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Aquele momento...

por beatriz j a, em 30.04.17

 

 

... em que fiz tudo e me sento dez minutos a descansar com um copo de um bom vinho. Ahh... 

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publicado às 11:59

 

 

 

Este é o Meu Jogo

"Eles gritaram para mim:
- Seu jogo está perdido! Navios afundados!
Ao remover aos gritos ranho cuspindo
Lembro-me daqueles, sorrindo nos meus olhos, a atirar pedras pelas costas
Sim, os tempos ...
Em fitas cassete - lenda do rap
Jardinagem, projecto, Tusa
Lembre-se disso?
Não havia muito dinheiro mas faziam-se grandes apostas, carros, quadros desnecessários
cervejas casal, uma concha de refugo barato
fumaça, foguete e liberdade, mar
pensamentos graves, mãe, velocidade, prushchego com perguntas:
- Onde você colocou a consciência? Seja um adulto.
Eu não respondi à culpa
- Olhe para o seu irmão, é difícil ser normal?
Eles não me entendem, não vão me mudar
Eles queriam me quebrar - eles não vão me pegar
O que é minha culpa?
Pensei fugir, bate a porta com raiva -
paskuda!
A mãe quebrou a louça e silenciosamente chorou.
Orei por Deus - colocar velas
líquido branco .. .. .. colher, chama derrete ..
Esta é a última vez - Eu juro, mãe.
Espasmos de desespero num ataque de ciúmes
A porta para a eternidade por duzentos gramas de delícias.

Como antes, as ruas são desespero
Estão mortos por acidente, este acidente matou
pássaros.
Tristeza circulando sobre nossas cabeças E sonhamos à noite para começar de novo. Nós cancelamos as regras, jogando no labirinto Nossos nomes são títulos de filmes tristes Perder, tomar um empréstimo para uma revanche Ao invés de mover-se. Sem chance aqui para aquele que perdeu a corrida para a riqueza Preferindo o que agrada.

Esta é a minha maneira, irmão, o
meu jogo
Ela pertence-me a mim, é o mesmo que eu
Meu jogo, meu jogo
Ela pertence-me a mim, é o mesmo que eu
Meu jogo, meu jogo
Aqui estão as regras para um objetivo

O arquivo do hospital psiquiátrico XV
Sua história médica - cento e oitenta três páginas(...)

Eu vejo nas notícias, apenas que Putin chegou ao poder
etc.

interessante...



 

I look at the sky (Я смотрю на небо)

 
When I look at the sky - I'm flying
When I look at the sky - I'm flying
When I look on heaven, I look at the sky
I look at the sky, I look at the sky
When I look at the sky, mama, I fly
 
I took a ticket and my brain went berserk
I wanted to get off, too late, it didn't work
And I'm being carried to an abyss
For everything- forgive
 
The smoke from the window is spewing out
Remember me, forever young, mama
I'm going up, the lift without buttons,
I took the ticket...
 
When I look at the sky - I'm flying
When I look at the sky - I'm flying
When I look on heaven, I look at the sky
I look at the sky, I look at the sky
When I look at the sky, mama, I fly
 
I'll drink the whole world, and chase it with a gulp of water
Never mind, that I'm wounded, thanks God not slaughtered
A drunken commander driving us towards enemies.
The war for peace... The war for peace
My heart will take in the bullet like a friend,
But this song I'll finish to the end
How to meat my death in combat was my plight,
For you I fight.
 
When I look at the sky - I'm flying
When I look at the sky - I'm flying
When I look on heaven, I look at the sky
I look at the sky, I look at the sky
When I look at the sky, mama, I fly
 
I would've called you, but I know the line is dead.
I wanted to say" Forgive me, I've let you down, and didn't pass the test."
I remember we were bound by heaven will,
Wash your eyes with tears... and the whole world gone still
And all my life before my eyes.
I didn't realize, how I'm freezing.
Heaven calls- I'm leaving.
 
When I look on heaven, I look at the sky,
When I look at the sky, mama, I fly.


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publicado às 06:16


Life

por beatriz j a, em 30.04.17

 

 

 da net

 

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publicado às 03:38

 

 

Tenho uma turma do 10º ano de que gosto muito. Um dos rapazes está pela 3ª vez no 10º ano. Os outros professores conheciam-no de outros anos como um aluno desleixado mas eu, que nunca o tinha visto, só o conheço como um aluno com dificuldades (não é português e não domina bem a língua) mas muito empenhado, cheio de vontade de acertar e de progredir de ano. Na última aula pus a turma a fazer um pequeno trabalho e ele acabou mais cedo e perguntou-me se podia pôr-se a ouvir música. Disse-lhe que não porque a aula não é um sítio de alienação. Depois pensei melhor porque o rapaz precisa de toda a motivação e mais alguma e perguntei-lhe que música ia ouvir. Ele disse-me rap. Disse-lhe que o rap tem umas letras muito ofensivas para as mulheres. Ele disse-me que não ouve esse rap. Ouve rap russo que 'faz muito sentido'. Então disse-lhe, 'também ouço russos no meu mp3. Não é rap mas são compositores russos. 'Ahh diz ele, essa música não gosto.' Perguntei-lhe se alguma vez tinha ouvido. Disse que não. Então fiz-lhe uma proposta: 'se aprender a gostar da minha música eu aprendo a gostar da sua'. Riu-se. 'Mas a professora percebe russo?'. Não, mas arranjo maneira de saber. Tenho um ex-aluno ucraniano de quem sou amiga e se for preciso ele diz-me. A grande vantagem é que a minha música não precisa de tradução. Só tem que ouvi-la. Pense nisso. Aliás, até podia escolher umas músicas para eu ouvir já que é especialista nisso e eu de rap russo não percebo nada. Se aprender a gostar da minha música, depois dou-lhe controlo de uns minutos em cada aula para poder ouvir a sua música. Ficou a matutar.

Não sei o que ele vai responder mas como quero que o miúdo diversifique os interesses rapidamente, daqui até à próxima aula vou aprender duas ou três músicas de rap russo para o provocar e incentivar a uma pequena mudança mental. Vamos ver. Entretanto, tenho que procurar rap russo, pôr no mp3 e ouvir até saber a letra de cor.

 

 

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publicado às 20:36

 

 

Free Speech But Not For All

 

The idea that free speech is contrary to social inclusiveness represents a pernicious shift in Western culture. Stifling hate speech does not safeguard the oppressed. It empowers the oppressors..

 

Free speech is the greatest single ally of social justice and, even at its most noxious and repulsive, is often a catalyst for reflection and remediation. It is easy to mistake it for a tool of repression when, in fact, it is the antidote. Racism, homophobia, xenophobia, sexism do not respond to verbal anodynes. They must be addressed at their roots. Argument, reason, confrontation, and direct exposure to the psyche of bigotry remain the best hope.

 

 

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publicado às 06:33


Movimento

por beatriz j a, em 29.04.17

 

 

Veja-se sem som.

 

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publicado às 06:01


"Don't Look Back" - Spoken Word Poetry

por beatriz j a, em 28.04.17

 

 

 

 

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publicado às 19:03


1-0

por beatriz j a, em 28.04.17

 

 

Descobri há uns vinte anos que cozinhar destressa e comecei a cozinhar. Fazer comida todos os dias é uma maçada mas cozinhar é giro. É uma actividade prática que se desdobra em parcelas de tarefas que nos mantém o espírito ocupado e, melhor ainda, no fim temos a satisfação de ver um resultado positivo [espera-se...]. De modo que comecei a preparar o almoço de Domingo. Uma cena já está. Looks good! Smells even better :))

 

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publicado às 15:35


É isto...

por beatriz j a, em 28.04.17

 

 

Há pouco tempo, num inquérito feito a professores, já não lembro por quem, mas recordo que tinha a ver com a indisciplina nas escolas, os resultados mostraram que a esmagadora maioria dos professores tem como prioridade conseguir que os alunos gostem de si. Para que isso aconteça, têm que não incomodá-los muito, ser porreiraços, compinchas, etc. É claro que sacrificam o interesse dos alunos.

 

Uns fazem-no por ignorância. São aqueles que dizem, 'epá, que interessa, mais trabalho menos trabalho, ou que eles não façam isto ou aquilo ou que tenham cometido fraudes... isto aqui não é a tropa, o que importa é sermos amigos e estarmos bem e sobretudo que eles estejam felizes e tal'. Parece-me isto uma enorme falta de respeito pelos alunos. É não perceber que são pessoas, que têm potencialidades que nunca vão concretizar se não os incomodarmos um bocado de maneira a que eles as descubram e se superem. Estes são geralmente os que enchem a boca com palavras como democracia, igualdade, vão para as manifestações gritar por direitos, etc., mas não percebem que não fazem a sua parte para que os miúdos, de facto, tenham na escola uma oportunidade de superar o mau lugar de partida que a vida lhes reservou. São a maioria, como dizia os resultados do tal inquérito, querem é que os alunos gostem deles. 

 

Depois há os que o fazem por cobardia. São aqueles que dizem, 'epá, lixa-te nisso, ninguém te paga para isso. Já viste as condições em que trabalhamos? Vais arranjar chatices... para quê? Se o indivíduo/a não quer fazer ou quer desistir, deixa-o ir. Cada um sabe de si'. Ora, é evidente que os miúdos, mesmo aos 18 anos, muitas vezes não sabem o que é melhor, querem é o mais fácil ou querem fugir dos problemas. Os cobardes são especialistas em fazer tudo segundo as regras sem fazer nada que incomode alguma vez alguém, pois o seu interesse é estar bem com todos ao mesmo tempo, não ter chatices e manter os privilégios intactos.

 

O problema é que uma pessoa não anda ali só para despejar matéria ou para cumprir calendário e ganhar uma porcaria de salário não é justificação para tudo e mais alguma coisa. Há alunos que precisam mesmo de ser incomodados, precisam de um empurrão para evoluir, sem o qual saem da escola mais ou menos como entraram, com os mesmos problemas e dificuldades. Uma pessoa vai desenvolvendo um trabalho que por um lado constrói confiança mas por outro força a dar o passo em frente. E depois vem alguém e deixa-os fugir.

Dantes, na escola pré-Rodrigues, os professores colaboravam uns com os outros para os alunos superarem dificuldades, mas na escola pós-Rodrigues, isso só existe por acaso, se porventura, num sítio, coincidirem várias pessoas que não tenham uma visão cobarde ou miserabilista dos alunos e da educação. É rara essa coincidência. A colaboração foi substituída pela interferência. Toda a gente vê o seu cargo como uma oportunidade de exercer poder e interferir. Espírito colaborativo e respeito são miragens de outra época. 

O que mais me chateia nisto tudo é ser tão estúpida que me esqueço completamente que estamos na era pós-Rodrigues, que não posso contar que haja respeito, interesse pelos alunos e colaboração generalizados e que é preciso sempre tomar precauções para evitar estragos. Mea culpa, mea culpa, mea maxima culpa!

 

 

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publicado às 14:40


Addicted to what exactly? To life?

por beatriz j a, em 28.04.17

 

 

There is no such thing as “internet addiction”

Enrique Dans

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publicado às 06:13


Citação deste dia

por beatriz j a, em 28.04.17

 

 

 

So we tried that thing called regime change in Iraq, and failed miserably. We tried it in Libya, and now there are now active slave markets in the place. But we satisfied the objective of “removing a dictator”. By the exact same reasoning, a doctor would inject a patient with “moderate” cancer cells “to improve his cholesterol numbers”, and claim victory after the patient is dead, particularly if the post-mortem shows remarkable cholesterol readings. But we know that doctors don’t do that, or, don’t do it in such a crude format, and that there is a clear reason for it. Doctors usually have some skin in the game.

 

Nassim Taleb, (excerpted from the preface of Skin in the Game)

 

 

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publicado às 06:08

 

Quem é Brigitte Trogneux, a “barbie com menopausa” que é a possível futura primeira-dama francesa?

 

 

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publicado às 00:10


Nocturna

por beatriz j a, em 27.04.17

 

 

 

 

 

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publicado às 23:29


Isto vai ser um teste à minha fortitude

por beatriz j a, em 27.04.17

 

 

Abril calha-me a mim o almoço alargado da família. E é este domingo. Montes de gente. Sábado vou estar presa na cozinha a cozinhar comidas que não posso comer... estou cheia de coisas proibidas cá em casa e ter não coisas proibidas é a 1ª regra das proibições... sobremesas com chocolate... tenho o congelador cheio de gelados... omg... se resistir a isto resisto a tudo... 

 

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publicado às 23:16


Coisas que revoltam na educação

por beatriz j a, em 27.04.17

 

 

Ontem e hoje tive reuniões de pais. As três DTs têm uma maioria de alunos cujos pais têm em média o 9º ano. Alguns têm mais mas são poucos. As turmas são fracas, os pais não têm recursos, nem económicos, nem intelectuais para ajudar os filhos como eles precisavam. É aí que devia entrar a escola pública, não é verdade? Pois devia... mas não entra. Todas as três turmas têm aulas misturados com outras turmas nas diferentes disciplinas: numa podem estar com a turma x, na outra com a y e na outra foram divididos e metade tem aulas com a x e a outra metade com a z. Quer dizer, a turma em si só existe como entidade teórica no livro de ponto (excepto em algumas disciplinas específicas) ou nem isso e está repartida por dois livros de ponto com letras diferentes numa baralhada total... isto tudo para que as turmas estejam no máximo de alunos possível. O resultado é os professores trabalharem com turmas que na realidade são conjuntos de alunos de duas, três ou quatro turmas diferentes somados em número de 30 ou mais dentro da sala. Claro que é impossível fazer um trabalho diferenciado com estes alunos fracos e cheios de dificuldades, em turmas descaracterizadas, sem identidade, enormes, sem dinâmica própria e, muitas vezes, como acontece em duas das minhas DTs, francamente antagónicas.

 

Hoje os pais de uma das turmas perguntavam-me, 'mas os professores não chamam a atenção da Direcção, não dizem que os alunos assim não conseguem?'. É claro que chamamos a atenção e vai escrito em todas as actas das reuniões mas ninguém quer saber. O Ministério não quer saber de investir na educação, quer é reduzir custos e a inspeção aprova estas barbaridades todas e ainda outras... [como o meu e outros horários, por exemplo...]. E não me venham dizer que é uma questão de dinheiro porque há dinheiro aos milhares de milhão para todos os calotes de todos os bancos, ano após ano...

 

É difícil vermos estas pessoas, que trabalham em fábricas, em supermercados, em restaurantes terem já os filhos a trabalhar metade do dia para pagarem as contas da casa [uma das alunas do 12º ano que trabalha na caixa de um hipermercado disse-me que agora foram proibidas de sentar-se porque isso reduz a produtividade de modo que estão horas de pé a atender clientes, sem pausas... ] e irem aos poucos desistindo da ideia de os verem ter uma vida melhor que a deles porque a escola pública se demite de investir nos alunos e só trabalha para inglês ver: primeiro tratam-se assim os miúdos e a maioria vai abandonando os estudos e chumbando por falta de condições reais de igualdade de oportunidades e depois vem o ministro e manda acabar com os chumbos para fingir que todos têm sucesso, que é uma maneira de tapar as rachas da parede com pintura bilhante. É revoltante.

 

 

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publicado às 20:56


Das coisas que assustam na educação

por beatriz j a, em 27.04.17

 

 

Recentemente fiz uma formação daquelas de curta duração. Foi um seminário. Teve a participação do Secretário de Estado. Os oradores eram quase todos do ensino universitário politécnico e trabalham na/ou com a DGE. Deveria, portanto, ter um certo nível de qualidade. Não teve. Excepto dois dos oradores, todos os outros mostraram uma confrangedora falta de conhecimentos, desleixo na preparação da intervenção e falta de entendimento do público alvo. Só para dar um exemplo, um deles atribuiu, a despropósito, a Aristóteles, um método inexistente. Disse que isso de copiar e de plágios são disparates, que na era da internet tudo está à disposição e que ele próprio, de cada vez que via alguma coisa que gostava, na internet, se apropriava imediatamente dela. Ninguém na mesa pareceu chocado ou, sequer, surpreendido, com estas palavras. Outra falou da dureza de ter uma turma com trinta alunos. Uma só turma. Os outros, em geral, falaram como se estivessem numa conversa de café, sem dados nem ideias estruturadas, foram paternalistas e usaram de um tom e discurso sem o mínimo rigor científico. Apesar da formação ter como tema práticas inovadores com as novas tecnologias, excepto dois dos oradores que falaram mesmo de técnicas e deixaram uma série de links úteis onde podemos ir buscar sugestões e ideias, os outros pouco falaram disso a não ser para fazerem uma espécie de endoutrinação sobre como é bom inovar. A piada é que todos passaram PPs mal feitos, com letras minúsculas e cores desmaiadas sem contraste. Ainda estou para saber o que diziam...

 

Uma pessoa sai de lá a pensar, 'estas pessoas, com este nível, são as pessoas que estão nos lugares decisórios dos assuntos da educação'. É assustador. 

 

 

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publicado às 15:10

 

Deputado do PS critica Governo por causa de tolerância de ponto

 

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publicado às 05:31


That's life

por beatriz j a, em 26.04.17

 

 

  

That's life (that's life) that's what people say
You're riding high in April
Shot down in May
But I know I'm gonna change that tune
When I'm back on top, back on top in June

 

I said, that's life (that's life) and as funny as it may seem
Some people get their kicks
Stompin' on a dream
But I don't let it, let it get me down
'Cause this fine old world it keeps spinnin' around

 

I've been a puppet, a pauper, a pirate
A poet, a pawn and a king
I've been up and down and over and out
And I know one thing
Each time I find myself flat on my face
I pick myself up and get back in the race

 

That's life (that's life) I tell ya, I can't deny it
I thought of quitting, baby
But my heart just ain't gonna buy it
And if I didn't think it was worth one single try
I'd jump right on a big bird and then I'd fly

 

I've been a puppet, a pauper, a pirate
A poet, a pawn and a king
I've been up and down and over and out
And I know one thing
Each time I find myself layin' flat on my face
I just pick myself up and get back in the race

 

That's life (that's life) that's life
And I can't deny it
Many times I thought of cuttin' out but my heart won't buy it
But if there's nothing shakin' come here this July
I'm gonna roll myself up in a big ball and die
My, my

 

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publicado às 22:32


Livros - The Examined Life

por beatriz j a, em 26.04.17

 

 

 

O título do livro é inspirado na frase que Platão atribui a Sócrates na 'Apologia', segundo a qual uma vida não examinada não vale a pena ser vivida. Aqui aplica-se ao contexto das conversas entre este analista e os seus pacientes.

Como as 'histórias' são muito pequenas -três ou quatro páginas- fica aqui uma para quem lhe apetecer ler.

Para aumentar o tamanho do texto é só clicar na imagem.

 

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publicado às 22:14

 

 

 

 

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publicado às 14:12

g.a


3-8-12


Pág. 1/7



no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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