milhões. 

E porque é que os responsáveis ainda não se demitiram? Porque em Portugal, como é sabido, ser competente e ter ética de trabalho não é um requisito para ocupar cargos, de modo que nem apreendem o conceito de responsabilidade pelas falhas graves, nem as percebem como tal.

Lemos este aartigo, infelizmente sem surpresa, porque isto é o pão nosso de cada dia.

 

SIRESP. As polémicas do sistema de comunicações que falhou (outra vez)

Um negócio de milhões na mira do Ministério Público

O sistema já estava em funcionamento há vários anos quando, em 2005, o Ministério Público (MP) decidiu abrir um inquérito ao contrato de adjudicação do SIRESP, por suspeitas de tráfico de influências e participação económica em negócio. A investigação acabou arquivada, mas ficaram no ar suspeitas sobre a forma como o consórcio liderado pela ex-SLN, do grupo Banco Português de Negócios liderado por José Oliveira e Costa, conseguiu o contrato de quase 500 milhões de euros.

 

Três anos depois, de volta ao Estado como ministro da Administração Interna de Santana Lopes, Sanches entrega o contrato à mesma SLN de que tinha acabado de sair. Valor da adjudicação: 538,2 milhões de euros, verba cinco vezes superior àquela que precisaria de ter gasto caso tivesse optado por um modelo diferente de comunicações. Essa posição foi defendida por Almiro de Oliveira, presidente do grupo de trabalho que presidiu ao grupo que estudou este sistema de comunicações.

 

Apesar de o inquérito do MP — entregue ao procurador José Azevedo Maia — ter sido arquivado uma primeira vez, em março de 2008, Oliveira e Costa e a filha (administradora de uma empresa do grupo SLN) chegaram a ser constituídos arguidos. Daniel Sanches nunca foi ouvido pela Justiça e, segundo escreveu na altura o Correio da Manhã, negou à comissão de inquérito parlamentar ao caso BPN ter tido qualquer intervenção no projecto apresentado pelo consórcio liderado pela SLN.

No ano seguinte ao arquivamento, o processo é enviado ao DCIAP, para que fosse analisada uma eventual reabertura. Pouco antes, tinham sido apreendidos vários documentos ao homem forte do BPN, Oliveira e Costa, que poderiam constituir “factos novos” na investigação ao contrato milionário. Mas não houve nada de novo. O arquivamento de 2008 continuou a valer.

 

Há, no entanto, outro nome de relevo em toda esta novela: Manuel Dias Loureiro. O homem que Cavaco Silva tinha escolhido para o Ministério da Administração Interna já era, no momento em que o contrato entre o Estado e a SLN acertaram o negócio, administrador não executivo do grupo ligado ao BPN. Além de ter estado na administração de várias empresas, era, ao mesmo tempo, administrador em Portugal da tecnológica Ericsson, a empresa que fazia parte do consórcio para o SIRESP, precisamente como parceira tecnológica da SLN.

 

O negócio do sistema de comunicações haveria de cruzar-se, ainda, com o caso Portucale, um processo em que se investigava a declaração de “imprescindível utilidade pública”, também nos últimos dias do Governo de Santana Lopes, a um terreno turístico em Benavente. Mas nunca chegou a levar qualquer dos seus protagonistas a sentar-se no banco dos réus.

 

 

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publicado às 05:50


Ja têm lugares no Parlamento

por beatriz j a, em 19.06.17

 

 

A líder da extrema-direita francesa, Marine Le Pen, foi eleita deputada, pela primeira vez, na segunda volta das legislativas em França, marcadas por uma vitória esmagadora do movimento do Presidente, Emmanuel Macron.

 

Esperavam que a Frente Nacional elegesse de 1 a 5 deputados (5 nas projecções mais optimistas) e elegeu 8. Quase 60% dos eleitores não foram votar e, desses que não votaram, a esmagadora maioria tem entre 18 a 25 anos, o que mostra bem o que a nova geração pensa dos políticos e da utilidade dos votos e da mudança de partidos no poder. 

 

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publicado às 05:23


Insónias

por beatriz j a, em 19.06.17

 

 

Está um noite fresca e quieta e a lua ainda vai alta.

 

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publicado às 04:18


Dia de conservas e licor

por beatriz j a, em 18.06.17

 

 

Tenho meio quilo de ginjas, vou faver uma conserva para comer no inverno :)

É enfiá-las todas compactas num frasco...

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... juntar ums colheres de açúcar e encher o frasco de água fria...

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... fechar bem o frasco e pô-lo a cozer durante meia-hora.

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Enquanto coze vou coar o licor de laranja que anda a ser feito há quase duas semanas.

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Está com uma cor bonita e cheira bem :)

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 Entretanto já as ginjas arrefeceram na panela. É só guardá-las até ao Natal :)

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 Depois vieram-me parar às mãos 2 quilos de cerejas do Fundão. Metade pus no frigorífico para comer. Com a outra metade andei a fazer conservas para os amigos. Para as sobremesas de inverno :)

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publicado às 22:07


Não percebo...

por beatriz j a, em 18.06.17

 

 

O director da Polícia Judiciária disse que encontrou uma árvore rachada e que isso foi a causa do fogo... O quê? Mas a Judiciária investiga incêndios florestais? E viu uma árvore? Uma? Então isto quer dizer que nem sequer temos especialistas em fogos florestais, se um indivíduo da polícia acha que ver uma árvore rachada explica tudo... isto é mais assustador do que pensava.

 

 

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publicado às 20:23

 

 

CGD cria conta solidária: Unidos por Pedrógão


IBAN: PT50 0035 0001 00100000 330 42

 

 

 

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publicado às 15:34

 

 

... a dizer que é muito difícil antecipar fogos... acho que isto diz tudo da eficácia e interesse com que os responsáveis atacam o problema, antes dele acontecer... porque só ele não é capaz de antecipar que chegando ao Verão o país começa a arder.

 Ah... e não aconselha as pessoas a fugir mesmo que não haja ninguém para as ajudar ou informar do que se passa. Devem ficar sentadas em casa à espera? Mas a culpa das pessoas morrerem é terem tentado salvar-se fugindo ou é das autoridades -que têm meios, informação e capacidade de movimentar operacionais- que não informam que caminhos são seguros, não cortam estradas, etc. e deixam as pessoas sozinhas?

 

Dantes havia guarda florestais... depois o dinheiro foi para a banca e não há dinheiro para mais nada...

 

 

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publicado às 13:57


Ainda não chegámos às 8 da manhã

por beatriz j a, em 18.06.17

 

 

... e já estão 26º. Mais um dia de fogos e de não se poder sair de casa. Para além da época de banhos temos que institucionalizar a 'época de fogos', pois o fenómeno de 'Portugal a arder' é já um clássico, em exibição todos os verões, que veio para ficar.

 

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publicado às 07:40


Todos os anos o país arde no Verão

por beatriz j a, em 18.06.17

 

Tragédia em Pedrógão Grande: número de mortos aumenta para 24 e pode subir

 

Onde está a prevenção...? Para o Presidente da República, no entanto, está tudo bem: não houve falta de meios, nem incompetências, toda a gente esteve ao seu melhor... é por isto que nunca se faz nada para prevenir os fogos do ano que vem, que é todos os anos.

 

 

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publicado às 07:37


Coisas que não se percebem

por beatriz j a, em 18.06.17

 

 

King, who was a chief fire officer for 20 years, said: “They seem to need a disaster to change regulations, rather than evidence and experience. It was the same with the King’s Cross fire and the Bradford City football club fire. They always seem to need a significant loss of life before things are changed.”
 
 
Dizerem às pessoas para ficarem fechadas em casa à espera de socorro dentro de um prédio a arder... algumas esperaram duas horas até que alguém telefonou a dizer que afinal não conseguiam socorrer... duas horas! 
 
 

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publicado às 06:37

g.a


3-8-12



no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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