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É que as notícias políticas dos últimos tempos são tão obscenas, tão obscenas que que o CM aparece cândido na comparação. 

Quem viu a cena triste da nova secretária de Estado da Saúde tomar posse, aos pulinhos e risinhos idiotas de satisfação, não pode deixar de reflectir acerca do modo como os políticos encaram os cargos públicos, não como um serviço mas como uma entrada no clube restrito dos amigos [agora do Costa] do tipo que pode pôr a mão no saco do dinheiro. 

 

Nunca é demais lembrar que isto é tudo em família: a nova Secretária de Estado da Saúde, Rosa Matos Zorrinho é mulher do deputado Carlos Zorrinho.

 

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publicado às 15:17


Legitimar a violência sobre as mulheres

por beatriz j a, em 13.12.17

 

 

Investigadores voltam a reunir esforços para legalizar a exploração da prostituição

Há um consenso entre os 21 membros do Grupo Interdisciplinar de Investigadores sobre Trabalho Sexual: todas as formas de exploração do trabalho sexual devem ser descriminalizadas e os direitos laborais dos trabalhadores devem ser garantidos.

 

Há 21 pessoas que querem legalizar a exploração da prostituição. Para quê? Quem ser chulos e ganhar dinheiro com bordéis? Toda a gente sabe que a prostituição não é uma profissão, nem é sexo, é volência e objectificação das pessoas, na maioria mulheres e crianças. Uma coisa é descriminalizar as prostitutas, outra os clientes e, falar em legitimar a exploração da prostituição. Só a expressão, 'exploração da prostituição', já diz tudo o que há de errado com essa forma de pensar, que é usar as mulheres como quem usa uma slot machine. Ligada à prostituição estão, como toda a gente sabe, o negócio dos chulos, da escravatura e tráfico de mulheres (sobretudo), o negócio das drogas, etc. Outros países da Europa que experimentaram isso voltaram atrás em força nisso de tratar o corpo das mulheres como um objecto de exploração por lucro. Como há pouca violência sobre as mulheres, agora querem legalizá-la...

 

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publicado às 15:12


Que nome daria a esta pintura? As Cassandras

por beatriz j a, em 12.12.17

 

 

Que gosto nesta pintura? A contradição tão humana. No meio de uma seara dourada semeada de flores brancas duas mulheres de expressão serena, vestidas de linho e rendas delicadas, caçam borboletas; no entanto, o cabelo delas é selvagem, a casa é sombria e o céu por onde voam as borboletas de um negro gótico, é ameaçador, como quando tudo se aquieta antes da tempestade. E aquele perú com um olhar severo que não se percebe se as guarda ou se as segue...

As cores da pintura são de verão mas a árvore está despida de folhas como se fora inverno. Parece-me um pouco como a vida, às vezes, quando nos perdemos em contradições e forças opostas e todos os presságios são Cassandras da desgraça.

 

Andrea Kowch 

 

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publicado às 18:10


J.S.Bach - Janos Starker

por beatriz j a, em 12.12.17

 

 

Música para corrigir testes 

 

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publicado às 07:39


Falar verdade a mentir

por beatriz j a, em 12.12.17

 

 

 via Time to wakeup

 

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publicado às 07:14


Acordar na galáxia

por beatriz j a, em 12.12.17

 

 

 

  NGC 3242 ou nebulosa fantasma de Júpiter. 

 

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publicado às 06:12

 

Notáveis do bloco central dominam cargos da Raríssimas

 
Leonor Beleza, Graça Carvalho, Roberto Carneiro, Maria de Belém e Paulo Pitta e Cunha são alguns dos nomes que integram os órgãos da instituição envolvida em polémica, tal como Fernando Ulrich, António Cunha Vaz e Pedro Pita Barros.
 
Ex-ministros, banqueiros, académicos, consultores de comunicação. Os órgãos sociais da Raríssimas – Associação Nacional de Deficiências Mentais e Raras, especialmente os não executivos, são dominados por grandes figuras das últimas décadas do regime português, quase todas pertencentes (ou próximas) do chamado "centrão" político.
 
O chairman do BPI, Fernando Ulrich, também faz parte daquele órgão, tal como o consultor de comunicação António Cunha Vaz, o professor universitário Pedro Pita Barros, o antigo administrador da Agência Europeia do Medicamento, ex-director executivo da Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica (APIFARMA) e actual vice-presidente do Infarmed Rui Santos Ivo, a ex-presidente da Fundação Calouste Gulbenkian Isabel Mota, ou o advogado Francisco Sá Carneiro.
 
O Conselho Fiscal, órgão que tem por missão examinar as contas, é liderado por António da Trindade Nunes, presidente do Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Lisboa, ao passo que Paulo Pitta e Cunha, professor catedrático especialista em várias áreas do direito e ex-deputado do PSD, preside à Assembleia Geral, à qual compete aprovar ou chumbar os orçamentos da instituição, assim como os relatórios de contas anuais.
 
Recorde-se que o jornal Público tinha noticiado esta segunda-feira que o actual ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, José Vieira da Silva, tinha desempenhado a função de vice-presidente da Assembleia Geral entre 2013 e 2015, ano em que foi chamado por António Costa para desempenhar funções governamentais.
 
 
Uma pessoa gostava de ter respeito pelos políticos do país mas não é possível.
300 utentes!!! As escolas têm milhares de alunos com necessidades especiais para onde não vai um tostão. Portugal, o país dos políticos parolos e ignorantes... ele é ministros, secretários de Estado e banqueiros. Depois chamam nomes aos professores e é às escolas que vão falar de corrupção... isto é só rir como dizia o Bordalo... da Política, a grande porca onde todos mamam.
 
 

 

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publicado às 22:13

 

Mass starvation is humanity’s fate if we keep flogging the land to death

 

 

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publicado às 21:35


Acerca das críticas aos juízes

por beatriz j a, em 11.12.17

 

Tribunal duvida que mulher autónoma possa ser vítima

Acórdão do Tribunal Judicial de Viseu deu entrada no Tribunal da Relação de Coimbra. O colectivo presidido pelo juiz Carlos de Oliveira é acusado de deturpar prova com base em preconceitos

...

“Denotou em audiência de julgamento ser uma mulher moderna, consciente dos seus direitos, autónoma, não submissa, empregada e com salário próprio, não dependente do marido”, lê-se no acórdão. “O seu carácter forte e independente foi mesmo confirmado por várias testemunhas [...]. Por isso cremos que dificilmente a assistente aceitaria tantos actos de abuso pelo arguido, e durante tanto tempo, sem os denunciar e tentar erradicar, se necessário dele se afastando.”

 

Parece-me que há aqui coisas diferentes. Uma é a formação dos juízes. Num mundo ideal os juízes seriam todos pessoas inteligentes, informadas, conscientes e auto-conscientes... mas também todos os outros profissionais o seriam... a realidade é que não vivemos num mundo ideal.

 

Que uma pessoa que tem como profissão julgar outras não se informe, não actualize conhecimentos, não se instrua das coisas do mundo de modo a poder compreender as dinâmicas das pessoas que tem que julgar e não entenda que os seres humanos não são unidimensionais, antes são complexos e cheios de actos contraditórios, é um bocadinho deprimente.

Seria o mesmo que um médico não se informar dos novos conhecimentos e tratamentos ou um professor não se informar e andar a ensinar coisas completamente desactualizadas. Como se pode ser competente com estas premissas?

 

Que um juíz não perceba que se pode ser autónomo e emocionalmente vulnerável, inteligente e fazer coisas estúpidas e outras mil e uma contradições, é um bocadinho assustador. Se um dia tivéssemos que ser julgados por esse juíz tínhamos que fingir-nos de pessoas simples e unidimensionais, à medida dele, pois caso contrário ele não nos entenderia e julgar-nos-ia com a severidade de um maniqueísta? 

 

Outra coisa é a crítica social. Por muito que os juízes não gostem, não podem exigir, em nome seja do que for, que as pessoas devam aceitar dogmaticamente as suas sentenças e permanecer caladas. Estamos numa sociedade democrática, as sentenças são públicas e as pessoas têm direito à sua opinião. Se a devem expressar melhor que o que fazem? Pois, talvez, mas a verdade é que, se o Conselho Superior de Magistratura agisse atempadamente no caso de erros grosseiros, estes casos não chegavam a ser casos notórios.

 

Não sei se a vítima deste caso é, ou não, vítima. Não li o caso e, mesmo que o tivesse lido, não tenho competências jurídicas para fazer juízos nessa matéria. Não é disso que estou a falar. Estou a falar dos juízes, que vivem da palavra, falarem como se a linguagem fosse algo inconsequente. É compreensível num indivíduo mal alfabetizado mas não num num juíz, que diabo!

 

Outra coisa que ainda põe os juízes mais mal vistos e me parece um grande tiro no pé, é virem a correr defender, não os colegas mas os seus erros mais grosseiros. Isso a mim assusta-me porque parece-me que põem o caciquismo [que eu pensava que só existia nos partidos políticos, onde quem se mete com eles leva, mesmo que eles tenham roubado e/ou posto o país na miséria] acima da procura da justeza dos procedimentos. Porque uma coisa é defender-se os colegas, seres humanos que erram, outra os próprios erros. Nunca vi, fora da política, os profissionais virem defender os erros dos colegas. Bem, agora já vi os juízes.

 

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publicado às 19:27

 

 

"It is pertinent to recall Arthur Koestler’s famous quip, made a century ago in reference to the Balfour Declaration, that 'one nation solemnly promised to a second nation the country of a third.'"

(University of California Press)

 

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publicado às 16:59


Dizer a verdade a mentir

por beatriz j a, em 11.12.17

 

 

 

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publicado às 16:16


O que seria pior que a presidência de Trump?

por beatriz j a, em 11.12.17

 

 

Um segundo mandato de Trump. A razão é que os EUA, muito infelizmente, ainda são o país com maior poder de influência no mundo: que outra nação poderia instituir uma capital em um país estrangeiro com uma única acção de mudança geográfica de embaixada? Tendo em conta este poder e a ambivalência da democracia americana, que internamente é uma coisa e externamente é outra, pois comporta-se fora como uma força agressiva e bélica, não sei quanto tempo o mundo aguentaria um segundo mandato de Trump, tão destruidor como este primeiro está a ser, mesmo tendo em conta sabermos haver dissensões dentro do exército americano. Já, neste momento, temos uma certa sensação que 'algo' está na iminência de acontecer com tanta mina que os EUA e as nações que lhe reagem andam a lançar para a política internacional. Em um ano e meio pôs o mundo à beira de várias catástrofes. Imagine-se o que a consolidação da loucura arbitrária de Trump faria ao mundo com um segundo mandato.

 

'I Don't See Potential Upsides'

Richard Haass, 66, is a former U.S. diplomat and current director of the Council on Foreign Relations. He says that the timing of President Donald Trump's recognition of Jerusalem as the true capital of Israel is troubling and potentially dangerous.

 

 

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publicado às 14:59

 

Ex-governantes terão recebido milhares de euros do saco azul do GES

O antigo ministro da Economia, Manuel Pinho, e a ex-secretária de Estado da Administração Local Rita Barosa terão recebido milhares de euros do saco azul do Grupo Espírito Santo (GES).

Segundo os autos da designada Operação Marquês, a que o Correio da Manhã teve acesso, os antigos governantes receberam em 2007 e 2008 mais de 158 mil euros. Além disso, terão recebido ainda 45.891 euros em 2009. 

 

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publicado às 14:46


Acerca da eutanásia

por beatriz j a, em 11.12.17

 

 

O Pedro Correia do Delito de Opinião, convidou-me, muito simpaticamente, a escrever um texto para o seu blog como convidada, o que aceitei, com muito gosto.

Fica aqui o link para,  Acerca da Eutanásia :)

 

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publicado às 14:20


PSD eleições

por beatriz j a, em 11.12.17

 

 

Com Sá Carneiro, o PSD sobreviveu à perda de metade, ou mais, do seu grupo parlamentar em plenas funções. Porque é que agora não há-de sobreviver a uma pequena conspiração de tartufos?

 

O PSD sobrevive, o país é que já não sei, tendo em conta que precisamos de oposição forte [neste momento quem faz de oposição é um dos partidos que apoia o governo!!] e de alternativas políticas e tendo em conta que os candidatos a chefe do partido são, o mau e o ainda pior...

 

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publicado às 06:30


Jura...??

por beatriz j a, em 11.12.17

 

 

"A generalidade das crises revelaram-se muito complexas, com muitos atores internos e externos, com muitos interesses, com muitos jogos de interesse, e aí a capacidade de resolução dessas crises tem-se verificado ser muito limitado, seja na Síria, no Iémen, no Sudão do Sul, no Afeganistão, em todos esses sítios é muito difícil ultrapassar os obstáculos que ainda se mantêm", concluiu o líder das Nações Unidas.

 

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publicado às 06:26


SSDI

por beatriz j a, em 11.12.17

 

Mais um português candidato à ONU

 
 

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publicado às 06:22


Acho que vem aí uma tempestadezinha

por beatriz j a, em 10.12.17

 

 

DSCF2630.JPG

 

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publicado às 16:40


Isto é só rir...

por beatriz j a, em 10.12.17

 

Investigação TVI: para onde vai o dinheiro que a Raríssimas recebe

A TVI revela uma investigação em que centenas de documentos põem em causa a gestão da presidente da associação Raríssimas, Paula Brito e Costa. Esta instituição de solidariedade social vive de subsídios do Estado e donativos.

Em causa, poderão estar mapas de deslocações fictícias, a compra de vestidos de alta costura, gastos pessoais em supermercados.

Soubemos ainda que em 2013 foi contratado o atual secretário de estado da Saúde como consultor.

Manuel Delgado sabia que a situação da rarissímas era insustentável do ponto de vista financeiro e que seriam pagos 3000 euros por mês, com os subsídios do próprio Estado, destinados a apoiarem crianças com doenças raras.

Por escrito, Manuel Delgado, esclareceu que a sua função como consultor, consistiu  numa colaboração técnica na área de organização e serviços de saúde na Casa dos Marcos, nunca tendo participado em decisões de financiamento.

Manuel Delgado não respondeu, no entanto, a três perguntas da TVI que consideramos cruciais:

  • Quanto é que recebeu no total?
  • Se tinha conhecimento da situação financeiro da rarissímas ?
  • E se sabia que o ordenado que recebia, chegou a ser pago com subsídios do estado destinado ao apoio de crianças com doenças raras ?

Tentámos também ouvir Sónia Fertuzinhos sobre a viagem que efetuou pela Rarissímas. A deputada do partido socialista, mulher do ministro Viera da Silva, recusou ser entrevistada.

 

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publicado às 13:32

 

 

Apanhados hoje nos testes:

 

exitar

houveram ações delibradas

intensam, intensional

respunsablidade

tropessou

escerto

consegiu encontrálo

escoadra

podia lhe pedir que ela faria lhe

hxar

lezionada

 

(muita gramática e pouca leitura dão nisto e numa dramática falta de vocabulário)

 

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publicado às 13:17

g.a


3-8-12



no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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