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poesia de Sebastião Alba

por beatriz j a, em 31.01.13

 

 

 

 

NÃO SEI QUE LUZES

 

Não sei que luzes a bordo

escurecem de sentido a noite larga

e em mim perfilam solenes

as sensações na sombra

 

flébeis costas

devolvem o mar disperso

e nos flancos do casco

um monótono som singra

 

só minhas ânsias embaladas

fremem

a cada indefinido promontório

se resignam hirtas

na amurada

ou, se volve um farol,

são nucleares e brancas

 

mas amanhece

vagam flocos de círios

um sol de adolescência e de novela

descobre a amante insulada

 

e um sino toca para o pequeno almoço.

 

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publicado às 21:18


like this one too

por beatriz j a, em 31.01.13

 

 

 

 

Only he who can see the invisible can do the impossible. ”

— Frank L. Gaines

 

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publicado às 20:27


good advice

por beatriz j a, em 31.01.13

 

 

 

 

 

 

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publicado às 20:22


The 50 Million Missing Campaign

por beatriz j a, em 31.01.13





About 50 Million Missing In less then 3 generations more than 50 million women have been systematically eliminated from India's population. This is due to India's obsession with masculine pride, and deep rooted misogyny, the same sort of hatred that has driven other genocides. Female feticide, infanticide, dowry murders, honor killings, and "witch" huntings are some of the means that kill women. The campaign is demanding official accountability and action from government and International bodies to stop this genocide.


 Woman Hacked to Death for Giving #Birth to #Daughters

 

Join The 50 Million Missing Campaign on its other sites below, where we post  news and updates on continuing cases of violence against girls and women in India and where we will begin to highlight and push for government action on specific cases, specially those that involve corrupt politicians and police. Thank you all for your continued support! 

 

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publicado às 06:43


India

por beatriz j a, em 31.01.13

 

 

 

 

 

India Must Kick Out #Politicians with #Rape Records!

In the aftermath of the Delhi Gang Rape uprising, one of the BIGGEST OBSTACLES standing in the way of system reform is that India permits men charge-sheeted with rape and other violent crimes against women, to run for government offices!

 

The Association for Democratic Reforms in India reports that 6 MLAs (Members of the Legislative Assembly), and 2 MPs (Members of Parliament), have  declared in their official affidavits that they have pending rape cases against them.  36 other MLAs have cases pending with other charges of crimes against women such as sexual assault.

Below is a report on one such politician charged in a gang-rape case which became known as the Suryavelli case after village where the incident had taken place. Read it, and then sign this petition demanding these politicians be kicked out and put on trial! The government of India must clean up!


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publicado às 06:40


educação. modelos

por beatriz j a, em 31.01.13

 

 

 

Abolish Social Studies

 

The contrast between the old and new approaches is nowhere more evident than in the use that each makes of language. The old learning used language both to initiate the child into his culture and to develop his mind. Language and culture are so intimately related that the Greeks, who invented Western primary education, used the same word to designate both: paideia signifies both culture and letters (literature). The child exposed to a particular language gains insight into the culture that the language evolved to describe—for far from being an artifact of speech only, language is the master light of a people’s thought, character, and manners. At the same time, language—particularly the classic and canonical utterances of a people, its primal poetry—has a unique ability to awaken a child’s powers, in part because such utterances, Plato says, sink “furthest into the depths of the soul.”


The test of an educational practice is its power to enable a human being to realize his own promise in a constructive way.


Michael Knox Beran



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publicado às 05:02


Da minha janela... um céu Turner

por beatriz j a, em 30.01.13

 

 

 

 

 

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publicado às 18:26


aparências

por beatriz j a, em 30.01.13

 

 

 

 

 

O rigor da disciplina que sustenta a teatralidade do traje diário deixa antever uma tenacidade e dureza escondidas atrás dos artifícios de frágil feminilidade.

 

 

 

Portrait of a Japanese woman in traditional costume. Geisha hairstyle. Chantal Rayneau Chantal Rousset

 

Chantal Rayneau

 

 

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publicado às 07:23


Discordo

por beatriz j a, em 30.01.13

 

 

 

 

Um professor universitário espanhol numa aula de MBA em Lisboa fez um comentário sobre os portugueses: adoram debater os assuntos e fazer análises infindáveis mas raramente passam à acção.


Ontem foi conhecido mais um estudo - feito para a APFIPP por Jorge Bravo, professor na Universidade de Évora - sobre o futuro da Segurança Social. E, mais uma vez, um diagnóstico conhecido: o sistema da Segurança Social está a um passo da falência. Com o envelhecimento da população, as receitas não chegam para pagar as pensões e outras prestações sociais.


Os portugueses discutem, mandam fazer estudos e, depois, com esses conhecimentos na mão, passam à acção de proteger a sua vidinha...



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publicado às 04:58


Ah, okay

por beatriz j a, em 30.01.13

 

 

 

 

Euribor

Prestação da casa vai subir a partir do segundo trimestre

A boa notícia, sobretudo, para os portugueses que têm de fazer face a orçamentos cada vez mais apertados, é que não são esperados agravamentos significativos em 2013.


Pronto, se o agravamento não vai ser significativo... porque os salários das pessoas não estão a descer de modo significativo, o custo de vida a subir de modo significativo, de modo que pagar mais pela casa não é grave... é só irem parar à rua mais uma data de pessoas/famílias. Desde que a Alemanha manda em nós ter uma casa é um luxo. Está certo, afinal, se os nossos salários são cada vez mais chineses, porque haveríamos de ter uma vida como portugueses? Tem que se mudar a Constituição e a Carta dos Direitos Humanos: onde se lê, 'todos têm direito a habitação', deve ler-se, 'todos têm direito a habitação desde que não seja casa própria'.



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publicado às 04:51


Sobre a excelência

por beatriz j a, em 29.01.13

 

 

 

 

Sempre que posso vejo o programa do 'Encantador de Cães', não apenas para aprender mais sobre psicologia animal mas, sobretudo, pelo prazer de ver alguém ser excelente no trabalho.

O Cesar Millan é, de todas as pessoas que já conheci ou vi, a que executa o seu trabalho com maior excelência.

É perfeito no que faz. Tem um vasto conhecimento sobre cães, sobre psicologia animal e humana, tem uma intuição natural para entender todas as nuances do comportamento dos cães, uma inteligência que o faz entender perfeitamente todos os erros que os humanos cometem ao lidar com cães, todas as causas dos comportamentos instáveis dos cães e uma enorme paixão pelo seu trabalho. Isto é que é ser excelente.

Quando os governos dizem que trabalham para a excelência, quando os ministros da educação vêm com a conversa do trabalho de excelência, quando nas TVs se elogiam programas com o termo excelência, usam linguagem inconsequente e mostram uma certa falta de consciência das coisas, expectativas desajustadas da realidade e metas de trabalho impróprias porque ser excelente não é uma meta projectável, é algo que está muito para além das últimas metas. É um grau de perfeição raríssimo, para o qual se nasce.

Muitas pessoas são muito boas no trabalho, mas 'excelentes'...? Excelentes são o Cesar Millan com os cães, o Mozart com a música, o Miguel Ângelo com a escultura...

No trabalho deve ter-se metas alcancáveis. Ambiciosas sim, mas, alcancáveis. Querer que todos sejam excelentes é votar o trabalho ao fracasso mesmo antes de começar. É querer fazer da utopia uma realidade...

Em Portugal os governantes acham-se todos excelentes e prometem-nos sempre a excelência e se calhar é por isso que corre sempre tudo mal... ... é que excelente é o Cesar Millan... se calhar deviam ver o programa dele para perceber o que é ser excelente no trabalho...

 

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publicado às 23:12


PPC - sem comentários...

por beatriz j a, em 28.01.13

 

 

 

 

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publicado às 18:46


Que atraso de vida...

por beatriz j a, em 28.01.13

 

 

 

 

Opus Dei proíbe 79 livros de autores portugueses

José Saramago, Eça de Queirós, Fernando Pessoa, Lídia Jorge, Virgílio Ferreira são alguns dos escritores censurados na lista de livros da Opus Dei.



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publicado às 18:25


Cores

por beatriz j a, em 28.01.13

 

 

 

 


Eight-Planked Bridge (Yatsuhashi)
Ogata Korin (Japanese, 1658–1716)
Pair of six-panel folding screens; ink and color on gilded paper

 

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publicado às 08:25


Obrigada, Jaime Neves

por beatriz j a, em 28.01.13

 

 

 

 

(este texto, escrevi-o em 2009, no 25 de Novembro. Hoje quis re-publicá-lo em memória do Jaime Neves. Acrescentei algumas coisas)

 

 

 

   11 de Março de 1975. Estávamos a viver no Alentejo numa herdade bastante grande (de que não eram proprietários. O meu pai era administrador) e eu e três das minhas irmãs estudávamos no Liceu de Évora, onde hoje é a Universidade.

   Pela hora do almoço telefona-nos a minha mãe. Queria saber se estávamos todas bem. Tinha recebido um telefonema anónimo a perguntar se sabia de todos os filhos porque talvez alguns não chegassem vivos ao fim do dia. Ora, como somos sete irmãos e só dois estavam ainda em casa (o meu irmão mais velho estudava em Portalegre) a minha mãe tratou logo de nos contactar. Nesse dia fomos para casa. Havia uma revolução em curso e corriam os piores boatos no Alentejo.

   Na semana seguinte voltámos para a escola.

   Por esses dias era costume ver-ser o Pesarat Correia, que era o comandante da região militar sul, passear-se em Évora de botas de cano alto e pingalim na mão com ar de grande senhor, apesar de ser, dentro dos esquerdistas, um moderado. Foi um dos 9 do Conselho da Revolução que assinou o documento contra a transformação de Portugal numa espécie de satélite da então URSS. Mas em Évora andava como se fosse dono daquilo a mandar prender este e aquele.

   Estava-se em pleno PREC (Processo Revolucionário Em Curso, para os mais novos). O Otelo, que era o chefe da segurança militar, mandava nos COPCONs - estrutura de comandos operacionais que andavam pelo Alentejo de metralhadora em punho a prender e aterrorizar pessoas.

   Os telefonemas anónimos com ameaças de morte tornaram-se frequentes. O meu pai foi preso várias vezes. As acusações eram sempre as mesmas: era fascista ou lacaio do capitalismo ou contra-revolucionário ou as três coisas ao mesmo tempo.

   Um dia, por exemplo, estávamos na Páscoa desse ano de 75 e a minha mãe resolveu ir a Arraiolos à igreja à adoração do Santíssimo (que acho que se faz na quinta ou sexta feira santa, não sei ao certo). Arrastou-me a mim e a uma amiga que passava férias comigo atrás dela para a Igreja. No dia seguinte aparece o COPCON com uma ordem de prisão para o meu pai por ter ido à noite a uma reunião de fascistas na Igreja. Nessas coisas o meu pai não discutia nunca. Ia preso e é claro que passado um dia libertavam-no, porque aquilo era só para massacrar, sabiam muito bem que não havia crime nenhum. Nesse dia a minha mãe meteu-se na conversa e disse que a ir alguém preso seria ela porque quem tinha ido à igreja tinho sido ela. Gerou-se a confusão (é preciso dizer que os COPCONs tinham sempre as metralhadoras apontadas) e nesse dia ninguém foi preso. Mas estes episódios tornaram-se frequentes.

   A primeira vez que isso aconteceu foi num sábado ou domingo e estávamos a almoçar quando tocaram à porta. A minha mãe disse-me, meio a brincar, 'se for o COPCON diga que ainda não acabámos de almoçar' E era mesmo! Fui abrir a porta e dei com três COPCONs de G3 apontadas...

   Às vezes, quando não tinham pessoal, os COPCONs mandavam a GNR ir prender o meu pai. Como eles conheciam muito bem o meu pai chegavam lá e pediam vinte vezes desculpa, dizendo que tinham que obedecer. É claro que nós sabíamos disso. Toda a gente andava com medo deles.

   Passados poucos meses,  na noite de 14 para 15 de Julho, prenderam-nos em casa, a mim (estava quase a fazer quinze anos), à minha mãe, aos meus dois irmão mais novos, um com oito anos outra com seis e a minha avó (o resto dos irmãos assim que terminaram a escola tinham saído do Alentejo) logo pela manhã.

   Ao longo do dia juntaram umas centenas de pessoas das redondezas aos trabalhadores da herdade e estiveram em festa a beber todo o dia. Este era o modus operandi do PC: juntar muita gente e pô-los a beber. E, no caso desta herdade, como era de alguém muito falado no país, queriam tirar o máximo de ganho e de propaganda da expropriação da herdade, fazendo um julgamento popular com condenação e etc. Era tudo uma fantochada para TVs verem porque há muito que quem era dono da herdade tinha dito que se quisessem ficar com a herdade que ficassem. Mas isso não interessava ao Processo (estalinista) Revolucionário em Curso. Eu tinha acabado de ler há pouco tempo O Arquipélago do Gulag e reconhecia os métodos do PC nestes julgamentos populares, embora numa escala mais pequena. Naquela altura não era possivel não ser-se politizado.

   Enfim, lá pelas 7 da tarde o COPCON do Otelo, que era quem comandava o circo, às ordens do PC da época, pôs o meu pai e um amigo (primo e representante do dono da herdade que estava ausente do país) em cima duma roulotte, candeeiros petromax à volta deles a dar um ar espectral à coisa, juntaram-se de armas apontadas à volta deles e começaram um 'julgamento popular' que durou cerca de 5 horas, em que só disseram parvoíces e gritaram as palavras de ordem do costume - 'abaixo o fascismo', 'morte aos fascistas', etc.

   Eu e a minha mãe ouvíamos esta gritaria dentro de casa. Estive lá no meio dos trabalhadores, meio às escondidas (sai por uma janela e fui lá ver), e vi aquilo tudo, mas por pouco tempo. Uma das mulheres que lá estavam disse-me para me ir embora antes que me descobrissem, que aquilo estava muito perigoso. vi o meu pai e o tio Diogo em cima da roulotte com COPCONs à volta; os do PC é que faziam o teatro. Gritavam coisas do género, 'quem é que tem queixas deste fascista?'. como ninguém falava gritavam palavras de ordem e ameaças de morte.

   O 'julgamento' não deu em nada, isto é, não conseguiram que alguém o acusasse. Acho que nas 'actas' ficou escrito que o meu pai, em quase 30 anos de trabalho tinha um dia deixado apodrecer uma saca de batatas.

   Irritaram-se. Ainda gritaram 'fechem-nos em casa e peguem fogo à casa' para ver se pegava junto da populaça, mas não pegou. É preciso dizer que os trabalhadores da herdade, com excepção dos líderes comunistas, estavam assustados e revoltados com aquilo, mas presentes, porque tinham sido avisados que ou colaboravam ou eram despedidos. Aliás, a maior parte deles tinha avisado os meus pais às escondidas dos boatos acerca do que se estava a tramar. Mas estavam lá as centenas de comunistas e mirones trazidos de outros sítios ao longo do dia, de propósito para aumentar a confusao - que nestas coisas o Cunhal não brincava em serviço.

   Lá pela meia noite e meia o meu pai entrou em casa com os COPCONs atrás. A minha mãe disse-me para acordar os meus dois irmãos e fazer uma mala à pressa que íamos embora.  A minha avó saiu de ambulância. Eu, de mão dada com o meu irmão mais novo e a pequenina ao colo ( porque os meus pais andavam 'guardados à vista' pelos COPCONs que achavam que eles tinham alguma fortuna que iriam levar escondida...) esperei que me dessem ordem para entregar os miúdos à minha mãe, coisa que fiz com uma metralhadora apontada às costas. Depois meti-me na ambulância para a minha avó não ir sozinha.

   Enfim, saímos de lá com vida, embora sem nada. A meio dessa noite, lá pelas onze horas eu e a minha mãe sentámo-nos na casa de jantar depois de ouvir gritos de 'queimem-nos lá dentro' e tal. A minha mãe achava que talvez não nos deixassem sair vivos. Pensámos uma maneira de poder fugir. Pelo mesmo sítio por onde tinha saído para ir lá abaixo ver o 'julgamento. Felizmente não foi preciso.

   Ando a escrever as minhas memórias desses tempos do PREC. Os meus pais já morreram. O tal amigo que também foi julgado com o meu pai, também já morreu. Os meus irmãos eram demasiado pequenos para se lembrarem. A mais nova, por exemplo, fui eu quem a arrancou da cama já passava da meia noite e saiu de lá meio a dormir. Resto eu, para contar.

   Enfim, o 25 de Novembro veio acabar com este estado de coisas mini-estalinista à portuguesa.

   Quando foi o 25 de Novembro já eu estava a estudar em Lisboa, no Liceu D. João de Castro. As aulas foram interrompidas por notícias de revolução. Dizia-se que havia guerra entre os comandos do Jaime Neves e as tropas do COPCON. Eu e a minha irmã fomos a correr para a Ajuda. Ouviam-se tiros. Assisti àquilo tudo com enorme alegria.

   Quem viveu o PREC no Alentejo percebe o que digo.

   Obrigada, Jaime Neves.

 

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publicado às 04:32


Outras mentalidades ou...

por beatriz j a, em 27.01.13

 

 

 

 

 

... porque é que uns países são grandes e outros pequenos...

Francia salva de la austeridad a la escuela y recluta 60.000 profesores

Hollande hace de la educación la bandera de su mandato. Refuerza la primaria y la formación de los docentes, amplía el horario y hace evaluable ‘Ciudadaní

François Hollande ha dicho muchas veces que las grandes prioridades políticas de su presidencia son los jóvenes y la educación. Las pruebas empiezan a llegar. El Consejo de Ministros celebrado ayer aprobó el proyecto de ley para la Refundación de la Escuela Republicana, que trata de frenar el deterioro sufrido por la educación pública tras una década de Gobiernos de corte neoliberal que redujeron el número de profesores y de horas lectivas para favorecer a la enseñanza privada.


La reforma, que ha sido acordada con padres y profesores por el ministro de Educación, Vincent Peillon, aportará al sistema público 60.000 profesores y funcionarios en cinco años (54.000 en la escuela y 6.000 en la enseñanza superior y agrícola). La medida trata de compensar la pérdida de 80.000 puestos sufrida durante el quinquenio de Nicolas Sarkozy, cuando el Ejecutivo aplicaba a rajatabla la norma de sustituir a uno de cada dos jubilados.

 

En realidad, la estimación oficial afirma que cifra total de incorporaciones nuevas al sistema educativo público alcanzará las 150.000 personas, ya que los profesores que cubrirán a los docentes que accedan a la pensión trabajarán a tiempo parcial los dos primeros años.

 

Hollande se ha comprometido a reducir en 60.000 millones de euros el gasto público en cinco años, pero ha puesto a la escuela pública a salvo del austericidio. La inversión en Educación para 2013, que supera los 62.000 millones, es la única partida estatal, junto a la de Interior, que crece respecto a 2012.

 

 


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publicado às 23:35


Someone understands me

por beatriz j a, em 27.01.13

 

 

 

 

Caring for Your Introvert - Jonathan Rauch - The Atlantic

 

Do you know someone who needs hours alone every day? Who loves quiet conversations about feelings or ideas, and can give a dynamite presentation to a big audience, but seems awkward in groups and maladroit at small talk? Who has to be dragged to parties and then needs the rest of the day to recuperate? Who growls or scowls or grunts or winces when accosted with pleasantries by people who are just trying to be nice?

 

If so, do you tell this person he is "too serious," or ask if he is okay? Regard him as aloof, arrogant, rude? Redouble your efforts to draw him out?

 

If you answered yes to these questions, chances are that you have an introvert on your hands—and that you aren't caring for him properly. Science has learned a good deal in recent years about the habits and requirements of introverts. It has even learned, by means of brain scans, that introverts process information differently from other people (I am not making this up). If you are behind the curve on this important matter, be reassured that you are not alone. Introverts may be common, but they are also among the most misunderstood and aggrieved groups in America, possibly the world.

 

I know. My name is Jonathan, and I am an introvert.

 

(...)

Female introverts, I suspect, must suffer especially. In certain circles, particularly in the Midwest, a man can still sometimes get away with being what they used to call a strong and silent type; introverted women, lacking that alternative, are even more likely than men to be perceived as timid, withdrawn, haughty.

 

The worst of it is that extroverts have no idea of the torment they put us through. Sometimes, as we gasp for air amid the fog of their 98-percent-content-free talk, we wonder if extroverts even bother to listen to themselves. Still, we endure stoically, because the etiquette books—written, no doubt, by extroverts—regard declining to banter as rude and gaps in conversation as awkward. We can only dream that someday, when our condition is more widely understood, when perhaps an Introverts' Rights movement has blossomed and borne fruit, it will not be impolite to say "I'm an introvert. You are a wonderful person and I like you. But now please shush."


How can I let the introvert in my life know that I support him and respect his choice? First, recognize that it's not a choice. It's not a lifestyle. It's an orientation.

 

Second, when you see an introvert lost in thought, don't say "What's the matter?" or "Are you all right?"

 

Third, don't say anything else, either.


Jonathan Rauch


É completamente verdade tudo o que ele diz. E não diz metade, sequer. Uma pessoa habitua-se a lidar com o facto de ser mal interpretada, e mal julgada por ter uma maneira diferente de ser e de pensar. Mas não vou falar agora disso.



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publicado às 23:14

 

 

 

 

Partilha a triste realidade da nossa Sociedade!Fica explicado:- porque é que as obras demoram anos a ser terminadas no nosso País - porque é que cerca de 70% das empresas de construção civil faliram nos últimos 3 anos.- que na Tua empresa, apesar de não ser de construção civil, acontece exactamente o mesmo (com mais ou menos alguns lugares na hierarquia).Merece ser partilhado e alvo de reflexão.

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publicado às 22:48


about the 'happy life' and the 'meaning life'

por beatriz j a, em 27.01.13

 

 

 

 

"It is the very pursuit of happiness that thwarts happiness." (Frankl)

 

"Happiness without meaning characterizes a relatively shallow, self-absorbed or even selfish life, in which things go well, needs and desire are easily satisfied, and difficult or taxing entanglements are avoided," (Roy F. Baumeister, Kathleen D. Vohs, Jennifer L. Aaker, Emily N. Garbinsky)


fonte: There's More to Life Than Being Happy



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publicado às 22:14


Só agora li esta notícia

por beatriz j a, em 27.01.13

 

 

 

 

Discurso na manifestação de professores

Arménio Carlos chama “rei mago escurinho” a representante do FMI

Hoje não li jornais de modo que só agora li isto. Acho grave o discurso racista deste indivíduo e uma vergonha que esteja associado a uma manifestação de professores. Que má imagem que dá, como se esta linguagem racista fosse uma linguagem  comum entre os professores.

Aliás, o que é que este tipo tem a ver com professores? Ele é professor?

Cada vez se confirma mais o baixo nível do homem e nenhum sindicato de professores deveria associar-se a um líder preconceituoso, racista. Às tantas também é machista e a profissão tem sobretudo mulheres...



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publicado às 21:33

g.a


3-8-12


Pág. 1/12



no cabeçalho, pintura de Paul Béliveau. mail b.alcobia@sapo.pt

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