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Nem todos querem vencer o lado negro

por beatriz j a, em 28.02.17

 

 

Alguns querem juntar-se a ele :))

 

 

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publicado às 20:43

 

Les femmes, le cinéma et le féminisme

 

Este ano houve bons filmes mas a maioria ficou de fora dos óscares que valorizam o entertenimento construído sobre estereótipos. As excepções foram, 'Moonlight' e 'Lion' que são bons filmes mas o segundo não ganhou nada. 'Manchester by The Sea' podia ser um grande filme se não tivesse sido diminuido pelos actores que não estão à altura da tessitura dos personagens que encarnam, apesar de terem sido nomeados e um deles ganhar mesmo o óscar de melhor actor. Depois há o 'La La Land' uma espécie de revivalismo dos músicais melosos dos anos 50 do outro século [mas é deste...] onde o rapaz prinicpal tem de ficar sózinho para perseguir o sonho de ser músico de jazz a sério e a rapariga desiste do seu sonho de ser actriz e se casa com um magnata de Hollywood e se dedica a uma carreira de esposa rica... [a sério??]. Ryan Gosling não tem nenhum jeito para fazer de músico de jazz, nem a música do filme é jazz...

Pior que tudo é o filme 'Elle', um filme que os críticos adoraram com argumentos pseudo-intelectuais que a mim me provocam vómitos... um filme onde uma mulher é violada pelo vizinho e acaba por ter uma relação com ele onde o cúmulo do prazer dela é a revisitação repetida da sua violação e a mulher do dito cujo agradece à violada por 'dar ao marido aquilo que ela não sabe...' [a sério???]. No meio machista que Hollywood é muitos homens (produtores, críticos, etc.) devem ter gostado de ver um filme à medida das suas fantasias...

Enfim, é triste que cheguemos ao século XXI com a mentalidade dos anos 50 do século passado. 

 

 

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publicado às 08:28


Jadav Payeng deixa uma pegada positiva

por beatriz j a, em 28.02.17

 

 

... plantou uma floresta inteira sozinho. Começou em 1979 e nunca mais parou. A floresta encheu-se de animais.

 

 by Avantgardens

 

 

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publicado às 07:09


O óscar para o melhor censurado

por beatriz j a, em 28.02.17

 

 

A TV iraniana censurou os centímetros quadrados de pele das mulheres que anunciaram o óscar e leram as palavras do premiado. Que atraso de vida...

 

 Posted by ‎My Stealthy Freedom آزادی یواشکی زنا

 

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publicado às 06:41


"I feel the blues all the way down in my soul"

por beatriz j a, em 27.02.17

 

 

 

Small playlist:

 

 

 

 

 

 

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publicado às 20:15


"Almada, uma maneira de ser moderno"

por beatriz j a, em 27.02.17

 

 

 #ExpoAlmadaNegreiros #Gulbenkian

 

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publicado às 19:37


Update II - verde sobre verde

por beatriz j a, em 27.02.17

 

 

IMG_0560 2.jpg

 

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publicado às 15:35


Update

por beatriz j a, em 27.02.17

 

 

um gafanhoto subiu até à minha varanda. veio visitar-me :)) está ali parado há mais de duas horas. que será que quer?

 

055 - cópia.jpg

 

IMG_0569.jpg

 

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publicado às 15:29

 

 

 

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publicado às 06:09


20 declarações, dez mil milhões...

por beatriz j a, em 25.02.17

 

 

Em causa estão 20 declarações onde foram encontradas transferências não tratadas cujo valor ascende a 9800 milhões de euros, desvio que terá sido encontrado na confrontação com as declarações originais.

 

A questão não é as pessoas porem o seu dinheiro, se legítimo, em outros países, a questão é fazerem-no sem pagar os impostos devidos e com a conivência das autoridades que deviam vigiar e acautelar estas questões. Se foi tudo feito de modo ilegal, venham de lá os nomes dos judas e seus comparsas que o pior problema do país a seguir à incompetência (ou talvez antes) é a corrupção.

 

 

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publicado às 13:30


Entrevista

por beatriz j a, em 25.02.17

 

João Ferreira:"Câmara alimentou a especulação imobiliária em Lisboa"

 

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publicado às 06:44


Amanhecer no planeta

por beatriz j a, em 25.02.17

 

 

By witchesnightmarket

 

 

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publicado às 06:42


A 4ª revolução industrial

por beatriz j a, em 25.02.17

 

 

 

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publicado às 06:18


Ataques cibernéticos em tempo real

por beatriz j a, em 25.02.17

 

 

http://map.norsecorp.com/#/ (siga este link para ter uma visão, em tempo real, dos ataques cibernéticos que estão a fazer-se, no próprio momento em que os fazem)

 

 

 

 

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publicado às 05:25


Músicas do mundo

por beatriz j a, em 23.02.17

 

 

Nem consigo explicar o efeito terapêutico que esta música cantada assim tem em mim.

 

 

 

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publicado às 21:49


Coisas boas da UE

por beatriz j a, em 23.02.17

 

 

 
by World Economic Forum

 

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publicado às 20:34

 

E do baú dos sempre-em-pé saiu o homem novo!

Quando vi a apresentação do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, lembrei-me do primeiro-ministro mais divertido da época democrática, de sua graça Pinheiro de Azevedo, e da resposta vernácula que deu a propósito do sequestro de que foi vítima. Não a escrevo, por decoro. Contenho-me para não a soletrar como contributo único que o perfil merece, em sede da discussão pública que ora decorre. Pinheiro de Azevedo imaginava-se rodeado de gonçalvistas. Eu sinto-me sequestrado por pedabobos que querem redesenhar a realidade. Falo para si, secretário de Estado João Costa, que o seu ministro limitou-se a saltar para o estribo do comboio em movimento.
 
A questão não é o perfil de saída dos alunos. É o seu perfil de entrada. São todos os problemas trazidos para o interior da escola, cuja solução não lhe cabe, muito menos sem meios nem autonomia. Fixe o que lhe digo. Se por parte dos professores se verificar uma adesão acrítica à sua modernidade bacoca e ao seu piroso homem novo, não exulte. Preocupe-se. Significará isso que a classe atingiu o auge da desistência. Ou da resignação. Escolha a palavra.
 
Disse o senhor que o novo perfil do aluno é um documento que faltava para dar conteúdo ao alargamento da escolaridade obrigatória. Errou. Bem ou mal, goste ou não goste, o que dá conteúdo ao prolongamento é o plano de estudos vigente e os programas disciplinares das diferentes áreas que o compõem. O referencial de competências que agora sintetizou não vai além da reposição de conceitos banais, de aceitação pacífica, há muito presentes na cartilha geral dos professores.
 
É uma apropriação, mal disfarçada, de máximas expressas em publicações não citadas (vide, por todas, The National Curriculum in England. Key Stages 1 and 2. Framework Document. Department for Education. September, 2013) e em duas publicações, uma da UE (Key Competences for Lifelong Learning – A European Reference Framework), e outra da OCDE (Future of Education and Skills: Education 2030), mal aludidas num texto presunçoso, sem um parágrafo sequer de referências bibliográficas. Definindo um perfil de chegada, permitirá, se permitir, aferir se o plano de estudos contribui ou não para ele. Mas não confere, coisa nenhuma, qualquer conteúdo ao prolongamento da escolaridade. Não confunda velocidade com toucinho, senhor secretário de Estado.
 
Disse o senhor, depreciando-o, que o último prolongamento da escolaridade obrigatória foi um acto administrativo. Voltou a errar. Um secretário de Estado não pode abrir a boca e dizer o que os pés pensam. Esse prolongamento não foi uma iniciativa do chefe da repartição de finanças do seu bairro. Foi uma lei da Assembleia da República (Lei nº85/2009), aprovada com os votos do PS, PCP, BE e PEV e a abstenção do PSD e do CDS/PP. A isso chama-se um acto político. Aquilo a que chamou acto administrativo não está assinado por um trio de amanuenses. Está assinado pelo Presidente da República, pelo Presidente da Assembleia da República e pelo primeiro-ministro.
 
Perguntou o senhor, publicamente:
Será mesmo compatível com o desenvolvimento científico-tecnológico dos últimos anos termos uma Europa com refugiados a morrer às suas portas ou uma população estudantil no seio da qual observamos um aumento da violência no namoro?”
Respondo-lhe com duas perguntas: que tem isso a ver com o seu pomposo Perfil do Aluno para o Século XXI? Crê que a partir dele cada adolescente português vai partilhar haveres com dois sírios e um iraquiano e enviar rosas diárias à namorada?
O secretário de Estado João Costa louva as suas “aprendizagens essenciais” ao mesmo tempo que critica as “disciplinas estruturantes” de Nuno Crato. Afirmações suas, justapostas a afirmações do seu patusco ministro, tornam a coisa cómica. Disse o primeiro que o perfil faz parte de um puzzle, de que as aprendizagens essenciais são peça fundamental. Disse o segundo que acabaram os saberes essenciais. Em que ficamos, meus senhores?
 
O documento está agora em consulta pública. Para quê, senhor secretário de Estado? O óbvio não tem discussão. Se escrever um papel a dizer que os políticos não devem roubar e que as mulheres não podem ser violadas, acha que alguém decente vai discordar? Se se tratasse de saber como conseguir tais desideratos, talvez pudéssemos dar achegas. Mas nesse quadro, como é hábito nas consultas públicas, as decisões estão tomadas. O senhor já as anunciou.
 
Resumindo, senhor secretário de Estado, do baú dos sempre-em-pé saiu um eloquente de múltiplos saberes, Guilherme de Oliveira Martins, para coordenar 11 sábios e três consultores extra. Esse comité de notáveis demorou seis meses para parir um papel que, expeditamente, um par de horas de copy/paste bem dirigido faria. Não deixa de ser curioso que a prosa, holofote futurista com implícita menorização do passado, tenha ido colher âncora a um pensador que tem hoje 96 anos e tomado por referência sete postulados de uma obra que o mesmo escreveu há 17. Com humildade marota, o senhor transformou a coisa em referencial moderníssimo, que salvará o futuro. Com essa humildade, reflicta no que lhe vou dizer.
 
Ainda o senhor era imberbe e já os professores mais velhos tinham passado por múltiplos programas e conteúdos, objectivos gerais e específicos, unidades didácticas, pedagógicas ou lectivas, conforme a moda, pedagogia por objectivos e objectivos sem pedagogia, ensino centrado no aluno nas semanas pares e nos professores nas ímpares. Quando aquilo a que chama “currículo flexível” se chamou “gestão flexível do currículo”, já lá vão 18 anos, assistiram a estratégias cirúrgicas de remoção de obstáculos para que a rapaziada passasse toda. Mais recentemente resistiram às “competências básicas” doutros operacionais da sua turma e à paranoia dos milhares de metas de Nuno Crato. Depois disso tudo, estão treinados para aguentar as espertezas e os ziguezagues da geringonça educativa e, agora, os seus “perfis de competências”. Genericamente até me parece que se têm deixado embalar pelo seu discurso redondinho. Mas olhe que estão “congelados”, em salários e carreiras, há uma década e as suas pós-modernices não derrogam o aforismo popular: honrarias sem comedorias são gaita que não assobia.
 
Santana Castilho
 

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publicado às 18:02


Liberdade é isto...

por beatriz j a, em 23.02.17

 

 

... de chegar a casa e não ter, pela primeira vez desde o dia 15 de Janeiro, testes e trabalhos para corrigir e classificar :))) É certo que hoje andei a vê-los às 4 da manhã para os entregar antes do Carnaval mas esta sensação de não ter coisas para classificar é parecida com voar :)))

Hoje é só preparar aulas, o que até é giro :)))

 

 By 

 

 

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publicado às 15:42


Todos os dias são o dia

por beatriz j a, em 23.02.17

 

 

“Hoje é o dia mais especial da nossa vida, querido Sancho;
Os maiores obstáculos: as nossas próprias indecisões;
O nosso inimigo mais forte: o medo perante o poderoso e nós mesmos;
a coisa mais fácil: equivocarmo-nos;
a mais destrutiva: a mentira e o egoísmo;
a pior derrota: o desalento;
os defeitos mais perigosos: a soberba e o rancor;
as sensações mais gratas: a boa consciência, o esforço
para sermos melhores sem sermos perfeitos e sobretudo, a 
disposição para fazer o bem e combater a injustiça onde 
quer que ela esteja.”

Miguel de Cervantes, Dom Quixote de la Mancha

 

 

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publicado às 04:32


Private yoga

por beatriz j a, em 23.02.17

 

 

 The Grand Chinese New Year Concert

 

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publicado às 03:45

g.a


3-8-12


Pág. 1/7



no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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