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Acordar no planeta - Latefossen

por beatriz j a, em 16.10.17

 

 

A Noruega tem sítios que parecem saídos dos contos de Grimm.

 

 latefossen-waterfall-norway.jpg

 

 

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publicado às 05:06

 

Secretário de Estado volta a afirmar que incêndios têm origem criminosa

Jorge Gomes justifica a afirmação com o facto de as áreas em chamas serem aquelas onde há pastorícia

 

São estas coisas que retiram credibilidade ao seu trabalho. Se num caso tão dramático o secretário de Estado não se interessa por saber, com um inquérito sério, o que (ou quem) esteve na origem dos incêndios para poder prevenir o futuro, o que será o seu MO em casos muito menos graves...? Na sua enorme sabedoria a verdade cai do céu directamente para a sua cabeça e depois decide sem saber nada do que se passa... é isso que podemos concluir. 

 

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publicado às 19:35


Coisas boas

por beatriz j a, em 15.10.17

 

WikiLeaks: Julian Assange given peace prize

Julian Assange, the founder of whistle-blowing website WikiLeaks, has been awarded an award “for exceptional courage in pursuit of human rights”.

 

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publicado às 15:44


Carreira? Qual carreira?

por beatriz j a, em 15.10.17

 

 

Não é verdade que tenhamos perdido apenas 9 anos de trabalho uma vez que antes do descongelamento os escalões foram alterados (de oito passaram para dez, sendo que os salários, só no 10º são equivalentes aos de outros funcionários públicos equiparados) e em regra, os professores foram reposicionados 2 escalões abaixo de onde estavam. Por exemplo, alguém que estivesse no sexto escalão, a dois escalões do topo da carreira, foi posicionado no quarto, estando agora a seis escalões do topo, onde nunca chegará, mesmo que trabalhe até aos setenta anos. Ora, sendo cada escalão de 3 ou de 4 anos, baixar dois escalões, implica deitar fora, 6 ou 7 anos. Anos de descontos, de obrigações de formação, de acréscimo de turmas, de alunos, de trabalho burocrático que era feito pelas secretarias das escolas, etc. Juntar a estes 7 anos os outros 7 do congelamento, no meu caso significam 14 anos de trabalho deitados para o lixo, o que equivale a dizer que deixei de ter carreira... aquilo que o Costa e este ministro chamam descongelamento de carreiras é uma enorme mentira. Entretanto o BE e o PCP caladinhos. O que faz a proximidade do poder...

 

 

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publicado às 13:21


A chatice dos factos

por beatriz j a, em 15.10.17

 

 

Educação sofre corte de 182 milhões de euros em 2018

Pela segunda vez consecutiva o governo volta a tentar esconder um corte nas verbas disponiveis para o básico e secundário.

 

 

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publicado às 13:03


Blade Runner 2049

por beatriz j a, em 15.10.17

 

 

Ontem fui ver o filme. O Blade Runner original é um filme filosófico, este é um filme poético. Visualmente é lindo e a música, a evocar a de Vangelis mas mantendo uma originalidade própria (onde a outra é concava, esta é convexa) é dominante.

Tem cenas muito boas, como a cena de abertura com o agricultor, a cena no velho casino com o Elvis e os outros hologramas, por exemplo e, muitas outras mas, falta-lhe coerência, faltam-lhe os diálogos fantásticos do primeiro, a atmosfera vibrante das ruas onde, no filme original se conseguia criar um ambiente futurista credível e neste não, falta-lhe aqueles personagens secundários que acrescentam substância ao filme, desde logo os replicantes que aqui são quase todos unidimensionais... 

O filme está cheio de mulheres a aparecerem despidas do nada. Não se vê um único replicante masculino de prazer, só mulheres, com nomes como Joy e Luv que parecem pin-ups ou modelos das revistas de moda... o outro filme também tinha replicantes de prazer mas era uma coisa que elas faziam, não aquilo que eram, onde aqui serem esposa ou prostitutas é o que são e não o que fazem... até a relação dele com a Joi que podia ter sido interessante se explorasse aquilo de não poderem tocar-se como uma condição da solidão cada vez maior da vida urbana e o modo como nos ligamos emocionalmente a alteridades digitais, ficou estragada pelo ar piroso/degradante/adolescente-soft porno da(s) replicante(s), como se os homens também fossem seres unidimensionais, incapazes de evoluir desse imaginário emocional/sexual.

Depois, o filme podia, com benefício, ser mais conciso em vez de durar três horas, a querer ter uma grandiosidade que não se justifica. Tem cenas ridículas como aquela em que o H. Ford dá murros a K. numa pose totalmente colada ao Indiana Jones. 

Como não estava à espera de um filme à altura do original não fiquei desapontada, até porque o filme tem cenas tão bonitas, do ponto de vista estético -a árvore morta, aquele mundo de fornalhas e desperdícios de metal evocativo da revolução industrial, o muro gigantesco que separa L.A. das águas ameaçadores do mar, a cena com o agricultor, etc. São muitas, muitas...- que uma pessoa se entretém a admirá-las.

No entanto, é uma pena que não tenha tratado bem certas questões que deixa implícitas, como por exemplo, a questão de saber se os replicantes são humanos mecânicos ou se são os humanos que são meros mecanismos com imaginação, ideia que fica no ar quando percebemos que K. não tem a certeza de ser replicante ou algo mais humano (a ideia de todos querermos ser especiais e de que talvez a satisfação da vida não advenha da afirmação de sermos especiais mas de fazermos algo pelos outros, é o melhor diálogo do filme) e quando vemos aquele 'nascimento' no estúdio de Wallace. Também a ideia de intolerância e medo do que é diferente aflorada com a filha de K. que pode existir desde que separada de todos por uma parede de vidro transparente.

Enfim, o filme vê-se mais como um poema que se aprecia pela métrica, o ritmo e a beleza das palavras. Tem mais forma que conteúdo.

 

 

 

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publicado às 10:26

 

Relatório deixa ministra em contagem decrescente

 

... para ainda não ter chegado ao fim... dizer que não há certeza da incompetência grosseira da ministra e dos serviços que tutela é o mesmo que os amigos do Sócrates -entre os quais os que entraram para a política com tostões e saíram de lá com milhões- dizerem que estão espantados com as acusações ou o Oliver Stone vir dizer que é preciso esperar pelo tribunal para ter a certeza que Harvey Weinstein é mesmo um porco nojento porque, sabe-se lá se as acusações destas mulheres todas não são mera coscuvilhice.

Que o primeiro ministro tenha escolhido a ministra pensando que era competente e se tenha enganado, compreende-se, agora que face a tanta morte e destruição que resultou do caos dos serviços que tutela, ainda esteja à espera que chovam rãs do céu para agir é o tipo de coisa que nos faz perder o respeito por ele porque fica evidente que, das duas uma, ou não vê a gravidade da situação, o que indica falta de senso ou vê e desconsidera por razões partidárias o que indica falta de estatura política e seriedade.

Quem é que, seriamente, quer depender desta ministra e dos seus serviços? Se amanhã houvesse um sismo muito grave outra catástrofe do género, ninguém se salvava porque os serviços de protecção civil agem como baratas tontas. 

 

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publicado às 07:47


A hipocrisia de Hollywood

por beatriz j a, em 13.10.17

 

 

 Quantos predadores são louvados em público enquanto toda a gente sabe o que são e fazem? E porque é que isso acontece? Porque uns (umas) têm medo e outros inveja...

 

 

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publicado às 06:04


Right...

por beatriz j a, em 12.10.17

 

 

 

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publicado às 22:14


Para ver no Museu Nacional de Arte Antiga

por beatriz j a, em 12.10.17

 

 

Rembrandt.elos Perdidos - uma exposição que 'recupera elos de uma cadeia que a memória histórica dispersou' (retratos de Leonor de Áustria (Rainha de Portugal pelo seu casamento com Dom Manuel I, antes de ser Rainha de França) e de seu irmão, o Imperador Carlos V, por Joos van Cleve, aos das princesas Sabina Délfica e Leonor Maurícia de Portugal, de Gerard van Honthorst, fruto de uma particular união dinástica entre os dois reinos, da qual se expõe também importante documentação), para ver até 7 de Janeiro próximo. 

 

 

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publicado às 07:45


Desconfortável?

por beatriz j a, em 12.10.17

 

Socráticos e socialistas reagem: “É desconfortável para portugueses que esteja em causa antigo primeiro-ministro”

 

Desconfortável é pensar que muito dos seus maiores amigos, apoiantes e colaboradores, como este que fala, estão no actual governo e espalhados por cargos públicos.

Desconfortável é pensar que pessoas destas têm mais probabilidade de ser eleitas do que pessoas honestas.

Desconfortável é lembrar-me de todas as pessoas que o defendiam com veemência quando era evidente, tanto a sua incompetência quanto a sua desonestidade.

Desconfortável é vermos como ainda defendem e amparam os seus ex-ministros incompetentes e desonestos como se fossem competentes e honestos.

 

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publicado às 07:10

 

The relentless honesty of Ludwig Wittgenstein

 

O THE TIMES LITERARY SUPPLEMENT, começou uma série de artigos a que chamou, Footnotes To Plato, a célebre frase de Whitehead acerca da Filosofia. São artigos acerca do pensamento e legado de grandes filósofos e pensadores. Muito interessante para se ter uma ideia geral acerca deles e do seu pensamento.

 

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publicado às 06:43


"Approaching Shadow"

por beatriz j a, em 11.10.17

 

 

Photo: Fan Ho 
British Hong Kong, 1954 

 

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publicado às 18:07

 

Bruxelas avisa: mais professores obriga a melhores resultados

 

A frase correcta é, 'melhores resultados obriga a mais professores'. Pois, já sabíamos. Donde se conclui que, ou aquele título está enganado ou é mais uma frase que emana daquele sítio que é um sorvedoro de dinheiro comandado por aquele cavalheiro que ajuda grandes multinacionais a fugir ao fisco e começa a beber álcool, ao que se diz, logo às 10 da manhã.

 

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publicado às 06:50


É isto

por beatriz j a, em 11.10.17

 

 

 

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publicado às 06:23


Uma burka social

por beatriz j a, em 11.10.17

 

 

En Suède, le premier festival de rock exclusivement féminin

Pour prévenir les violences sexuelles, un festival de rock interdit aux hommes aura lieu l’été prochain.

 

E daí à burka real vai um passinho. Primeiro as mulheres estão em espaços interditos a homens, depois são proibidas de frequentar os espaços onde há homens e a seguir são tapadas sempre que partilham o mesmo espaço para eles não se sentirem tentados a atacarem-nas? Depois disto, quer dizer, depois de dizerem à sociedade que partilhar o espaço com homens é sujeitar-se ao assédio, uma mulher que escolha ir a um concerto onde há homens, é interpretada como não se importando de ser assediada...

Isto é extremamente ofensivo para a maioria dos homens. E o que é que isto ensina às crianças? Que os pais são criminosos por natureza e as mães vítimas? Que é um comportamento natural os rapazes serem agressores? E como é que isto ajuda à educação, ao desenvolvimento e à coesão de uma sociedade?

Mas de onde vêm estas ideias estúpidas? Isto é o Apartheid, só que em vez de ser de raças é de géneros.

Estamos em regressão social: autoritarismos, desigualdades crescentes, diminuição de direitos.

 

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publicado às 06:01


Stress detox 🛀

por beatriz j a, em 10.10.17

 

 

 chá em vez de água, sff

 

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publicado às 22:57


Não somos imunes aos problemas dos outros

por beatriz j a, em 10.10.17

 

 

Às vezes sai-se das reuniões de pais com uma angústia daquelas que se sentem no estômago. Se eu não soubesse que o apêndice é do lado direito pensava estar com uma apendicite aguda. É nestas alturas que mais valorizo o conselho do meu médico que me disse uma vez que a dieta começa no supermercado. Se tivesse chocolates em casa, hoje iam todos de enfiada.

Confesso que nestes 30 anos de profissão a impressão que tenho dos pais é positiva. Já tive problemas com alguns porque há sempre gente mal formada mas são uma minoria. A grande maioria está preocupada com os filhos e tenta fazer o melhor que pode e sabe. Acontece que alguns miúdos estão em situações dramáticas porque a adolescência é uma terra alienígena, cheia de perigos inesperados e, acontece os pais não terem, nem recursos nem conhecimentos para lidar com os seus problemas, acontece estarem desesperados, impotentes, sem saber o que fazer, os hospitais públicos não dão resposta porque têm tempos de espera obscenos -falo de esperar 6 meses para se ser visto por alguém- e as escolas não têm respostas adequadas. Temos excesso de desemprego entre os psicólogos mas as escolas não têm psicólogos educacionais para acompanhar estes alunos, alguns dos quais precisavam de intervenção urgente. Aqui na cidade não existe urgência pedo-psiquiátrica, por exemplo. Se às vezes conseguimos ajudá-los é porque já trabalhamos há muito tempo no mesmo sítio e construímos uma pequena rede de contactos para estes casos mas as coisas não podiam depender de arbitrariedades. É revoltante.

 

O ME, os governos e todos os que tomam decisões e legislam porcarias atrás de porcarias e enfiam todo o dinheiro público na banca e nos saqueadores de dinheiros públicos, estão-se todos nas tintas para os alunos que, no entanto, são o futuro do país. As únicas pessoas que se preocupam com eles são os pais e nós, professores, que lidamos com os adolescentes numa base diária e não somos imunes aos problemas deles e das famílias.

 

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publicado às 22:12


De quem é o dinheiro que anda nas offshores?

por beatriz j a, em 10.10.17

 

 

Riqueza, paraísos fiscais e crescimento da desigualdade económica. Portugal tem mais de 20%do PIB em offshores.

 

World Wealth & Income banco de dados criado por Thomas Piketty e Lucas Chancel

 

A new study shows how little tax the super-rich pay

 

 

 (link na imagem) fonte: WHO OWNS THE WEALTH IN TAX HAVENS? MACRO EVIDENCE AND IMPLICATIONS FOR GLOBAL INEQUALITY

 (como estes dados são de 2007, agora ainda deve ser pior)

 

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publicado às 06:26


Eureka moment

por beatriz j a, em 10.10.17

 

 

 

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publicado às 04:59

g.a


3-8-12



no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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