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Livros - 'Como Morrem as Democracias'

por beatriz j a, em 17.01.18

 

 

Uma entrevista que vale a pena ler, com os autores, dois professores de Harvard que investigaram, durante muitos anos, as democracias do mundo e as condições em que vieram a morrer.

Defendem que as democracias não morrem with a bang mas aos poucos, pela corrosão das instituições e que há um teste com 4 indicadores que podemos fazer aos líderes partidários para ver se são perigosos para as democracias: 1. rejeitam, por palavras ou actos, as regras do jogo democrático; 2.negam a legitimidade dos opositores; 3. toleram ou encorajam a violência; 4. tentam cortar as liberdades civis dos oponentes, nomeadamente tentando controlar os media. Quantos mais destes indicadores um líder tem, maior o perigo para a sobrevivência das democracias. Defendem que muito raramente um líder revela possuir os 4 índices do teste, sendo que Trump é um desses casos raros. É claro, digo, eu, que para alguém marcar os 4 pontos do índice, tem de ser um sociopata... a entrevista é muito interessante, o livro também deve ser.

 

[este teste, penso, também serve para avaliar o grau de autoritariamo anti-democrático, logo, corrosivo, das instituições em geral. Por exemplo, vejo nas escolas que é com esquemas não democráticos que os directores e compinhchas se eternizam no poder, que  não respeitam as leis, só a sua vontade, que praticam e incitam a violência do bullying para afastam os críticos, que suprimem todos os canais de discussão e impõem ordens pela força, não têm respeito por ninguém, são narcisistas à maneira de muitos líderes dos partidos que acham-se extraordinários e tentam cortar as liberdades de quem os critica usando indiferentemente a calúnia, a difamação, a humilhação, o ostracismo... Muitos poucos passariam os 4 pontos do teste, o que diz muito do que se vive nas escolas. Quando uma pessoa aplica estes pontos aos políticos e personalidades adejantes do rectângulo são poucos os que não revelam muitos ou mesmo todos os 4 índices do teste: pense-se na Rodrigues, (e as escolas estão cheios das/os Rodriguinhas que ela criou), no Sócrates, nos ministros, banqueiros e gestores públicos que ano após ano estragam e delapidam os dinheiros públicos e se mantêm nos cargos à conta de práticas não-democráticas, de tentativas de calar jornais, de manipular jornais e TVs, de esconder falcatruas, de não respeitar as leis que eles próprios criam, de tentar silenciar opositores... é mato]

 

A conversation with Steven Levitsky and Daniel Ziblatt, authors of

HOW DEMOCRACIES DIE

 

 

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publicado às 06:16


SNS por quem lá trabalha

por beatriz j a, em 16.01.18

 

 

Mas o Costa e o Deborla estão muito contentes consigo próprios e acham que tudo vai bem e são bestiais. O dinheiro da saúde vai para Bruxelas... enfim... o que sobra depois dos rapaces dos bancos, das empresas dos amigos dos políticos e seus satélites o abifarem.

Uma pessoa lembra-se do tempo em que o SNS era bom. Agora temos medo de ir lá parar.

 

 

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publicado às 22:40


A queda da ’Ndrangheta

por beatriz j a, em 16.01.18

 

 

The Women Who Took on the Mafia

Family loyalty made the Calabrian Mob strong, but its treatment of women was its undoing.

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publicado às 22:28


Tempos difíceis

por beatriz j a, em 16.01.18

 

Can a Jew Love France?

 

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publicado às 21:21


Acerca da ADSE

por beatriz j a, em 16.01.18

 

 

A Associação Portuguesa de Hospitalização Privada considera que as novas tabelas da ADSE representam "perdas incomportáveis" para os privados e podem pôr em causa o acesso dos beneficiários aos cuidados de saúde.

 

 

Falo enquanto pagante/beneficiária que desconto para a ADSE há 30 anos, paralelamente aos descontos para o SNS, também há cerca de 30 anos. Neste momento pago cerca de 100 euros por mês para a ADSE mais cerca de 40 euros para o SNS. Nenhum seguro de saúde custa isto. No entanto, a maioria das consultas e outros serviços deixaram de ser comparticipados, os preços subiram de 50 cêntimos para 8 euros ou de 3 euros para 40 euros... isto não é aceitável.

A  ADSE tem servido para os governos taparem buracos nas contas do Estado. Não é aceitável que pague um serviço a este preço, há tantos anos, e que cada vez tire menos benefício dele.

O que é que andam a fazer com o dinheiro que descontamos para a ADSE? Está a ser usado para pagar calotes de bancos? Alguém anda a roubá-lo? Que se passa com isto? A ADSE era um sistema que se auto-sustentava até começarem a desviar o dinheiro para outros fins. Conheço uma data de gente que, sendo beneficiário há pouco tempo, desistiu e passou-se para um seguro de saúde. 

A subida de preços na ordem dos 800% ou 1500% é um roubo organizado pelo Estado. E também não percebo o que faz a direção da ADSE recentemente eleita, que não defende os direitos dos beneficiários/pagantes do sistema. Ou foram eleitos para gerir a falência do sistema e o roubo dos associados? É que não percebo isto e ninguém fala do assunto.

 

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publicado às 20:18

 

António Costa voltou a esconder a verdade

 
 

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publicado às 20:15


A dieta de Miguel Ângelo

por beatriz j a, em 16.01.18

 

 

Sabemos pela sua lista de compras manuscrita e ilustrada, datada de 1518, conservada no Museo Casa Buonarroti, em Florença.

Muito regrada, a dieta, sem carnes nem doces.

 

 

  • pani dua   (dois pães)
  • un bochal di vino  (uma garrafa de vinho)
  • una aringa   (um arenque)
  • tortegli   (tortelini)
  • una insalata  (uma salada) 
  • quatro pani  (quatro pães)
  • un bochal di tondo  (um jarro de vinho encorpado)
  • un quartuccio di bruscho   (um quarto de vinho seco)
  • un piatello di spinaci   (um prato de espinafres) 
  • quatro alice   (quatro anchovas)
  • tortelli   (tortelini)
  • sei pani   (seis pães) 
  • dua minestre di finochio  (duas sopas de funcho)
  • una aringa  (um arenque)
  • un bochal di tondo    (um jarro de vinho encorpado)

Daniele da Volterra, Ritratto di Michelangelo

via lartediguardarelarte

 

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publicado às 16:05


Totalitarismos hodiernos

por beatriz j a, em 16.01.18

 

Na China, um ranking social vai listar os bons e os maus cidadãos

 

A sovietização das sociedades por meio da tecnologia. Sociedades totalitárias construídas sobre a chantagem e o medo .

 

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publicado às 13:53


Morreu a Madalena Iglésias

por beatriz j a, em 16.01.18

 

 

Ohh... que pena... ainda hoje uso frequentemente a frase dela para descrever alguém quando não me apetece nada descrever, 'ele é bom rapaz, um pouco tímido até' :)

Acho que a Madalena Iglésias faz parte do nosso imaginário comum de uma certa época.

em playback...

 

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publicado às 13:34


Six Funny Life Lessons 😄

por beatriz j a, em 16.01.18

 

 

Six Funny Life Lessons

 

by Carl Pei

 

 

 

Lesson 1: Naked Wife

 

A man is getting into the shower just as his wife is finishing up her shower when the doorbell rings. The wife quickly wraps herself in a towel and runs downstairs. When she opens the door, there stands Bob, the next door neighbor. Before she says a word, Bob says, “I’ll give you $800 to drop that towel.” After thinking for a moment, the woman drops her towel and stands naked in front of Bob.

After a few seconds, Bob hands her $800 dollars and leaves. The woman wraps back up in the towel and goes back upstairs. When she gets to the bathroom, her husband asks,…

“Who was that?” “It was Bob the next door neighbor,” she replies. “Great!” the husband says, “Did he say anything about the $800 he owes me?”

Moral of the story:
If you share critical information pertaining to credit and risk with your shareholders in time, you may be in a position to prevent avoidable exposure.

 

 

Lesson 2

 

A sales rep, an administration clerk, and the manager are walking to lunch when they find an antique oil lamp. They rub it and a Genie comes out. The Genie says, “I’ll give each of you just one wish” “Me first! Me first!” says the administration clerk. “I want to be in the Bahamas, driving a speedboat, without a care in the world.” Poof! She’s gone. “Me next! Me next!” says the sales rep. “I want to be in Hawaii,relaxing on the beach with my personal masseuse, an endless supply of Pina Coladas and the love of my life.” Poof! He’s gone. “OK, you’re up,” the Genie says to the manager. The manager says, “I want those two back in the office after lunch.”

Moral of the story: Always let your boss have the first say.

 

 

Lesson 3

 

A priest offered a lift to a Nun. She got in and crossed her legs, forcing her gown to reveal a leg. The priest nearly had an accident. After controlling the car, he stealthily slid his hand up her leg. The nun said,”Father, remember Psalm 129?” The priest removed his hand. But,changing gears, he let his hand slide up her leg again. The nun once again said, “Father, remember Psalm 129?” The priest apologized “Sorry sister but the flesh is weak.” Arriving at the convent, the nun went on her way. On his arrival at the church, the priest rushed to look up Psalm 129. It said, “Go forth and seek, further up, you will find glory.”

Moral of the story: If you are not well informed in your job, you might miss a great opportunity.

 

 

Lesson 4

 

A crow was sitting on a tree, doing nothing all day. A rabbit asked him,”Can I also sit like you and do nothing all day long?” The crow answered: “Sure, why not.” So, the rabbit sat on the ground below the crow, and rested.

A fox jumped on the rabbit and ate it.

Moral of the story: To be sitting and doing nothing, you must be sitting very high up.

 

 

Lesson 5: Power of Charisma

 

A turkey was chatting with a bull “I would love to be able to get to the top of that tree,” sighed the turkey, but I haven’t got the energy.” “Well, why don’t you nibble on my droppings?” replied the bull. “They’re packed with nutrients.” The turkey pecked at a lump of dung and found that it gave him enough strength to reach the lowest branch of the tree. The next day, after eating some more dung, he reached the second branch. Finally after a fourth night, there he was proudly perched at the top of the tree. Soon he was spotted by a farmer, who shot the turkey out of the tree.

Moral of the story: Bullshit might get you to the top, but it wont keep you there.

 

 

Lesson 6

 

A little bird was flying south for the winter. It was so cold the bird froze and fell to the ground into a large field. While he was lying there, a cow came by and dropped some dung on him. As the frozen bird lay there in the pile of cow dung, he began to realize how warm he was. The dung was actually thawing him out! He lay there all warm and happy, and soon began to sing for joy. A passing cat heard the bird singing and came to investigate. Following the sound, the cat discovered the bird under the pile of cow dung, and promptly dug him out and ate him.

Moral of the story:
1. Not everyone who shits on you is your enemy
2. Not everyone who gets you out of shit is your friend
3. And when you’re in deep shit, it’s best to keep your mouth shut!

 

(reedição)

 

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publicado às 12:27


Gallimard e Céline

por beatriz j a, em 16.01.18

 

 

Why did the French publisher Gallimard seek to republish some of Louis-Ferdinand Céline's notoriously anti-Semitic writings? To make a quick buck, of course..more »

 

Amid the heated debate, however, few voices have questioned Gallimard’s motive for publication. Why the urgency, and without a more carefully prepared edition? It is hard to avoid the impression that the publisher seems chiefly interested in making a quick profit. Considering the rise of anti-Semitism in the country and the heightened tension between France’s large Muslim and Jewish communities, the wisdom of the French publisher and its sense of responsibility seem questionable.

 

Certas obras têm que ser publicadas com algum cuidado. Devem ser enquadradas, ter algum prefácio e/ou comentários de contextualização porque uma vez postas à venda, todos e qualquer um as pode ler e nem todos saberão ou terão conhecimentos ou motivação para enquadrar por si próprios as ideias que nelas se veiculam. É por isso, acho que até há pouco tempo não havia reedição do 'Mein Kampf' na Alemanha. Não por ser um país com tendência totalitária, na actualidade, mas pelo receio do efeito que a publicação poderia ter. Há coisa de um ano, estava eu na Bertrand do Chiado quando entrou um pequeno grupo de alemães, sem dúvida para ver, 'a livraria mais antiga do mundo em contínuo funcionamento' publicitada nos folhetos da cidade. Deram de caras com a reedição do livro em português e tiraram montes de fotografias ao livro no escaparate tendo esquecido completamente de ir ver a livraria. O 'livro-acontecimento' foi mais importante que a 'livraria-acontecimento'. Certos livros não se podem publicar sem mais ou só para fazer dinheiro.

Li o 'Mein Kampf' quando foi publicado, em 1976, depois da minha mãe o ler - o livro era dela. Ainda tenho o livro, (tem marcado o preço de 200 escudos) embora já sem capa, como se vê, por o ter emprestado a alguém que não cuidou dele. Isto foi numa altura em que a realidade tinha perdido o sentido, andava completamente obcecada em compreender-lhe o sentido e também o do ser-se humano nos seus limites e li tudo quanto havia para ler acerca dos campos e li os relatos dos sobreviventes e li biografias dos nazis importantes e depois fui ler o Gulag e tudo quanto havia para ler sobre esses outros campos e, no fim, li este livro. Tinha 15 anos quando comecei a devorar essas coisas, à razão de um livro por dia ou perto disso e, tinha 16 anos quando li este livro. O livro tem comentários e entrevistas que o enquadram sobre várias perspectivas e li-o em um contexto de já ter lido muito sobre o assunto, portanto, já com outros suportes para a interpretação, o que é muito diferente de ter chegado a ele, com as necessidades de resposta que tinha naquela idade, assim do nada.

(faz-me lembrar que a maioria dos currículos escolares estão concebidos para serem abordados de modo descontextualizado, o que me parece um grande erro, porque os conceitos, as categorias, as ideias, têm consequências práticas, complexas, misturam-se com a nossa realidade, são indissociáceis do nosso modo de ser, não são um mero jogo de linguagem ou conceitos como se estivéssemos a brincar com ideias ou palavras em abstracto desligadas da vida real.)

Enfim, parece-me bem que a Gallimard tenha dado um passo atrás e tenha adidado a reedição do livro para publicá-lo com mais cuidado.

 

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publicado às 11:12


Ditado popular - Janeiro

por beatriz j a, em 15.01.18

 

 

“Comer laranjas em Janeiro – é dar que fazer ao coveiro.”
 
 
[Janeiro é o mês em que se vão. Diz o povo...]
 
 

-53 °C in Yakutsk, Siberia, Russia on Jan 14, 2018!
Report: Anastasia Gruzdeva
 

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publicado às 21:00


Picture this

por beatriz j a, em 15.01.18

 

 

Actual poster issued by Senator Joseph McCarthy in 1950s.

 

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publicado às 20:58


Fun, fun, fun

por beatriz j a, em 15.01.18

 

 

The Late Show With Stephen Colbert. Agora mesmo a dar na SIC radical. Se cá houvesse algum show com esta qualidade o governo e a oposição estavam tramados. Com a falta de sentido do ridículo que têm e as barracas que fazem todos os dias por deslumbramento bacoco...

 

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publicado às 20:53


Magic carpets

por beatriz j a, em 15.01.18

 

 

projecção digital, 'magic carpets' - instalação de Miguel Chevalier no interior da catedral de Casablanca, Marrocos

 

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publicado às 20:18


Citação deste dia

por beatriz j a, em 15.01.18

 

 

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daqui:

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publicado às 19:49

 

 

Lord Hastings fez uma expedição, de Calcutá ao Punjab e volta, há cerca de 200 anos. Sita Ram documentou-a com aguarelas dos locais, templo, palácios e costumes da Índia do século XIX.

De vez em quando lembro-me de ir ao livro ver em que ponto da viagem estava Lord Hastings nesse dia. O marquês Hastings foi Governador Geral de Bengala entre 1813 e 1823.

 

No dia 14 de Janeiro estava em Hansi, no Punjab, relativmente perto de Nova Deli e é esta a entrada no diário de viagem:

 

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 daqui:

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publicado às 19:55

 

 

 

Notre Mouvement

Nous vivons dans l'oubli de nos métamorphoses
Le jour est paresseux mais la nuit est active
Un bol d'air à midi la nuit le filtre et l'use
La nuit ne laisse pas de poussière sur nous

Mais cet écho qui roule tout le long du jour
Cet écho hors du temps d'angoisse ou de caresses
Cet enchaînement brut des mondes insipides
Et des mondes sensibles son soleil est double

Sommes-nous près ou loin de notre conscience
Où sont nos bornes nos racines notre but

Le long plaisir pourtant de nos métamorphoses
Squelettes s'animant dans les murs pourrissants
Les rendez-vous donnés aux formes insensées
À la chair ingénieuse aux aveugles voyants

Les rendez-vous donnés par la face au profil
Par la souffrance à la santé par la lumière
À la forêt par la montagne à la vallée
Par la mine à la fleur par la perle au soleil

Nous sommes corps à corps nous sommes terre à terre
Nous naissons de partout nous sommes sans limites

in Le dur désir de durer, 1946

 

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publicado às 17:12


Darkest Hour - 'Pep talk' movie

por beatriz j a, em 14.01.18

 

 

O filme apanha Churchill no início do seu mandato, a meio da batalha de Dunquerque com os ingleses em perigo de perderem ali a guerra e a quererem, ao mais alto nível, fazer um acordo qualquer com Hitler para salvar vidas, arriscando-se a ser invadidos pela Alemanha. Churchill representa o herói que contra tudo e contra todos não desiste, não esmorece nem se assusta na 'hora mais negra' da nação, antes resiste, salva vidas, leva os britânicos à vitória.

Não obstante Churchill ter sido um político de visão notável, de o filme ser bom a recriar, com Gary Oldman, um Churchill muito vivo, o filme está feito à maneira dos filmes tipo, pep talk, que se fizeram às centenas durante a própria guerra para animar e motivar as tropas aliadas, onde os aliados eram sempre representados como seres de moral irrepreensível, altruista e heróica que no fim venciam sempre e os alemães todos como monstros.

Este filme é o equivalente contemporâneo, só que orientado para animar o moral dos ingleses no Brexit. É uma maneira de lhes dizer, 'esta não é a primeira dark hour da nossa nação, somos heróis, somos grandes e havemos de ultrapassar isto.'

 

 

 

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publicado às 14:11


Arrábida today

por beatriz j a, em 14.01.18

 

 

Alguém esqueceu-se de avisar os medronheiros que estamos a meio de Janeiro e não é altura de estarem em flôr e cheios de medronhos...

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shadowfies

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publicado às 12:55

g.a


3-8-12


Pág. 1/5



no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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