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Citação deste dia

por beatriz j a, em 31.10.14

 

 

Reader, suppose you were an idiot. And suppose you were a member of Congress. But I repeat myself. [Mark Twain, c.1882]

 

 

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publicado às 20:27


Isto é preocupante

por beatriz j a, em 31.10.14

 

 

Bombardeiros russos fizeram hoje nova incursão junto a Portugal


Os bombardeiros russos passaram muito perto da zona terminal da aproximação de Lisboa sempre escoltados por dois caças F-16 portugueses
 

Dois bombardeiros estratégicos russos Tu-95 Bear H” foram hoje novamente interceptados às 8h30, pela segunda vez em pouco mais de 48 horas, por caças F-16 da Força Aérea Portuguesa (FAP), com impacto no tráfego aéreo comercial que teve de ser desviado, soube o i.

Os bombardeiros russos passaram muito perto da zona terminal da aproximação de Lisboa sempre escoltados por dois caças F-16 portugueses.

No entanto, desta vez, o sobrevoo dos aparelhos russos representou efectivos riscos ao trafego da aviação comercial, uma vez que os controladores aéreos civis não os conseguiam detectar evitando que a sua trajectória interferisse com a rota dos aviões civis. O controlo aéreo civil teve de ser informado da intrusão pela força aérea.

Mais uma vez, nenhum dos bombardeiros russos apresentou plano de voo autorizado e não mantiveram contacto rádio com o controlo aéreo civil ou militar. Os dois aparelhos voaram com os “transponders” desligados (para identificação), evitando deliberadamente qualquer identificação pelo controlo aéreo civil.

Tecnicamente, os bombardeiros de longo alcance russos não entraram na zona de soberania portuguesa, mas sobrevoaram a costa a 12 milhas náuticas, violando claramente o espaço aéreo sob responsabilidade nacional.

 

 

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publicado às 19:40


May the force be with you

por beatriz j a, em 31.10.14

 

(with me...)

 

joana v.jpg

 joana vasconcelos

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publicado às 18:17


... e outros monstros

por beatriz j a, em 31.10.14

 

 

 

“A imaginação abandonada pela razão produz monstros impossíveis; unida a ela, é a mãe das artes e a fonte dos seus encantos”. (Goya)

 

 

 

O sono da razão produz monstros, 1799  da série:  Os caprichos

Francisco Goya (Espanha, 1746-1828)

 

 

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publicado às 05:28


Dia das Bruxas e outros monstros

por beatriz j a, em 31.10.14

 

 

The Vampire Sextette (Detail) by Luis Royo

 

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publicado às 04:59

 

 

 

 

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publicado às 04:39


Citação deste dia

por beatriz j a, em 31.10.14

 

 

A gentleman is one who never hurts anyone’s feelings unintentionally. (Oscar Wilde)

 

 

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publicado às 04:31


Color

por beatriz j a, em 30.10.14

 

 

 

 

 Ray Oranges

 

 

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publicado às 20:33


B&W

por beatriz j a, em 30.10.14

 

 

 

 Gun Country, Michael Murphy

 

 

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publicado às 20:21


B&W

por beatriz j a, em 30.10.14

 

 

 

 B&WU - Incredible 101 - Top Select Photo of the Month (October)
Category: Street Photography (Graphic)
By: Fernando Moreira

 

 

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publicado às 20:10


Across the Brown River

por beatriz j a, em 29.10.14

 

 

 

Across the Brown River

 

(...)

In the afternoon we studied 'The Last
Centaur Expiring,' face folded on its breast,
All the segment that was a man pleading love
And fatal attraction for the brutal half.
A visitor beside us grew incensed
At miscegenation, and spoke out bitterly against.


We went our way at last, dancing across the oak
Into the woods. From the woods outside of Eden came a snake.
We found no principle of evil here except
Tweed packed with butter halted where it stepped,
Binoculars fixed on birds fleeing in the trees
The narrow eye, bloated in the goggles of paradise.

 

Galway Kinnell (1927-2014)

 

 

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publicado às 19:40


"Entrega-me ao vento para me levar."

por beatriz j a, em 29.10.14

 

 

A carta de despedida da iraniana que foi enforcada

 

 

 

Reyhaneh Jabbari, detida desde 2007, quando tinha 19 anos, foi enforcada no sábado, acusada de ter matado o homem que a tentara violar. A sua confissão fora obtida sob ameaças e tortura e as organizações de direitos humanos mobilizaram-se, sem êxito, para que tivesse um julgamento justo. A carta que o Observador revela hoje (traduzida da sua versão em inglês) foi escrita em abril e entregue a militantes pacifistas, mas só agora foi revelada.

Nela dirige-se à sua mãe, Sholeh Pakravan, que tinha pedido aos juízes para ser enforcada em vez da sua filha. Na última semana antes do enforcamento, Sholeh só pode ver a filha durante uma hora, acabando por saber da execução com apenas algumas horas de antecedência e através de uma nota escrita.

 

Aqui fica a transcrição dessa carta que vale a pena ler:

 

“Querida Sholeh, recebi hoje a informação de que chegou a minha vez de enfrentar a qisas [a lei de retribuição do sistema legal iraniano]. Estou magoada por não me teres deixado saber através de ti que cheguei à última página do livro da minha vida. Não achas que tenho o direito a saber? Sabes o quanto me envergonha saber que estás triste. Porque não me deixaste beijar a tua mão e a do pai?

O mundo permitiu-me viver durante 19 anos. Aquela noite assustadora foi a noite em que eu deveria ter sido morta. O meu corpo seria atirado para um qualquer canto da cidade, e dias depois, a polícia chamar-te-ia ao departamento de medicina legal para me identificar e também saberias que fui violada. O assassino nunca seria encontrado pois nós não temos a riqueza e o poder deles. Tu irias continuar a tua vida em sofrimento e envergonhada, e poucos anos depois morrerias desse sofrimento e nada mais haveria a dizer.

No entanto, esse golpe amaldiçoado alterou o rumo da história. O meu corpo não foi atirado para um lado qualquer, mas sim para a sepultura que é a Evin Prison e as suas alas solitárias, e agora para a prisão-sepultura de Shahr-e Ray. Mas entrega-te ao destino e não te queixes. Sabes melhor do que ninguém que a morte não é o fim da vida.

Ensinaste-me que cada um de nós vem a este mundo para ganhar experiência e aprender uma lição e que cada pessoa que nasce tem uma responsabilidade depositada nos seus ombros. Aprendi que, por vezes, temos de lutar.

Lembro-me muito bem quando me disseste que o homem da carruagem protestou contra o homem que me estava a chicotear mas este acertou-lhe com o chicote no rosto e ele morreu. Disseste-me que, de modo a criar valores, temos de perseverar, mesmo que isso signifique morrer.

Ensinaste-nos que, na escola, devemos enfrentar as quezílias e os confrontos como senhoras. Recordas-te da insistência dos teus reparos sobre o nosso comportamento? A tua experiência estava incorreta. Quando este acidente ocorreu, os teus ensinamentos não me ajudaram. Quando me apresentei em tribunal aparentei ser uma assassina a sangue-frio e uma criminosa implacável. Não verti lágrimas. Não implorei. Não me desmanchei a chorar pois confiava na lei.

No entanto, fui acusada de indiferença perante um crime. Eu nem mosquitos matei e as baratas que tirei do caminho, levei-as pelas suas antenas. E agora tornei-me em alguém que assassina premeditadamente. O modo como trato os animais foi interpretado como sendo masculino e o juiz nem se deu ao trabalho de ver que, na altura do acidente, as minhas unhas eram grandes e estavam pintadas.

Quão otimista é o que espera justiça dos juízes! Ele nunca questionou o facto de as minhas mãos não serem grossas como as de uma desportista, em particular de uma boxeur.

E este país, pelo qual cultivaste um amor em mim, nunca me quis e ninguém me apoiou quando, perante as investidas do interrogador, eu gritava e ouvia as palavras mais obscenos. Quando o meu último indício de beleza desapareceu, ao cortar o meu cabelo, fui recompensada: 11 dias na solitária.

Querida Sholeh, não chores pelo que estás a ouvir. No primeiro dia na esquadra, um agente velho e não casado, magoou-me por causa das minhas unhas e eu percebi que a beleza não é desejável nesta era. A beleza das aparências, dos pensamentos e dos desejos, uma caligrafia bela, a beleza do olhar e da visão e até a beleza de uma voz agradável.

Minha querida mãe, a minha ideologia mudou e tu não és responsável por isso. As minhas palavras não têm fim e dei tudo a alguém para que, quando for executada sem a tua presença e conhecimento, te seja dado a ti. Deixo-te muito material manuscrito como herança.

No entanto, antes da minha morte quero algo de ti, algo que tens de me dar com todo o teu poder, custe o que custar. Na verdade, isto é a única coisa que eu quero deste mundo, deste país e de ti. Sei que precisas de tempo para isto.

Posto isto, vou-te revelar parte do meu testamento mais cedo. Por favor, não chores e presta atenção. Quero que vás ao tribunal e lhes faças o meu pedido. Não posso escrever tal carta, a partir da prisão, que fosse aprovada pelo diretor; mais uma vez terás de sofrer por mim. É a única coisa que, se chegares a implorar por ela, eu não ficarei chateada, embora te tenha dito várias vezes para não implorares por nada, exceto para me salvares de ser executada.

Minha mãe bondosa, querida Sholeh, mais querida para mim que a minha própria vida, eu não quero apodrecer debaixo do solo. Não quero que os meus olhos e o meu jovem coração se transformem em pó. Implora para que, assim que eu seja enforcada, o meu coração, rins, olhos, ossos e tudo o que possa ser transplantado, possa ser retirado do meu corpo e dado a alguém em necessidade, como uma doação.

Não quero que o destinatário saiba quem sou, que me envie um ramo de flores ou até que reze por mim.

Do fundo do meu coração te digo que não desejo ter uma sepultura onde tu venhas chorar e sofrer. Não quero que vistas roupas pretas por mim. Faz o teu melhor para esquecer os meus dias difíceis. Entrega-me ao vento para me levar.

O mundo não nos amou. Não quis o meu destino. E agora entrego-me a ele e abraço a morte pois no tribunal de Deus eu vou acusar os inspetores, vou acusar o inspetor Shamlou, vou acusar o juiz e os juízes do Supremo Tribunal que me espancaram quando eu estava acordada e que não se abstiveram de me intimidar.

No tribunal do criador eu vou acusar o Dr. Favandi, vou acusar Qassem Shabani e todos aqueles que, por ignorância ou pelas suas mentiras, fizeram-me mal, passaram por cima dos meus direitos e que não tiveram em conta o facto de que, por vezes, o que aparenta ser realidade não é.

Querida Sholeh de coração mole, no outro mundo tu e eu seremos quem acusa e os outros, os acusados. Veremos qual é a vontade de Deus. Quero abraçar-te até que a morte chegue. Amo-te.”

 

 Tradução da carta por Francisco Ferreira

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publicado às 19:07


Eu e os meus 9 alunos

por beatriz j a, em 29.10.14

 

 

 

Já não aguento este calor! O que eu queria um frio de rachar! Eu e os meus 9 alunos ... mais 9 ... mais 9 ... mais uma metade de nove, entramos nas salas e como ocupamos todo o espaço, apertadinhos, entre a porta e os quadros, começamos logo a suar. Eu confesso que não sou uma professora com capacidade de aguentar este calor e, pelos vistos, os alunos também não, pois passam parte do tempo de aula a abanar-se com tudo o que têm à mão, no que perdem imenso tempo de aula que podia ser ocupado a fazer outra coisa. Lá está... um bom professor não sua ... e, mais ainda, tem a capacidade de impedir os alunos de suarem...

O que eu queria mesmo era um frio de rachar! Entrávamos na sala, eu e os meus 9 alunos ... mais 9 ... mais 9 ... mais uma metade de nove e como ocupamos todo o espaço, apertadinhos, entre a porta e os quadros, começávamos logo a aquecer :))

 

 

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publicado às 18:25


SSDC

por beatriz j a, em 29.10.14

 

 

 

 

 

   
 
  A 98 ans, Yvette est expulsée de chez elle par la police  
 
 

Mardi matin, une nonagénaire et sa fille ont été délogées de leur domicile par les forces de l'ordre à Nice.

 

Elles ne pouvaient plus payer leur loyer depuis plusieurs années. Selon Nice-Matin, une femme de 98 ans et sa fille, retraitée, ont été expulsées ce mardi par des policiers "en tenue, en civil et en nombre" sur exécution d'un arrêté préfectoral. 

"La dame âgée (Yvette) a été conduite à l'hôpital Saint-Roch tandis que sa fille (Linda) a été laissée dans la rue avec quelques sacs entassés dans une voiture", rapportent nos confrères. "À l'origine, les deux femmes n'étaient pas dans le besoin, mais étaient dépendantes des intérêts perçus grâce à un prêt conséquent accordé à un unique débiteur. C'est sa défaillance qui les a privées des ressources indispensables pour honorer leur loyer depuis trois ans", expliquent-ils.



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publicado às 17:44


Isto é uma vergonha

por beatriz j a, em 29.10.14

 

 

 

 
A casa onde vive com três filhos e duas netas vai hoje a leilão por uma dívida do Imposto Único de Circulação
 
 

 

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publicado às 17:16


Alguns filósofos no googleplex

por beatriz j a, em 29.10.14

 

 

 

 

 

 

http://www.dead-philosophers.com

 

 

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publicado às 05:47


Induzir o sono...

por beatriz j a, em 29.10.14

 

 

 

 

 

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publicado às 04:16


Pensamentos de Mary Midgley

por beatriz j a, em 29.10.14

 

 

 

 

“. . . Neither ecological nor social engineering will lead us to a conflict-free, simple path . . . Utilitarians and others who simply advise us to be happy are unhelpful, because we almost always have to make a choice either between different kinds of happiness--different things to be happy _about_--or between these and other things we want, which nothing to do with happiness.

...

"(..), any explanation [of human behavior] that invoked culture, however vague, abstract, far-fetched, infertile and implausible, tended to be readily accepted, while any explanation in terms of innate tendencies, however careful, rigorous, well-documented, limited and specific tended to be ignored.


In animal psychology, however, the opposite situation reigned. Here, what was taboo was the range of concepts that describes the conscious, cognitive side of experience.

The preferred, safe kind of explanation here derived from ideas of innate programming and mechanical conditioning. If anything cognitive was mentioned, standards of rigour at once soared into a stratosphere where few arguments could hope to follow."

...

My present purpose, however, is the distinct and supplementary one of asking how this unique thing, rationality, is possible in being that is not just a disembodied intellect, but also and among other things some kind of animal, how it fits into such a life. (...)

But the chief difficulty about accepting continuity between man and other species, or between the human intellect and the rest of man, now comes not from traditional religion, but from those who do amputate the soul. It stems from the deep reverence people now feel for human success, and particularly for success in science.

 

by Mary Midgley

 

 

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publicado às 03:02


@#$%^

por beatriz j a, em 29.10.14

 

 

 

 

 

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publicado às 02:36


Os países? E as pessoas?

por beatriz j a, em 28.10.14

 

 

 

Diana Prince, uma activista do International Solidarity Movement bloqueia soldados do IDF e impede-os de disparar sobre manifestantes palestinianos em Gaza, dizendo, 'Vocês não compreendem que estão a disparar sobre crianças? Voltem para trás!“ Esta é uma mulher sozinha, desarmada e sem proteção a enfrentar soldados armados.
[video] (misantropotumbrl)

 

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publicado às 21:04

g.a


3-8-12


Pág. 1/9



no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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